Eu acho que debaixo deste capô de fusca tem um motor 8 cilindros e ainda sobra espaço para dois turbos compressores com mais de 1000 CV de potência.
Lula chegou ontem em Salgueiro-PE com mais um par de sapatos de luxo.
Desta vez Zegna, R$ 7.500 o par.
E isso enquanto discursava para os pobres e aposentados que seu INSS ajudou a roubar.
* * *
Quando li essa nota aí de cima, pensei que o redator havia exagerado no preço do sapato.
Ou digitado errado.
Aí fui futucar na internet e confirmei: existe mesmo um tênis de luxo por esse preço.
Esse que está a seguir:
O larápio andou no interior aqui de Pernambuco conforme o padrão usual.
Tudo compatível com os gastos da Primeira Esbanjanjeira.

Hoje, começo com uma pergunta de uma ouvinte que me acompanha no meu canal do YouTube: a Jaqueline. Ela reclama, dizendo o seguinte: “Olha, você toda hora fala do poder do povo, que o povo é a origem do poder, que isso está na Constituição. Em uma democracia, o povo é a origem do poder e exerce esse poder por meio de seus representantes eleitos.”
Aí ela pergunta: será que os representantes eleitos — deputados, senadores, vereadores — estão realmente representando o seu povo, seus eleitores, seus estados, seus municípios? É uma pergunta muito boa. Ou será que eles estão obedecendo aos partidos? Eu acrescento: aos financiadores de campanha. Estão a serviço de si próprios, de suas famílias, dos amigos que têm empresas? Ou estão realmente representando, conseguindo sentir as aspirações de seu povo, de seus eleitores?
Bom, eu respondo para a Jaqueline o seguinte: em primeiro lugar, para que isso aconteça, teria que haver voto distrital. Cada representante deveria representar o seu distrito, para ser reconhecido na rua, para ser cobrado de perto. Voto distrital.
Segundo, eu acho que as redes sociais ajudam, porque está mais fácil cobrar do representante. O representado pode dizer: “Isso não foi o que você prometeu na campanha. Não voto mais em você. Você não está a serviço do povo; está a serviço do seu partido ou de algum grupo econômico.”
Por outro lado, acho que a censura estraga tudo isso. A censura quer manter pouquíssimas fontes de informação, que entregam apenas aquilo que acham que o povo deve receber — e não aquilo outro —, e, ao mesmo tempo, quer calar aqueles que discordam das autoridades. A autoridade é um prestador de serviço, vive dos impostos da nação, mas tem que prestar serviços. É assim que funciona.
Jaqueline, obrigado pela participação.
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Assistência sob suspeita
Tem outra coisa aqui: descobriu-se agora que o Ministério do Trabalho pagou, três dias depois de assinar um convênio, R$ 15,8 milhões — quase R$ 16 milhões — para uma ONG chamada Unisol Brasil, lá do ABC Paulista, ligada a um sindicato, que é ligado ao PT, para tirar lixo lá em Roraima, no território Yanomami. E qual é o lixo no território Yanomami? Há cestas básicas que foram entregues lá e que geram embalagens plásticas — deve ser isso.
Gente, eu estive olhando: dá mais de 3.500 quilômetros de distância. Vocês não acham que seria muito mais fácil ensinar os indígenas a reciclar o plástico? Ou, sei lá, enterrar, ou vender para quem quer reciclar, e não deixar jogado lá? Aliás, eles viviam de quê antes? Antes de aparecerem os doadores, viviam do que encontravam na natureza.
O interessante é que vi aqui, na notícia, o tamanho da reserva: equivale à soma do Espírito Santo com o Rio de Janeiro, onde vivem 21 milhões de brasileiros. Segundo amigos que circulam por lá, em toda a área vivem 7 mil indivíduos. Ou seja, para alcançar os 21 milhões, seria necessário multiplicar 7 mil por 3 mil. É incrível.
E esse dinheiro, claro, é o seu dinheiro — vem do imposto que você paga.
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IOF sob pressão
Aliás, falando em imposto, o Ministério da Fazenda, sem rumo, agora está dizendo que, se encontrarem alternativa, vão cancelar tudo do IOF. O Brasil inteiro está contra — desde a Fiesp até a menor associação comercial. E, com isso, os congressistas se mobilizam para fazer um decreto legislativo que derrube o decreto de Lula.
Desembargador João Guilherme Lages: “ _ Tráfico não causa intranquilidade, POLÍCIA sim. “
Entenderam agora porque o Brasil está essa 💩? pic.twitter.com/w5RdLkeTT1— 🇧🇷Wil🇧🇷 (@PatriotaWil) May 28, 2025
-Ministro das relações exteriores, a sr tem contato com o Marco Rubio?
-Então, certa vez eu mandei uma CARTA.
The Office Bostil, 2025 pic.twitter.com/JtbDoO7OE8— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) May 28, 2025
O chanceler Mauro Vieira citou ontem (28) a deputados da Comissão de Relações Exteriores uma “brecha” que obrigaria o governo dos Estados Unidos a conceder vistos de entrada a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que venham a sofrer sanções do governo de Donald Trump, incluindo anulação de vistos de entrada no país.
Vieira contou lorota.Os “acordos de sede”, que citou, são usados por tiranos sob sanção dos EUA. Entram no país, discursam na ONU e vão embora.
Ao citar os “acordos de sede”, Mauro Vieira ofende os ministros do STF, nivelando-os a ditadores como Fidel, Chávez, Nicolás Maduro etc.
Ministros do STF não representam o País em colegiados de organismos como ONU e OEA, por isso os “acordos de sede” são inócuos, no caso.
Com atribuições limitadas (o chanceler de fato é Celso Amorim), Vieira faz o diabo para mostrar serviço ao regime, e mete os pés pelas mãos.
Até assumiu autoria da decisão do vergonhoso asilo à ex-primeira-dama do Peru, amiga de Lula, condenada a 15 anos por roubar seu país.
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Nada de espantos.
Normal, normal.
Esse chanceleiro, cujo cargo é exercido de fato por outro petralha, está no gunverno certo.
Diz a nota aí de cima que ele “contou lorota”.
Contar lorotas é parte fundamental no exercício da ministeriância petralha.
E fazer cagadas.
Guilherme Macalossi

Compre quem quiser a versão oficiosa de que o tarifaço do IOF anunciado por Fernando Haddad foi dialogado. O lulopetismo, entretanto, não dialoga. A não ser entre o seus. Firma sua convicções e as joga sobre a mesa. Quando não caem bem, quando repercutem negativamente, quando obrigam o governo a recuar, quando afetam a periclitante popularidade de Lula, daí aciona-se o modo “erro de comunicação” e, como num passe de mágica, todos os problemas de mérito são reduzidos a meros problemas de modo. Como se não houvesse uma concepção torta de administração a orientar as escolhas. Como se as políticas públicas não fossem fruto de uma visão de mundo.
Se o governo Lula tivesse qualquer intenção de construir uma proposta ao menos coesa sobre a elevação da alíquota do IOF, teria consultado o Banco Central para tirar a temperatura. Mas nem isso. Gabriel Galípolo ficou sabendo pela imprensa, junto com o mercado, que derreteu sob a percepção de que a medida constituía um cepo cambial à moda brasileira. De tal forma que o Ministério da Fazenda correu para revogar uma parte do que acabara de ser anunciado.
Segundo Haddad, o tema IOF era pauta do governo há pelo menos um ano, e foi discutido “na mesa do presidente”. Será que ninguém nesse meio tempo imaginou as consequências de elevar a tributação sobre as remessas de capitais para o exterior? Ou o efeito potencialmente inflacionário de se encarecer a aquisição de crédito para empresas produzirem? Será que na mesa do presidente ninguém ponderou diante do óbvio? Ou será que se sabia de caso pensado e tal decisão foi tomada na base do se “colar colou”?
A fraqueza mais contundente do arcabouço fiscal sempre foi sua dependência estrutural de recordes de arrecadação. Sem o aumento progressivo da receita ele torna-se insustentável. Isso porque a opção do governo sempre foi deixar de lado qualquer compromisso programático com o corte estrutural de despesas.
Empurra-se a conta para depois da reeleição. Já não há mais de onde se tirar dinheiro dos contribuintes para sustentar o governo. Usar um imposto regulatório como o IOF para aumentar o dinheiro em caixa é emblemático de um modelo que se exauriu. “Não é gasto, é investimento”, repetem os petistas. A semântica virou inimiga da aritmética e subterfúgio da contabilidade criativa.
O lulopetismo subestima a sociedade. E acha que seus factoides eleitoreiros serão sempre comprados pelo valor de face. Todos já sabem que o tal compromisso com a responsabilidade fiscal virou um fantasma retórico morto em definitivo no final de 2024. No drama fiscal, que mostra uma trajetória de contração dramática do orçamento livre e crescimento explosivo da dívida pública nos próximos anos, uma conta ajuda a não fechar todas as demais: a da reeleição. E tome tarifaço para viabilizá-la.
Tem como o Lula superar essa besteira? pic.twitter.com/U5NHQ9AYcY
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 28, 2025