Bom dia!
PT e Rede Globo: estes são os dois horrores do Brasil.
Nosso país não pode ir pra frente enquanto estiverem no ar.
Abraços para todos!!!
Resumo da COP30:
• Lula dormindo em barco a diesel
• Invasão
• Incêndio
• Alagamento
• Dança com as “girafas da Amazônia”
• Coxinha a R$100Mas ao final, Marina Silva foi aplaudida de pé por ongeiros milionários. Afinal, para quem vive de verba internacional, pouco… pic.twitter.com/GqVi8GDHQv
— Rubinho Nunes (@RubinhoNunes) November 23, 2025
Ó tu, que vens de longe, ó tu, que vens cansada,
Entra, e, sob este teto encontrarás carinho:
Eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,
Vives sozinha sempre, e nunca foste amada…
A neve anda a branquear, lividamente, a estrada,
E a minha alcova tem a tepidez de um ninho.
Entra, ao menos até que as curvas do caminho
Se banhem no esplendor nascente da alvorada.
E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,
Essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
Podes partir de novo, ó nômade formosa!
Já não serei tão só, nem irás tão sozinha:
Há de ficar comigo uma saudade tua…
Hás de levar contigo uma saudade minha…

Alceu de Freitas Wamosy, Uruguaiana-RS (1895-1923)
O PT e as ONGs que aparelha gostam de acreditar que Lula (PT) tem compromissos com bandeiras que empunham só porque cria ministérios-lacração, tipo Mulher, Igualdade Racial, Indígenas, todos sem orçamento.
E ficam desapontados com seu pragmatismo nas escolhas para o STF.
* * *
“Ministérios-lacração”…
Só mesmo nessa gunvernança atual seria possível surgir uma expressão desse porte.
Além dos bolsos, enriquecem também a nossa língua.
É importante comparar o tratamento do topo do judiciário brasileiro em relação a dois ex-presidentes: o então ex-presidente Lula e hoje o ex-presidente Bolsonaro.
O ex-presidente Lula foi julgado com o direito de defesa e de recursos em todas as instâncias (na primeira, na segunda, na terceira e na última). Jair Bolsonaro foi julgado direto na última, com direito de recorrer aos que o condenaram.
Lula ficou preso numa superintendência da Polícia Federal em Curitiba, e manifestações de rua de todos os dias na frente do local não foram consideradas atos ilegais. O ministro Alexandre Moraes agora está chamando os atos a favor de Bolsonaro de manifestações populares criminosas e reuniões ilícitas de apoiadores.
Tanto que Bolsonaro foi para a superintendência de Brasília, por causa de um pedido da Polícia Federal — motivado pelo convite que o senador Flávio Bolsonaro fez para uma vigília de oração às 19 horas de sábado, dia 22. O episódio da tornozeleira ocorreu depois desse pedido.
Moraes também considerou ilegais os acampamentos na frente de quarteis. Mas acampamento do MST dentro da terra alheia nunca foi ilegal, apenas para lembrar.
Lula foi “descondenado” porque estava no CEP de Curitiba quando deveria estar no CEP de São Paulo ou de Brasília. Bolsonaro devia estar no CEP 70.000-70, da vara de primeira instância da Justiça Federal de Brasília. Mas está no 70.175-900, do Supremo.
* * *
Ramagem e a facada
Foi decretada a prisão de Alexandre Ramagem, citado como uma das causas da transferência de Bolsonaro, porque ele tinha saído do país — assim como Carlos, Zambelli e Eduardo Bolsonaro. Como se Bolsonaro tivesse alguma coisa a ver com isso.
Ramagem saiu do Brasil mesmo tendo perdido os passaportes e sido proibido de deixar o país. Ele é deputado e pediu licença de saúde na Câmara até dezembro. A mulher dele também saiu. Rebeca é delegada da Polícia Civil e levou as filhas para preservar a família.
Delegado da Polícia Federal, Alexandre Ramagem deu uma longa entrevista para Alan dos Santos e Ernesto Lacombe e contou que estavam na iminência de dar um passo muito importante sobre o Adélio Bispo. Mas houve uma interrupção ali e não foi adiante a investigação da facada em Bolsonaro, da qual ele sofre todos os males hoje.
Investigaram um golpe de estado entre milhares de pessoas, mas não foram capazes de apurar uma coisa tão simples, que é saber de que gabinete de deputado saiu a autorização da falsa entrada de Adélio Bispo na Câmara naquele 6 de setembro de 2018. Isso é tão elementar e não foi possível.
* * *
Messias: notável saber?
Jorge Messias foi indicado para a vaga no Supremo. Ele é evangélico, de confiança de Lula e tem 45 anos. Desses qualificativos, ele só preenche um: o de ter 45 anos. Porque, para ser ministro do Supremo, é preciso ter no mínimo 35, no máximo 75.
Ser evangélico e de confiança de Lula não são exigência das Constituição. A exigência é ter notável saber jurídico. Não é o saber jurídico acima da média, é o saber jurídico acima dos que estão bem acima da média — além de reputação ilibada.
Messias vai agora passar pela sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e pelos votos do Senado. Ele precisa de um pouquinho mais da metade dos 81 senadores, ou seja, 41 votos.
E há uma interrogação: Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Ele tem só um voto, mas os seus senadores de confiança estariam desgostosos porque o candidato de Alcolumbre era Rodrigo Pacheco — que lá em Minas não tem para onde ir se precisar de voto.
Bom dia.
Bom dia?
Encaminho o vídeo (um pouco longo) para ser publicado em nosso JBF para que possamos arquivar. Quem não tiver tempo de assistir agora que assista mais tarde.
Tenho certeza que estamos todos incrédulos, na mesma proporção, com a situação de nosso país.
Clique aqui para abrir o vídeo.
Um abraço a todos.
O advogado Fábio Pagnozzi afirma que o Brasil “já não é uma República, mas um regime de companheiros”, ao criticar a terceira indicação de Lula ao STF, Jorge Messias.
Os outros foram Cristiano Zanin e Flávio Dino.
* * *
“Regime de companheiros”.
Certíssima a definição do senhor advogado.
Isso é uma resumo perfeito deste nosso país nos dias atuais.
Senhor Tempo,
desculpe-me ser tão indiscreto
mas eu queria saber:
será correto
esse teu tanto correr?
Por que és tão teimoso e veloz?
Precisas desse avexar?
Se ouvisses minha voz
irias mais a vagar,
devagar e divagando.
Não há por que se apressar.
Se apresse não:
A pressa, dizem,
Não gosta da perfeição …
🚨 REALIDADE PARALELA:
Lula disse: “Estou muito satisfeito com o sucesso da COP em Belém. As pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer a cidade, a culinária de Belém, devem ter voltado maravilhadas. Quem não fez isso, se arrependeu”. https://t.co/Iz6gH2W8M7 pic.twitter.com/qMYObyxtqf
— Vox Liberdade (@VoxLiberdade) November 23, 2025
Roberto Motta

No começo, quando entrara na viatura, ela disse que estava indo à delegacia apenas para recuperar o aparelho. No final, acabou ajudando a enfiar dois criminosos atrás das grades
Essa história se passou com meu amigo Heitor, que é policial militar no Rio de Janeiro. É ele quem vai contá-la.
“Ontem atendi a uma ocorrência no centro da cidade. Uma jornalista solicitou nossa ajuda. Ela e sua amiga haviam sido vítimas de dois criminosos nas proximidades do camelódromo da rua Uruguaiana. Os bandidos roubaram o celular que a jornalista usa em seu trabalho. Um deles estava armado”.
O celular era antigo, um modelo básico da Samsung, sem muito valor. Mas a jornalista estava desesperada porque no celular estavam sua lista de contatos e arquivos importantes. Ela não tinha backup.
Duas horas já haviam se passado desde o momento do assalto.
Sempre recomendamos que as vítimas compareçam à delegacia mais próxima, para fazer o registro de ocorrência. Eu ainda tento ajudar a recuperar o aparelho, caso seja possível rastreá-lo.
Enquanto conversávamos com as duas moças, fomos informados, pelo rádio, que vítimas estavam procurando viaturas da polícia para informar outras ocorrências de assalto na mesma região. Uma das equipes policiais havia conseguido prender indivíduos cuja aparência correspondia aos criminosos descritos pela jornalista.
Nos oferecemos para levar a jornalista e sua amiga até a delegacia. A jornalista – esquerdista, como são quase todos os jornalistas que conheço –entrou na viatura dos policiais “fascistas, imperialistas e filhotes da ditadura” (esse é um dos tratamentos que recebemos com frequência). Na delegacia, ela reconheceu um dos criminosos. A pistola utilizada no crime era um simulacro – uma imitação de arma. Um dos criminosos havia escondido o dinheiro dos assaltos dentro da tornozeleira eletrônica que ele usava.
No caminho até a delegacia a jornalista conversou conosco. “Ainda bem que vocês têm uma cabeça diferente desses militares do Exército, né?”, ela disse, completando: “Vocês são úteis”. Respondi que, na verdade, estávamos extrapolando nossa função, porque não nos cabe transportar vítimas até a delegacia. Poderíamos até sofrer uma punição por isso.
Conversamos sobre policiamento. “O patrulhamento feito por policiais à paisana poderia ajudar muito a reduzir os crimes”, eu disse. “Ele criaria incerteza para os bandidos. Os criminosos não saberiam se há policiais presentes.”
“Então por que não fazem isso?”, perguntou a jornalista.
“Se policiais militares fizerem patrulhamento em roupas civis, a imprensa vai chamá-los de milicianos”, respondi.
Ela quis saber por que os criminosos não ficam presos muito tempo. Expliquei que a Justiça determina que eles sejam soltos. “É isso que acontece quando se flexibilizam as leis para atender a interesses políticos. A flexibilização acaba beneficiando todo o tipo de criminosos, até monstros.”
No começo da conversa, a jornalista havia se referido ao ladrão que a assaltara como um “usuário de drogas que roubou para comprar drogas”. Então a convidamos a refletir. “Se ele é apenas usuário, por que atacou duas mulheres? Trata-se de uma ação pensada, planejada.” Meu colega perguntou: “se eles estavam armados, e queriam drogas, por que não roubaram as drogas, ao invés de assaltar vocês?”
Elas pensaram e nos deram razão. A jornalista disse: “Pois é. Hoje ele roubou meu celular, amanhã pode matar alguém para roubar um aparelho”.
Eu disse: “Imagine nossa sensação ao ver pessoas como a senhora sendo vítimas de criminosos, e depois ter que ouvir uma autoridade dizendo que eles são coitados e só roubaram o celular para tomar uma cervejinha. Sua vida vale uma cervejinha?”
No final ela ficou tão irritada com a ação dos marginais que decidiu testemunhar contra eles.
No começo, quando entrara na viatura, ela disse que estava indo à delegacia apenas para recuperar o aparelho. No final, acabou ajudando a enfiar dois criminosos atrás das grades.
Pelo menos por algum tempo, até que o país retome a sanidade.