DEU NO JORNAL

AUMENTAM O IOF – E DEPOIS VÃO CULPAR O DEPUTADO NIKOLAS FERREIRA

Alan Ghani

Os ministros Simone Tebet (Planejamento) e Fernando Haddad (Fazenda): governo vai aumentar IOF e bloquear recursos para cumprir metas fiscais

Na quinta-feira, o governo pegou todo mundo de surpresa com o anúncio da elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) tanto para operações de crédito para empresas como para envio de recursos para o exterior. A taxa, na média, subiu para 3,5%.

De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a medida visa a um maior equilíbrio das alíquotas com a padronização tributária. Embora este seja este o motivo alegado oficialmente, sabemos que a intenção é outra.

Na verdade, a elevação do IOF tem como objetivo aumentar a arrecadação do governo. Isso não é nenhuma novidade num governo que só busca o ajuste das contas públicas pelo lado da arrecadação, e não pelo corte de gastos.

O aumento do IOF vai trazer algumas consequências para a população. A primeira será o encarecimento do crédito, na medida em que as empresas vão repassar o aumento tributário nos preços finais de seus produtos e serviços. Com isso, perde o consumidor, ao pagar mais, e a empresa ao vender menos.

A princípio quem ganha é o governo ao arrecadar mais. Entretanto, este efeito não é certo, diante da possibilidade de queda da atividade econômica – ganho na arrecadação, mas perda de renda tributável, como explicado pela curva de Laffer.

Além disso, o aumento do IOF sinaliza definitivamente para o mercado – empresários e investidores – que o governo não está disposto mesmo a cortar gastos, gerando incertezas refletidas na cotação do dólar, na bolsa e nos juros futuros.

A desconfiança se torna ainda maior quando o governo anuncia a medida, mas volta atrás em alguns pontos, como tributação no envio de recursos para fundos de investimento no exterior ou contas de pessoa física mantidas em outros países.

Não é a primeira vez que o governo adota o “vai e vem” de medidas após ampla repercussão negativa. 

Essa é a lógica populista do lulopetismo: se a medida pegar bem, mantém; se tiver repercussão negativa, voltam atrás. Enquanto isso, o país fica sem projeto econômico, completamente à deriva. Depois, não adianta culpar os vídeos do deputado Nikolas Ferreira.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SÉRGIO – SÃO PAULO-SP

Bom dia.

24 de Maio, dia de Nossa Senhora Auxiliadora 🙏🏻

“Santíssima Virgem Maria, a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos, nós Vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa. Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades, dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.

Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa. Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante, a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado.

Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.
Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada. Amém.”

Nossa Senhora Auxiliadora rogai por nós brasileiros que pedimos um auxilio de imediato que seja restaurado a Democracia novamente, Ó Nossa Senhora Auxiliadora nos salve dessa ditadura que implantam no Brasil 🇧🇷 🙏🏻

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO NUM CARDÁPIO – Lêdo Ivo

Que está no prato? O tempo, que o homem come
misturado a espinafre e carne dura.
Entre o talher e a vida, ele tritura
as horas que temperam sua fome.

Rei de si mesmo, sem vassalo ou nome,
ele mastiga o mundo, e a dentadura
muda o cardápio numa massa escura
que na úmida garganta rola e some.

O homem que come o pão que o diabo amassa
e, quando come se lambuza, e come
gato por lebre, na aventura louca

de tudo reduzir a pesca e caça,
come, para viver, a própria fome,
e, como os peixes, morre pela boca.

Lêdo Ivo, Maceió-AL, (1924-2012)

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JANJA NÃO SE CALA, MAS QUER TE CENSURAR

Nikolas Ferreira

Cada viagem, uma nova vergonha. A passagem de Rosângela Lula da Silva – a Janja – pela China não poderia ser diferente. Há duas semanas, a imprensa repercutiu o constrangimento causado pela primeira-dama do Brasil ao pedir a palavra para criticar o TikTok afirmando que o aplicativo chinês supostamente contribuiria para o avanço da “extrema-direita” no Brasil. Mesma narrativa, com o mesmo objetivo: censurar os opositores.

Janja bem que tentou, mas a historinha não rendeu mais que um comentário seco de Xi Jinping, respondendo que o Brasil tem autonomia para regular ou até mesmo proibir o uso do TikTok caso considere necessário. 

Claro que isso passa muito longe de ser uma necessidade, mas é certamente uma obsessão da esquerda, não só para com uma plataforma, mas em toda a internet.

Mais uma prova disso aconteceu na própria China. Seguindo o discurso de Janja, Lula pediu ao governo chinês uma pessoa de confiança no país, para conversar sobre a regulamentação das redes sociais no Brasil. 

Com o perfil de sempre dobrar a aposta, Rosângela seguiu além. Novamente culpou uma suposta misoginia pela repercussão negativa de mais uma de suas falas, e em um pronunciamento na última segunda-feira, 19, afirmou: “Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja, do maior ao menor grau, do mais alto nível a qualquer cidadão comum”. 

Curioso como ela exalta a liberdade para poder falar o que quiser, mas defende a censura para a população.

Como a “camisa 10 da oposição” é incansável, Janja seguiu. Em entrevista à Folha de S. Paulo na última quinta-feira, 22, ela mostrou espanto ao questionar a dificuldade de falar sobre a regulação das redes sociais no Brasil. 

Bom, isso é normal em uma democracia. O povo não pode e não deve aceitar ou normalizar que o Estado queira censurar todo aquele que falar aquilo de que os tiranos não gostam ou discordam.

Está cada vez mais difícil para o governo Lula ver que escândalos, gastos exorbitantes em viagens para o exterior, aumento de impostos e os preços elevados dos alimentos têm sido seus principais “feitos” na atual gestão. 

Haddad está perdido, Janja em um mundo paralelo e Lula agarrado nas próprias e intermináveis gafes. Como nunca há o que mostrar de bom, resta tentar impedir que a verdade continue chegando aos brasileiros.

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JANJA DA SILVA, A PITONISA DO AUTORITARISMO CHINÊS

Guilherme Macalossi

Lula ataca ministros e defende Janja após climão com Xi Jinping vazar

Lula afirmou que Janja “não é uma cidadã de segunda classe” e criticou membro da comitiva que “teve a pachorra” de vazar informações

“Vamos combinar que eu tenho bom senso. Vamos combinar que eu sou uma pessoa… Me considero uma pessoa inteligente. Então eu sei muito bem até onde os limites que eu posso ir”, disse Janja da Silva em uma entrevista para a Folha de São Paulo. Em 2024, durante um evento vinculado ao G20, a primeira-dama disparou ofensas aos berros contra o empresário Elon Musk, então já integrante do governo Donald Trump. “Eu não tenho medo de você. Inclusive, fuck you, Elon Musk”, disse essa musa da sensatez que parece ter a pretensão de ser a formuladora acadêmica do governo. Não passa de uma criadora de problemas, tão limitada quanto pretensiosa.

Acompanhar a íntegra de sua entrevista para a Folha só tem serventia se encarada como análise do fenômeno da pseudo-intelectualidade no Brasil. Com o agravante de que aqui o exame seja sobre a esposa do presidente da República e o efeito disso em funções que ela se autoatribuiu. Não ocupa, afinal, cargo eletivo ou de confiança, caso de Lula. A nomenclatura de Janja não é oficial, é meramente litúrgica. Ela só viaja com o presidente por ser sua esposa. O lugar na cama do casal não lhe dá “lugar de fala” nos assuntos do país. E o inverso valeria de igual forma se a Presidência fosse ocupada por mulher casada com homem.

Sem qualquer cerimônia, e sempre muito certa sobre si mesma, Janja discorre sobre qualquer tema sempre com um cardápio de conjecturas pedestres, de pensamentos ginasianos, de raciocínios absolutamente rasos. O alvo de sua obsessão são as redes sociais. E aqui ela também não foge à regra de meter os pés pelas mãos, com direito a gafe e descompostura internacional.

Ao lado de Lula, num encontro reservado com o ditador Xi Jinping na China, ela tomou a palavra para fazer perguntas sobre o TikToK, rede social chinesa controlada pela empresa ByteDance. Segundo o que chegou à imprensa, Janja teria causado constrangimento por violar o protocolo da ocasião. O teor da conversa foi vazado, deixando Lula irritado o suficiente para tenta administrar o assunto de público e ficar com a responsabilidade pelo episódio protagonizado pela esposa. Ela mesmo, entretanto, mantém a história aquecida e desmente o marido.

“Não foi quebra de protocolo nenhum. Nós estávamos em um jantar conversando. Não entrei em uma sala gritando”, disse Janja para a Folha. Na mesma oportunidade, a primeira-dama também aproveitou para discorrer sobre a facilidade com que a China controla as redes sociais. “O presidente Xi disse que eles também têm problemas internos na China… Não pode ter rede social, há toda uma regulamentação. Ele disse: se não seguir a regra, tem efeito. Tem prisão, sabe? E por que é tão difícil a gente falar disso aqui?”. Talvez porque aqui seja uma democracia, senhora.

Janja deseja recorrer ao exemplo de uma ditadura para combater algo que ela considera ruim no Brasil. Na sua cabeça isso se torna moralmente justificável. E como ela fala sem freios e não reconhece protocolos, faz tal posicionamento ser também o do governo do marido. De tal forma que o próprio Lula já admitiu que um representante de Xi Jinping poderia vir ao Brasil servir de consultor para o tema. Na Folha, Janja enfatizou que não é biscuit de porcelana. É verdade. Antes fosse. Ela é, isso sim, uma pitonisa do autoritarismo chinês.