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ROMBÃO

A expectativa é que sejam torrados pelo governo mais de R$ 6,41 trilhões até o fim do ano.

Mas a arrecadação não acompanha e a previsão é que fique em R$ 6,34 trilhões: rombo oficial de quase R$ 60 bilhões.

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Expectativa de torração de mais de meia dúzia de trilhões!

É um tri, tri, tria da porra!

Tudo dentro dos conformes da atual desgunvernança.

 

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ESBANJANJANDO NOSSO DINHEIRO

Há mais de um mês o Portal da Transparência não atualiza quanto o governo Lula (PT) gasta com viagens.

O último número foi divulgado em 4 de setembro, um mês antes do primeiro turno: R$ 1,31 bilhão.

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Pouquinho, pouquinho.

Apenas uns trocados a mais no bi, bi, bi.

E nós pagamos se rindo-se e com muita satisfação.

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NA CASA DO TRI, TRI, TRI

A Gasto Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), aponta que o brasileiro já bancou R$ 4,3 trilhões dos governos, apenas em 2026.

O governo federal de Lula (PT) é o maior responsável pela conta: mais de R$ 2 trilhões.

A expectativa é que o governo petista custe ainda mais de R$ 750 bilhões até o final do ano; R$ 2,75 trilhões no total.

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É dinheiro pra cacete!

E sai tudo do bolso do contribuinte.

Nós é que bancamos essa orgia governamenteira.

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TÁ FEIA A COISA

A reação atabalhoada do PT, Polícia Federal e Procuradoria-Geral da República, tentando desqualificar a reportagem da Veja sobre acordo de corrupção de R$ 1 bilhão em propina de Daniel Vorcaro para pessoas próximas do presidente, parece uma jogada para não terem de explicar a recusa de investigar os fatos graves em gravações e documentos.⁠

A revista não atribui os áudios a depoimentos na PF ou PGR, como fizeram parecer: esclarece que foram obtidas com fontes próximas de Vorcaro, cujo advogado Daniel Bilinski confirmou: a voz é mesmo do ex-banqueiro.

PF e PGR não investigaram denúncia de R$ 30 milhões em dinheiro vivo para o Instituto Lula, entregues a João Vaccari Neto, compadre de Lula.

A PGR alegou “falta de provas”, apesar da profusão de mensagens, registros de retiradas, identificação de quem recebeu, rotas de entrega.

Temos órgãos de investigação que nem sequer sugerem a possibilidade de periciar os áudios e abrir procedimento investigativa. Tá feia a coisa.

Ainda mais revelador é Vorcaro relatar em áudio que “Ubiratan”, braço direito do PGR Paulo Gonet, barrou qualquer delação envolvendo Lula.

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A expressão “profusão de mensagens”, contida nesta nota aí de cima, resume tudo.

Um verdadeiro tsunami de fatos.

Escancarou a safadeza lulo-petralha!

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VORCARO, ANA ELISA E A DESTRUIÇÃO DO PT

Luís Ernesto Lacombe

ana elisa lula pt

Ana Elisa ao lado de Lula na quarta-feira (7): escolha desastrada da campanha petista

Sempre foi assim: corrupção, mentiras e uma incompetência proposital. Sempre foi isso o PT. Não dá nem para citar todos os casos de corrupção envolvendo o partido. Os principais foram: mensalão, petrolão e, agora, Banco Master e INSS. Sendo uma legenda socialista, comunista, sua ligação basilar com mentiras não pode ser negada. Em época de campanha, isso fica ainda mais descarado. A turma do Lula mente, mente, e mente mais um pouco.

São lorotas tão delirantes que os apoiadores de Flávio Bolsonaro estão certos ao rebater as invenções com o uso do humor… Os marqueteiros do petista não têm como conquistar votos, já que tentam vender um produto muito ruim, com data de validade vencida desde seu lançamento, mas conseguem produzir gargalhadas aos milhões. E a incompetência não é aquela de quem tenta acertar, de forma bem-intencionada, usando fórmulas erradas, que nunca deram certo. Não há inépcia. Na verdade, há, sim, o objetivo de manter a maior parte da população na pobreza, dependente das migalhas do Estado.

A boa notícia é que estamos muito perto de dar fim a tudo isso. As denúncias de Daniel Vorcaro contra o governo Lula divulgadas pela revista Veja reforçam esse caminho. Num áudio do ex-banqueiro, gravado durante uma de suas tentativas de delação, ele fala explicitamente que destinou R$ 30 milhões de forma ilegal à produção de um documentário sobre Lula. Ele afirma que não foi investimento dentro da lei, era propina em dinheiro vivo, para que o Banco Master tivesse acesso a recursos de fundos de pensão de servidores federais. Quanto à verba destinada ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, Vorcaro também é muito claro: foi um investimento legal, foi patrocínio… E ele dá mais informações ainda sobre como comprou facilidades no governo petista, com pagamentos ao Instituto Lula e a promessa de entregar ao PT 10% de tudo o que captasse dos fundos de pensão… Vorcaro dá nomes dos envolvidos, apresenta mensagens de WhatsApp, e-mails, informações sobre os pagamentos… E o que faz Paulo Gonet? Rejeita o acordo de delação do ex-banqueiro…

Além de Daniel Vorcaro, Ana Elisa, deputada federal eleita pelo PT de Minas Gerais, também contribuiu para minar a campanha de Lula. Ela era a grande aposta do petista para melhorar sua comunicação nas redes sociais… Pois a jovem política, não satisfeita em assassinar a língua portuguesa, também defende em seus perfis o assassinato de bebês no ventre das mães e uma guerra sem tréguas a brancos, empreendedores e evangélicos, chegando ao cúmulo de defender que Lula fechasse igrejas. Até publicações da moça em que ela apoia a perseguição política a conservadores por Alexandre de Moraes foram encontradas. E o que fez a tal Ana Elisa? Fechou sua conta no X. Tarde demais… Muitos brasileiros já abriram os olhos. E tudo indica que a desgraça que o PT gerou para o Brasil em décadas, em 18 anos no poder, está voltando contra a turma do Lula com uma força multiplicada. E, mesmo assim, ainda é pouco.

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POR QUE A ECONOMIA PODERIA MELHORAR COM FLÁVIO BOLSONARO

Alan Ghani

A reação do mercado à perspectiva de vitória de Flávio Bolsonaro reflete a expectativa de reformas fiscais, juros menores e crescimento sustentável. O desafio será transformar otimismo em resultados.

Após o resultado do 1º turno, trazendo o favoritismo de Flávio Bolsonaro para ganhar as eleições (47% dos votos válidos contra 45% de Lula), o mercado reagiu positivamente no dia seguinte ao fechamento das urnas. O Ibovespa subiu 7,70%, os juros futuros chegaram a cair quase 2 p.p., e o dólar despencou 4,12%.

O otimismo é justificado porque o mercado entende que, com Flávio Bolsonaro, haveria mais probabilidade de reformas estruturais capazes de estabilizar a dívida pública e gerar crescimento sustentável. Os investidores antecipam no preço dos ativos a aprovação de medidas fiscais determinantes para reduzir os juros, com impactos favoráveis para a atividade econômica e para o mercado de capitais.

A lógica é simples. A austeridade fiscal reduz o prêmio de risco da dívida pública e aumenta a potência da política monetária. A queda de juros dos títulos públicos reduz o custo de capital de terceiros para as empresas (crédito bancário e debêntures) e incentiva os investimentos em ações, na medida em que há perda de atratividade dos títulos de renda fixa emitidos pelo governo. Tudo isso se resume em aumento de investimento para as empresas, trazendo crescimento da renda e do emprego.

É claro que, da expectativa até a aprovação de reformas fiscais, há um longo caminho. Mas, no caso de Flávio, há sinais favoráveis. Tudo indica que o candidato do PL monte uma equipe econômica técnica, de nomes de peso, como aquela de seu pai, formada por Paulo Guedes, Mansueto Almeida, entre outros. O segundo sinal positivo é que Flávio Bolsonaro conta com a maioria do Congresso para aprovação de reformas estruturantes.

Conta ainda a favor do senador o fato de ele ter sinalizado que não concorrerá a uma reeleição em caso de vitória.

Essa condição é potencializada pelos desafios de reverter a herança maldita deixada por Lula. O atual senador herdaria um país com uma dívida pública de aproximadamente 83% do PIB e deterioração das regras fiscais. Não há dúvidas de que Flávio Bolsonaro teria que rever essas regras e ainda propor um enxugamento da máquina pública com corte de ministérios, desindexação de reajustes, desvinculação de gastos e redução de subsídios.

O avanço de reformas fiscais poderia reduzir os juros de forma permanente e estrutural e ampliar a capacidade do Estado de investir no que interessa: infraestrutura, educação de base e técnica, saneamento — a fim de gerar crescimento sustentável.

Se conseguir esse feito, já colocaria Flávio Bolsonaro na condição de um grande presidente. Se ainda emplacar uma reforma do Judiciário, resgatando a segurança jurídica, Flávio Bolsonaro se tornaria um estadista.

Por enquanto, o mercado acredita no senador. Não à toa, alguns bancos de investimento dos EUA projetam a bolsa a 250.000 pontos e o dólar a R$ 4,50. Claro, tudo isso depende do resultado do dia 25 de outubro.

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O BRASIL NÃO PODE BAIXAR A GUARDA

Editorial Gazeta do Povo

Uma renovação poderosa das lideranças políticas do Brasil floresceu de norte a sul. A conclusão do primeiro turno das eleições nos permite esperar uma nova etapa de nossa história. Falta ainda uma batalha decisiva: a escolha do presidente da República, com o segundo turno marcado para o dia 25; mesmo assim, o que já foi alcançado, com a eleição de uma maioria robusta de senadores e deputados federais comprometidos com o fim dos abusos do Supremo Tribunal Federal, permite antever tempos mais promissores. Este movimento sólido e consistente, de grande parte dos brasileiros, de claro repúdio à opressão e à destruição dos valores de nossa sociedade é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.

Comemoração, portanto, mas com prudência e atenção, pois os dias que antecederam o primeiro turno, com intervenções autoritárias e sem precedentes de ministros do STF e do TSE nas eleições, só mostram que o consórcio de autoridades, congregando principalmente membros do Judiciário e membros do atual governo petista, estava disposto a tudo para impedir uma renovação da política nacional – e nada indica que ele tenha arrefecido nessa disposição, especialmente depois dos resultados do dia 4. Os autoritários saem enfraquecidos, sem dúvida, mas não é o momento de a sociedade baixar a guarda ou reduzir a atenção. A situação que vivemos hoje só pôde ser construída graças a anos de omissão e conivência – e elas nunca são uma escolha razoável.

Cada voto importa, e os verdadeiros democratas não podem esmorecer no esforço de despertar a consciência do maior número possível de pessoas. Esta Gazeta do Povo já afirmou, na semana passada, e volta a fazê-lo: ninguém, seja de direita, de centro ou de esquerda, deveria considerar o voto no PT. Não se trata de visão de mundo ou de convicções mais à esquerda ou mais à direita, mas do retorno à normalidade democrática e ao equilíbrio de poderes, vergonhosamente destruídos por Lula, em parceria com o STF. Apesar da mudança de ares no Senado, uma reeleição do atual presidente pode dificultar e retardar o processo de normalização, e não lhe faltam meios para conseguir uma cristalização dos abusos que todos temos testemunhado.

E não se trata apenas de derrotar o petismo, mas também de impedir uma deterioração ainda maior nessas três semanas que separam os dois turnos de votação. Bons analistas têm afirmado que os ministros do STF estão no modo sobrevivência e, apesar de alguns acenos recentes, podem perder o restante do pudor que porventura ainda lhes reste: seriam capazes de qualquer atropelo ao direito se vislumbrassem a chance de se manter no poder com os privilégios que acumularam. É muito possível que continuem assim neste período que vai até o segundo turno, e mesmo depois.

Isso significa, sobretudo, a necessidade de mobilização. Todos os brasileiros decentes, todas as entidades decentes deste país não podem se omitir e precisam estar prontos para se manifestar, em uma reação rápida, no caso de se vislumbrar qualquer abuso, a exemplo de decisões limitando críticas de Flávio Bolsonaro a Lula e liberando o inverso, ou qualquer tipo de argumentação espúria e ridícula, que coloque em dúvida a validade das eleições com a desculpa de uma suposta influência estrangeira. Já vimos ações parecidas antes do primeiro turno, a exemplo do vaivém de decisões judiciais envolvendo fake news sobre Nossa Senhora Aparecida. Qualquer novo abuso precisa ser condenado e anulado no nascedouro.

Um exemplo importante veio do Paraná, onde inúmeras entidades muito representativas do estado gravaram um vídeo, solicitando ao TSE que preservasse a integridade do voto dos paranaenses na controvérsia envolvendo a elegibilidade de Deltan Dallagnol, candidato ao Senado. Esse voto seria inevitavelmente jogado no lixo caso o ex-procurador da Lava Jato fosse declarado inelegível horas antes da eleição – como de fato ocorreu –, em um claro movimento de vingança e eliminação de um claro paladino da liberdade. Sabe-se que o vídeo chegou a alguns dos ministros; e sabemos que a decisão certa veio, na madrugada do domingo. Este caso mostra que a mobilização não é inútil e sua força não pode ser subestimada – e neste caso específico é fundamental que ela continue, pois ainda haverá um julgamento no plenário do TSE.

A Gazeta do Povo continuará cobrando a abertura da investigação sobre Alexandre de Moraes; continuará pedindo coragem aos atuais senadores, para que dobrem Davi Alcolumbre e consiga a abertura do processo de impeachment de Moraes ainda nesta legislatura; continuará atenta à destruição das contas públicas do país nesses últimos meses de governo; e começará, assim que a eleição se definir, a ajudar a jogar luz sobre as grandes propostas que podem levar o Brasil a ser, enfim, um país decente, rico e seguro. Um país cheio de vitalidade, de vibração, cheio de paixão pelo que é nobre e bom e profundamente democrático.

A reconstrução não será rápida. Os intocáveis, os ministros do STF que se apropriaram do poder que pertence ao povo, e todos que atuam sob sua influência, vandalizaram instituições e princípios fundamentais para o bom funcionamento de uma sociedade: a liberdade de expressão, o devido processo legal, o equilíbrio de poderes, o respeito pelas regras do jogo. Não será fácil devolvê-los ao estado anterior, pois já são dez anos de destruição. Pode levar tempo, mas este esforço é a prioridade nacional. Trata-se da pré-condição mesma da vida em sociedade; da pré-condição da democracia; da pré-condição do progresso, e a perspectiva de retomamos o bom caminho deve nos animar, pois teremos muito a fazer quando nos livrarmos do entulho autoritário que o Judiciário e o Executivo atuais espalharam pelo Brasil.