JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

Crianças cantam o Hino Nacional nas escolas

O mês de fevereiro marca a volta às aulas nas escolas do ensino brasileiro. Em algumas escolas, por desleixo administrativo dos governantes, via de regra as reformas físicas dos prédios e salas de aulas (pintura da pior qualidade, instalação de ar refrigerados, troca de carteiras/cadeiras), essas providências acabam atrasando o reinício das aulas.

Com certeza, isso nunca ocorre com as escolas públicas cívico-militares. O regime de disciplina vivido pelas instituições militares, também é implantado nessas escolas de iniciação.

“O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), instituído pelo Decreto nº 10.004/2019, foi revogado em julho de 2023 pelo Decreto nº 11.611/2023, encerrando a política federal de implementação desse modelo www.gov.br. Atualmente, a responsabilidade sobre o modelo tornou-se descentralizada, com estados (como SP via LC 1.398/2024) adotando legislações próprias.”

Por que isso?

Para que isso?

Não conheço um único pai (ou mãe, que seja cabeça da família) que não queira o sucesso do (a) filho (a).

Mas, por que os pais, principalmente das regiões Norte e Nordeste, envolvidos até o último fio de cabelo com os programas sociais de alinhamento esquerdista, são contra as escolas (e a matrícula dos filhos) cívico-militares?

Disciplina e organização na escola cívico-militar

Há um grande engano dos pais que, em matriculando filhos nas escolas cívico-militares, esses seguirão o caminho da formação militar – o que muitos detestam.

Eis que surge outra pergunta:

Qual escola brasileira, federal, estadual ou particular prepara e profissionaliza melhor que o ITA (Instituto Militar da Aeronáutica) ou o IME (Instituto Militar de Engenharia) – sem a obrigatoriedade de que o concludente se torne um militar?

Respondo eu mesmo: nenhuma!

Dupla de alunos na escola pública

O que se conclui é que, entre os pais, existe uma conivência com a subserviência e com as políticas desenvolvidas pelo governo de esquerda que, não neguemos, investe na má formação da criança e do adolescente, apostando, que na vida adulta formou mais um esquerdista e dependente dos nefastos programas sociais.

Para o pai esquerdista que depende dos projetos sociais, cantar o Hino Nacional do Brasil, é uma desonra. É uma submissão ao equivocado rótulo de “extrema direita”!

Com os meus botões e de livre pensar, tenho certeza que o esquerdismo e seus projetos nada mais são que uma estrada aberta para o consumo de drogas e práticas ilícitas.

Alunos de escola particular na rotina das agressões físicas

Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Eis que, atualmente em fase de conclusão, a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Projetos Agropecuários) desenvolve um estudo para a utilização da “cannabis” – mas, explicitamente com objetivos e fins medicinais.

Os esquerdopatas vêem esses estudos conclusivos com outros olhos – e isso os leva a acreditar que esse estudo está intrinsecamente ligado à liberação da maconha pelas instituições legislativas.

Mas, reconheçamos, a liberação jamais significará uma autorização para o livre consumo com intenções e interesses da prática de crimes.

Pelo sim ou pelo não, as aulas começaram no início de mais um ano letivo que, nas escolas públicas municipais, estaduais e universidades estaduais e federais, os professores e estudantes continuarão descolorindo o cabelo, cobrindo o corpo com tatuagens que não dizem nada e, pasmem, com a garantia universitária de que, traficante e criminoso se combate é com uma simples pedra – à moda Davi contra Golias.

2 pensou em “REINÍCIO DAS AULAS: ESCOLAS PÚBLICAS NORMAIS E ESCOLAS CÍVICO-MILITARES

  1. Caro José Ramos.

    Sua reportagem é um hino de brasilidade!

    É preciso divulgar ainda mais o fato lamentável que derrubou os termos do Decreto nº 10.004/2019, que revogado em 2023, encerrou a política federal de continuar executando um modelo consolidador de ensino público de primeira categoria, marcado pela disciplina pessoal dos alunos e a seriedade na administrção desses educandários, sobremodo da moral e da cívica do ensino em nosso país.

    O pior de tudo – agora se sabe – é que, na maiior surdina, quase à socapa, com a finalidade precípua de se enganar maliciosamente a grande massa, se ocultou essa verdadeira desgraça que foi não se divlgar, com mais insistência, que as finalidades das escolas cívico-militares não se destinam a formar futuros militares e sim disciplinar a educação como um todo.

    Hoje, através de sua pena vigoros, amnhã e para sempre, haverá quem revogue a criminosa alteração!

    Para a “petralhada” cantar o Hino Nacional do Brasil e uma desonra e alçar a bandeira-símbolo da Nação, é uma submissão, como você bem o disse.

    Algum dia a História irá assinalar esse descalabro, que tão habilmente o amigo se eferiu com tanta elegância de termos, não deixando que se entenda ter sido, seu verbo, uma ação político-partidária.

    Por meus netos e bisnetos, agradeço suas criteriosas e oportunas palavras. “Acorda Brasil”, ainda está em tempo de reversão!

    Cordialmente,
    Carlos Eduardo Carvalho dos Santos
    (Coluna: Crônicas cheias de graça).

    • Carlos, nesta semana que terminou, as redes sociais divulgaram que, uma servidora do IBGE, com mais de 40 anos de serviços prestados (não deveria estar aposentada?) teria se negado a seguir orientação de alguém sem-vergonha na cara, para “manipular” dados estatísticos para favorecer outrem. Fiquei imaginando quando será o dia que “alguns professores e professoras” terão também coragem de ser negarem a praticar esse desserviço da má orientação curricular da infância, a troco de “apenas” R$18,00 de aumento! Não falo da questão salarial em si. Falo de dignidade – pois, ali, se não estarão seus filhos, estarão, com certeza filhos de alguém!

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