Arquivo diários:6 de fevereiro de 2025
DEU NO JORNAL
A PALAVRA DO EDITOR
MAIS ÁGUA
A chuva continua aqui no Recife.
Hoje o dia amanheceu com uma tempestade cobrindo a nossa querida capital.
Muitos recantos alagados em vários bairros da cidade.
Fico com pena de quem ganha a vida na rua, como motoristas de aplicativo, mototaxistas, vendedores e várias outras atividades.
Um prejuízo enorme para o comércio.
As aulas das escolas públicas estão suspensas.
Que São Pedro se apiede de nós e feche um pouco as torneiras do céu!!!
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
HÉBER CRUZ – MANAUS-AM
DEU NO JORNAL
O PORRE FOI GRANDE…
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
NATURAL
DEU NO X
A IRA DO COMUNISTÃO
ALEXANDRE GARCIA
O NOME DA LINHA DE FRENTE DA OPOSIÇÃO NA CÂMARA

Deputada federal Caroline de Toni (PL-SC)
Com tanta crise nesse país, principalmente crise institucional, em que estão em jogo liberdades, se fala muito em censura, a necessidade de inviolabilidade do mandato daqueles que nos representam, estão discutindo “bonezinho”.
Tem boas notícias. Eu acho que é uma boa notícia, por exemplo. A deputada catarinense Carol De Toni, ou Caroline De Toni, que já é presidente da principal comissão da Câmara, Comissão de Constituição e Justiça, agora é a líder da oposição.
Ela é do PL, é uma voz muito especial na Câmara Federal. Interessante que eu não vi as feministas saudando, é divertido, né? No Senado não há mudanças na oposição em suas lideranças. Continuam os líderes Rogério Marinho, do Rio Grande do Norte, e Ciro Nogueira, do Piauí. Enfim, está nas mãos do principal poder, que é o poder legislativo, é o poder dos representantes da origem do poder, que é o povo, a correção dos desvios na Constituição. E certamente a gente vai ganhar ajuda da administração Trump.
Por exemplo, nesse momento, deputados de oposição estão colhendo assinaturas para formar uma CPI e investigar, certamente com dados que serão enviados pela administração Trump, do dinheirão dos milhões de dólares e a atuação da USAID, ou ZAID, no Brasil, que é uma agência de ajuda, estímulo ao desenvolvimento de países, que foi criada na Guerra Fria, para se contrapor aos soviéticos. E que teria sido usada para afastar Bolsonaro do poder, numa intervenção com a cumplicidade de autoridades e instituições brasileiras. Isso é muitíssimo sério.
* * *
Embraer reafirma Brasil como potência aeronáutica
E temos outra excelente notícia, de uma empresa. Eu digo com muito orgulho que sou amigo de 50 anos de um dos criadores. Osiris Silva é um dos criadores da Embraer, naquele tempo estatal. Hoje é uma empresa privada, que torna o país uma potência – o Brasil é potência aeronáutica – como é os Estados Unidos, como é a França, como é um pouco o Canadá, certamente os russos também fabricam aviões.
A Embraer acaba de fazer um contrato de 7 bilhões de dólares – uns R$40 bilhões de reais. 181 aviões, jatos executivos, com opção para mais 30, com uma empresa chamada Jet flexjet. São jatos executivos do tipo Phenom e Praetor. A Embraer é produtora também do Legacy, que é um avião maravilhoso.
Então, essa é uma boa notícia quando a gente está cheio de más notícias, de mentiras oficiais, de falsidades sobre números de emprego, de gastos públicos que não haverá cortes, portanto, o nosso futuro é pagar cada vez mais juros, porque a dívida pública cresce cada vez mais para equilibrar o excesso de gastos do governo. E enquanto isso, na justiça, no topo da justiça, se discute restrições ao trabalho da polícia, com o PCC tomando conta da região norte do país – da Amazônia, das cidades. E a gente está constrangendo o trabalho da polícia.
Agora é o topo da justiça junto com a mídia, porque por algum motivo a mídia tradicional detesta a polícia e deve amar os bandidos.
DEU NO JORNAL
ELE JÁ SABE ANTECIPADAMENTE…
DEU NO JORNAL
O GALEGÃO SEM LIMITES!
DEU NO JORNAL
MAIS UMA INVESTIDA ABORTISTA
Editorial Gazeta do Povo

O abortismo não descansa: mal o ano começou, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para que a realização do aborto deixe de ser uma prerrogativa do médico e possa ser feita por qualquer pessoa. Em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) protocolada na segunda-feira (3) e dirigida ao ministro Edson Fachin, relator da ADPF 989, também com teor abortista, o partido questiona a interpretação literal do artigo 128 do Código Penal, que permite o aborto apenas quando feito por um médico nos casos de risco de morte para a gestante, estupro e anencefalia.
Na ação, o PSOL pede a alteração do início do art. 128, caput, do Código Penal. A redação atual, “Não se pune o aborto praticado por médico” (seguindo com a discriminação das hipóteses em que o aborto não é criminalizado), passaria a ser apenas “Não se pune o aborto”. Na prática, essa mudança significaria a legalização do aborto em qualquer situação – bastaria alegar que a gravidez foi decorrente de um estupro, caso em que a interrupção da gestação não é penalizada, para evitar a punição.
Além disso, o partido pede uma medida cautelar para “suspender o andamento de processos ou os efeitos de decisões judiciais que pretendam aplicar ou tenham aplicado o dispositivo do Código Penal aqui indigitado, nos casos de aborto correspondentes às hipóteses legais”, ou seja, o fim de qualquer ação contra quem comete um aborto no país – mais uma vez, bastaria alegar que a origem da gravidez foi um ato de violência sexual.
Para o PSOL, sempre muito “progressista”, restringir o aborto a um ato médico seria uma “restrição ultrapassada” e o procedimento de matar uma criança em gestação e arrancá-la do ventre materno seria “uma intervenção de saúde segura e não complexa”. A ação usa as “orientações da Organização Mundial de Saúde” – organização que, como se sabe, é conhecida por apoiar e promover uma perspectiva pró-aborto – para defender que, até a 12ª semana de gestação, o aborto poderia ser feito até pela própria gestante através de medicamento autoadministrado.
Quando não autoadministrado, continua o PSOL, a interrupção da gravidez poderia ser realizada por qualquer profissional de saúde: “agentes comunitários de saúde, farmacêuticos, profissionais de medicina tradicional e complementar, enfermeiros auxiliares/parteiras auxiliares, enfermeiros, parteiras”. A depender do PSOL, as mulheres poderiam fazer um aborto tanto com um médico quanto com um aromaterapeuta, um homeopata, um hipnólogo ou uma benzedeira – tanto faz. O que importa ao partido é conseguir, de uma forma ou de outra, à revelia do que pensa e deseja a população brasileira, fazer com que o abortismo avance e o número de assassinatos de bebês inocentes se multiplique.
A desfaçatez do PSOL é tamanha que nem os riscos à gestante são considerados – jamais o partido considera a vida do nascituro, que inevitavelmente é morto durante o aborto. Longe de ser um procedimento simples, a interrupção da gravidez por uso de medicamentos como o misoprostol, um fármaco que ocasiona fortes contrações uterinas e hemorragia, deve ser feita em ambiente hospitalar por médicos justamente por conta dos riscos que apresenta.
Ao usar a substância, a mulher pode apresentar hemorragia severa, fortes dores abdominais e pélvicas, diarreia, náuseas e vômitos, calafrios, febre e até danos irreversíveis ao útero. Em casos mais raros, mesmo usando o medicamento, o aborto não se concretiza, mas pode levar a alterações congênitas no feto, como a Síndrome de Moebius. Mas nada disso importa ao PSOL, desde que o abortismo avance.
Recorrendo a malabarismos argumentativos, o PSOL cita até a ADI 6421, emitida durante a pandemia de Covid pelo STF, que determinou que agentes públicos deveriam adotar medidas de combate à doença “com base em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas em saúde”. Para o PSOL, o Código Penal também contraria “normas e critérios científicos” e que a necessidade de um médico para realizar o procedimento “limita a liberdade de escolha e autonomia da vontade da pessoa que necessita do procedimento”. Em outro trecho, defende que o dispositivo questionado “viola os preceitos da liberdade científica” e do “livre exercício profissional”.
Uma mudança de tal grandeza no Código Penal deveria ser discutida pelo Legislativo – e o PSOL, como um partido político, sabe disso. E sabe também sabe que tal proposta, que afronta fundamentalmente o que a sociedade pensa e deseja para o país, jamais prosperaria e, por isso, recorre ao STF, para, quem sabe, ter sua fome abortista saciada. E a corte, infelizmente, tem se mostrado disposta atendê-la, como quando atendeu pedido do mesmo PSOL para suspender a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proibia o uso do bárbaro método de assistolia fetal para o aborto tardio, feito em bebês que já têm condições de sobrevivência fora do útero – a assistolia fetal. Que o STF possa agir com mais razoabilidade e não apoie a investida abortista do PSOL.



