Arquivo diários:1 de maio de 2026
DEU NO JORNAL
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
VIOLANTE PIMENTEL – NATAL-RN
Prezado Editor Luiz Berto,
Boa tarde!
Estou encaminhando texto que escrevi no dia da morte de Airton Senna (1 de maio de 1994), de tão chocada que fiquei.
Acredito que o Brasil inteiro se comoveu, diante da dolorosa tragédia.
O mar da Barra do Cunhaú se transformou num mar de lágrimas. O dia de repente ficou nublado…
Até o sol ficou triste.
Grande abraço!
* * *
A MORTE DE AYRTON SENNA – 1º DE MAIO DE 1994
O DIA EM QUE O BRASIL CHOROU…E A BARRA DO CUNHAÚ TAMBÉM CHOROU…
Era o feriado de 1º de maio, um dia de domingo, um dia de sol, um dia de mar, um dia de GP de Fórmula 1, com a expectativa de mais uma vitória de Ayrton Senna, que estava no auge do sucesso na modalidade de esporte que ele elegeu como prioridade em sua vida.
A Barra do Cunhaú era só alegria. A grande expectativa era a corrida de Fórmula 1. Os televisores ainda eram pequenos, com, no máximo, 20 polegadas. A cerveja corria solta, na Barra do Cunhaú, aliviando o calor, na euforia do feriado do Dia do Trabalho, como também pela expectativa da corrida.
O Bar de Neco, o “point” da Barra do Cunhaú naquela época, encontrava-se com suas mesas todas ocupadas, inclusive com caravanas do interior, em comemoração ao “Dia do Trabalho”.
As conversas da maioria das pessoas, principalmente dos homens, giravam em torno da grande corrida de Fórmula 1, prestes a começar. Todos tinham certeza de que seria mais uma vitória do nosso tricampeão AYRTON SENNA, no auge da sua carreira, e no vigor dos seus 34 anos, e que tantas alegrias vinha dando ao esporte brasileiro, na modalidade de esporte por ele escolhida.
Começou a corrida, e o barulho das conversas diminuiu, sendo substituído pelo barulho dos motores dos carros que participavam do certame.
De repente, o acidente fatal, ocorrido com o ídolo brasileiro Ayrton Senna…
A perplexidade se estampou no rosto dos telespectadores, instalando-se o pânico entre as pessoas que lotavam o Bar de Neco.
Ninguém queria acreditar no que estava claro nas imagens da televisão e nas palavras dos comentaristas esportivos: AYRTON SENNA ESTAVA MORTO!!!!
Um dia, que todos esperavam que fosse só de alegrias, de repente, não mais que de repente, se transformou num dia cinzento, com gosto de fel, não só para o mundo esportivo, como para todo o Brasil, que não se conformava em ver seu ídolo Ayrton Senna, no auge de sua carreira e no vigor dos seus 34 anos, ter sua vida ceifada ao praticar o esporte que ele amava.
A confirmação da triste notícia levou às lágrimas todo o Brasil, inclusive aquele recanto abençoado por Deus, a Barra do Cunhaú.
No Bar de Neco, onde eu me encontrava, a comoção foi geral, todos choraram, e as águas do mar se turvaram…
A Barra do Cunhaú também chorou…
DEU NO X
NÃO APARECEU NINGUÉM… NEM POVO, NEM AUTORIDADES…
Boulos foi ao Acre como Ministro de Lula. O povo não compareceu. Nenhuma autoridade apareceu. Ele ficou triste.
Que fim de governo hein @GuilhermeBoulos! Quem diria não é mesmo? pic.twitter.com/oDxPiKULy5
— Mario Bohm (@mcbohm) May 1, 2026
DEU NO JORNAL
A SEGUNDA MAIOR HUMILHAÇÃO DE LULA
Francisco Escorsim

Ao rejeitar Messias, Senado mostrou a Lula que o considera um fraco
“Eu não pararei porque não sou mais um ser humano, sou uma ideia.” Volta e meia lembro desse discurso de Lula em 7 de abril de 2018, dia da sua primeira maior humilhação na vida, quando foi preso.
É impossível saber que diacho de ideia seria essa, dado que Lula não tem nenhuma que seja originalmente sua. Mas ao dimensionar a sua imensíssima vaidade, repleta de petulância e autoengano, acabou fornecendo uma “chave de interpretação” para tudo que faria depois.
A “ideia” que ele diz ter se tornado não é, na verdade, uma ideia, mas uma imagem. A imagem de um mito político como Getúlio Vargas, Nelson Mandela, Winston Churchill, Fidel Castro, Mahatma Gandhi e outros tantos. Não importa aqui a ideologia dessas figuras, se de esquerda ou direita, democratas ou não, mas a relevância para a história.
Tenho dito e escrito, redito e reescrito, que Lula III não governa para a esquerda, para o PT, para o povo, para o Brasil, mas apenas e tão-somente para si, para consolidar esta autoimagem mitológica que acredita possuir.
Daí a importância de parecer mais de esquerda nos discursos do que nos demais mandatos, também nos posicionamentos internacionais. Animou-se a olhos vistos quando os EUA aplicaram as tarifas, retiraram vistos de autoridades brasileiras etc., pois isso lhe deu a oportunidade de posar de defensor do verde e amarelo, de ser “o cara” que confrontou e venceu Trump.
Tudo que estamos testemunhando, portanto, é o capítulo final de uma ficção autobiográfica. Por isso, a segunda maior humilhação da autoimagem de Lula aconteceu nesta semana, com a rejeição da indicação de Jorge Messias. Não pelo indicado, não porque o fato seja ou não relevante, não pelos efeitos políticos e eleitorais, mas pelas capas dos jornais no dia seguinte.
Folha de S.Paulo: “Senado rompe tradição de 132 anos, rejeita Messias no STF e derrota Lula”. O Estado de S.Paulo: “Lula é o 1.º Presidente em 132 anos a ter indicação ao Supremo rejeitada”. O Globo: “Em derrota de Lula, Senado barra um indicado ao STF pela 1.ª vez desde 1894”. Também nos jornais internacionais, como o argentino Clarín: “é o primeiro indicado ao Supremo Tribunal Federal rejeitado pelo Senado em mais de cem anos”.
O fato, como se vê, é por si só histórico, independentemente de quem indicou e quem foi indicado. No caso de Lula, esta dimensão histórica é o que lhe afeta mais, é o que atinge sua pretensão mitológica. É bom destacar, aliás, que a derrota de Messias é uma derrota pessoal de Lula, mais que do governo. Neste seu terceiro reinado, Lula só indicou pessoas de sua inteira confiança ao STF, pouco importando se possuíam ou não notório saber jurídico. Cristiano Zanin foi seu advogado pessoal, Flávio Dino é fiel aliado político e Messias, um ajudante de ordens de longa data, nada além disso.
Não são poucos os que duvidam que Lula se manterá candidato se reconhecer que corre sério risco de perder. Não quer encerrar sua trajetória política assim, derrotado. Também acho isso, pela razão acima. No fundo, é isso que dói: não a derrota política, mas o abalo na narrativa que Lula esculpiu para si desde aquele caminhão de som.
A recusa do Senado foi, indiretamente, contra o enredo imaginado pelo presidente, aquele onde o herói volta triunfante, eterno, incontestável. O primeiro “não” em 132 anos é o aviso de que o mito não funciona, que o mundo político o enxerga como um fraco. Nada humilha mais uma ideia do que ser devolvida ao corpo de um ser humano comum.
DEU NO JORNAL
SE CAGANDO DE MEDO DO ESVAZIAMENTO
DEU NO X
ABRINDO OS COFRES PROS CALOTEIROS
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
SCHIRLEY – CURITIBA-PR
DEU NO X
COITADINHO… É DE FAZER PENA…
Falaram que aquela foto era fake. Não era, não. Tem até vídeo. pic.twitter.com/b9bCXMaQXP
— Jeffrey Chiquini (@JeffreyChiquini) April 30, 2026
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
PRIMEIRO DE MAIO, FERIADO
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO



