Arquivo diários:15 de abril de 2026
DEU NO JORNAL
DEU NO X
COMUNICADO
Hoje estive com o Presidente Jair Bolsonaro, após mais de uma semana sem vê-lo. Cumpri o protocolo inventado, permanecendo pelas duas horas autorizadas, encontrando meu Pai mais forte. Os soluços diminuíram, a quantidade de medicamentos também, e ele está visivelmente mais ativo. Conversamos bastante, como sempre, sobre futebol, política e o nosso dia a dia. Esses momentos, mesmo que breves, me enchem de alegria.
Ele me relatou que provavelmente passará por mais uma cirurgia, desta vez no ombro, em decorrência da queda sofrida nas dependências da Polícia Federal. Aquela mesma que só foi autorizada sua ida ao hospital após mais de 24 horas, quando então foi constatado um traumatismo craniano leve.
É impossível não notar, de imediato, a perda significativa de massa muscular, consequência direta das limitações impostas à sua locomoção diária. Ainda assim, sua força e lucidez permanecem inacreditavelmente positivas.
Mesmo sendo um preso político, condenado sem ter desviado um centavo dos cofres públicos, passando por um processo sofrendo todas as ilegalidades possíveis para cumprirem mais uma missão dada, assino novamente: o Bicho é Bruto Demais!
Sinceramente, confesso: poder estar ao lado do meu pai, mesmo que por pouco tempo, fez o meu dia.
O Presidente me pediu para transmitir um abraço a todos e reforçar que devemos nos manter firmes e confiantes.
Deus, Pátria, Família e Liberdade!
Brasília, 15 de abril de 2025.
Carlos Bolsonaro
COMENTÁRIO DO LEITOR
GRANDE FILME
Comentário sobre a postagem MAR ADENTRO (2004) – REFLEXÃO SOBRE A MORTE ASSISTIDA
Marcos Mairton:
Grande história! Grande filme!
Andei pesquisando alguma coisa sobre o caso que serviu de inspiração ao filme.
Até onde fiquei sabendo, de duas maneiras o caso foi levado à Justiça espanhola, mas acabou não tendo o mérito analisado.
Na primeira, Sampedro buscou autorização para por fim à própria vida, com auxílio médico, mas o pedido não chegou a ser apreciado porque o juízo perante o qual foi feito o pedido teria se declarado incompetente, ou seja, o foro adequado seria o de outro local.
Ele, por meio de seus advogados, recorreu, mas não conseguiu reverter a sentença. A frustração dele com o ocorrido é retratada no filme.
Depois da sua morte, teria havido uma investigação criminal, para buscar eventual prática criminosa, mas o caso prescreveu, sem jamais ter sido julgado.
Não entro em detalhes porque estou escrevendo de memória, mas o caso é interessantíssimo do ponto de vista jurídico.
DEU NO X
FOI SÓ LIDERAR AS PESQUISAS…
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
MAIS UMA PRAGA PARA O BRASIL
DEU NO X
CUMPANHÊROS COCHICHANDO
A máfia se encontra.
Cochicham, cobrem a boca e confabulam.
Ao final, um gesto negativo de Lula após a confissão de Alcolumbre ao pé da orelha. pic.twitter.com/EuDowanpSD— Rafael Fontana (@RafaelFontana) April 14, 2026
DEU NO JORNAL
COM A PRÓPRIA BIOGRAFIA, LULA NÃO ESTÁ EM POSIÇÃO DE DAR CONSELHOS AO MINISTRO
José Fucs
Com o tombo em sua popularidade e o salto em sua rejeição e na desaprovação do governo, o presidente Lula está vivendo o seu “inferno astral”. Embora esteja recorrendo a todo o seu repertório de medidas populistas, na expectativa de receber a gratidão eterna dos beneficiados, não há meios de ele melhorar na avaliação popular.
Talvez, em nenhum outro momento desde que Lula venceu sua primeira eleição presidencial, em 2002, o cenário tenha sido tão desfavorável a ele nas urnas – ou a seus prepostos, como a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad – quanto agora.
A coisa está tão feia que Lula já andou dizendo que ainda não sabe se será candidato no pleito de outubro, para “não comprometer sua trajetória vitoriosa”, nas palavras de seus aliados, com uma derrota humilhante para algum de seus adversários.
Mesmo assim, Lula ainda se acha na posição de dar conselhos políticos, como fez na semana passada com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, a quem chamou de “companheiro”, rebaixando o magistrado à condição de correligionário de sindicato ou de partido. Fora isso, ainda sugeriu a Xandão que se declare impedido de julgar o caso do Banco Master, com a clara intenção de se descolar do escândalo, que vem arranhando sua imagem e afetando seu desempenho nas pesquisas eleitorais.
“Eu disse ao companheiro Alexandre de Moraes – e vou dizer para vocês exatamente o que disse para ele: ‘É o seguinte, você tem uma biografia histórica desse país com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do [Daniel] Vorcaro [controlador do Master] jogue fora a sua biografia’”, disse Lula, em entrevista ao portal ICL.
“Se a sua mulher estava advogando, diga: ‘A minha mulher estava advogando, minha mulher não tem de pedir licença para mim. Eu só prometo que, aqui na suprema corte, eu me sentirei impedido de votar qualquer coisa’”, acrescentou.
Em vez de cuidar da biografia de Moraes, porém, Lula deveria se preocupar com a sua própria. Não aquelas produzidas por sua claque, em livro, em filme ou em desfile de carnaval na Marquês de Sapucaí, nas quais costuma aparecer como “herói” do povo brasileiro – versões que só mostram o lado “dourado” de sua trajetória política e deixam de lado os seus podres. Mas com a sua real biografia, a “não autorizada”, que será produzida por autores que não lhe rendem vassalagem e que vão mostrar o seu “lado escuro” que sua turma e ele próprio tentam apagar da história.
Embora às vezes possa parecer o contrário, a memória da corrupção petista, que marca seus governos e na qual ele parece estar envolvido, de um jeito ou de outro, continua viva na memória da população. E os escândalos do Banco Master e das fraudes do INSS – cujas investigações apontam o envolvimento de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de seu irmão José Ferreira da Silva, o Frei Chico – estão aí para nos lembrar todos os dias da bandalha que prospera nos governos petistas.
Ainda que o jornalista William Bonner tenha dito a Lula, durante entrevista à TV Globo na campanha de 2022, que ele “não deve nada à Justiça”, a realidade dos autos é outra. Ninguém até hoje refutou as provas que o levaram à prisão em 2018, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Suas sentenças foram referendadas por três instâncias da Justiça, antes de serem anuladas por questões processuais – e não por mérito – pelo STF.
Na verdade, é preciso dizer, a volta de Lula ao Palácio do Planalto se deveu muito mais ao frentão montado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu grupo político, em nome de uma alegada “defesa da democracia”, do que a um apoio incondicional a ele e à embolorada agenda petista, resgatada no atual governo. A população sabe bem “o que ele fez no verão passado”, como se diz por aí.
O petrolão (propinoduto em escala industrial que prosperou na Petrobras a partir de seu segundo mandato) e o mensalão (compra de apoio no Congresso ocorrida em sua primeira gestão) levaram a corrupção no país a um novo patamar.
A compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), que deixou um rombo bilionário para a Petrobras, e o projeto megalomaníaco da refinaria Abreu e Lima, desenvolvido em parceria com a PDVSA, a estatal petrolífera da Venezuela, em meio a acusações de corrupção, já seriam suficientes para manchar a reputação de qualquer um – mas tem mais, muito mais.
Também não dá para deixar de fora da lista a tentativa de sua nomeação como ministro da Casa Civil pela então presidente Dilma Rousseff, em 2016, para que ele ganhasse foro privilegiado e fosse blindado da ordem de prisão iminente. Foi quando vazou o famoso áudio da conversa telefônica de Dilma com Lula, na qual ela diz que o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, o “Bessias”, recém-indicado pelo presidente para o Supremo, iria lhe levar o “termo de posse” para ele assinar e ser usado “em caso de necessidade”.
Não se pode esquecer, ainda, da tentativa de expulsão do jornalista americano Larry Rohter, do The New York Times, em 2004, autor de uma reportagem intitulada “Hábitos etílicos de Lula tornam-se preocupação nacional”, que deixou Lula furioso. Nem do caso da Gamecorp, em que a extinta Telemar (atual Oi) fez um aporte milionário na empresa de Lulinha.
Tampouco se pode passar ao largo da relação íntima que ele manteve com Rosemary Noronha, ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo, que se aproveitou de sua proximidade com Lula para realizar tráfico de influência e obter vantagens pessoais, quando dona Marisa ainda era viva e estava casada com Lula.
Por fim, para completar com “chave de ouro” sua biografia “não autorizada”, não dá para ignorar sua ligação com ditadores “amigos”, como o cubano Fidel Castro (1926-2016) e seu sucessor; o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro e seu antecessor Hugo Chávez, morto em 2013; e o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega. O mesmo se pode dizer em relação à sua aproximação com o regime tirânico dos aiatolás do Irã e com grupos terroristas islâmicos como o Hamas e o Hezbollah.
Esses são apenas alguns episódios que deveriam fazer parte de qualquer roteiro sobre sua vida. Provavelmente, há muitos outros, como seu voto contrário à Constituição Cidadã de 1988, quando era deputado constituinte, e sua atuação decisiva para que o PT votasse contra o Plano Real, que acabou com a hiperinflação no país, em 1994, e contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000. Mas não farão muita diferença no conjunto da obra.
Com uma biografia dessas, recheada de manchas excluídas das versões que retratam de forma dócil sua trajetória, é muita pretensão de Lula acreditar que tem autoridade para dar conselhos a Xandão sobre como cuidar da própria imagem.
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
BOM DIA !
DEU NO JORNAL
CRIMINOSOS APURANDO CRIMES
Presidida pelo PT, a CPI do Crime Organizado não tinha mesmo muita margem para dar certo.
Sem prorrogação autorizada por Davi Alcolumbre (União-AP), o colegiado deixou 110 requerimentos pendentes.
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Se era presidida pelo PT, uma CPI para apurar o “Crime Organizado” jamais poderia dar certo.
O resultado final seria uma confissão.
ALEXANDRE GARCIA
AINDA QUE VISTO DE RAMAGEM TENHA VENCIDO, HÁ O PEDIDO DE ASILO POLÍTICO

Alexandre Ramagem foi detido após cometer uma infração de trânsito nos EUA
Alexandre Ramagem está nos Estados Unidos, à disposição das autoridades de imigração. Embora estivesse condenado a 16 anos aqui, ele estava com passaporte válido, tinha visto de turista, e foi para os EUA. Podia ficar lá por 180 dias, e nesse ínterim pediu asilo político; afinal, ele é obviamente um perseguido político aqui. As autoridades de lá alegam que o prazo de permanência venceu, mas há essa pendência relativa ao asilo no Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
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STF impediu Bolsonaro de nomear Ramagem para a PF, mas era tudo fofoca. E agora?
Ramagem era deputado federal e, antes disso, foi chefe da Agência Brasileira de Inteligência – foi a Abin que alertou o Palácio do Planalto várias vezes sobre a possibilidade de quebra-quebra na Praça dos Três Poderes. Antes disso, Jair Bolsonaro tentou nomeá-lo diretor da Polícia Federal, mas foi impedido por um ministro do Supremo. Ou seja, um membro de outro poder impediu uma decisão administrativa do Poder Executivo, passando por cima do artigo 2.º da Constituição, que diz que os poderes são independentes.
Alexandre de Moraes achou que Bolsonaro queria ter influência sobre a Polícia Federal, por causa de toda aquela fofoca sobre Marielle Franco. Aquilo chegou ao Supremo como se fosse verdade, e o Supremo acreditou em fofoca. Agora está provado que não houve nada disso. Moraes mandou investigar, a Polícia Federal investigou, terminou o inquérito, entregou a Moraes: não houve nenhuma influência de Bolsonaro na PF. Moraes mandou refazer, com outro delegado. Ele investigou e chegou ao mesmo resultado: Bolsonaro não interferiu na PF. Agora Moraes, sem saber o que fazer, mandou tudo para o procurador-geral da República. Tudo isso, a proibição de que Ramagem fosse nomeado, por nada. E agora? E todo o prejuízo a Ramagem, à sua família, quem será responsabilizado? Alguém será responsabilizado por isso?
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É vergonhoso para uma corte superior ter um ministro investigado por crime sexual
O ministro do STF Nunes Marques abriu inquérito contra o ministro do STJ Marco Buzzi, denunciado por importunação sexual em Balneário Camboriú, por uma moça de 18 anos – depois apareceram denúncias semelhantes dentro do STJ. Buzzi está afastado temporariamente, mas o tribunal está pensando em afastá-lo definitivamente. Ainda assim, ele recebe mais de R$ 40 mil por mês, fora os penduricalhos.
Um investigado por crime sexual ocupando um cargo desses… Não sei o que diz a lei especificamente sobre isso, mas acho que quanto maior o cargo, quanto mais informação e consciência a pessoa tem de que não pode fazer isso, que é uma agressão, um desrespeito à outra pessoa, mais grave é o crime. Seria uma agravante. E quanto mais iletrada fosse a pessoa que age assim, maior a atenuante.
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Gleisi terminará como Dilma terminou em 2018?
No Paraná, uma pesquisa mostra que Gleisi Hoffmann está em um cenário parecido com o que Dilma Rousseff teve em 2018, quando tentou se eleger para o Senado em Minas Gerais. Parecido porque ela aparece entre os primeiros. Alvaro Dias lidera; em seguida vem Deltan Dallagnol; e Gleisi está atrás dos dois, empatada com Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa. Gleisi está 20 pontos atrás de Alvaro Dias e 5 atrás de Dallagnol. O Paraná é onde Flávio Bolsonaro, segundo o Paraná Pesquisas, tem quase o dobro de intenções de voto de Lula, tanto no primeiro quanto no segundo turno.
Em uma outra pesquisa, Futura, Flávio Bolsonaro tem 48% contra 42,6% de Lula no segundo turno. José Dirceu deu entrevista à GloboNews, comentando a pesquisa, e disse que não são votos para Flávio, que Flávio é Jair Bolsonaro, e o representante do pai – ele falou “delegado do pai”, no sentido de alguém que recebeu a delegação do pai para ser candidato em nome do pai.
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Metodologia das pesquisas citadas na coluna
Paraná Pesquisas: 1,5 mil entrevistados pelo Paraná Pesquisas entre os dias 10 e 12 de abril de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Partido Liberal (PL). Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,6 pontos porcentuais. Registro no TSE: PR-06559/2026.
Futura: 2 mil entrevistados pelo instituto Futura Inteligência entre os dias 7 e 11 de abril de 2026. A pesquisa para presidente da República foi contratada pelo Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,2 pontos porcentuais. Registro no TSE: BR-08282/2026.

