CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARTA MARISA PESSOA – UBERLÂNDIA-MG

SUS em colapso 🚨

Falta até frasco de urina!

Enquanto para dona JANJA a diária em hotel na Coreia do Sulmé de R$ 7.400,00.

E milhões para escola de samba, estouro de bilhões no cartão corporativo, 100 anos de sigilo absoluto.

Esse governo é desastre total!

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

PARÓQUIAS MINADAS

Comentário sobre a postagem FALA, SENHOR PADRE!

Tota de Dona Biga:

As paróquias nordestinas, bem como outras do ABC paulista estão minadas pela Teologia da Libertação.

Quem é Católico irá compreender.

Pregam uma fé horizontal, vazia de transcendentalidade e eivada do mais puro marxismo.

O sacerdote do quilate deste que proferiu estas sábias palavras é alguém “fora da curva” e com certeza sofrerá alguma retaliação por parte de outros que não dão a mínima para a salvação das almas.

Raras exceções, hoje o sacerdote deixou de ser “cura de almas” para ser militante político de esquerda.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

DEU NO JORNAL

GASTANÇA ESBANJANJEIRA

Os gastos do governo Lula (PT) apenas com cartões de pagamento, os famosos cartões corporativos atingiram o maior nível da História, em 2025: R$ 94,3 milhões.

Quase tudo protegido por sigilo.

* * *

Vamos repetir o que diz essa nota aí de cima:

Em 2025 o bando lulo-petralha atingiu o maior nível de gastos da História desta republiqueta banânica!!!

Segundo apurou o Departamento de Fuxicos do JBF, 90% foi gasto com a compra de cachaça e papel higiênico.

É merda que só a porra!!!

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

BEZERRA DA SILVA

Comentário sobre a postagem NORMAL, NORMAL. TUDO NOS CONFORMES

DECO:

Se vivo fosse, “Bezerra da Silva” teria completado 99 anos ontem, dia 23 de fevereiro.

Ele nasceu em Recife no ano de 1927 e faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de janeiro de 2005.

Foi tido como o “Embaixador das Favelas”, sendo um cantor icônico, compositor e intérprete de samba.

Radicado no Rio, retratou com humor e realidade a vida nas periferias, as injustiças sociais e o cotidiano da malandragem, tornando-se um dos sambistas mais populares do Brasil nos anos 80.

Ele cantava de forma magistral e sem medo contra as injustiças sociais, sobre o abismo social das favelas, dos morros e da população marginalizada, sempre com uma pitada de humor ácido e crítico.

Em seus quase 50 anos de carreira, passeou por gêneros musicais como o coco e o samba – em especial gênero de partido-alto – e vendeu mais de três milhões de discos.

Pois é, em sua homenagem sugiro aos leitores do JBF ouvirem a letra da música de sua autoria e de Criolo Doido – Vítimas da Sociedade, do álbum Malandro Rife, de 1985.

Que a meu ver continua bastante atual. Mais ainda no caso do Banco Master.

Segue o vídeo:

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