Crianças cantam o Hino Nacional nas escolas
O mês de fevereiro marca a volta às aulas nas escolas do ensino brasileiro. Em algumas escolas, por desleixo administrativo dos governantes, via de regra as reformas físicas dos prédios e salas de aulas (pintura da pior qualidade, instalação de ar refrigerados, troca de carteiras/cadeiras), essas providências acabam atrasando o reinício das aulas.
Com certeza, isso nunca ocorre com as escolas públicas cívico-militares. O regime de disciplina vivido pelas instituições militares, também é implantado nessas escolas de iniciação.
“O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), instituído pelo Decreto nº 10.004/2019, foi revogado em julho de 2023 pelo Decreto nº 11.611/2023, encerrando a política federal de implementação desse modelo www.gov.br. Atualmente, a responsabilidade sobre o modelo tornou-se descentralizada, com estados (como SP via LC 1.398/2024) adotando legislações próprias.”
Por que isso?
Para que isso?
Não conheço um único pai (ou mãe, que seja cabeça da família) que não queira o sucesso do (a) filho (a).
Mas, por que os pais, principalmente das regiões Norte e Nordeste, envolvidos até o último fio de cabelo com os programas sociais de alinhamento esquerdista, são contra as escolas (e a matrícula dos filhos) cívico-militares?
Disciplina e organização na escola cívico-militar
Há um grande engano dos pais que, em matriculando filhos nas escolas cívico-militares, esses seguirão o caminho da formação militar – o que muitos detestam.
Eis que surge outra pergunta:
Qual escola brasileira, federal, estadual ou particular prepara e profissionaliza melhor que o ITA (Instituto Militar da Aeronáutica) ou o IME (Instituto Militar de Engenharia) – sem a obrigatoriedade de que o concludente se torne um militar?
Respondo eu mesmo: nenhuma!
Dupla de alunos na escola pública
O que se conclui é que, entre os pais, existe uma conivência com a subserviência e com as políticas desenvolvidas pelo governo de esquerda que, não neguemos, investe na má formação da criança e do adolescente, apostando, que na vida adulta formou mais um esquerdista e dependente dos nefastos programas sociais.
Para o pai esquerdista que depende dos projetos sociais, cantar o Hino Nacional do Brasil, é uma desonra. É uma submissão ao equivocado rótulo de “extrema direita”!
Com os meus botões e de livre pensar, tenho certeza que o esquerdismo e seus projetos nada mais são que uma estrada aberta para o consumo de drogas e práticas ilícitas.
Alunos de escola particular na rotina das agressões físicas
Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Eis que, atualmente em fase de conclusão, a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Projetos Agropecuários) desenvolve um estudo para a utilização da “cannabis” – mas, explicitamente com objetivos e fins medicinais.
Os esquerdopatas vêem esses estudos conclusivos com outros olhos – e isso os leva a acreditar que esse estudo está intrinsecamente ligado à liberação da maconha pelas instituições legislativas.
Mas, reconheçamos, a liberação jamais significará uma autorização para o livre consumo com intenções e interesses da prática de crimes.
Pelo sim ou pelo não, as aulas começaram no início de mais um ano letivo que, nas escolas públicas municipais, estaduais e universidades estaduais e federais, os professores e estudantes continuarão descolorindo o cabelo, cobrindo o corpo com tatuagens que não dizem nada e, pasmem, com a garantia universitária de que, traficante e criminoso se combate é com uma simples pedra – à moda Davi contra Golias.




Caro José Ramos.
Sua reportagem é um hino de brasilidade!
É preciso divulgar ainda mais o fato lamentável que derrubou os termos do Decreto nº 10.004/2019, que revogado em 2023, encerrou a política federal de continuar executando um modelo consolidador de ensino público de primeira categoria, marcado pela disciplina pessoal dos alunos e a seriedade na administrção desses educandários, sobremodo da moral e da cívica do ensino em nosso país.
O pior de tudo – agora se sabe – é que, na maiior surdina, quase à socapa, com a finalidade precípua de se enganar maliciosamente a grande massa, se ocultou essa verdadeira desgraça que foi não se divlgar, com mais insistência, que as finalidades das escolas cívico-militares não se destinam a formar futuros militares e sim disciplinar a educação como um todo.
Hoje, através de sua pena vigoros, amnhã e para sempre, haverá quem revogue a criminosa alteração!
Para a “petralhada” cantar o Hino Nacional do Brasil e uma desonra e alçar a bandeira-símbolo da Nação, é uma submissão, como você bem o disse.
Algum dia a História irá assinalar esse descalabro, que tão habilmente o amigo se eferiu com tanta elegância de termos, não deixando que se entenda ter sido, seu verbo, uma ação político-partidária.
Por meus netos e bisnetos, agradeço suas criteriosas e oportunas palavras. “Acorda Brasil”, ainda está em tempo de reversão!
Cordialmente,
Carlos Eduardo Carvalho dos Santos
(Coluna: Crônicas cheias de graça).
Carlos, nesta semana que terminou, as redes sociais divulgaram que, uma servidora do IBGE, com mais de 40 anos de serviços prestados (não deveria estar aposentada?) teria se negado a seguir orientação de alguém sem-vergonha na cara, para “manipular” dados estatísticos para favorecer outrem. Fiquei imaginando quando será o dia que “alguns professores e professoras” terão também coragem de ser negarem a praticar esse desserviço da má orientação curricular da infância, a troco de “apenas” R$18,00 de aumento! Não falo da questão salarial em si. Falo de dignidade – pois, ali, se não estarão seus filhos, estarão, com certeza filhos de alguém!