ATÉ GLOBO ADMITIU – LULA vai monitorar o seu PIX e DÉBITO pra te taxar mais esse ano pic.twitter.com/zSpMW1GYlC
— Gustavo Gayer (@GayerGus) January 12, 2026
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Roberto Motta

Em seu livro A Riqueza das Nações, Adam Smith explica como o esforço do indivíduo para melhorar sua própria vida resulta no enriquecimento e bem-estar de todos
“Existe uma e apenas uma responsabilidade social das empresas – usar seus recursos e se envolver em atividades que aumentem seus lucros, mantendo-se dentro das normas vigentes, promovendo uma concorrência livre e aberta, sem enganar terceiros e sem fraudes.” Milton Friedman disse isso há muitos anos em um artigo, The Social Responsibility of Business Is to Increase Its Profits, e essa frase continua verdadeira. Apesar disso, vivemos em uma época em que economia de mercado e concorrência são denunciadas como causas de opressão e desigualdade em todo o mundo, e se fala em DEI, ESG e “responsabilidade social” das empresas.
Vários pensadores nos alertam para o truque de colocar “social” na frente de palavras comuns, roubando-as de seu significado original e transformando-as em ferramentas de demagogia e populismo, sempre com o objetivo de enganar o pobre e extorquir o rico. Jonathan Haidt, no livro The Righteous Mind, fala das diferentes percepções de valores nas culturas individualistas ocidentais versus as culturas coletivistas orientais – diferenças essas que, às vezes, impedem pessoas inteligentes de ver o óbvio: foi o sistema capitalista que permitiu o maior avanço no padrão de vida da humanidade. Esse processo, que começou com a Revolução Industrial, impulsionou avanços científicos, melhorias sanitárias, aumento da produção agrícola e redução nas taxas de mortalidade. Entre 1800 e 2015 a população mundial saltou de cerca de 1 bilhão para mais de 7,3 bilhões de pessoas.
Em seu livro A Riqueza das Nações, Adam Smith explica como o esforço do indivíduo para melhorar sua própria vida resulta no enriquecimento e bem-estar de todos. Nas palavras de Smith: “O esforço natural de cada indivíduo para melhorar sua própria condição, quando se permite que ele atue com liberdade e segurança, constitui um princípio tão poderoso, que, por si só, e sem nenhuma outra ajuda, é capaz de levar a sociedade à riqueza e à prosperidade”.
O padeiro faz o pão para ganhar dinheiro e melhorar a sua vida. Mas é graças a isso que você pode comprar o pão quentinho todos os dias. O esforço do padeiro para melhorar a sua própria vida acaba resultando na melhoria da vida de todos. Ou, como diz Smith: “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse”.
Essa é a famosa “mão invisível” do mercado, um termo criado por Adam Smith para descrever como o livre mercado pode incentivar os indivíduos: agindo em seu próprio interesse eles produzem o que é socialmente necessário.
Os argumentos de Adam Smith para refutar a proposta de uma economia dirigida pelo Estado são claros: o aumento do bem-estar e da riqueza são frutos da ação individual de milhares de indivíduos, cada um buscando o seu próprio progresso. Não é necessária a existência de uma entidade que faça um planejamento central, que diga a cada pessoa o que ela precisa fazer, ou como ela deve viver a sua vida. Ao contrário; é a busca individual por satisfação e progresso que resulta no aumento da riqueza e do bem-estar coletivo.
A mesma coisa se aplica a empresas.
A busca do indivíduo por uma vida melhor é o que move a humanidade para frente, e não decretos governamentais ou medidas politicamente corretas desprovidas de significado real.
Os resultados gerados pelas empresas – lucros, empregos, investimentos – possibilitaram a criação do Estado moderno; são os lucros, pagos na forma de impostos, que financiam o governo e tornam possível a liberdade que consideramos direito adquirido. As empresas pagam, através dos seus impostos, até os salários de alguns dos seus maiores críticos, os professores das universidades públicas.
A verdadeira responsabilidade dos empresários e gestores é administrar negócios bem-sucedidos e cumprir as regras.
O resto é cortina de fumaça.
O presidente Lula (PT) vetou o projeto de lei, aprovado pelo Congresso, da dosimetria. Quais são as chances de o veto do presidente ser derrubado? Estão aqui os números: esse projeto foi aprovado por 48 a 25 no Senado e por 291 a 148 na Câmara.
Para o Congresso Nacional derrubar um veto, basta a maioria absoluta, o que significa a metade do total de deputados e senadores, mais um. Numa reunião do Congresso, o resultado seria 339 votos pela derrubada do veto, no total dos 584 deputados e senadores. Tem voto suficiente para derrubar.
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CPMI do Banco Master pode derrubar os males do Brasil
Outra coisa é a CPMI para investigar o Banco Master. Está cheio de gente enrolada com o Master, gente importantíssima, tanto que a investigação tramita em sigilo. É sigilo de todo jeito, no Banco Central, no Supremo, até na CPI do INSS.
O telefone do Daniel Vorcaro é uma caixa de Pandora: se abrir, vão sair todos os males do Brasil. Até sábado (10), a CPMI do Master tinha as assinaturas de 208 deputados e 37 senadores. Então, já tem número suficiente para abrir uma CPMI sobre a atuação de Vorcaro.
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Advogado de Lulinha conversa com chefe da PF. Não é coação?
Uma coisa muito estranha foi aquela conversa ao pé do ouvido, literalmente, no evento esvaziado que Lula inventou para comemorar, para lembrar o 8 de janeiro de 2023, entre o advogado do Lulinha e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, gravada por um câmera do SBT.
E se fosse Eduardo Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro que tivessem ido conversar com o chefe da Polícia Federal? Que escândalo. O Eduardo Bolsonaro foi sancionado por isso, por supostamente fazer pressão e coação sobre a Justiça.
E os 40 influenciadores contratados pelo Master para fazer campanha contra o Banco Central e a favor do Master? Que tal? Isso não é coação? Mais o ministro do Supremo Dias Toffoli que chamou para si um inquérito que estava na primeira instância e impôs sigilo. Outro ministro, Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), que foi se meter onde não deveria ter se metido.
Agora, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para saber por que o ministro do TCU cometeu essa inconstitucionalidade contra o Banco Central e a credibilidade do Sistema Financeiro Nacional. Tomara que não fique por aí. A CPMI do Banco Master pode investigar o porquê de tudo isso.
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A “estreita cooperação” entre Brasil e Irã após ação dos EUA na Venezuela
Na política exterior, Lula reagiu a uma postagem do presidente argentino, Javier Milei, e mandou retirar o Brasil da custódia da embaixada Argentina na Venezuela, que foi esvaziada pelo ditador Nicolás Maduro, em Caracas. Os brasileiros saem e entra a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que vai botar a bandeira tricolor italiana na embaixada, a pedido do Milei.
Ao mesmo tempo, enquanto acontecem essas manifestações no Irã para derrubar a ditadura teocrática dos aiatolás, a tal República Islâmica, os ministros de Relações Exteriores do Irã e do Brasil conversaram sobre o “sequestro” de Maduro.
Segundo nota do Irã, trata-se de uma cooperação próxima para enfrentar políticas unilaterais, isto é, enfrentar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Incrível. Eles dizem que a captura de Maduro foi uma clara violação à Carta da ONU.
Enquanto isso, a própria presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, vai para Washington conversar com Trump. Já está libertando os presos políticos, ou seja, está confessando que tinha presos políticos no país. E o Brasil vai para o lado do Irã, que está em queda.
Até domingo (11), já havia mais de 500 mortos nas manifestações no Irã. Uma imagem fabulosa mostra um, provavelmente, iraniano que subiu correndo, escalou a fachada da embaixada do Irã em Londres e substituiu a bandeira dos aiatolás pela bandeira da monarquia.
Enquanto isso, o herdeiro da coroa — é uma coroa de cerca de 2.500 anos, que vem da Pérsia — mora na Virgínia, pertinho de Washington, e queria conversar com Trump. Trump disse que agora não é conveniente e que é melhor deixar que o povo decida.
O Brasil eu não entendo, mesmo as coisas mais prosaicas e claras, é hora de não se meter a se aproximar ainda mais do Irã, mas estão se aproximando. O xá Reza Pahlavi foi casado com a imperatriz Farah Diba e, anteriormente, com a princesa Soraya Esfandiary-Bakhtiari. Um monte de crianças brasileiras receberam o nome Soraya por causa da mulher do xá do Irã.
Ele morreu com 60 anos — morreu cedo — no Egito. Lembro de uma foto dele acendendo o cigarro da Soraya. Não vejo uma feminista brasileira fazendo manifestação em favor da volta dos direitos das mulheres, que na República Islâmica não têm nenhum direito, zero, e tinham todos os direitos no tempo da monarquia.
A dinheirama segue correndo frouxo via Lei Rouanet no governo Lula.
O valor passou de R$ 2,35 bilhões (2023) para R$ 3,04 bilhões (2024) e chegou a astronômicos R$ 3,41 bilhões no ano passado.
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É bilhão que só a porra!
Os talentosos incentivadores culturais esquerdeiros estão rindo de dentes arreganhados!!!
Viralizaram esta semana vídeos de presos políticos sendo libertados na Venezuela, após a captura do tirano Nicolás Maduro pelo governo americano.
Ao menos 800 presos foram soltos desde a queda do ditador.
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800 presos políticos.
PQP!!!
Simplesmente impressionante esse número.
E isso na ditadura que era comandada pelo amigão de Lula.
Aquele que Trumpão botou na cadeia.
De onde vem esta voz, este fundo lamento
com vagas vibrações de violino em surdina?
De onde vem esta voz que, nas asas, o vento
me traz, na hora violácea em que o dia declina?
Esta voz vegetal, que o meu olfato atento
ouve, certo é a expansão de uma mágoa ferina,
é o odor que os manacás soltam, num desalento,
sempre que a brisa os plange e as frondes lhes inclina.
Creio, aspirando-o, ouvir, numa metempsicose,
a alma errante e infeliz de uma extinta criatura
chamar ansiosamente outra alma que a despose…
Uma alma que viveu sozinha e incompreendida,
mas que, mesmo gozando uma vida mais pura,
inda chora a ilusão frustrada noutra vida.

Gilka da Costa de Melo Machado, Rio de Janeiro-RJ (1893-1980)