Ao apoiar Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente, após o barraco no Senado, disse que a ministra “implantou políticas que contribuíram significativamente para o desmatamento”.
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Essa Primeira Cuidadora é uma figura fantástica.
Tá conseguindo ultrapassar o cachaceiro em cagadas orais.
Mesmo assim, “Políticas para o desmatamento” é uma expressão que se casa perfeitamente com o discurso da atual administração lulosa.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad: plano era elevar arrecadação anual do IOF em 60%
A equipe econômica de Luiz Inácio Lula da Silva, chefiada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criou um péssimo hábito: sempre que as contas do governo ameaçam ficar no vermelho, corre em busca de mais um imposto para aumentar. Desta vez, o alvo foi o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujo aumento foi anunciado na semana passada como uma das medidas do novo pacote fiscal para tentar cumprir as metas deste ano – cada vez mais distantes de serem alcançadas, graças ao apetite insaciável de Lula por mais gastos. Serão pelo menos R$ 37 bilhões ao ano – um extra equivalente a 0,3% do PIB de 2024, ano em que o governo já alcançou a maior arrecadação da história.
O novo aumento, que impacta desde turistas que viajam ao exterior até empresas em busca de crédito, é reflexo da escolha recorrente do governo federal de buscar socorro no bolso do pagador de impostos sempre que se vê encurralado pela fria realidade dos números. Ainda que o aumento do IOF tenha sido acompanhado do anúncio de um congelamento de R$ 31 bilhões no orçamento – medida que pode ser revertida a qualquer momento –, não há mérito no bloqueio, como avaliou o colunista da Gazeta do Povo, Fernando Jasper. O orçamento original preparado pelo governo é uma peça de ficção, com receitas infladas e gastos subestimados – inclusive os obrigatórios, de fluxo previsível, como as aposentadorias. O bloqueio apenas evidencia que o próprio governo sabe muito bem que criou uma fantasia orçamentária que exigirá constantes remendos.
Como o governo é incapaz de cumprir as próprias metas que estipulou – e jamais admite a necessidade de reduzir sua sanha gastadora, querendo, isto sim, gastar ainda mais –, recorre ao aumento de impostos, fazendo com que trabalhadores e empresários arquem com a conta da irresponsabilidade fiscal. Entidades do setor produtivo, em manifesto divulgado na última segunda-feira (27), calculam que o aumento do IOF impactará diretamente as operações de crédito, câmbio e seguros, elevando os custos em R$ 19,5 bilhões apenas no restante de 2025. Para 2026, o aumento de custo chega a R$ 39 bilhões.
A medida instituída por Lula ainda terá outra consequência nefasta: anula a política da gestão de Jair Bolsonaro, que previa a redução progressiva da alíquota do IOF até sua eliminação em 2028. O fim do imposto sobre o câmbio – praticamente inexistente nas economias mais desenvolvidas – era um dos passos para a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o chamado “clube dos países ricos”. A reversão dessa política tende a dificultar o ingresso do país no grupo. Mas essa parece ser a última preocupação do governo Lula, que nunca se mostrou empenhado em fazer com que o Brasil fizesse parte da OCDE.
Não é por acaso que já começaram as movimentações no Congresso para tentar frear a medida. Até agora, ao menos 19 pedidos de suspensão do decreto que aumenta o IOF foram apresentados na Câmara dos Deputados. O tema deve ser discutido ainda nesta quinta-feira (29) pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que já criticou o decreto, afirmando que “o Brasil não precisa de mais imposto, precisa de menos desperdício”. Resta saber se o Congresso terá força para conter o apetite arrecadatório de Lula. Parlamentares governistas certamente tentarão proteger o aumento do IOF, usando o argumento de que a eventual derrubada do decreto pode levar ao congelamento das emendas parlamentares – as mesmas que, como já apontamos em outras ocasiões, também contribuem para o caos nas contas públicas.
Ainda que enfrente consequências, o Congresso não pode se omitir. A equipe econômica de Lula, chefiada por Fernando Haddad, insiste no hábito nocivo de recorrer a mais impostos sempre que a situação fiscal aperta – como agora, com o IOF, imposto que, aliás, tem caráter regulatório e não deveria ser utilizado como fonte de arrecadação. Já passou da hora de o governo entender que o bolso do pagador de impostos não aguenta mais financiar a irresponsabilidade fiscal. Quem sabe uma resposta drástica do Parlamento, suspendendo o aumento do IOF, possa finalmente mostrar ao Ministério da Fazenda que é preciso buscar outro caminho – o fim da gastança desenfreada – para cumprir as metas fiscais que o próprio governo estipulou.
Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) recebe a ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima, para discutir com os senadores a possível criação de uma unidade de conservação marinha na Região Norte. Mesa: ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; presidente da CI, senador Marcos Rogério (PL-RO)
Discutir com esquerdista é como jogar xadrez com um pombo: ele derruba as peças, defeca no tabuleiro e ainda sai de peito estufado como se tivesse vencido. Foi o que fez Marina Silva no Senado nesta terça. Convidada para prestar esclarecimentos sobre sua gestão medíocre no Ministério do Meio Ambiente, Marina não aguentou ser confrontada com fatos incômodos, ligou a matraca de forma histérica, interrompendo os senadores, chegou a colocar seu dedo em riste e a pegar no pulso no presidente da comissão, mas depois disso tudo e de fugir sem respostas, resolveu bancar a vítima.
Como a esquerda é unida nas narrativas seletivas, todos puxaram da cartola a cartada feminista: uma mulher “preta e humilde” fora “atacada” por senadores machistas. É pura misoginia, machismo! Mas quem viu as cenas viu algo bem diferente. Não importa: para a militância da Globo News até o ministro Fernando Haddad, passando por Tabata Amaral e ala feminista do Senado, a patota toda chamou de “inaceitável” o tratamento recebido por Marina.
Usaram, de forma repetitiva, uma frase do presidente senador Marcos Rogério: “Coloque-se em seu lugar”. Ele disse isso quando Marina não parava de falar, enquanto o senador tentava transferir a palavra para um colega fazer sua pergunta, e a ministra chegou a pegar pelo braço o presidente. O próprio Marcos Rogério explicou que lugar seria esse: “Lugar de ministro é no diálogo, com equilíbrio. Não nos espetáculos. Seguiremos firmes, cobrando soluções reais para os problemas do povo e não abrindo espaço para cenas de desrespeito como a de hoje”.
O senador, que presidia a sessão, acrescentou: “Lamento que a ministra tenha perdido o equilíbrio esperado de um agente público ao comparecer a uma comissão do Senado. O contraditório é parte fundamental da democracia. As divergências políticas não podem ultrapassar o limite do respeito institucional”.
O humorista sem muita graça, Marcelo Tas, embarcou nessa atrás de dividendos políticos: “Ponha-se no seu lugar”, diz o presidente da audiência no Senado à ministra que foi até lá como convidada. “De que lugar ele está falando? É só uma pergunta”. Só uma pergunta, tão inocente. Então tentemos uma resposta: Talvez no lugar de quem precisa responder perguntas em vez de falar sem parar gritando e interrompendo os senadores o tempo todo?
O senador Plínio Valério, do Amazonas, também se defendeu das acusações pérfidas de misoginia da mídia: “Mulher é dever respeitar sempre. Foi o q eu disse a ministra Marina Silva e ela não me deixou continuar. Ministro governador, senador posso respeitar ou não. E a do Meio Ambiente não tenho como respeitar pq ela nos desrespeita impedindo q sejamos brasileiros de fato e direito”. O principal argumento levantado pelo senador é a obra da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, e que Marina Silva chegou a dizer que não liga “lé com cré”. Marina atende a interesses de ONGs internacionais que enxergam a Amazônia como um jardim botânico particular, sem priorizar o povo amazonense que vive na pobreza.
O mimimi coletivo da esquerda para tornar Marina Silva vítima é patético demais. Péssima ministra, uma total farsa, hipócrita e incompetente, que não aguenta alguns fatos jogados em sua cara e foge para chorar e pedir ajuda dos colegas comunistas. Se ela não puder bancar a vítima de machismo, terá que responder as perguntas e explicar os péssimos resultados de sua gestão. Aí complica. Acostumada a viajar o mundo como uma espécie de Avatar do Meio Ambiente para uma elite culpada, na hora de meter a mão na massa é que a porca torce o rabo. Nem mesmo colegas petistas aprovam sua gestão medíocre…
Por falar nos colegas petistas, que tal lembrar o que fez a campanha do PT sob João Santana quando Marina Silva disputava a Presidência? Por defender a autonomia do Banco Central, uma de suas raras ideias acertadas, a campanha petista colocou banqueiros sorridentes na mesa com pobres do lado de fora, como se fossem ícones vilões de filmes caricatos. Detonaram Marina Silva com isso. E depois o marqueteiro confessou: faria tudo novamente. Isso era ataque? Era misoginia? Era machismo? Ah, a memória curta da esquerda…
A primeira-dama Janja da Silva cumpriu agenda em Fortaleza (CE), nesta segunda-feira (26), e aproveitou para fazer umas comprinhas.
A esposa do presidente Lula (PT), embora se dedique a construir uma imagem popular, de hábitos modestos e vida simples, mandou fechar a luxuosa loja de roupas Almerinda Maria para que pudesse escolher minuciosamente suas peças.
A petista permaneceu na loja, a portas fechadas, das 7h45 às 10h.
Em pouco mais de duas horas, Janja comprou cinco peças de roupa e desembolsou quase R$ 30 mil.
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Nada demais.
Tudo nos conformes
Ela pagou essa despesinha com o salário que recebe legalmente do governo federal.
Salário proveniente do cargo de Primeira Cuidadora.