DEU NO JORNAL

DEFESA INCONTESTÁVEL DA ELIGIBILIDADE

Editorial Gazeta do Povo

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Parecer do Ministério Público Eleitoral defendeu elegibilidade de Deltan Dallagnol em 2026

O ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal Deltan Dallagnol conseguiu uma vitória que, mesmo provisória, é importante para que ele possa disputar sem preocupações uma vaga ao Senado pelo Paraná em outubro. Um parecer do Ministério Público Eleitoral do estado defendeu a elegibilidade de Dallagnol, com argumentos que não deixam dúvidas quanto à regularidade de sua situação atual, mas que também evidenciam o quão absurda foi a decisão de 2023 do Tribunal Superior Eleitoral que cassou o registro de sua candidatura em 2022 com base na Lei da Ficha Limpa – uma decisão que, recorde-se, reverteu o que o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná havia julgado, e contrariou o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral.

Para colocar um fim às fake news espalhadas por políticos paranaenses de esquerda, Dallagnol havia procurado o TRE-PR com um Requerimento de Declaração de Elegibilidade, imediatamente contestado pela Unidade Popular (uma legenda nanica de esquerda) e pela federação formada por PT, PcdoB e PV. Todos os argumentos, os formais e os de mérito, foram rebatidos pelo procurador regional eleitoral Marcelo Godoy ao longo de cerca de 70 páginas. Godoy demonstrou, por exemplo, usando a jurisprudência do mesmo TSE que cassou a candidatura anterior de Dallagnol, que a decisão de 2023 “não opera efeito vinculante automático para o processo eleitoral em curso”, o que exige o reexame das circunstâncias de elegibilidade a cada pleito. Foi exatamente isso que o procurador eleitoral fez em seu parecer.

Especialmente relevante foi a forma como Godoy enfrentou o malabarismo jurídico que os ministros do TSE tiveram de fazer para cassar Dallagnol. A Lei da Ficha Limpa diz que só ficam inelegíveis os membros do Ministério Público que deixam o cargo enquanto respondem a processo administrativo disciplinar (PAD). Diante do fato cristalino de que não havia nenhum PAD aberto contra Dallagnol quando de seu pedido de exoneração, os ministros recorreram à bola de cristal: havia reclamações abertas que poderiam se tornar PADs e, ao deixar o MP antes que isso ocorresse, Dallagnol teria intencionalmente burlado a lei. No entanto, como diz Godoy, a fraude precisa ser provada, e os membros do TSE não o fizeram, recorrendo a ilações e exercícios de futurologia.

Se já era assim à época, escreve Godoy, ainda mais o é agora, porque nenhuma das reclamações, pedidos de providências ou sindicâncias existentes contra Dallagnol quando de sua exoneração se converteu em PAD, mesmo quando os alvos incluíam procuradores que permaneceram no MP. Além disso, segundo o procurador eleitoral, há documentação comprovando que Dallagnol já havia recebido convite para entrar na carreira política, e só depois disso pediu sua exoneração, passando então a integrar o Podemos, legenda pela qual se elegeu em 2022. Godoy afirma que cabe à Justiça Eleitoral analisar “se o ato de exoneração praticado em novembro de 2021 produziu, no plano concreto, o resultado proibido pelo ordenamento: o impedimento de que infrações disciplinares graves passíveis da pena de demissão fossem apuradas e sancionadas pelo órgão de controle competente. O exame exauriente do acervo probatório destes autos demonstra o oposto”. Ou seja: ao contrário da fábula criada por Benedito Gonçalves e endossada pelo restante do TSE, Dallagnol não havia deixado o MP com o objetivo de escapar de uma demissão certa que o tornaria inelegível.

“A quase totalidade dos pilares sobre os quais se estruturou o juízo de fraude à lei no julgamento de 2022 esvaziou-se completamente, perdendo a sua força persuasiva e a sua densidade jurídica”, diz o procurador eleitoral – se é que tais pilares um dia tiveram força e densidade, em vez de serem completamente ocos. A força dos fatos expostos por Godoy é avassaladora; que o Tribunal Regional Eleitoral a reconheça, como fez de forma tão acertada em 2023, e que o TSE, se for chamado a se pronunciar sobre a questão, não volte a cometer uma injustiça que atinge não apenas Dallagnol, mas todos os eleitores que lhe confiarem seu voto.

DEU NO JORNAL

PLANO DE ZORRA

Apesar de a campanha de reeleição de Lula (PT) já estar na rua, o plano de governo, o seu sétimo, ainda é ‘mistério’.

O plano petista deve ser apresentado apenas no fim de agosto.

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Num precisa apresentar plano.

Quem usa o juízo já sabe qual é:

Zorra total !!!!

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É MILHÃO QUE SÓ A PESTE!!!

Há duas semanas o governo federal petista passou da marca bilionária de despesas com viagens, em 2026, e “abriu”: agora, no total, Lula (PT) e cia. já conseguiram torrar mais de R$ 1,15 bilhão.

São R$ 499 milhões com passagens aéreas e – principalmente – mais de R$ 650 milhões com diárias distribuídas a funcionários.

Quase R$ 148 milhões foram destinados a viagens internacionais, que representam 13% do total.

A ministra Márcia Lopes (Mulheres) é quem mais custou aos pagadores de impostos com viagens: R$ 445 mil, aponta o Portal da Transparência.

O ministro Eloy Terena (Povos Indígenas) é o segundo maior gastão com viagens do governo do PT, no ranking da Transparência: R$ 355,6 mil.

Já são R$ 7 milhões os “outros gastos” das viagens do governo do PT, este ano. É o custo de taxas, seguros de viagens etc.

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Esse mi, mi, mi abssurdo deveria ser pago apenas por quem fez o L.

Mas num tem jeito: é arrancado também da banda decente do contribuinte brasileiro.

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LOROTAS NA EXCREMENTAÇÃO DIÁRIA

Lula (PT) dedica seu tempo apenas à campanha ou para tratar de temas de interesse eleitoral, mas de vez em quando faz promessas de investir em defesa.

Como sempre, é lorota: o desenvolvimento do submarino nuclear da Marinha, por exemplo, arrasta-se há anos, mas Lula passou ontem (19) pelo Centro Industrial Nuclear de Aramar, em Iperó (SP) fazendo de conta que ninguém sabe do seu corte de quase 52% no orçamento de 2025 e 2026 para esse submarino de propulsão nuclear.

No ano anterior à posse de Lula, 2022, sob gestão de Jair Bolsonaro, o projeto tinha orçamento de R$ 519,46 milhões.

Quando Lula colocou o pé na Presidência, a torneira fechou e os recursos escassearam. Para 2023, encolheu para R$ 185,82 milhões.

Em 2025, o projeto até ensaiou um fôlego, contou com generosos R$ 615,12 milhões. Mas minguou este ano: só R$ 297,32 milhões.

Prestes a fechar 4 anos no poder, Lula passou quase 20 anos sem dar as caras nas instalações. Só pisou em Iperó em 2007 e nunca mais.

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A nota aí de cima, se refere à fala do descondenado dizendo que “como sempre é lorota”.

E isso dito, está dito tudo.

Não precisa falar mais nada.

Lorota faz parte do excremento oral diário do falador.

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A GASTANÇA GOVERNAMENTAL COMEÇA A DERRUBAR O VAREJO

Editorial Gazeta do Povo

As Casas Bahia pediram recuperação judicial e tiveram prejuízo de R$ 10 bilhões no segundo trimestre deste ano

Em poucos dias, duas grandes redes de varejo, com décadas de atuação e conhecidas por todos os brasileiros, pediram recuperação judicial, evidenciando sua frágil situação. No domingo, as Casas Bahia, rede que teve prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre deste ano, protocolou o pedido no Juízo de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. Na véspera, o conglomerado das Lojas Marabraz pediu a recuperação judicial de cinco de suas empresas. O instrumento é usado por empresas em apuros, antes que passem a correr risco concreto de falência, permitindo renegociação das dívidas com credores; ainda que a recuperação seja bem-sucedida e as redes não fechem as portas, os dois episódios mostram as consequências nefastas de uma política fiscal desastrosa, que insiste em manter a economia rodando muito acima de sua capacidade.

A história de cada empresa que busca a recuperação judicial ou vai à falência tem suas peculiaridades. Um caso emblemático é o de outra gigante do varejo, as Lojas Americanas, cujo declínio ocorreu devido a uma fraude contábil na casa das dezenas de bilhões de reais. Outras empresas vivem disputas internas entre sócios (é o caso da Marabraz), ou colhem os resultados de decisões de negócio equivocadas, como a demora em se adaptar a modelos de comércio eletrônico. Mas há um elemento comum que é fatal para as grandes redes varejistas: os juros altos, que dificultam a manutenção de estoques, reduzem o apetite do consumidor e encarecem o crediário, vital para empresas que vendem bens como móveis e eletrodomésticos, os carros-chefe de redes como Casas Bahia e Marabraz. Esses produtos pertencem àquela categoria cuja aquisição o consumidor costuma adiar em tempos de vacas magras, redirecionando o consumo para os itens de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos.

Apontar a influência dos juros altos no declínio de grandes redes varejistas, no entanto, é contar a história apenas pela metade. É preciso perguntar por que o Banco Central continua a manter a Selic em patamares tão altos, quase dez pontos porcentuais acima da inflação medida pelo IPCA. E a resposta não está no BC, mas no Palácio do Planalto. Ao levar adiante uma política fiscal baseada na expansão dos gastos e no estímulo ao consumo, de forma a manter a economia superaquecida, Lula criou a pressão inflacionária que forçaria o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a retomar o aperto monetário, depois de um ciclo de afrouxamento no primeiro ano e meio do terceiro mandato lulista.

Com recordes sucessivos no número de famílias brasileiras endividadas e inadimplentes, e o fracasso dos programas eleitoreiros de renegociação como o Desenrola (cuja primeira versão acabou servindo para elevar o endividamento, segundo o BC), o brasileiro ou parou de comprar, ou está redirecionando seu consumo. E, assim, o modelo lulista, que era uma repetição turbinada da “nova matriz econômica” que nos legou a recessão de 2015-16, começa a mostrar sua exaustão, arrastando consigo gigantes que não caíram nem mesmo na maior crise econômica da história do país, e que ficaram mais vulneráveis devido a eventuais fragilidades individuais ou que afetam determinados setores.

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MORBIDEZ

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente.

Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

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Coisa mórbida.

Um condenado à morte em seu país que recebeu a maior condecoração brasileira.

Muito estranho mesmo.

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FALSIDADE

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

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É mesmo.

Ex-presidiário jurar combater crime é coisa mais falsa do que nota de 13 reais.

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PATRIMÔNIO COM O DINHEIRO PÁTRIO

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano.

Quase todos tiveram aumento no patrimônio.

Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil.

Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$ 88,5 mil.

Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$ 497,9 mil em bens.

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$ 72,1 mil (2022) para R$ 366,4 mil.

Lula e o aliado Clécio Luís, governador milionário do Amapá

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Êita peste!

A cambada lulo-esquerdo-petralhal não nega a origem.

Seguem o chefe direitinho e aumentam o patrimônio de maneira fabulosa.

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