COMENTÁRIO DO LEITOR

SERÁ?

Comentário sobre a postagem XUXU, O AZARENTO

João Francisco:

Alckmin a três cadeira do ass4ssino s4nguinário responsável pelos ataques t3rroristas de 7/10/23 em Israel, que veio a morrer poucas horas depois.

Eu fico pensando…

Será que Alckmin é um informante do Mossad?

DEU NO X

A PALAVRA DO EDITOR

PRA FECHAR O MÊS DE JULHO

José Honório é o nome de um inspirado poeta aqui do Recife.

Um amigo que já faz um bom tempo que não vejo e que publicou, em 1990, um livro de poesias que está aqui na minha estante e cujo título é Indecências.

Um volume composto apenas de motes e glosas, no estilo nordestino.

Uma dessas glosas já foi publicada aqui no JBF, na coluna Repentes, Motes e Glosas, assinada pelo fubânico Pedro Malta.

É esta aqui:

Mote:

João Doido, cacete e rola
Tudo é nome do caralho

Glosa:

Peia, cipó, mandioca
Carabina, prego e talo
Estaca, pica, badalo
Sarrafo, pomba, biloca
Pinto, manjuba, piroca
Vergalhão, também mangalho
Linguiça, cajado, malho
Nervo, trabuco, bilola
João Doido, cacete e rola
Tudo é nome do caralho.

Como esta gazeta escrota é fonte da mais fina cultura literária e poética, então fiquem vocês sabendo que, aqui no Nordeste, rola é sinônimo de pajaraca, conhecida nacionalmente por caralho.

Essa conversa comprida todinha é só pra falar de um vídeo que me foi mandado tempos atrás por Walter Portela, um amigo de Palmares.

Um vídeo onde o talentoso e debochado cearense Falcão interpreta a música Lasque a Rola em Tonha, uma terna e romântica canção, que ele interpreta com sua bela e romântica voz.

Podes crer: voz bela e romântica que só a porra!

Lasque a rola!

Ou seja: meta, atoche, acunhe, enfie, soque, dane, empurre, arroche, bote tudo.

Lasque a rola!!!

DEU NO X

DEU NO JORNAL

DEU NO X

DEU NO JORNAL

CONDESCENDÊNCIA COM A DITADURA

Países como o Brasil, condescendentes com a ditadura venezuelana, e tipos como o secretário-geral da ONU António Guterres, velho ativista do Partido Socialista português, justificam sua atitude acovardada, diante de evidências de fraude na eleição de domingo: “aguardamos a divulgação das atas eleitorais”.

No Brasil, são chamadas de boletins de urnas. Torcedores de Nicolás Maduro, esses embromadores dão tempo para a ditadura “fabricar” as atas, com números que confirmem a fraude.

O ditador prometeu divulgar os boletins de urna até sexta (2), quase uma semana depois da eleição. Tempo suficiente para produzi-las à vontade.

A oposição percebeu a fraude quando seus fiscais foram impedidos de acompanhar a contagem dos votos que não houve, conforme se acredita.

A ditadura divulgou que Maduro obteve 51% dos votos, contrariando todas as pesquisas que indicavam um máximo de 27% para o ditador.

As imagens chocantes do sequestro e prisão do oposicionista são uma prova eloquente da violência da ditadura apoiada pelo governo brasileiro.

* * *

Mas segundo o cumpanhero Lule, aliado incondicional do ditador venezuelano, a eleição de Maduro “foi um processo normal”, conforme declarou em pronunciamento que fez na Globolixo.

Disse que o tirano foi eleito “legitimamente”.

É esse o grande “democrata” dos zisquerdóides banânicos, um ajuntamento de descerebrados que acredita em tudo que o descondenado mentiroso excreta oralmente.

Como dizia Seu Luiz, meu saudoso pai, gente besta e mato é o que mais tem nesse mundo.

É de lascar!!!

ALEXANDRE GARCIA

VENEZUELA MOSTRA QUE PREOCUPAÇÃO DE BOLSONARO NÃO TINHA NADA DE ABSURDA

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, comemora resultado do CNE com a esposa, Cilia Flores, em Caracas.

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, comemora resultado do CNE com a esposa, Cilia Flores, em Caracas

Perguntaram para o governador Romeu Zema sobre a possibilidade de Jair Bolsonaro vir a ser candidato à Presidência da República, sucedendo a Lula. Ele respondeu o mesmo que eu tenho dito aos que me perguntam. Em primeiro lugar, eu digo que não tenho bola de cristal; isso depende da Justiça Eleitoral. Mas já vimos – e isso Zema lembrou – uma pessoa que estava condenada três vezes, já tinha cumprido mais de 500 dias de pena, foi retirada da prisão, foi descondenada e virou presidente da República. Então, conclui Zema, neste país tudo é possível.

Bolsonaro se tornou inelegível porque disse o que agora veio a dizer Gabriel Boric, o presidente esquerdista do Chile, referindo-se à Venezuela: “Não dá para aceitar um resultado eleitoral se a contagem dos votos não for transparente”. Bolsonaro expressou preocupação exatamente com isso. Aliás, na Venezuela, estamos vendo agora, tem comprovante do voto, se não me engano. Mas não foi suficiente para resolver a questão, porque fizeram uma enrolada monumental por lá. Todas as previsões, os levantamentos, as contagens feitas por um lado, davam a derrota de Maduro, por 70% a 30%. E disseram que ele ganhou pelo famoso 51,2%. Parece que é um algoritmo aí, muito usado.

* * *

Mais um governador do Rio se encrenca com as autoridades

A Polícia Federal fez mais um indiciamento que deixou todo mundo surpreso. Ninguém menos que o governador Claudio Castro, do Rio de Janeiro, por corrupção e peculato. O Rio parece que tem alguma coisa, está precisando de uma grande bênção. Aliás, um ex-governador do Rio já foi o maior condenado do mundo – e está solto. A mulher desse ex-governador, também cheia de joias e tal, pôde ir pra casa pra cuidar dos filhos, um de 11 e outro de 14 anos. Já a moça do batom, do “perdeu mané” na estátua da justiça, não consegue ter isso, mesmo com filhos ainda menores, só para lembrar.

* * *

Governos do PT são mais fatais para as contas públicas que a pandemia e a dengue

Nem a Covid-19 e o mosquito da dengue conseguiram ser piores, mais fatais às contas públicas do que essa administração. São dados oficiais: a dívida pública está em 77,8% de tudo o que se produz no país. Tudo. Pegue todo o PIB do Brasil, e quase 80% é dívida. É como se você somasse tudo que você tem na sua casa, o que você produz, o que você, seu cônjuge e seus filhos ganham, e estivesse devendo quase 80% de tudo isso. Esses 77,8% dão R$ 8,691 trilhões. A média da América Latina é de 68%, nós somos os campeões de dívida no continente. Mesmo na pandemia a dívida era um pouquinho menor, por volta de 77%. Mas logo depois o governo anterior se recuperou e baixou o indicador para 73%. Estava quase na média da América Latina, e agora disparou.

Estamos também com o maior déficit nominal da história. Nunca antes na história deste país tivemos um déficit de R$ 1,108 trilhão no acumulado dos últimos 12 meses. Em plena pandemia, chegou a R$ 1 trilhão. Este déficit atual já está em quase 10% do PIB.

Nós perdemos o selo de bom pagador, o grau de investimento, no governo Dilma. Sabe quem ganhou agora, há poucos dias? O Paraguai. Tem grau de investimento da Moody’s. E a toda hora ouvimos o presidente da República fazendo discurso, citando a mãe dele, dona Lindu, que o ensinou a não gastar mais do que ganha. Só palavras, palavras, palavras.

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

A “DEMOCRACIA” DE FAZ DE CONTA DAS DITADURAS

Jocelaine Santos

Motociclistas percorreram uma das principais avenidas de Caracas, numa manifestação contra eleição presidencial cheia de indícios de fraude

Motociclistas percorreram uma das principais avenidas de Caracas, numa manifestação contra eleição presidencial cheia de indícios de fraude

Era uma vez um país que se dizia democrático – tinha até “democracia demais”, como defendiam alguns. Seu líder democrático supremo, milagrosamente eleito eleição após eleição pela mão do deus-Estado, dizia respeitar piamente a constituição nacional, escrita por ele mesmo e seus apoiadores, e querer apenas a defesa da “democracia”.

Nessa luta pela “democracia” e respeito pela soberana vontade popular, o governo se empenhou ao máximo. Para ajudar os eleitores a votar bem e certo, o líder democrático e seu governo, com a ajuda das fortes instituições do país, corretamente alinhadas e emparelhadas ao ideal democrático, eliminaram a nefasta influência dos meios de comunicação privados, e da liberdade de imprensa, mantendo apenas as fontes oficiais do governo.

Jornais e TVs devem trabalhar pela “democracia”, dizia o líder democrático, então só podem divulgar a verdade democrática – aquela que é dita pelo líder supremo e membros do governo. Qualquer questionamento ao líder e seu governo, aliás, era um ataque à própria “democracia” e, por isso, devia ser eliminado imediatamente.

O Judiciário do país, comandado pela esposa do líder democrático supremo, também era um grande aliado na manutenção da “democracia”. Alertados pelo governo, que periodicamente listava os opositores, os juízes do país passaram a perseguir todos aqueles que ameaçavam a “democracia”, ou seja, criticavam ou questionavam o líder democrático.

Quando se aproximou a época de mais uma eleição, o líder democrático teve ainda mais zelo pela defesa da “democracia”. Era preciso proteger o povo de votar errado e se desviar do ideal democrático. Para evitar ataques ao ideal democrático, os opositores – todos fascistas antidemocráticos, logicamente – precisavam ser eliminados. Boa parte deles foi colocada na cadeia ou impedida de se candidatar, pois eram “fascistas da extrema-direita global”, gente que não tem direito de se candidatar numa verdadeira “democracia”.

Após uma seleção, só foi permitida a candidatura daqueles que não representavam perigo para a “democracia”: velhos aliados do líder democrático e um nome desconhecido da população, que nunca conseguiria desviar os eleitores do rumo democrático de eleger sempre o mesmo líder democrático.

A campanha eleitoral foi justa e equilibrada. Dono das TVs, rádios e jornais do país, o governo conseguiu levar sua mensagem democrática a todos os rincões do país. Durante o dia e a noite, só se ouvia a voz do líder democrático. Com o ardor dos verdadeiros democratas, o líder e candidato à reeleição eterna lembrava o quão arriscado seria votar na oposição – um “banho de sangue” seria o mínimo a se esperar.

E, para minimizar os riscos de que os fascistas antidemocráticos ainda assim enganassem a população com suas falas sobre liberdade, justiça e direitos individuais, o governo periodicamente sumia com algum membro da campanha opositora – alguns reapareciam tempos depois, outros não.

As eleições, como sempre, foram limpas e democráticas e soberanas. Apoiadores do líder democrático armados dispararam tiros perto dos locais de votação, para gentilmente lembrar os eleitores em quem votar para votar bem. As cédulas de votação também lembravam como votar bem, trazendo treze vezes a imagem do líder democrático.

Para evitar tumultos ou fraudes, apenas membros do governo acompanharam a votação, feita em tempo recorde – nem foi preciso divulgar os resultados das urnas de votação diante de uma vitória tão esmagadora da “democracia”. Os votos na oposição, obviamente, não foram computados. Eram antidemocráticos, votos errados, contra a “democracia”. O líder reeleito foi diplomado no dia seguinte, para evitar que os antidemocráticos reclamassem – inimigos da “democracia” sempre questionam a legitimidade das eleições nos poucos países realmente democráticos que existem.

Houve protestos de outros países – mas, como bem lembrou o líder reeleito, eram apenas países tomados pela sórdida ideologia do fascismo internacional, unidos para tentar minar a verdadeira “democracia” que impera em Cuba, Rússia, China e outros bastiões democráticos. Também houve protestos nas ruas do país – mais fascistas que tentavam minar a legitimidade das eleições limpas e democráticas.

Foi preciso lançar gás lacrimogêneo contra a população, foi preciso matar homens e mulheres que pediam respeito à vontade dos eleitores e fim da opressão, foi preciso encher ainda mais as cadeias com opositores – mas tudo vale em nome da verdadeira “democracia”.

Foi assim. E tem gente que defende que essa é uma história bonita de se contar.