Arquivo diários:7 de fevereiro de 2026
DEU NO JORNAL
DEU NO X
SÓ TEM CRIMINOSO NA FAMÍLIA
DEU NO JORNAL
ABAFA-ABAFA
A oposição articula convocação de Sidônio Palmeira (Comunicação) na CPMI do INSS.
Coronel Chrisóstomo (PL-RO) acusa o ministro de Lula de gastar rios de dinheiro em publicidade para abafar a gatunagem.
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“Abafar a gatunagem”.
Uma expressão que se casa com perfeição com as práticas do atual gunverno petralha.
Esconder roubalheira é parte integrante da rotina administrativa do bando.
DEU NO X
NORMAL, NORMAL, NORMAL
DEU NO JORNAL
DESMONTE
Karina Michelin
O clima interno no IBGE entrou em estado de rebelião aberta. O que está em curso é um desmonte técnico, com forte contorno político, às vésperas da divulgação do dado mais sensível da economia brasileira: o PIB.
Desde que o petista Márcio Pochmann assumiu a presidência do Instituto, servidores de carreira vêm alertando para a erosão da independência técnica do órgão responsável pelas estatísticas oficiais do país. Em 2024, técnicos redigiram uma carta formal manifestando preocupação com o rumo do IBGE, endossada por ex-presidentes da instituição. O alerta foi ignorado.
Agora, o risco se materializou.
Em 19 de janeiro, de forma silenciosa, foi exonerada Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais há 11 anos e referência técnica no cálculo do PIB. A decisão desencadeou uma debandada inédita: Cristiano Martins, coordenador da área de bens e serviços, deixou o cargo; Cláudia Dionísio, responsável pelas contas trimestrais, saiu em seguida; Amanda Tavares, do mesmo núcleo estratégico, também foi afastada.
Na prática, o núcleo técnico responsável pelo PIB foi esvaziado semanas antes da divulgação oficial, marcada para 3 de março. Um órgão de Estado ficou subitamente órfão de seus quadros mais experientes, sem explicações públicas e sem transição transparente.
A substituição ocorreu internamente, mas o problema não é o nome – é o método. Exonerações em série, no apagar das luzes, em um instituto cuja credibilidade é seu principal ativo, às vésperas da divulgação de números que são marcadores fundamentais para o Brasil, são escandalosas.
Dados econômicos só têm valor quando são confiáveis. O mercado, investidores e agentes econômicos não precificam discurso político; precificam confiança. E essa confiança, assim como a credibilidade, acaba de ser colocada em xeque.
O IBGE não é instrumento de governo, nem trincheira ideológica. Transformá-lo em um pardieiro aparelhado compromete não apenas um número, mas a credibilidade do país inteiro.
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
LACRIMEJANDO
DEU NO X
CAMPANHA ELEITORAL JÁ ESTÁ NA AVENIDA
A ESCOLA DE SAMBA
fará um desfile no carnaval:– exaltando LULA
– transmitido pela TV
– gritando “sem anistia”
– atacando BOLSONAROE tudo isso com dinheiro público enquanto a JANJA samba na cara do povo.
Mas não é propaganda política não, tá?! O TCU disse que está tudo bem 🤡 pic.twitter.com/qwfQKxGN4I
— Henrique (@henriolliveira_) February 7, 2026
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
UM LIDER SÓBRIO
DEU NO JORNAL
A ESQUERDA QUER A PROIBIÇÃO DO VOTO EVANGÉLICO
Nikolas Ferreira

“Evangélico tem que ficar no culto, pastando, e não votar”, diz “Peninha”
Se tem uma pessoa que certamente é uma das que mais colaboram com a ascensão da direita no Brasil, é o historiador progressista Eduardo Bueno, mais conhecido como “Peninha”. Ele é mais um daqueles que seguem fielmente a cartilha de Lula, Dilma e Janja, por exemplo, e que viralizam mais por falar bobagens do que por bons feitos para o país.
Peninha, sendo um comunicador, poderia ocupar esses espaços para influenciar muitas pessoas com pautas relevantes e bons propósitos. Apesar disso, ganhou destaque em setembro do ano passado por ter comemorado o assassinato do conservador Charlie Kirk, que foi mais uma vítima fatal da intolerância esquerdista.
Não satisfeito com isso, resolveu agora atacar uma boa parcela dos cristãos, que são ampla maioria no Brasil. Segundo ele, “evangélico tem que ficar no culto, tem que ficar no templo, tem que ficar pastando junto com o pastor” e chegou ao ponto de dizer que evangélicos deveriam ser proibidos de votar, sob o argumento de que “eles não escolhem nem o pastor deles… por que eles têm que votar para vereador, deputado, presidente?”.
Para completar, xingou diretamente a mim e, demonstrando o quão covarde é, teve que citar até o meu pai, sugerindo que ele tem culpa por eu ter virado um “merda”, de acordo com as palavras dele. Se alguém com o histórico de Peninha tem um ódio tão grande contra cristãos, Charlie Kirk e contra mim, isso é um excelente parâmetro para confirmarmos que estamos no caminho certo, deixando ignorantes como ele completamente desesperados.
O argumento fraco de Eduardo Bueno não é apenas inconsistente, como também contraria totalmente os princípios básicos da democracia que a esquerda diz defender. Mas, claro, sabemos que a teoria que eles pregam é totalmente diferente da prática.
Diante de falas explícitas que desumanizam cristãos evangélicos, defendendo nossa exclusão do direito ao voto, não houve indignação coletiva, campanhas por responsabilização ou acusações de “discurso de ódio” ou de intolerância religiosa.
Peninha comentou que eu vim de uma favela de Belo Horizonte chamada Cabana do Pai Tomás, e talvez essa tenha sido uma das poucas palavras aproveitáveis e verdadeiras ditas no vídeo. Sim, vim de uma comunidade, de uma família que também nasceu e cresceu por lá, passou inúmeras dificuldades e, felizmente, tive o discernimento para entender que a esquerda não quer e nunca quis melhorar a vida de ninguém por lá, mas sim manter todos dependentes do Estado indefinidamente, para usá-los como massa eleitoral, aguardando a picanha que nunca vem.
Uma democracia verdadeira não escolhe quais religiões merecem respeito, nem quais eleitores são “bons” ou “ruins”. Ela se sustenta justamente na convivência com aqueles que pensam totalmente diferente de nós. Quando se abre exceção para o preconceito “do bem”, o que se constrói não é justiça social, mas autoritarismo disfarçado de virtude. Nunca imaginei que precisaria explicar isso a alguém que se diz historiador, mas não esperava algo diferente de quem ganha notoriedade não pelo seu trabalho, mas pelo ódio que exala o tempo todo na internet.
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA


