Enquanto isso, padres e bispos da alta cúpula da CNBB propagam suas mentiras através da famigerada Campanha da Fraternidade, que este ano levanta a bandeira a favor de movimentos que promovem a baderna e invasão de propriedade alheia.
Sob o falso espectro do estímulo às políticas públicas, o Clero Progressista joga no lixo a oportunidade de conversão e mudança de vida proposta pela Quaresma.
Ao invés de incutir no coração dos fiéis a busca pelo arrependimento e a salvação da alma, nossos padres e bispos insistem no apoio cego a uma ideologia que só deu certo no campo literário.
Basta olhar para o “centro de poder” dessa caterva: é de Aparecida de onde partem os ataques à Direita.
É lá onde se reúnem para emitir “suas notas de apoio” à Esquerda, enquanto fingem desconhecer as notícias como esta que estamos lendo acima.
Uma das coisas – para mim estranha – é alguém de longe se sentir importante, incentivar e ordenar resistência, sem estar no chamado “teatro das ações”… ou seja, sem se expor a ponto de sofrer o que aqueles a quem determina luta estão.
Na II Guerra De Gaulle assim o fez…
Mandava ordens da Inglaterra, pedia resistência, mas estava a salvo de qualquer dano, físico… sem perder o vinco de sua farda ou um fio de cabelo fora do lugar.
Assim, medidas as proporções vejo Eduardo Bolsonaro como um De Gaulle dos trópicos, que a todo instante pede e reclama – mais que De Gaulle – da falta de ações de uns e outros, a quem acha que deve atribuir responsabilidades, condutas e outras tantas “ordens”…
Pena, parece que o deputado – votei nele por duas vezes – se perdeu tal qual um “Dom Quixote” e procura em todos um “Sancho Pança” moderno…
Assim, infelizmente, causando todo esse rebuliço à toa, atrapalha e ajuda o “L” continuar…
Menos, deputado…
Também espero antes do meu dia final ver expulsos essa corja que hoje manda e desmanda, mas dessa maneira será difícil…
Lula pede regulação das redes, chama críticas de ódio e mira modelo chinês
Lula disse na Índia que é preciso regular as plataformas digitais para proteger a democracia. Ele disse que as big techs estão colocando a democracia “em risco”. É impressionante a preocupação do presidente brasileiro com a democracia. Que o digam seus amigos na ditadura chinesa.
Em discurso na Cúpula de Nova Délhi sobre impactos da Inteligência Artificial, Lula disse que está preocupado com os efeitos colaterais do avanço tecnológico. Ele citou alguns dos perigos que considera associados ao ambiente digital contemporâneo, dentre os quais o “discurso de ódio” e a “desinformação”.
Ao mesmo tempo, no Brasil, parte da imprensa vocalizava a tese governista de que o presidente foi vítima de ataques coordenados no carnaval. Segundo essa tese, impulsionamentos de mensagens robóticas teriam aproveitado o tema da homenagem a Lula na Marquês de Sapucaí para criticar seu governo. Foi noticiado, inclusive, que o Palácio do Planalto pediria a abertura de investigação para identificar a origem dos ataques.
Claro que uma exaltação oficialesca ao presidente da República em ano eleitoral (e antes do prazo permitido para campanha) seria passível de crítica. Assim é na democracia real — não naquela em que o poder tem o hábito de desclassificar e, eventualmente, perseguir seus críticos ou opositores.
O desfile em homenagem a Lula estava repleto de provocações aos opositores — e a escola terminou rebaixada. O que era para ser um momento de consagração popular virou um grande embaraço. Mesmo assim, ninguém proibiu ou confrontou os que quiseram sambar em celebração à biografia de Lula — uma biografia irretocável, a julgar pelo que foi apresentado no sambódromo.
Mas a culpa das críticas é dos robôs. O petismo nunca está errado. O mensalão, o petrolão e as obras completas do partido nesse departamento não estavam representados nas alas. Se a sociedade permitir, daqui a pouco não estarão também nos livros de história.
Enquanto não chegam a essa perfeição, o melhor é ir chamando as big techs para briga. E apelidando as críticas de “discurso de ódio” e “desinformação”. Como já exposto publicamente pelo próprio Lula, seu governo busca na ditadura chinesa o padrão de gestão do meio digital. Ele até pediu ao “companheiro” Xi Jinping que fornecesse alguém de sua confiança para ajudar o Brasil a regular as redes. O PT não desiste do seu sonho de falar sozinho.
O presidente brasileiro propôs que uma regulação global das big techs seja feita pela ONU — com a qual tem tido grande afinidade no posicionamento diante de regimes obscuros como os do Irã e da Venezuela. E declarou que os dados em circulação no meio digital estão sendo “apropriados por poucos conglomerados sem contrapartida equivalente”. Contrapartida? Preparem os bolsos.
Como por aqui tudo acaba em samba, ficam duas sugestões para os próximos enredos: “Cala a boca não morreu” ou “Me dá um dinheiro aí”.