O ministro do STF Alexandre de Moraes passou de 80% de menções negativas, aponta levantamento da Palver em mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp e Telegram.
Virou problema para Lula e o PT.
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Que coisa interessante…
A apreciação incrivelmente negativa do nobre ministro, que já passou de 80%, “virou problema para Lula e o PT”, diz a nota aí de cima.
Isso é cagado e cuspido a cara da atual republiqueta banânica instaurada neste país surreal.
O maior temor, em Brasília, inclusive de indignados ex-presidentes do STF, é que prevaleçam, terça (15), as astúcias do “departamento” de anulações e descondenações, muito ativo, para blindar ministros denunciados de investigação sobre suas relações com o ex-banqueiro de práticas mafiosas Daniel Vorcaro, documentadas pela Polícia Federal.
Nesta sexta (11), houve tentativas agressivas de desqualificar provas e até de criminalizar quem investigou: o relator André Mendonça.
A turma da pizza, no STF, não reinventa a roda. Segue o modelo italiano da Operação Mãos Limpas, que ousou investigar e prender poderosos.
Lá, políticos poderosos alteraram leis, fizeram o diabo, descondenando ladrões e perseguindo quem os investigou. Deu pizza na terra da pizza.
O orgulho dos italianos na Mãos Limpas se repetiu entre brasileiros na Lava Jato, que meteu na cadeia notórios ladrões e recuperou bilhões.
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Perfeita a expressão “departamento de anulações e descondenações”, usada nesta nota aí de cima.
Isso é a cara da republiqueta banânica.
Lá na Itália, terra da pizza, aconteceu o “Mãos Limpas”.
Em desespero diante da crise épica que se abate sobre o governo e seus comparsas do judiciário, a “turma da esquerda” e o consórcio de imprensa resolveram destacar o único trunfo que acham que podem usar como narrativa, para imputar a Flávio Bolsonaro algum envolvimento ilegal com o Banco Master: o filme Dark Horse.
Só que eles ainda não perceberam o tamanho da propaganda que estão fazendo para o filme e que essa estratégia, além de não prejudicar a campanha de Flávio, ainda está jogando mais m… no ventilador.
Quantas chances para se endireitar nosso país ainda vai desperdiçar? O economista e político Roberto Campos estava certíssimo quando disse o seguinte: “O Brasil nunca perde uma oportunidade de perder oportunidades”. A questão é que pode chegar a hora em que estaremos num caminho sem volta. Ou reféns de séculos e séculos para dar jeito no que foi destruído em cerca de duas décadas. Sim, eu poderia ter recuado muito mais no tempo, e lá estaríamos igualmente entregues a desmandos, a casos de corrupção, a falcatruas e politicagens das mais sórdidas e variadas. Resolvi começar pelo escândalo do mensalão promovido sem dó pela turma do Lula ainda em seu primeiro mandato.
O esquema de compra de votos na Câmara dos Deputados, com pagamentos mensais a parlamentares, estourou em 2005. O julgamento do caso só começou no STF depois de sete anos e acabou com a condenação de 25 envolvidos. As primeiras prisões foram feitas em 2013. Petistas famosos como José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e João Paulo Cunha passaram períodos detidos em regime fechado ou semiaberto. Até que foram beneficiados pela despreocupação das nossas leis com o caráter punitivo da prisão. Eles obtiveram progressão de regime, liberdade condicional ou o perdão da pena. E o STJ ainda encontrou “erros processuais do Ministério Público” nas ações civis por improbidade administrativa associadas ao caso, e foi tudo anulado.
José Dirceu e Delúbio Soares agora são candidatos a deputado federal. Assim como Lula está livre para concorrer à reeleição. O atual ocupante do Palácio do Planalto escapou do mensalão, mas caiu no petrolão. Seus companheiros no Supremo trataram de libertá-lo e habilitá-lo para, de novo, concorrer à Presidência. E ainda promoveram uma campanha eleitoral em 2022 absolutamente desequilibrada. Em seguida, a Lava Jato foi toda destruída por manobras dos magistrados. Não sobrou nada. Havia réus confessos, uma fortuna recuperada, mas o quadro que se impôs foi esse: frequência passou a determinar normalidade. Se os casos de corrupção são comuns, que sejam considerados aceitáveis.
Os abusos, arbítrios e as ilegalidades praticados por ministros do STF também se multiplicaram. E pouquíssima gente reagiu. A imprensa tratou de enxergar nos absurdos uma forma de “defender a democracia”. E vieram informações de ligações do ministro Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro, com o grupo JBS. E vieram informações da proximidade de Alexandre de Moraes com o ex-dono do Banco Master. As suspeitas são gravíssimas, e o Brasil tem nova chance de se endireitar. Estamos entregues agora a especulações, à futurologia. Fôssemos um país sério, se nosso passado atestasse isso, estaríamos, mais uma vez, diante do ponto de virada. Só que o que nos restou, vítimas de tanta tortura, foram a esperança rarefeita e uma dúvida doída de como seguir lutando pelo Brasil de verdade.
Fase inicial: imagens hipnagógicas: momento entre a vigília e o sono
Longe dos meus desejos querer emparelhamento com os mestres em interpretação de sonhos. Desejo apenas reafirmar, por experiência própria e ocorrências que vivi, que os sonhos são coisa séria, sinais de alerta.
Continuarei falando de minha experiência, tentando transmitir para outras pessoas como convivi com o que chamo de “fenômeno”, assunto ainda pouco difundido pela ciência.
Desejo transportar para as pessoas da minha época a vivência do que tenho sonhando, procurando interpretar alguns detalhes de como é possível proceder às buscas de significado.
Não me refiro nem comento sobre psicanálise. Os trabalhos de Jung e Freud superam quaisquer semelhanças.
Longe de mim está esse procedimento! Desejo apenas mostrar que cada pessoa tem sonhos e eles representam, em alguns casos, orientações para o futuro de suas vidas.
A parte difícil, no entanto, é compreendê-los para uso de uma vida melhor, pois essas manifestações oníricas visam dar sinais para nossos procedimentos de vida.
Assunto muito explorado como um meio de se usufruir vantagens econômicas, é possível que o interesse maior de alguns seja projetar seus autores. Há até dicionários sobre sonhos!
Aos que buscam entender os próprios sonhos, recomendo que logo quanto possível comuniquem a alguém, as histórias, bem detalhadas, de forma que, mais adiante, ocorrendo um fato semelhante, possa o depoimento de outras pessoas servir de comprovação.
É meio chato, compreendo, quando nossos familiares chegam a comentar em forma de gracejo: “Qual é o sonho do dia?” Mas, quando algo bem parecido com o que foi sonhado, causa espanto.
Quando criança ouvi falar de fatos interessantes: sonhos que representavam tradições populares, mas se confirmavam. Minha avó Maria Cordeiro de Carvalho, de origem interiorana, tinha suas “traduções” e comentava o que hoje dizem os dicionários de sonhos:
Sonhar com cobra, alertava para traição.
Cobra atacando: costuma ser associado a sensação de ameaça, conflito ou alguém em quem se deve ter cautela.
Cobra escondida: pode simbolizar algo que ainda não está claramente percebido — uma preocupação, segredo ou situação mal resolvida.
Cobra perseguindo: tradicionalmente relacionado a fugir de um problema ou preocupação.
Matar uma cobra: frequentemente interpretado como superação de uma dificuldade ou vitória sobre um adversário.
Muitas cobras: pode representar excesso de preocupações, conflitos ou pessoas ao redor que provocam desconfiança.
Cobra tranquila: nem sempre tem significado negativo; pode representar transformação, renovação ou uma mudança importante.
Cobra mordendo: na tradição popular, é um dos sonhos considerados mais fortes como “aviso” de traição, conflito ou decepção.
Os sonhos com cobras aparecem em muitas tradições populares como sinais ou alertas. O sonho, por si só, não anuncia necessariamente que algo acontecerá.
Mas ao deitar creio que o melhor momento está entre a vigília e o sono. Depois que a gente se entrega a Morfeu (o deus do sono) e Nix (a deusa da noite), é a entrega total. Depois do sono profundo podem até aparecer sirenes anunciando alerta.
Presidente do PCO, partido de extrema-esquerda, Rui Costa Pimenta afirmou com todas as letras:
“Por que Bolsonaro está na cadeia? Porque ele poderia ganhar a eleição de novo. O STF fez tudo que era possível para que ele não ganhasse a eleição contra o Lula”.
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Presidente do PCO, Partido da Causa Operária.
É isso mesmo.
Uma patota da extrema-esquerda, conforme consta na nota aí de cima.
Como dizia meu saudoso amigo Orlando Tejo, grande poeta nordestino, desmantelo só presta grande.