Olá, Mestre Berto!
Charles de Gaulle e Eduardo Bolsonaro
Uma das coisas – para mim estranha – é alguém de longe se sentir importante, incentivar e ordenar resistência, sem estar no chamado “teatro das ações”… ou seja, sem se expor a ponto de sofrer o que aqueles a quem determina luta estão.
Na II Guerra De Gaulle assim o fez…
Mandava ordens da Inglaterra, pedia resistência, mas estava a salvo de qualquer dano, físico… sem perder o vinco de sua farda ou um fio de cabelo fora do lugar.
Assim, medidas as proporções vejo Eduardo Bolsonaro como um De Gaulle dos trópicos, que a todo instante pede e reclama – mais que De Gaulle – da falta de ações de uns e outros, a quem acha que deve atribuir responsabilidades, condutas e outras tantas “ordens”…
Pena, parece que o deputado – votei nele por duas vezes – se perdeu tal qual um “Dom Quixote” e procura em todos um “Sancho Pança” moderno…
Assim, infelizmente, causando todo esse rebuliço à toa, atrapalha e ajuda o “L” continuar…
Menos, deputado…
Também espero antes do meu dia final ver expulsos essa corja que hoje manda e desmanda, mas dessa maneira será difícil…
Afinal, pedir e agir são ações distintas…
Inté!
Caro Zé!
Concordei com o sentido geral do seu texto, mas discordei da sua analogia com o De Gaulle. Para liderar uma guerra não é necessário estar no campo de batalha! A pensar assim vamos ter que considerar o Churchill um frouxo já que nunca pegou num revolvico que seja! Ele e muitos outros…