DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

SANTOS RECURSOS

O presidente Lula (PT) defendeu, neste sábado (7), que a militância petista busque apoio dos evangélicos ao partido.

Em discurso na cerimônia de comemoração dos 46 anos do PT, em Salvador (BA), o presidente ainda alegou que 90% dos evangélicos recebem recursos governamentais.

“90% dos evangélicos ganham benefícios do governo. Nós não podemos esperar que eles falem bem de nós. Nós precisamos ir para lá, conversar”, disse o petista.

* * *

90% dos evangélicos recebem dinheiro do governo???

É quase a totalidade!

Esta gazeta tem muitos leitores evangélicos.

Fiquei curioso…

É verdade essa fala do Descondenado?

Esses nossos leitores recebem mesmo recursos do governo luloso?

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

REINÍCIO DAS AULAS: ESCOLAS PÚBLICAS NORMAIS E ESCOLAS CÍVICO-MILITARES

Crianças cantam o Hino Nacional nas escolas

O mês de fevereiro marca a volta às aulas nas escolas do ensino brasileiro. Em algumas escolas, por desleixo administrativo dos governantes, via de regra as reformas físicas dos prédios e salas de aulas (pintura da pior qualidade, instalação de ar refrigerados, troca de carteiras/cadeiras), essas providências acabam atrasando o reinício das aulas.

Com certeza, isso nunca ocorre com as escolas públicas cívico-militares. O regime de disciplina vivido pelas instituições militares, também é implantado nessas escolas de iniciação.

“O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), instituído pelo Decreto nº 10.004/2019, foi revogado em julho de 2023 pelo Decreto nº 11.611/2023, encerrando a política federal de implementação desse modelo www.gov.br. Atualmente, a responsabilidade sobre o modelo tornou-se descentralizada, com estados (como SP via LC 1.398/2024) adotando legislações próprias.”

Por que isso?

Para que isso?

Não conheço um único pai (ou mãe, que seja cabeça da família) que não queira o sucesso do (a) filho (a).

Mas, por que os pais, principalmente das regiões Norte e Nordeste, envolvidos até o último fio de cabelo com os programas sociais de alinhamento esquerdista, são contra as escolas (e a matrícula dos filhos) cívico-militares?

Disciplina e organização na escola cívico-militar

Há um grande engano dos pais que, em matriculando filhos nas escolas cívico-militares, esses seguirão o caminho da formação militar – o que muitos detestam.

Eis que surge outra pergunta:

Qual escola brasileira, federal, estadual ou particular prepara e profissionaliza melhor que o ITA (Instituto Militar da Aeronáutica) ou o IME (Instituto Militar de Engenharia) – sem a obrigatoriedade de que o concludente se torne um militar?

Respondo eu mesmo: nenhuma!

Dupla de alunos na escola pública

O que se conclui é que, entre os pais, existe uma conivência com a subserviência e com as políticas desenvolvidas pelo governo de esquerda que, não neguemos, investe na má formação da criança e do adolescente, apostando, que na vida adulta formou mais um esquerdista e dependente dos nefastos programas sociais.

Para o pai esquerdista que depende dos projetos sociais, cantar o Hino Nacional do Brasil, é uma desonra. É uma submissão ao equivocado rótulo de “extrema direita”!

Com os meus botões e de livre pensar, tenho certeza que o esquerdismo e seus projetos nada mais são que uma estrada aberta para o consumo de drogas e práticas ilícitas.

Alunos de escola particular na rotina das agressões físicas

Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Eis que, atualmente em fase de conclusão, a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Projetos Agropecuários) desenvolve um estudo para a utilização da “cannabis” – mas, explicitamente com objetivos e fins medicinais.

Os esquerdopatas vêem esses estudos conclusivos com outros olhos – e isso os leva a acreditar que esse estudo está intrinsecamente ligado à liberação da maconha pelas instituições legislativas.

Mas, reconheçamos, a liberação jamais significará uma autorização para o livre consumo com intenções e interesses da prática de crimes.

Pelo sim ou pelo não, as aulas começaram no início de mais um ano letivo que, nas escolas públicas municipais, estaduais e universidades estaduais e federais, os professores e estudantes continuarão descolorindo o cabelo, cobrindo o corpo com tatuagens que não dizem nada e, pasmem, com a garantia universitária de que, traficante e criminoso se combate é com uma simples pedra – à moda Davi contra Golias.

DEU NO X

WELLINGTON VICENTE - GLOSAS AO VENTO

NEM SE FALA EM SELEÇÃO…

Copa do Mundo chegando,
Nem se fala em Seleção…

Mote deste colunista

Fala-se de Carnaval,
De recursos desviados,
De artistas descasados,
Do cinema nacional,
De mim, de tu e o escambal…
Fala-se até de eleição,
De Forró e de São João,
O tempo passa voando,
Copa do Mundo chegando,
Nem se fala em Seleção…

Melchior SEZEFREDO Machado

Aqui tem é fofoqueiro,
Que boata um bocado
Diz: Zico foi convocado,
Pra jogar o ano inteiro,
Pelo time do Cruzeiro …
Diz-se: ele é a solução,
Mas é tudo encenação,
Que o VAR tá apurando,
Copa do Mundo chegando,
Nem se fala em Seleção…

Leo Brasil

Eu não acredito mais
Na seleção Brasileira
Já foi pura e verdadeira
Nos velhos tempos atrás
Hoje pra mim tanto faz
Nem ligo a televisão
Jamais será campeão
Do jeito que está jogando!
Copa do Mundo chegando
Nem se fala em Seleção…

Poeta Nascimento

Manchete de toda sorte
Dos forrós e arraiais
Carnaval nas capitais
Outro assunto deram um corte
Não falam mais nesse esporte
Falam até em eleição
Mas nessa competição
Não estou exagerando
Copa do Mundo chegando,
Nem se fala em Seleção…

Cabal Abrantes

Não temos mais um Ronaldo,
Nelinho, Zico e Pelé,
Rivelino, nem Mané
Garrincha, nem Clodoaldo.
Tá pra nascer um Rivaldo,
Um Jairzinho, um Tostão,
Um Valdir Peres, Um Leão
E um Telê comandando.
Copa do Mundo chegando,
Nem se fala em Seleção…

Wellington Vicente

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JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

OS BRASILEIROS: Liêdo Maranhão

Liêdo Maranhão de Souza nasceu no Recife, PE, em 3/7/1925. Dentista, folclorista, escritor, escultor, cineasta, fotógrafo e pesquisador da cultura popular. Segundo Ariano Suassuna, “é um dos maiores conhecedores da literatura de cordel do Brasil”.

Teve os primeiros estudos em colégios do Recife e formou-se pela Faculdade de Medicina, Odontologia e Farmácia do Recife, em fins da década de 1940. Logo após a formatura, na condição de carnavalesco “juramentado”, fundou junto com seu irmão a Escola de Samba Estudantes de São José, o bairro onde nasceu e passou toda sua juventude. Frequentava diariamente o Mercado de São José, ponto de encontro com os tipos que se tornaram os protagonistas de seus livros. Sua intimidade com o Mercado resultou no livro O mercado, sua praça e a cultura popular do Nordeste: homenagem ao centenário do Mercado de São José 1875-1975, publicado em 1977 pela Prefeitura do Recife.

Segundo Mark J. Curran, chefe do Departamento de Línguas Estrangeiras da Universidade do Arizona, EUA, “é um monumento sobre a cultura popular do Nordeste”. Para Raymond Cartel, diretor do Centro de Pesquisa Luso-Brasileira da Universidade de Sorbonne, em Paris, “é a maior autoridade das ruas do Recife”. No início da década de 1960, viajou para a Europa, onde passou 3 anos e conheceu 11 países. Fez estágio como dentista no Hospital de La Pitié, em Paris. Com o auxílio de uma bolsa de estudos, estagiou no Hospital Provincial de Madrid. Após muitas viagens de carona, lavar pratos em restaurantes, carregar e descarregar caminhões, tocar pandeiro e trabalhar em teatros, casou-se com a espanhola Bernarda Ruiz e retornou ao Brasil, indo morar em Olinda.

Em 1964, passou a fazer esculturas em madeira, sendo premiado no Salão de Arte do Estado de Pernambuco. Participou do “Atelier + 10”, em Olinda ao lado de artistas plásticos como João Câmara e Vicente do Rego Monteiro. Por essa época ingressou no PCB-Partido Comunista Brasileiro e foi Secretário de Finanças do Diretório Municipal. Participou do Movimento de Cultura Popular do Recife no primeiro mandato do governo Miguel Arraes. A partir de 1967, iniciou uma viagem pelo interior do estado em busca de folhetos de cordel para uma pesquisa sobre os cangaceiros. Queria saber como é o cangaço visto pelo povo.

Apaixonou-se pela literatura de cordel e fez um documentário em 16 mm registrando os folhetos na década de 1970, intitulado O folheto. Mais tarde publicou O folheto popular: sua capa e seus ilustradores, publicado pela Editora Massangana, em 1981. Como conhecedor da poesia popular, colaborou com artigos na Revista Equipe, dos servidores da SUDENE, e do Jornal Universitário, da UFPE. Como escultor, foi premiado no XXX Salão Oficial de Arte do Museu do Estado de Pernambuco. Ao longo da vida, tornou-se um colecionador da cultura popular, incluindo objetos e documentos raros, como os livros sobre medicina popular e culinária nordestina, além de folhetos de cordel.

Sua casa, em Olinda, tornou-se um museu folclórico, transformada hoje em “Casa da Memória Popular”, contendo mais de 2 mil fotos e cerca de 10 mil itens dispostos à visitação pública. Na condição de memorialista, deixou publicado alguns livros indispensáveis ao conhecimento da cultura nordestina: Classificação popular da Literatura de cordel (Editora Vozes, 1976), O povo, o sexo e a miséria ou o homem é sacana (Ed. Guararapes, 1980), Conselhos, comidas e remédios para levantar as forças do homem (Ed. Bagaço, 1982), Cozinha de pobre (Ed. Bagaço, 1992), Marketing dos camelôs do Recife (Ed. Bagaço, 1996), A fala do povão: o Recife cagado-e-cuspido (Edição do autor, 2004), Rolando papo de sexo: memórias de um sacanólogo (Ed. Livro Rápido, 2005).

Após seu falecimento, em 2014, a Prefeitura do Recife perpetuou sua presença com uma estátua de bronze em tamanho natural na praça do Mercado, seu ponto de encontro com a cultura pernambucana e com os recifenses.