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A NOVA MOEDA DOS BRICS

Fala-se muito na hegemonia do dólar, e no fim dessa hegemonia, e também no provável substituto que seria a nova “moeda do BRICS”. Ela já existe, embora muita gente se recuse a admitir, e chama-se bitcoin.

Vários economistas já definiram as propriedades desejáveis de uma moeda: deve ser estável, difícil (ou de preferência impossível) de falsificar, fácil de manusear, segura para guardar e, talvez o mais importante, não deve estar sob o controle de um governo que possa usar esse controle para inflacioná-la. Desnecessário dizer que praticamente todos os países ignoram esses economistas e mantém suas moedas próprias, inflacionadas e confiscáveis.

O dólar foi adotado como a moeda de referência para o comércio mundial em 1944, quando as demais potências estavam quebradas pelas despesas da 2ª Guerra Mundial. Isso seria fortalecido logo depois com o acordo firmado por Henry Kissinger com os países produtores de petróleo do Golfo Pérsico onde estes se comprometeram a só vender petróleo em troca de dólares.

Por algum tempo o arranjo funcionou, e com a progressiva informatização da economia, os títulos do tesouro norte-americano ocuparam o lugar que já havia sido das barras de ouro como reserva financeira dos países. O Brasil, por exemplo, tinha no ano passado 150 bilhões de dólares investidos nestes títulos.

Mas o mundo gira, a Lusitana roda, e hoje o dólar não é mais estável, nem seguro, nem está à salvo da inflação. Quando começou a guerra entre Rússia e Ucrânia, uma das primeiras providências do governo dos EUA foi congelar (ou confiscar, para quem preferir) os títulos que pertenciam à Rússia. Na mesma época, sob a desculpa de proteger a economia dos lockdowns da COVID, o FED produziu em dois anos mais dólares do que já haviam sido produzidos nos duzentos anos anteriores (mais de cinco trilhões).

O bitcoin não tem nenhum destes problemas: sua taxa de inflação é pré-determinada e conhecida por todos (atualmente, 0,8% ao ano, e diminuindo). Nenhum governo pode controlar, regulamentar, congelar ou confiscar bitcoins. Roubá-los é, na prática, impossível (salvo algum descuido do dono, o que nenhuma tecnologia pode resolver). Eles são uma reserva de valor que simplesmente ignora fronteiras e governos.

O mundo está percebendo que o sistema atual é insustentável. A maioria dos países ricos já está devendo mais de 100% do seu PIB, e todos continuam inflacionando suas moedas. A China, que na prática é quem importa dentro dos BRICS, já disse que pretende que sua moeda, o yuan, seja uma alternativa ao dólar, e que será lastreada em ouro. Seria um pequeno avanço. Mas continuaria sendo uma moeda estatal, controlada por um governo. E no mundo de hoje, o lastro em ouro seria complicado de colocar em prática: será que seria viável ficar transportando toneladas de barras de ouro de um lado para outro, de avião ou de navio?

O bitcoin resolve todas estas questões. Mas o ser humano tem uma propensão natural para não acreditar em coisas que sejam muito diferentes daquelas a que ele está acostumado, e o bitcoin é muito diferente do sistema que todos nós conhecemos nos últimos séculos. Por isso, muita gente duvida que ele sirva para grandes transações, ou acha que moedas digitais são coisa de contrabandistas e outros criminosos.

Bem, um acontecimento recente está agitando bastante essas convicções. Como se sabe, existe uma guerra não-declarada (mais uma!) entre Irã e Estados Unidos. Os EUA, como estão acostumados a fazer, estão impondo sanções econômicas a todos os aliados do Irã, sejam governos estrangeiros ou empresas privadas. O Irã, por outro lado, tem como maior trunfo o seu controle sobre o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quarto da produção mundial de petróleo. Como retaliação às sanções norte-americanas, o Irã interrompeu o trânsito de navios no estreito e posteriormente anunciou que cobraria um pedágio (fala-se em um dólar por barril) para os navios que desejassem passar.

Mas como pagar e receber valores da ordem de milhões de dólares sem correr o risco de ter o dinheiro rastreado e bloqueado pelo governo dos EUA? Isso mesmo: o Irã está cobrando o pedágio em bitcoin. Grandes empresas da maior indústria do mundo, a indústria do petróleo, estão fazendo negócios com um governo soberano em bitcoin. E está funcionando.

O sistema de moedas fiduciárias, aquelas que são criadas e controladas pelos governos, se sofisticou tanto sob controle dos políticos que está desabando sob seu próprio peso. Cada vez mais pessoas estão percebendo que existem dois futuros possíveis: bitcoin ou caos.

DEU NO X

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

AS AVES NA CANÇÃO NORDESTINA

As aves ocupam um lugar central na música nordestina brasileira, funcionando frequentemente como metáforas para a seca, a saudade, a resistência do sertanejo e a beleza da fauna da Caatinga.

O grande Luiz Gonzaga, cognominado o “Rei do Baião”, foi fundamental em imortalizar diversas espécies em suas composições.

Aqui estão as principais aves citadas na canção nordestina:

Asa Branca (Patagioenas picazuro): Símbolo máximo do sertão, eternizada por Luiz Gonzaga, a Asa Branca representa a migração forçada pela seca e a esperança do retorno com a chuva.

Assum Preto (Tiaris fuliginosus): Cantado por Gonzaga, representa a tristeza e a escuridão, muitas vezes associadas a sertanejos cegos ou à própria melancolia do sertão.

Carcará (Caracara plancus): Ave de rapina que representa a força, a inteligência e a resistência do sertanejo, foi popularizada na voz de Nara Leão e na cultura nordestina.

Gralha-cancã (Cyanocorax cyanopogon): Conhecida como “cancão”, é considerada a “voz da caatinga” e figura em canções que retratam a paisagem seca.

Avoante ou Pomba-de-bando (Zenaida auriculata): Ave comum que forma grandes bandos no Nordeste, frequentemente mencionada em canções sobre a migração de aves na região.

Corrupião/Sofreu (Icterus jamacaii): Conhecido pelo seu canto melódico e plumagem amarela e preta, é uma ave emblemática da Caatinga.

Rolinha “Fogo Apagou” (Columbina squammata): Citada por Gonzagão, seu nome onomatopéico traz a atmosfera do sertão.

As canções que mencionam essas aves, especialmente as de Luiz Gonzaga, narram a migração do homem sertanejo, a esperança por chuvas e a dura realidade da seca no Nordeste. Muitas dessas aves, hoje, sofrem com a caça e a destruição de seu habitat.

Aves em Canções brasileiras:

É impossível falar de aves na música brasileira sem citar Asa Branca, canção eternizada pelo “rei do baião”, que retrata a severa seca do Sertão. Graças aos versos de Luiz Gonzaga, a Asa Branca se transformou no símbolo do Sertão. A música narra a migração do nordestino, fugindo do terror da seca, para não morrer de fome.

“A VOLTA DA ASA BRANCA”, outra canção belíssima do Grande Luiz Gonzaga, traz ao nordestino a esperança de ver a chuva cair de novo para que ele possa voltar para o Sertão.

DEU NO JORNAL

TORRANDO NOSSO DINHEIRO

Apenas nos últimos 30 dias, o governo Lula (PT) elevou para quase R$ 7 milhões os gastos com propaganda no Facebook e Instagram.

Entre 22 de março e 20 de abril a administração federal petista torrou R$ 6,86 milhões com 97 anúncios que ainda estão ativos nas redes sociais de Mark Zuckerberg.

O Governo do Brasil é, de longe, o maior anunciante do Facebook no País, à frente do Partido dos Trabalhadores (PT), que é atualmente o segundo maior anunciante da Meta no Brasil: R$ 936 mil.

Em cinco dias, apenas um anúncio do governo Lula sobre a carteira de motorista (CNH) custou US$ 125 (R$ 628) mil aos pagadores de impostos.

* * *

Se o governo luloso quiser usar o espaço desta gazeta escrota pra fazer propaganda, estamos às ordens.

Use e abuse!

Chupicleide está torcendo pra que ele tope.

E a gente vai cobrar bem mais barato que esses incríveis números citados na nota aí de cima.

Qualquer trocadinho será muito bem vindo.

E, acreditem, vamos garantir que Lula nunca mentiu e que o atual governo está excelente !!!