Viralizou nas redes sociais, nesta quarta-feira (22), a hashtag “linguiça virou luxo”, após postagens com o preço de um quilo de linguiça, tipicamente uma das carnes mais baratas, a quase R$ 35 no mercado.
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No governo lulo-petralha a linguiça não entra mais pela boca.
Está sendo enfiada impiedosamente no furico do povão.
UE deixou Brasil de fora por não ter garantia de cumprimento de padrões sanitários
Má notícia para o Brasil, e em especial para os pecuaristas: o presidente Lula diz que o tarifaço não faz mal, que basta buscar outros mercados, mas não é simples assim. A carne brasileira, por exemplo, não está no tarifaço americano, mas está no da China, que Lula não menciona. A China cobra 12% da carne brasileira; se ultrapassarmos a cota do que podemos exportar para lá, haverá uma taxa adicional de 55%, chegando a 67%. Parece que a cota já foi atingida, mas o governo nega.
E não é só a China: em 3 de setembro entra em vigor aquela proibição da exportação de carne bovina, frango, carne de cavalo, pescado e mel para a União Europeia. Os europeus estão alegando questões sanitárias, que os brasileiros usam um antimicrobiano proibido na Europa. Então, China e União Europeia estão colocando barreiras ao exportador brasileiro.
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Ortega cancelou eleições na Nicarágua; em 2022, era proibido falar de sua amizade com Lula
Está refletindo na campanha de Lula o que Daniel Ortega acabou de fazer na Nicarágua. Ortega decidiu que não haverá mais eleições por lá, para que a oposição não conquiste o poder. Já estava marcada eleição para o ano que vem; com isso, ela está cancelada. Ortega já brigou com a Igreja Católica, já expulsou bispo e freira, já prendeu padre, já fechou colégio católico. Seu partido é a Frente Sandinista de Libertação Nacional, e hoje quem manda são ele e a esposa, Rosario Murillo, que não é mais vice-presidente, e sim “copresidente”.
Na eleição passada, proibiram Bolsonaro e vários outros de dizer que Ortega era amigo de Lula. Mas basta pesquisar os dois nomes no Google, e eles aparecerão lá juntos, como fundadores do Foro de São Paulo, unindo a esquerda latina: Lula, Ortega, Hugo Chavez… Nos 47 anos desde a Revolução Sandinista, Ortega governou a Nicarágua por 30; houve um interregno entre 1990 e 2007, com Violeta Chamorro e outros dois presidentes, mas foi só. E no tempo de Chamorro ele não ficou quieto, não. Agora, no poder, se aparece algum candidato ao governo, ele manda prender.
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Cuba, onde Ortega recebeu treinamento, está à beira do colapso
Quando Ortega começou na guerrilha, só tinha até a sexta série do ensino fundamental; assaltou bancos, se refugiou em Cuba, onde foi treinado e recebeu apoio. Agora, a sua matriz está fechando as portas; já se foram 67 anos desde a Revolução Cubana, em que os comunistas assumiram o poder em 1.º de janeiro de 1959. Não tinha como dar certo.
Cuba era a pérola do Caribe, hoje tem problema até para plantar cana. Os cubanos deram charuto de garantia para o dinheiro brasileiro do BNDES na construção do Porto de Mariel. E o Brasil pagava muita coisa à ditadura de Cuba pelo Mais Médicos: o médico recebia só uma pequena parte do salário, e o resto ia para o governo cubano. Na Venezuela, quando os norte-americanos prenderam Nicolás Maduro, tiveram de matar 36 cubanos que faziam a segurança dele; em troca, Maduro mandava petróleo para Cuba. Agora, o petróleo acabou, o país está quase sem energia, quase sem água – só a nomenklatura de lá que ainda tem acesso a isso. Mesmo assim, ainda há muita gente aqui que acha maravilhoso, gente que gostaria de estar lá colhendo cana, como fizeram amigos meus no meu tempo de juventude.
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Violência contra crianças é tragédia brasileira
Estamos vendo com muita tristeza os casos de violência dentro de casa, contra crianças. Comentei o caso de Itapiranga (AM), em que o pai foi bater no filho com uma mochila e havia dentro dela um machete, um facão, que furou as costas do menino e o matou. A criança tinha 6 anos, o pai tem 24, ou seja, foi pai com 18. E a Justiça em Francisco Beltrão (PR) mantém na prisão o pai de 31 anos que deu um chute no rosto da filha de 3 anos, em plena rua. Uma pessoa que viu tentou interferir, e o pai ameaçou essa pessoa, dona de uma academia de ginástica. Agora, descobriram que ele punia os filhos fazendo as crianças se ajoelharem sobre tampinhas de garrafa com a borda virada para cima. É incrível a violência que acontece dentro de casa; imaginem que adultos essas crianças se tornarão.
“Lula é o Robin Hood às avessas: dá com uma mão e tira com as duas”, conclui o senador Rogério Marinho (PL-RN), após analisar que o petista promete defender os pobres, mas entrega inflação alta no supermercado.
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A alta de preços nos supermercados é um dos assuntos mais badalados das redes sociais na atualidade.
O amor voltou com força.
E tá sendo muito difícil pro povão fazer a feira e levar alimentos para casa.
Este poema é uma glosa belíssima e otimista sobre o envelhecimento e a aceitação da passagem do tempo, na qual a autora questiona a lamentação pelo passado e propõe uma postura ativa diante da maturidade.
A mensagem principal é de resiliência e positividade, mostrando que a vida continua cheia de possibilidades na nova idade.
E que devemos olhar para o futuro sem receio, sem medo de ser feliz, e sem espaço para o arrependimento ou a revolta.
O governo Lula (PT) já torrou mais de R$ 55,5 milhões com os chamados “cartões corporativos”, somente até julho deste ano.
Desde meados de junho, as despesas dos “Cartões de Pagamento do Governo Federal” saltaram mais de R$ 22 milhões.
Só a Presidência da República de Lula (PT) foi responsável por R$ 3,5 milhões de gastos com seus 12 cartões corporativos, este ano; mais de R$ 1,2 milhão no último mês.
Praticamente todas as despesas realizadas pelos cartões corporativos da Presidência de Lula são mantidas sob sigilo. Por “segurança”, claro.
Em 2025, os cartões corporativos custaram R$ 105,4 milhões aos pagadores de impostos, recorde histórico para esse tipo de gasto.
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A nota aí de cima termina dizendo que estes gastos estratósfericos sairam dos bolsos dos pagadores de impostos.
Dos nossos bolsos.
O ideal seria que fossem cobertos apenas por quem fez o L.
Há algo mais corrosivo do que o erro humano: o erro humano blindado por sacralidade. Quando a fé — que deveria ser espaço de humildade — é usada como escudo moral, ela deixa de ser transcendência e se torna mecanismo de impunidade. Não é Deus que está ali. É o poder vestindo incenso. O verdadeiro escândalo nunca foi o pecado. O verdadeiro escândalo é a institucionalização do perdão seletivo.
Porque o pecado, quando assumido, ainda pode ser humano. Mas quando escondido atrás de dogmas, cargos e batinas, ele se torna sistema. A retórica é sempre a mesma, refinada ao longo de séculos: “É preciso preservar a instituição.” “O escândalo seria maior.” “A fé dos fiéis não pode ser abalada.” “O sacerdócio é maior do que o indivíduo.”
Tradução honesta: a dignidade humana é negociável.
O corpo do outro vira detalhe. A dor do outro vira dano colateral. A vida do outro vira problema administrativo. A fé, então, não é vivida — é gerida. O hipócrita religioso não é aquele que falha. É aquele que prega pureza enquanto terceiriza a culpa. É aquele que transforma o erro em estatística, o sofrimento em silêncio, a vítima em inconveniente. A moral que ele defende é sempre vertical:
• dura para quem está embaixo • flexível para quem está no topo
E quanto mais rígido o discurso público, mais obscura a prática privada. A castidade vira obsessão. O pecado vira espetáculo. A redenção vira privilégio corporativo. Quando a instituição se coloca acima da dignidade humana, ela trai qualquer valor espiritual que diga defender. Não importa o nome da religião. Não importa o livro sagrado. Não importa o ritual. No momento em que a pessoa real — concreta, vulnerável, sangrando — é sacrificada para preservar uma imagem abstrata, a espiritualidade morreu.
O que resta é teologia como engenharia social. É fé como ferramenta de controle. É Deus como álibi. O mais perturbador é que isso raramente vem acompanhado de crueldade explícita. Vem com voz calma. Com justificativas sofisticadas. Com frases “pastorais”. O mal aqui não grita.
Ele administra. Ele convoca reuniões. Redige comunicados. Pede discrição “pelo bem de todos”. E segue dormindo em paz.
A fé autêntica sempre foi um problema para as instituições. Porque ela exige coerência. E coerência é cara demais para quem vive de aparência. Por isso os verdadeiros espirituais quase sempre foram perseguidos, silenciados ou canonizados depois de mortos — quando já não incomodam mais. O sistema não teme o ateu. O sistema teme o ético. Denunciar isso não é atacar a fé. É defendê-la daquilo que a corrompe.
Porque nenhuma divindade digna desse nome precisa ser protegida pela mentira. E nenhuma instituição merece sobreviver ao custo da destruição humana. Se uma estrutura só se sustenta esmagando pessoas, ela não é sagrada. É predatória. E não há ritual, batina, dogma ou incenso que lave isso. A pergunta final não é religiosa. É moral: Quem você protege quando erra?
A pessoa ferida — ou a imagem do poder?
A resposta a isso define tudo. E o mundo, cansado de demagogia, já começou a escutar.