JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

O PEGA-PINTO DO MUNDICO

Mundico o “dono” do pega-pinto

Estava terminando a década dos anos 50. Lembro bem.

Fortaleza já era a “Loira desposada do sol” – mas ainda não era a atual metrópole.

A capital tinha seus pontos preferidos pelos nativos.

A preferência dos visitantes viria depois. Nos anos 80, com o turismo.

Prefeito Acrísio Moreira da Rocha cortou a fita do crescimento.

Foi sequenciado por Manuel Cordeiro Neto, e, depois, por Murilo Borges Moreira.

Esses, tangidos e emoldurados pelo povo, deram partida para a Fortaleza atual.

Curral das Éguas (ZBM) foi atração. Mercado Central, também.

Três praias mereciam a preferência dos frequentadores: Iracema, Náutico e Meireles.

Praia do Náutico a preferida: ali os estudantes “alugavam” calções de banho e ganhavam “banho de chuveiro” de bônus.

Na orla marítima apenas dois restaurantes: Cirandinha e Peixada do Alfredo.

Liceu do Ceará, Ginásio Municipal de Fortaleza, Ginásio 7 de Setembro, Escola Normal Justiniano de Serpa e Colégio Cearense pontificavam em destaque na formação educacional.

Cine Majestic, Cine Diogo, Cine Samburá, Cine Jangada e Cine Aurora (esse, o único num bairro: Otávio Bonfim) mostravam os filmes.

Fortaleza, Ceará, Ferroviário, Usina Ceará, Calouros do Ar, Maguary e Gentilândia abriram o profissionalismo do futebol cearense.

Rádios Uirapuru, Rádio Iracema, PRE-9, Rádio Assunção noticiavam o dia-a-dia das cidades.

Cid Carvalho, Paulino Rocha dominavam os horários da audiência.

Assistência Municipal de Fortaleza (Hoje Hospital José Frota), Santa Casa de Misericórdia, Maternidade César Cals e Hospital Geral do Exército atendiam as emergências da população.

Mas, naqueles anos passados e saudosos, quase tudo se concentrava em duas praças: Praça do Ferreira e Praça José de Alencar. Praça dos Voluntários, Praça dos Leões e Praça Olavo Bilac não mereciam a mesma frequência.

Praça José de Alencar centralizava os terminais dos ônibus urbanos.

Praça do Ferreira, com seu secular relógio, merecia preferência por conta do “Abrigo” com a merendeira do Pedão da Bananada e discussões de torcedores do futebol; Miscelânea com seu caldo de cana e pastel (carne, queijo e camarão), além, claro, do imperdível “Pega-Pinto do Mundico”.

Pega-pinto em floração

“Pega-pinto, amarra-pinto, erva-tostão, solidânia ou celidônia. Esses são só alguns nomes da Herbácea perene, um tipo de espinafre selvagem, que é facilmente encontrada em calçadas e terrenos baldios na região amazônica.

A pega-pinto é uma planta perene, ou seja, possui um ciclo de vida longo e pode atingir até 70cm de altura. Cresce espontaneamente em áreas abertas e antropizadas, como pomares, hortas, jardins e terrenos agrícolas em geral. Seus frutos são secos e pequenos, revestidos por pelos viscosos que aderem à pele, pelo e pena de animais que entram em contato, daí o seu nome ‘pega-pinto’.

“É uma planta medicinal potente. Uma das plantas mais diuréticas do mundo. Ou seja, com propriedades para a proteção do fígado. Sempre que possível as pessoas devem fazer chá dessa planta ou usar em saladas”, explicou o pesquisador e referência em PANC, Valdely Kinupp, do canal do Youtube.” (Informações compiladas do Wikipédia)

“Batata” do Pega-Pinto

O Sul descobriu e “abrasileirou” o chimarrão. Passou a fazer parte da vida gaúcha.

Rio de Janeiro e São Paulo adotaram o chá gelado de mate. Mate Leão tem domínio.

Fortaleza descobriu que o pega-pinto, além de refrescar, é diurético.

Nos dias atuais não tenho absoluta certeza dessa preferência e da comercialização.

Mas, no calor extremo que a humanidade colocou este planeta, nada melhor que aderir ao “refresco” de uma raiz que preenche alguns itens de cura da humanidade.

Em São Luís, por anos, o pega-pinto era vendido por duas irmãs na Fonte Milagrosa, estabelecimento situado na área tombada do Patrimônio da Humanidade.

Vai?

DEU NO JORNAL

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

O CANGAÇO NORDESTINO

No 28 de julho, fez 88 anos da morte de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, iniciando o período da extinção do cangaço no Nordeste brasileiro.

O Lampião que emboscou
Um dia foi emboscado.

Mote deste colunista

A vida é roda gigante
Sempre muda a posição
A sorte de Lampião
Um dia foi da Volante
João Bezerra o comandante
Sertanejo preparado
Foi por alguns informado
Onde Lampião pousou
O Lampião que emboscou
Um dia foi emboscado.

O Bando de Virgulino
Atuou por muitos anos
Causando terror e danos
Pelo sertão nordestino
O sangue que o assassino
Deixa no chão derramado
Um dia será cobrado
Como o profeta falou
O Lampião que emboscou
Um dia foi emboscado.

A Volante atravessou
As águas do São Francisco
Sabendo de todo risco
Que pelo tempo enfrentou
Pedro de Cândido apontou
A tenda do procurado
Cabo Panta acocorado
Fez a mira e atirou
O Lampião que emboscou
Um dia foi emboscado.

COMENTÁRIO DO LEITOR

O PODER DA NATUREZA

Comentário sobre a postagem NA CATAÇÃO

Jesus de Ritinha de Miúdo:

“A abelha por Deus foi amestrada
Sem haver um processo bioquímico
Até hoje não houve nenhum químico
Pra fazer a ciência dizer nada.
O buraco pequeno da entrada
Facilita a passagem com franqueza
Uma é sentinela de defesa
E as outras se espalham no vergel
Sem turbina e sem tacho fazem mel
Como é grande o poder da natureza.”

D’O Autor da Natureza, canção de Zé Ramalho, 1974.

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

OS BRASILEIROS: Cruz Costa

João Cruz Costa nasceu em São Paulo, SP, em 13/2/1904. Filósofo, ensaísta, professor, sociólogo e biógrafo. Foi aluno “número 1” da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP em 1934, onde mais tarde tornou-se catedrático. Sua produção intelectual tem como base “estabelecer relações entre o pensamento e a realidade social, política e econômica do País através de sua história”. O título do seu livro mais conhecido: Contribuição à História das Ideias no Brasil (Ed. José Olympio, (1956) é uma síntese perfeita do seu objetivo e foi traduzido para vários idiomas.

Filho de mãe descendente de italianos e pai português, enveredou pela área da medicina, estudando na Alemanha e no Brasil. Porém, verificou que não era sua vocação: “Comecei estudando medicina, revelando assim um interesse prático pelo homem, se não por ele, por sua saúde. Eu fizera aqui uns vagos estudos de filosofia para satisfazer as exigências dos preparatórios… Fui depois para a França em 1923 e entrei no curso preparatório da Faculdade de Medicina de Paris. Um dia, num grupo de brasileiros, encontrei o prof. Georges Dumas, que era grande amigo do Brasil, que me perguntou qual a especialização que eu iria fazer na medicina. A minha resposta foi: a psiquiatria. O velho Dumas, que era médico e agrégé de Filosofia, aconselhou-me então que fizesse estudos de filosofia e convidou-me para assistir às suas divertidas aulas aos domingos, no Asyle de St’Anne.”

Foi aí que tomou gosto pela área e ingressou na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da USP-Universidade de São Paulo. Licenciado em 1937, manteve contatos com os professores da Missão Francesa, na USP, especialmente com o prof. Jean Maugue, do qual tornou-se assistente. Em seguida defendeu tese de doutoramento: Crítica das ideias políticas tomistas de Suarez, na USP em 1940. Na década seguinte, prestou concurso para assumir a cátedra de filosofia e tomou posse em 1951.

Em 1958, teve problemas com o então governador Jânio Quadros, devido a uma entrevista aos Diários Associados, onde chamou de levianas as palavras do governador, que havia se dirigido de maneira ríspida ao Diretor da FFCL Eurípedes Simões de Paula. Por isso, recebeu uma pena de repreensão e o caso teve repercussão, indo parar na capa do jornal Folha da Manhã. Ele levou o caso para o STF-Supremo Tribunal Federal, que deferiu seu pedido, cancelando a punição. O governador acatou a decisão e o professor publicou um sarcástico comentário na Folha da Manhã: “Sempre foi hábito do sr. governador ser breve, como testemunham seus famosos bilhetes. Desta vez, entretanto, houve por bem s.exa. estender-se em longos reparos à decisão do Egrégio Supremo Tribunal que, por unanimidade, o compeliu a cancelar o ato que me levara a apelar para aquela alta Corte de Justiça.”.

Em janeiro de 1964 foi obrigado a depor no DOPS sobre a manifestação de apoio ao registro do Partido Comunista do Brasil assinado por um grupo de intelectuais. No ano seguinte foi denunciado pelos colegas da USP e foi afastado do cargo de professor. Teve que se refugiar na França onde passou a lecionar. Sua preocupação era viabilizar um pensamento nacional autônomo, com destaque ao advento do positivismo como momento de maior transformação da história brasileira.

Desempenhou funções relevantes, como a de conselheiro da Biblioteca do Congresso em Washington, convidado pelo governo dos EUA em 1948); membro da Comissão de História das Ideias do Instituto Pan-americano de Geografia e História; correspondente da Cátedra Alejandro Korn, de Buenos Aires; condecorado com o título de doutor honoris causa da Universidade de RennesI. Foi duas vezes homenageado pelo governo francês, como Cavaleiro da Legião de Honra e Palmas Acadêmicas no grau de cavaleiro.

Em seus últimos anos, ficou amargurado com a ditadura instalada no País e o clima de delação entre alguns colegas “dedo-duros” da faculdade. Faleceu em 10/10/1978 e segundo seu amigo, o prof. José Arthur Gianotti: “Cruz Costa cumpriu seu ciclo de vida; sua irreverência; sua ironia; sua forma de ser brasileiro estão vivas entre nós. Para ele só restava uma vida vegetal , que sempre recusou”. Sua biblioteca, com mais de 9 mil livros, foi doada à Faculdade de Filosofia da USP.

Sua produção intelectual conta uma dúzia de livros sobre diversas áreas, especialmente sobre o desenvolvimento da filosofia no Brasil, “procurando estabelecer relações entre o pensamento e a realidade social, política e econômica do País através de sua história e indicando com isso a diversidade dos seus conhecimentos. Divulgava-os pela docência e artigos em linguagem simples por meio de importantes jornais da época: O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Jornal de São Paulo, Minerva de Buenos Aires e Jornadas do México.

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO X

DEU NO JORNAL

POPULISMO E DEMAGOGIA EM ANO ELEITORAL

Editorial Gazeta do Povo

Com base no último Boletim Focus publicado pelo Banco Central, as previsões para este ano de 2026 são: crescimento de 1,99% do Produto Interno Bruto (PIB), fechamento do exercício com taxa básica de juros em 14%, e inflação de 5,12% medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Essas três variáveis são fundamentais para definir o crescimento econômico, o nível de emprego e a variação da renda por habitante. Como a taxa de aumento da população deve ficar em torno de 0,5% no ano, o PIB previsto significa 1,48% de elevação no PIB por habitante, insuficiente para gerar vagas no mercado de trabalho a fim de reduzir o desemprego, que pode estar baixo atualmente, mas cujo futuro é imprevisível devido ao avanço de tecnologias que substituem o trabalho humano.

Eleições para a escolha de deputados federais, senadores e presidente da República sempre são uma temporada de demagogia política e de promessas de mais gastos públicos com programas sociais e formas de distribuir dinheiro aos pobres e desempregados. Neste ano, a campanha não será diferente, pois o presidente da República é candidato a governar o país pelo quarto mandato e tem abusado de todo tipo de “bondades” custeadas pelo pagador de impostos, em sua tentativa de se reeleger.

Lula, como candidato que é, não perde oportunidade de fazer discursos prometendo salvar os pobres das mazelas e carências que os atingem, como se o PT não fosse responsável por tais carências, tendo governado o Brasil por 18 dos 26 anos já transcorridos neste século – sem contar que Michel Temer, hoje renegado pelo PT, governou por dois anos e quatro meses apenas porque era o vice da cassada Dilma Rousseff. Por dever de justiça, reconheça-se que Temer corrigiu algumas distorções criadas nos 14 anos anteriores de petismo no poder, tendo aprovado, durante seu governo, a reforma trabalhista e o teto de gastos.

As promessas populistas e demagógicas, caso venham a ser executadas nos próximos quatro anos do próximo presidente, seja ele quem for, terão o efeito de lançar o Brasil em uma crise muito grave, principalmente porque o governo Lula tem como marca principal a irresponsabilidade fiscal, a imprudência financeira e a geração de déficit primário (saldo negativo decorrente de despesas maiores do que as receitas antes de computar os juros da dívida pública). Lula sempre foi defensor de déficits e disse não ver problema em “um pouco mais de inflação”, afirmando que os livros de economia estão superados.

Em situação de déficit crônico, o governo tem somente as opções de tomar mais empréstimos, aumentar a dívida pública, aumentar impostos ou emitir moeda. Em geral, o governo tem feito as quatro coisas. A dívida pública aumentou notoriamente, e é uma das causas da elevação da taxa básica de juros. Os impostos vêm crescendo regularmente todos os anos e podem aumentar ainda mais com a reforma tributária. A base monetária cresceu 14,9% nos três primeiros anos do governo e, se fechar 2026 com crescimento de 3,1% no ano, o agregado dos quatro anos de Lula será de 18%.

Todo esse quadro é suficiente para pôr fogo na inflação, elevar o custo de vida, frear o crescimento do PIB, gerar desemprego, aumentar o trabalho informal e reduzir os salários médios, principalmente das classes de menor renda. Essa combinação tem a capacidade de piorar o padrão médio de vida da população, de forma que as medidas populistas e demagógicas anunciadas como ajuda aos pobres acabam por agravar os problemas que prometem resolver. Em alguns casos, no Brasil e em outros países que adotaram políticas similares, as medidas populistas e demagógicas parecem fazer sentido e convencem parte da população a acreditar nelas. Porém, invariavelmente tais medidas são incapazes de gerar melhorias duradouras e crescimento sustentado, além de em geral virem acompanhadas de piora dos indicadores econômicos do país.

Durante os anos 1980 e início dos anos 1990, o Brasil viveu a experiência de ter adotado pelo menos seis planos econômicos que prometiam curar os males que acometiam a economia brasileira, mas acabaram fracassando. Todos os planos deixaram de atacar os problemas estruturais do país, como déficits públicos, inchaço do Estado, intervencionismo no mercado, protecionismo e emissão de dinheiro. Se os atuais governantes – a começar pelo presidente da República – continuarem a lançar mão de gastos irresponsáveis e medidas populistas na tentativa de se reeleger ou de eleger os candidatos por eles apoiados, mais uma vez a população pagará caro em forma de baixo crescimento, desemprego e piora dos indicadores sociais. É a repetição do oceano de demagogia e promessas irresponsáveis com fins eleitorais.

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

OFICINANDO UMA PEA

Numa comunidade popular nordestina, um grupo de adolescentes implementou com sucesso uma caminhada existencial extra-escolar orientada por um profissional especializado em Desenvolvimento Profissional. Composto de 11 pré-universitários, para o grupo foi programado um conjunto de leituras para serem analisadas e debatidas coletivamente, favorecendo uma Cidadanização Comunitária que muito favoreceria uma futura jornada existencial coletiva dotada de uma profissionalidade ética solidária.

Convidado para conhecer o conjunto de livros programados para uma etapa inicial, relaciono os que estavam à disposição de todos nos dois primeiros semestres, causando-me uma admiração gigantesca a ordem de leitura/análise/debate. Ei-los:

a. DICIONÁRIO BRASILEIRO DE DITADOS POPULARES, FRASES FEITAS, ANEXINS, ADÁGIOS, MÁXIMAS, APOTEGMAS, RIFÃO E AFORISMO, Gregório José Lourenço Simão, Rio de Janeiro, Editora Telha, 2023, 404 p. O autor foi operador de rádio, locutor e noticiarista nas emissoras mineiras de Uberlândia e Monte Carmelo, com muitos textos publicados em jornais do Brasil, Portugal, Angola e Bélgica. Especializado também em Gestão Escolar e Ciências Políticas. Do livro dele, retirei alguns escritos merecedores de muitos aplausos do grupo: Mulher e cachaça em toda parte se acha; O mau crê nas maldades, e o bom nas virtudes; Gente de mente velha não pega andadura; Quem fala muito dá bom-dia a cavalo; Cachorro que muito late não morde; e Há pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo.

b. O SENTIDO DA VIDA, Contardo Caligaris, 6ª. edição, São Paulo, Planeta do Brasil, 2023, 144 p. Um ensaísta italiano (1948-2021), psicanalista, radicado no Brasil, que ensinava que a felicidade deve ser uma preocupação desnecessária. Um livro para aqueles que se atentam verdadeiramente pela vida.

c. O HOMEM INTEGRAL, Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna Ângelis, 23ª. edição, Salvador BA, LEAL, 2025, 172 p. Páginas que ensinam a identificar seres-humanos aparentes, ódio e suicídio, religião e religiosidade, fortalecimento da consciência e a reconquista da identidade. E as doenças contemporâneas da mente humana.

d. PARÁBOLAS DO EVANGELHO: PARA MELHOR ENTENDER AS VERDADES DO REINO DE DEUS, São Gregório Magno, São Paulo, Cultor de Livros, 2023, 171 p. Sementes plantadas nos corações daqueles que como ouvir o maior revolucionário de toda as eras da humanidade. Cada parábola com sua fonte de sabedoria.

e. VIVER E PENSAR EM TEMPOS DE MUDANÇA: PEREGRINOS DA ESPERANÇA, Edson Matias Dias e José Reinaldo F. Martins Filho (organizaores, São Paulo, Editora Pluralidades, 2025, 228 p. Páginas que explicitam o atual nível de complexidade do mundo, urgindo reflexões altamente reconstrutoras, sempre sob lema Viver e Pensar em tempos de mudanças

Confesso que saí do Grupo por mim visitado com uma enorme satisfação, na certeza plena de que os amanhãs brasileiros dele serão muito bem reestruturados por um ideário crítico altamente empreendedor, muito fraterno e solidário, onde todos poderão viver plenamente e em plena liberdade.

PENINHA - DICA MUSICAL