DEU NO X
DEU NO JORNAL
PELO MUNDO AFORA
Sem constrangimento na hora de se hospedar em luxuosos hotéis mundo afora, os passeios internacionais de Lula, Janja e a sempre numerosa comitiva de aspones, dariam para completar 5,7 voltas ao redor do globo, considerando a quilometragem do ponto da decolagem ao ponto de aterrisagem que o petista percorreu apenas em 2025: 231.225,49.
A volta ao mundo tem aproximadamente 40.000 km.
Lula cruzou a fronteira do Brasil quase todos os meses. Aliviou apenas em janeiro, fevereiro e dezembro. No restante do ano, zarpou sem dó.
O tour internacional de Lula começou em março, quando o petista fez um bate e volta ao Uruguai. Depois, um rolê pelos Estados Unidos e Ásia.
Lula ainda deu um jeito de passear pelo Vaticano, Rússia, China, França, Mônaco, Argentina, Chile, Colômbia, Indonésia, Malásia…
Apesar do carimbadíssimo passaporte, Lula adora dizer que tem medo de voar.
O último roteiro internacional, em novembro, foi Moçambique.
* * *
Fazia tempo que eu não via esta palavrinha “Aspone”, que tá no primeiro parágrafo dessa nota aí de cima.
Uma sigla para “Assessor de Porra Nenhuma”.
O tipo de ocupação que tá sobrando no atual governo.
Quanto aos passeios milionários do casal esbanjanjador, pagos pelos contribuintes e que só no ano passado totalizaram 231.225,49 quilômetros, nada de novo.
Tá tudo dentro da rotina do atual desgoverno.
E vai aumentar ainda mais neste ano de 2026.
DEU NO X
TUDO NA MOITA…
DEU NO JORNAL
O PESADO JOGO POLÍTICO POR TRÁS DAS INVESTIGAÇÕES
Deltan Dallagnol

PF investiga se Lulinha, filho mais velho de Lula, tem ligação com o Careca do INSS
Uma reportagem publicada pelo Estadão nesta semana expôs um quadro que, em qualquer democracia minimamente funcional, provocaria imediata reação social e institucional. A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que está investigando menções diretas, documentos e indícios envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no escândalo bilionário do INSS. Não se trata de boato, insinuação ou ataque político: trata-se de material probatório reunido pela própria PF e descrito em relatório oficial.
As evidências levantadas até agora são graves e convergentes. O primeiro conjunto de provas vem do depoimento de Edson Claro, ex-sócio de Antônio Camilo Antunes, o chamado “Careca do INSS”. Segundo ele, Antônio afirmava reiteradamente que Lulinha seria seu sócio oculto em um projeto de cannabis medicinal, tendo participado de reuniões e recebido valores expressivos. O relato menciona repasses que somariam cerca de 25 milhões, além de pagamentos mensais de aproximadamente R$ 300 mil, descritos como uma “mesada”.
O segundo bloco de provas reforça o depoimento. A PF encontrou mensagens de WhatsApp nas quais o Careca do INSS ordena a um funcionário o pagamento de R$ 300 mil à empresa da empresária Roberta Luchsinger, que tem laços históricos com Lulinha e o petismo, afirmando que o dinheiro seria destinado ao “filho do rapaz”. Para os investigadores, a referência para Lulinha é clara. O valor coincide exatamente com a mesada descrita no depoimento anterior, o que cria um elo objetivo entre as duas fontes.
Confirmando os depoimentos, a Polícia Federal teria encontrado, segundo notícias na imprensa, cinco pagamentos sucessivos de R$ 300 mil feitos pelo Careca do INSS para uma empresa de Roberta, no valor total de R$ 1,5 milhão. Há ainda mensagens da própria Roberta Luchsinger demonstrando preocupação explícita com a situação de Lulinha no contexto das investigações, além de anotações manuscritas com o nome dele e registros de passagens aéreas indicando viagens em comum entre Lulinha e a empresária.
Isoladamente, cada elemento já exigiria apuração rigorosa. Em conjunto, eles desenham um padrão típico de esquemas de intermediação e ocultação de beneficiários finais, velho conhecido de quem acompanhou o Mensalão e a Lava Jato. É difícil de acreditar que o Careca do INSS teria pago R$ 25 milhões, além de mesadas de R$ 300 mil, por um negócio futuro e incerto. Nenhum empresário é tão pródigo de pagar valores tão vultosos antes de receber entregas concretas – salvo, é claro, Daniel Vorcaro no contrato com a esposa de Moraes.
Foi nesse contexto todo que ocorreu um episódio ainda mais perturbador, que mostra como é bruto o jogo político em Brasília, e como investigações criminais podem funcionar tanto como alavanca quanto como cadafalso para ambições e carreiras políticas. Durante o flopado evento oficial em comemoração aos 3 anos do 8 de janeiro, em Brasília, o advogado de Lulinha foi flagrado conversando de forma reservada com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
O advogado em questão é Marco Aurélio de Carvalho, figura central, fundador e porta-voz do grupo Prerrogativas, mais conhecido como clube da impunidade, e o principal braço jurídico do PT. O Prerrogativas se especializou, como se sabe, em garantir a impunidade de corruptos de toda sorte, desde empresários bilionários com sobrenomes chiques a políticos flagrados com dinheiro na cueca e outros lugares impróprios.
Além de atacar a Lava Jato e defender corruptos e o governo Lula, outra especialidade do Prerrogativas, nesses 4 anos de governo, foi emplacar seus membros em altos cargos do governo e aparelhar o Judiciário com suas indicações, especialmente em tribunais superiores. Um dos representantes do grupo entregou o cargo de presidente dos Correios há poucos meses, depois de render à estatal a maior crise da sua história, com prejuízos bilionários, enquanto gastava dezenas de milhões em eventos “culturais”.
A cena dantesca de Marco Aurélio e Andrei Rodrigues conversando de forma íntima ao pé do ouvido, por si só, já seria imprópria. Torna-se ainda mais grave quando se considera que Andrei Rodrigues comanda exatamente a instituição responsável por investigar o filho do presidente da República e que ele próprio é cotado para assumir o Ministério da Justiça, que ficou vago no mesmo evento em que os dois cochichavam, com o anúncio da saída de Ricardo Lewandowski. A aparência de promiscuidade institucional salta aos olhos.
No dia seguinte, o jornal O Globo revelou o conteúdo da conversa entre os dois compadres. Marco Aurélio de Carvalho confessou abertamente ter procurado Andrei Rodrigues para pedir a abertura de uma investigação sobre o vazamento de informações da apuração que envolve Lulinha. Ou seja, o advogado do investigado foi diretamente ao chefe da polícia que investiga seu cliente para reclamar da divulgação de fatos na imprensa que colocam o esquema em evidência. Não pediu esclarecimentos ao Judiciário, não falou com o delegado do caso, não protocolou petição formal: buscou o diretor-geral da PF pessoalmente.
Em qualquer outro país – e, curiosamente, com sobrenomes da direita – isso seria tratado como escândalo de primeira grandeza. Um advogado ligado ao partido do governo, defendendo o filho do presidente, abordando o chefe da polícia federal responsável pelo caso, em meio a uma investigação sensível, enquanto esse mesmo chefe da polícia é cotado para promoção política pelo pai do investigado, sendo que o próprio advogado é, ele mesmo, chefe de um dos grupos jurídicos e políticos responsáveis por pesado lobby a favor da indicação de seus próprios membros a cargos poderosos.
Mais patrimonialista, impossível. No Brasil de hoje, com um presidente descondenado, abusadores supremos, censura, perseguição política e corrupção, a cena passa quase como nota de rodapé.
A pergunta que fica é simples e incômoda. Se essa investigação envolvendo Lulinha desaparecer, se for esvaziada ou abafada sob o argumento de “vazamento”, e se Andrei Rodrigues acabar recompensado com o Ministério da Justiça, alguém ainda terá coragem de chamar isso de coincidência? A história recente ensina que, quando se trata de escândalos envolvendo a família Lula, o problema nunca foi a falta de provas. O problema sempre foi o que o sistema faz – ou deixa de fazer – quando elas aparecem.
XICO COM X, BIZERRA COM I
CABOS e REVERENDOS – HISTÓRIAS DE UM BRASIL RECENTE
Igrejas e Quartéis tremem na base. Um reverendo que ladra raivoso e exala ódio mortal marca encontro com um Cabo da PM, um Coronel e um Diretor do Ministério da Saúde, ex-Sargento da Aeronáutica (não aquele da cocaína no avião presidencial). Discutem, em uma mesa de bar, a caótica situação da saúde no Brasil. Analisam propinas de milhões de dólares, ou, no vocabulário chulo de um General Ministro, ‘gordos Pixulecos’, seja lá o que isso for. Autoridades, preocupadas, vetam vacinas umas e tentam comprar vacinas outras a preços bem mais caros. Tudo a depender da ‘comissão’. Enquanto isso, o povo continua a morrer. Já são 700.000 covas não evitadas, 700.000 famílias vítimas do genocídio, 700.000 CPFs cancelados. Mas, melhor que cumprir seu papel de gestor da crise, é passear de moto ou de jetski, discursar no cercadinho. A segui-lo, um séquito de cegos e fanáticos, adorando pneus e invocando seres extra-terrestres. Só faltava o desfile de tanques de guerra e blindados. Não falta mais. No futuro, ele certamente não será lembrado pelas Motos mas, sim, pelos mortos. Afinal, é um Messias que não sabe fazer milagres, que não é coveiro, no seu próprio dizer. Além do que, instalado num Palácio do Terraplanalto repleto de rachadinhas, vizinho de mansões milionárias, ele é apenas um capitão que o exército não quis. E nada de cuidar dessa gripezinha tão inofensiva quanto uma crise de soluço, desde que tratada em hospital com oxigênio à vontade. Saúde de esportista. Pastores e pastadores, milicianos e charlatães riem. Ele, imorrível, imbroxável e incomível, jóias árabes no pescoço da mulher, caga para os que o investiga e desdenha daqueles que não conseguiram superar aquela ‘doencinha de maricas’, imitando alguém com falta de ar. E mascava chicletes de cloroquina enquanto passava a Boiada na Amazônia menor a cada dia. Vacina e propina: não fosse trágico, talvez fosse uma boa rima. Pra quem terá sido dirigido o ‘cotôco’ covidiano de Queiroga, em Nova Iorque? Mais sensato seria ter dado o dedo pra Papuda: seus amigos e chefes estão a caminho. Outros, lá já estão: o golpe falhou …
PENINHA - DICA MUSICAL
JANE BIRKIN & SERGE GAINSBOURG
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
ENEDINA DA CONCEIÇÃO – CARUARU-PE
DEU NO JORNAL
“ACABOU, p@&%#!”
Luís Ernesto Lacombe
Não bastava “derrotar o ‘bolsonarismo’”, numa guerra suja, numa guerra imunda. Não bastava inventar toscamente uma “tentativa de golpe de Estado” chefiada por Jair Bolsonaro. Era preciso implementar o teatrinho mambembe de um julgamento delirante.
Não dava para esperar o “trânsito em julgado” daquilo que não tem pé nem cabeça. Era preciso soltar logo um mandado de prisão preventiva… Os inocentes são os novos bandidos. As vítimas são os novos bandidos. Cadeia para todos.
Há alguns anos não era assim. Estava muito claro quem era criminoso de verdade. Lula, ele, sim, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, em todas as instâncias, por unanimidade no TRF e no STJ, foi para uma cela ampla na Polícia Federal de Curitiba. Até esteira ergométrica tinha. Porta aberta, visitas ilimitadas, candidata a namorada…
Bolsonaro, inocente, injustiçado, passa 22 horas por dia espremido em 12 metros quadrados… Visitas restritas a dois dias por semana, duas apenas, individuais, só meia hora cada uma… As consequências do atentado que sofreu em 2018 são praticamente ignoradas. Se cai e bate a cabeça, o socorro não vem. E demoram mais de 24 horas para autorizar a sua ida a um hospital…
Quando o Conselho Federal de Medicina, tendo recebido denúncias sobre o tratamento a Bolsonaro, ordena a abertura de uma sindicância para investigar o caso, Alexandre de Moraes, achando mesmo que pode tudo, declara nula a ordem do CFM. E ele ainda determina que a Polícia Federal tome o depoimento do presidente do Conselho.
Sua decisão é um desvario. Do início ao fim, é ilegal. Moraes não pode invalidar a autonomia médica e subjugar um Conselho que tem 600 mil profissionais. O CFM não teve “ação correicional” contra a Polícia Federal. Entre suas funções, está justamente a apuração de conduta médica.
A lei atribui ao Conselho Federal de Medicina e aos Conselhos Regionais a regulação e a fiscalização do exercício profissional da medicina em todo o território nacional. Essa competência alcança todos os médicos, incluindo aqueles que são servidores públicos, como os médicos da Polícia Federal. Não pode haver exceção.
Além de atuar, mais uma vez, como acusador, de ofício, Moraes tenta enquadrar a atuação do CFM em “crime genérico”… Em sua decisão, ele pede a “apuração de possíveis crimes”. Não há objeto específico, determinado. Parece que Moraes quer que a PF “use a criatividade” e encontre algum crime… Tudo para manter a tortura contra Bolsonaro. Eliminar o “bolsonarismo” parecia pouco.
Podem me chamar de ingênuo, se continuo acreditando que os abusos, arbítrios e as ilegalidades praticados por ministros do Supremo levarão, um dia, inevitavelmente, à anulação de todas as ações, de todas as penas impostas a Bolsonaro, seus aliados e seus apoiadores. E todos eles deverão receber reparações.
Enquanto isso, inocente que sou, acredito que Nunes Marques, como presidente do TSE, e André Mendonça, como vice-presidente, garantirão uma campanha eleitoral equilibrada em 2026. Seria o mínimo, já que ainda é proibido fazer críticas e propor avanços para o sistema eletrônico de votação e apuração…
Num cenário eleitoral justo, Lula perde. E o novo presidente, que receberá do petista uma herança verdadeiramente maldita, terá a obrigação de libertar Bolsonaro e todas as vítimas da perseguição promovida por ministros do STF. Se houver reação dos supremos ao indulto, prerrogativa presidencial, aí será preciso gritar e não recuar: “Acabou, p@&%#!”
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
ESSE POVO NÃO É NORMAL
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO


