
Você disse adeus e foi embora
Me deixou pensativo e arrasado
Sem dormir alguns dias, endoidado
De saudade, pensando no seu fora.
Sem saber o que faço mais agora
Eu espero aquela ligação,
Um e-mail, um “zap”, na ilusão
De você perdoar o meu fracasso
Porque eu já não sei mais o que faço
Pra voltar a ganhar seu coração.
É difícil pensar que nem amigo
Posso ser de quem tanto me deu o colo
E agora insiste em voo solo
Desprezando o que já viveu comigo.
Se eu fui pra você qualquer abrigo
Em resposta ao colo que me deu
Deixe o tempo passar, que serei seu
Deixe a vida correr sem brevidade
Mas não queira me matar nesta saudade
Que só fere e traz dor ao peito meu.
Foi o que restou? pic.twitter.com/48D5qhVHdX
— Nanibarbosa (@RosaneBonoro) May 23, 2026
Bom dia 😃 a todos
Neste dia 24 de maio, celebramos a proteção, a fé e a esperança trazidas por Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali, homenageando suas bênçãos, força espiritual e auxílio nas jornadas da vida.
Nossa Senhora Auxiliadora é reverenciada como guardiã e protetora dos fiéis, especialmente em momentos de dificuldades. Suas mensagens inspiradoras destacam fé, amor, esperança e auxílio divino no cotidiano:
* “Feliz Dia de Nossa Senhora Auxiliadora! Que a sua intercessão nos guie sempre nos caminhos da fé, da esperança e do amor.”
* “Que neste dia especial, sintamos sua presença maternal em nossas vidas, nos auxiliando em todas as nossas necessidades.”
* “Que a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora esteja sempre conosco, iluminando nossos passos e nos conduzindo ao encontro de Cristo.”
* “Hoje celebramos sua bondade e auxílio, que nos fortaleçam e nos inspirem sempre.”
* “Que sua presença maternal nos console nos momentos de dificuldade e nos encha de esperança e alegria” .
Santa Sara Kali é conhecida como Padroeira do Povo Cigano e dos desesperados, celebrada especialmente no dia 24 de maio na região de Saintes-Maries-de-la-Mer, França. Sua devoção é marcada por história, legendas e tradições orais:
* Guardiã dos viajantes e protetora dos aflitos, sua energia simboliza proteção, fé, abundância e resiliência .
* Considerada ancestral e mãe espiritual pelos ciganos, Sara Kali é invocada para saúde, prosperidade, proteção em viagens, fertilidade, resolução de dificuldades materiais, amor e superação de angústias .
* Histórias relatam que Sara acompanhou as Santas Marias e ajudou a conduzi-las através do mar, oferecendo auxílio e esperança para os perseguidos .
* Sua imagem é tradicionalmente coberta por mantos coloridos, simbolizando proteção e promessas de devoção feitas pelos fiéis .
Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali , Rogai por Todos Nós Amém 🙏🏻📿 Que Deus e o Anjo 👼 Manakel esteja conosco o dia todo. 🙏🏻 Salve Santa Sara Kali. Opocha
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
– Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
que arde no eterno azul, como uma eterna vela !
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
– Pudesse eu copiar o transparente lume,
que, da grega coluna á gótica janela,
contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela !
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
– Misera ! tivesse eu aquela enorme, aquela
claridade imortal, que toda a luz resume !
Mas o sol, inclinando a rutila capela:
– Pesa-me esta brilhante aureola de nume…
Enfara-me esta azul e desmedida umbela…
Porque não nasci eu um simples vaga-lume?

Joaquim Maria Machado de Assis, Rio de Janeiro-RJ, (1839-1908)
Após editar decreto que a oposição classifica como censura às redes sociais, Lula (PT) esteve no programa “Sem Censura”, apresentado por Cissa Guimarães, que recebe R$ 100 mil por mês da estatal EBC.
* * *
Assina decreto de censura e vai dar entrevista num programa chamado “Sem Censura”.
Num é pra rir.
É pra emputecer qualquer cidadão de bem.
Quanto aos 100 mil por mês, é muito pouco.
Pro padrão lulo-petralha, essa minxaria é um tiquinho de nada.
O caminho perseguido dia após dia
Faz pouco tempo. São passados poucos anos, quando a Summit Entertainment apresentou no Brasil, a obra de ação e ficção científica “O livro de Eli”, dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes, tendo como protagonista o genial Denzel Washington.
Quem não viu, perdeu uma magnífica obra de entretenimento. O filme é daqueles que nos permite e faz comer vários pacotes de pipocas.
Eis que, quando a cor alaranjada do nascer do dia ouvia o cantar madrugador do galo, e, sem dizer “bom dia” penetrava por todas as frestas que existiam na parede da casa, eu, ainda atordoado, levantava da rede num pulo só, e me dirigia à latada para apreciar e me deixar “lavar” por aquela luz divina. Um bálsamo!
Poucos minutos depois daquele espetáculo que poucos têm o privilégio de ver, café tomado, me punha na estrada longa da vida, caminhando para onde, com certeza desejaria, voltar: a vida.
O sol morno terminava de iluminar o meu rosto, enquanto, com métodos e com obrigações a cumprir, eu caminhava para pegar o sol e trazê-lo para dentro de mim, como se aquela luz fosse egoisticamente só minha.
E não era – “o sol sempre foi e será para todos”.
Uns poucos aproveitam sua luz divina e brilham, espraiando bondade. Fazendo o bem. Iluminando a escuridão de muitas almas caminhantes. Como eu, que insistia em continuar caminhando para pegar o sol.
Não. Eu não sou apenas mais um Eli. Eu sou outro Eli. Diferente dos Elis da vida e com a vontade de escrever o meu próprio livro. Com o nascer do sol de cada dia, e o caminhar que a vida nos permite.
Embevecido pelo caminhar incessante, envolvido pela luz solar que aos minutos que passam muda da cor alaranjada e, com o milagre de todos os dias, se torna incolor. Mas continua nos banhando, lavando e secando para a vida. Para o caminhar que quer apenas pegar o sol e trazê-lo para dentro de si. Egoisticamente.
Agora, o sol se faz sentir pelo calor. Pela intensidade de si mesmo.
Mais uma manhã se foi. O galo desperto já cantou. Agora o som da vida é inaudível. Quase nulo. Mostrando apenas o movimento forte e passageiro das nuvens brancas que, pelo movimento, nos mostra o azul infinito do céu.
Caminho. Eis que chego ao pico onde o caminhar feito me permite olhar o sol, conversar com ele, que, como mais uma bênção de Deus, volta a se alaranjar. Agora, pela cor de despedida daquele dia – mas certamente voltará amanhã e será cumprimentado pelo cantar madrugador do galo.
Aos poucos, aparentemente repetindo o espetáculo matinal, agora ao reverso, o sol vai se escondendo e nos deixando órfãos da beleza repetitiva de todos os fins de tarde.
O fim do dia poético da caminhada
Eu, ungido ou não, conversei com o sol. Como se Ele, o sol, fizesse parte da minha família. Havia ares de intimidade, de proximidade, de confiabilidade…. e de respostas dadas, convincentemente.
Quem sabe, amanhã, quando o galo me acordar e as cores alaranjadas repetirem o espetáculo da invasão pelas frestas da parede, eu volte a tentar pegar o sol.
Egoisticamente, e só para mim.
Desço do ponto do qual pude apreciar e conversar com o sol – agora, meu amigo íntimo. Nos envolvemos. Nos aproximamos a ponto de revelar nossos segredos e nossos desejos mútuos.
Eu, de pegá-lo só para mim.
Ele, de me fazer ver e entender, que “o sol é para todos”.
Assim Deus quer e permite.
Por hoje estou convencido. Provavelmente amanhã pensarei diferente.
A volta para a casa
Caminho de volta para a casa. Satisfeito por ter escrito mais uma página do “meu” livro de Eli.
Espero ter o privilégio divino de acordar com o cantar do galo, enquanto me regozijo pela volta.
Amanhã, com certeza o galo canta. Hoje, agora, meu prêmio é a sinfonia rítmica e de paz das cigarras.