DEU NO JORNAL

XAROPE DE XUXU

O governo que usar Geraldo Alckmin (PSB) como alavanca da popularidade de Lula.

Monitoramento interno aponta que o desgaste na imagem do petista ainda não contaminou o vice-presidente.

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Usar xuxu pra limpar o nome de lulu.

Vai dar certinho!

Enquanto isso, a mandioca continua entrando no furico do povão.

É de lascar.

ALEXANDRE GARCIA

DÍVIDA PÚBLICA EXPLODE E GOVERNO FINGE QUE NADA ACONTECE

Agora se sabe o quanto se expandiu a dívida pública federal. É o que o governo toma emprestado para poder tapar o rombo. Não tapa o rombo, porque o rombo fica, mas para poder gastar. E gastou mais. A dívida pública federal cresceu 12,2%. Está em 7 trilhões e 300 bilhões de reais.

Ao máximo que a gente pode imaginar é de R$1 milhão de reais, R$3 milhões de reais, preço de uma boa casa. 7 trilhões e 300 bilhões de reais. São papéis que o governo põe no mercado e que, para encontrar comprador, tem que oferecer juros, tem que oferecer a remuneração do dinheiro que o sujeito aplicou no banco, o banco comprou o papel do tesouro, etc.

E aí o juro sobe, por isso que a taxa Selic subiu. A taxa Selic é para controlar a expansão da moeda, ou seja, a inflação, a desvalorização da moeda e o crédito também. Só que todo mundo paga juros. Aí, na medida em que o governo faz o discurso populista, “crédito para todos”, “crédito consignado”, é que todo mundo vai pagar mais caro por esse crédito. E vai se endividar, obviamente, tal como o governo.

O governo talvez não se importe, porque é um endividamento para eles de uma abstração, que é o Estado brasileiro. Só que o Estado brasileiro somos nós. Nós é que o sustentamos por nossos impostos.

Por exemplo, segundo eu vi uma comentarista conhecida dizendo que os governos não podem dispensar 30 bilhões do ICMS que passou a valer de novo sobre os combustíveis. Só que são 30 bilhões que são pagos pelas pessoas que abastecem seus veículos. Eu fico do lado de quem abastece os veículos, claro, porque os governos não estão usando bem os nossos impostos.

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O jogo das cadeiras no Congresso

Bom, só queria fazer uma observação. Já tem escolhas das comissões, do Senado, dos cargos. Esse acordo que Bolsonaro fez com os presidentes da Câmara e do Senado deu o segundo posto de vice-presidente para o PL nas duas casas. Na presidência ficaram partidos de centro, centro-direita, não centro-esquerda.

O PT ficou com a segunda vice-presidência do Senado, a primeira Secretaria da Câmara e Flávio Bolsonaro na comissão de infraestrutura do Senado. E agora está se falando em Eduardo Bolsonaro para presidir a Comissão de Relações Exteriores, que teria uma relação muito grande, muito próxima, com o Departamento de Estado americano. Com Marco Rubio, no caso, o homem que foi lá para o Panamá e já fez o presidente do Panamá dizer que não vai renovar o contrato com os chineses operando o canal do Panamá.

Isso é a política, é a velha política americana do porrete. Aqui, eu tenho um porrete na mão. Eu gostaria que você fizesse isso ou aquilo. E aí a gente vai criticar o Trump por defender os interesses dos Estados Unidos, dos americanos, dos contribuintes americanos. Por isso ele está cortando um dinheirão dos contribuintes americanos que vão para ONGs, inclusive brasileiras.

Que arranjar dinheiro vire-se, mas não do contribuinte americano, diz Trump.

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Brasil paga caro e recebe pouco

E uma outra questão que eu queria mencionar. Como o estado brasileiro é fraco quando toca uma obra! Eu vejo empreiteiras brasileiras construindo estradas maravilhosas na Flórida, por exemplo. Chove e não fica água em cima do asfalto, a água se esvai por uma porosidade do asfalto.

Eu dirijo em Portugal, pelas estradas portuguesas, pelas estradas italianas. E eu dirigi agora nos dois últimos dias na BR-060, Brasília-Goiânia / Goiânia-Brasília. Um amigo meu me disse que a estrada é maravilhosa, só que o padrão de qualidade, de exigência do brasileiro que não conhece os outros padrões é baixíssimo.

O que é péssimo a gente acha ruim e o que é ruim a gente já acha bom. É como a estrada na qual eu transitei ontem e anteontem e paguei R$25 reais na ida e volta de pedágio.

Estou lembrando isso só para sacudir a cabeça da gente, que a gente tem que ser exigente, porque o tamanho dos impostos que a gente paga é muito grande.

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

A HIDRA GLOBALISTA

Trump suspende financiamento à UNRWA e retira os EUA do Conselho de Direitos Humanos da ONU

Elon Musk não para de trabalhar, e o mundo agradece, em especial os pagadores de impostos americanos. O que o D.O.G.E. vem revelando neste trabalho é escandaloso: instituições estatais e paraestatais vêm sendo utilizadas para financiar um enorme aparato de interesses partidários ou comerciais que não devem se confundir com os interesses nacionais ou do povo.

O mais recente alvo é a USAID, que supostamente existe para distribuir ajuda internacional a quem mais necessita. Mas se o mais desavisado pode confundir isso com mantimentos chegando a crianças pobres africanas, um olhar mais atento mostra que não é bem assim – ou melhor, nada assim. Na verdade a USAID vem bancando ONGs ligadas aos interesses da elite democrata acima de tudo.

Mike Benz, que vem investigando isso faz tempo, afirmou com todas as letras: não fossem os recursos da USAID, Bolsonaro ainda seria presidente do Brasil e a internet seria livre no país. Ou seja, o governo Joe Biden interferiu diretamente em nossas eleições, o que muitos já desconfiavam. A esquerda, pelo visto, não condena esse tipo de “imperialismo estadunidense”. Deve ser o “imperialismo do bem”…

Instituições supranacionais como a USAID podem ter nascido com ótimas intenções. Desde a Doutrina Monroe e a visão globalista de Woodrow Wilson, os Estados Unidos buscam “exportar democracia” mundo afora, impor os valores democratas ou “liberais”. Mas o inferno está cheio de boas intenções, e o que começou de um jeito pode acabar capturado por interesses privados e se transformar num monstro.

A elite burocrata quer poder sem voto. Criou-se o Deep State, com muitos interesses obscuros. Falta accountability, ou seja transparência perante o dono do dinheiro e do poder na teoria, o próprio povo. Daí o desespero dessas elites corrompidas com o fenômeno do nacional populismo de direita: Donald Trump e sua turma chegaram para acabar com essa farra, drenar o pântano em Washington.

Os poderosos democratas estão “dando bandeira”, reagindo de forma insana contra a simples auditoria nas contas da USAID. O que temem? Fica claro que buscam preservar esquemas sombrios. Os Estados Unidos já anunciaram a saída da OMS, que virou puxadinho chinês e globalista nas mãos de um revolucionário marxista, e podem sair do Conselho de Direitos Humanos da ONU, uma palhaçada comunista.

As coisas estão acontecendo, e rápido. Trump e Musk não estão de brincadeira. Acabou a palhaçada. O mundo está mudando, dando uma guinada ao bom senso. E sem os fartos recursos americanos, todo esse aparato de ideologia Woke globalista cair por terra. Já era tempo!

Se pararmos para pensar, eu paguei pesados impostos nos Estados Unidos para financiar minha própria censura no Brasil, enquanto Barroso, presidente do STF, diz que é importante dar poder para quem não foi eleito, justificando esse ativismo bizarro e ilegal. Chega!

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

NÃO ME AVEXE NÃO!

De poeta e de louca
Eu tenho minha quantia
Tem horas que jogo pedra
Noutras faço poesia
Quando chega o aperreio
Que fico de saco cheio
Minha razão avaria.

Não sou mulher de motim
De bando também não sou
Penso com minha cabeça
Seguir magote não vou
Não sou mulher melindrada
O papel da vitimada
Minha garra dispensou.

Não compro briga dos outros
Pra ficar em evidência
Por favor não me acumule
Tenho pouca paciência
Pois quando o caso é comigo
Não meto nenhum amigo
Tomo logo providência

Nunca gostei de cobranças
Não cobro amor a ninguém
E para ser bem sincera
Nem amizade também
Sentimento é conquistado
Jamais será fabricado
Só se dá quando se tem.

PENINHA - DICA MUSICAL