🇧🇷 Romeu Zema DESTRUIU o STF após ofensa de Gilmar Mendes.
“STF está PODRE!”
“Intocáveis vivendo no luxo e os brasileiros vivendo no lixo.” pic.twitter.com/l6uezpIykH
— Leo Kasura (@LeoKasura) April 23, 2026
🇧🇷 Romeu Zema DESTRUIU o STF após ofensa de Gilmar Mendes.
“STF está PODRE!”
“Intocáveis vivendo no luxo e os brasileiros vivendo no lixo.” pic.twitter.com/l6uezpIykH
— Leo Kasura (@LeoKasura) April 23, 2026
– Você tornou-se uma consumista compulsória, tudo que você vê você quer. Hoje, um carro japonês, semana passada, aqueles brincos de esmeralda, maior vaidade, você só pensa em luxo e riqueza.
Reclamava Haroldo à esposa em tom ameno, paternal, como se estivesse ensinando alguma lição caseira à uma filha. Estavam casados há pouco tempo. Haroldo sentiu um carinho especial por Gracinha desde o dia em que ela bateu à porta do escritório recomendada pelo deputado amigo. Como funcionária era medíocre, entretanto, sua beleza, sensualidade, juventude e doçura encantaram o chefe. Com três meses de emprego eles já se uniam corpo a corpo. Haroldo, 65 anos, comanda a construtora, fiel às diretrizes do Planalto, sabe percorrer os tapetes de Brasília em busca de obras e dinheiro. Rico, bem de vida, sócio laranja do deputado.
O início foi difícil. Ao se formar em engenharia Haroldo abriu a construtora, trabalhar para si, sem patrão, era o sonho. Amélia, primeira esposa, deu-lhe ajuda na organização da empresa, deu-lhe apoio, carinho, e dois filhos. Cozinhava, lavava e de manhã cedo lhe acordava na hora de ir trabalhar. Foi o sustentáculo da família por muitos anos. Nada valeu quando o marido se engraçou e a trocou por uma jovem funcionária, 28 anos, Gracinha.
Estavam conversando na varanda do apartamento em frente à praia. Gracinha, cheia de vida, alegria e astúcia, sabia levar o marido.
– Meu querido, você mesmo pede que me arrume nas festas, faço sucesso nos salões e reuniões sociais. Detesto cozinha, entretanto, na cama você é a melhor testemunha, sabe perfeitamente que jamais arranjará outra igual, mereço seus presentes. Se está com saudade daquela mulher sem vaidade, que preparava seu café na hora de trabalhar, volte para ela.
Haroldo tinha um encantamento pela nova mulher, não contrariava a esposa, achava-a infantil, porém, dava tudo que ela pedia, compensação da idade, da libido minguando.
– Não quero voltar ao passado. É que você faz tanta exigência, não sabe o que é consciência, nem vê que não sou mais rapaz. Ainda trabalho duro para manter o conforto de nosso apartamento de nossa casa de praia. Para mim, mulher só existe uma, sem você eu não vivo em paz. – Abriu-se num sorriso.
Gracinha levantou-se, dirigiu-se à cadeira onde estava Haroldo, abaixou-se, deu-lhe um beijo no pescoço, o decote generoso mostrou a beleza do corpo. O marido se excitou. Ela sentou-se no colo, respondeu cochichando ao seu ouvido:
– Posso ser gastadeira, entretanto, sempre lhe honrei, oportunidade de trair já tive nesses dois anos de casados, muitas cantadas recebi. Nunca reclamei de nossa diferença de idade. Quando você tenta e às vezes não consegue, lhe vejo contrariado, eu consolo, o que há de fazer? Depois com carícias e prazer faço tudo acontecer, com toda vaidade, eu sou mulher de verdade.
Haroldo segurou-a firme, procurou seus lábios, num beijo prolongado se abraçaram se enlaçaram na cadeira. A Lua refletindo no mar e os carinhos da amada deram-lhe sensação de poder, confiança e segurança. Levantou-a pelos braços até a cama. Amaram-se com maestria de Gracinha. Sábia, intuitiva, havia nascida para amar.
Ao terminarem, deitados contemplando o teto do quarto, Gracinha, às gargalhadas, comunicou ao marido.
– Tenho uma surpresa, comprei meu presente do Dia Internacional das Mulheres, duas passagens para Nova York, lua de mel na semana santa. Preciso fazer umas comprinhas, renovar meu guarda-roupa.
Haroldo feliz, sorriu; recebeu um cheiro, dormiu.
🚨VEJA – Oinegue detona Gilmar Mendes e diz que, se ele ficou tão incomodado com os bonequinhos de Zema, que fosse para a 1ª instância, mas preferiu puxar o facão
“Na votação de 2018 Carmem Lúcia disse o seguinte: poder que não tolera crítica humorística é um poder frágil.” pic.twitter.com/8GGpie7wpm
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) April 24, 2026
Crescer para diminuir
Interessante quando alguém para crescer procura diminuir o outro; infelizmente, encolhe mais… Parece o que hoje “é o que se nos apresenta” a “briguinha” do GM com o ex-governador Zema e o seu sotaque. Quando crio coragem – afinal nos dias de hoje até sirene de ambulância assusta – e palpito sobre alguma coisa, lembro que sou velho – 75 anos – e aos velhos “se lhes é permitido” palpitar, pois nosso palpite nada vai mudar, como a impossibilidade do bater das asas de uma borboleta nos confins do mundo possam fazer, embora alguns acreditem.
Palpito sem o risco – zero – de promovermos algo que desencadearia em catástrofes ou mudanças significativas em nada, baixar ou aumentar juros reduzir altos salários ou fim de penduricalhos para quem têm o privilégio de recebe-los…tenho certeza, tudo ficará como sempre.
Data venia, voltando a crítica ao sotaque …não podemos esquecer que como um pais continental temos todo tipo de expressões e regionalismos…isso acontece em todos os países que tem um aglutinado de tradições dos que lá viviam ou trazidas por quem chegou depois.
Também é importante saber que nem todos tiveram oportunidade cursarem escolas de porte, com parece ser o caso do nobre ministro…confesso, se ele permitir e não parecer despeito, que sua eloquência e dicção são – na maioria das vezes — para mim difíceis de alcançar…mas, respeito o que diz, embora sem compreender na maioria das vezes totalmente a sua linha de raciocínio…para mim, é mais fácil entender Zema, talvez por ter netos, filho e nora mineiros e ter morado- embora paulista- um bom tempo no estado…posso garantir ser um lugar ótimo para viver e o sotaque fácil de assimilar.
Às vezes, “se rio” de algumas expressões e forma como articulam as palavras, mas soa bem entendível… melhor que “juridiquês” empolado e inútil …afinal, sotaque é a continuidade da língua…”juridiquês” parece mais embromação … com todo respeito…
Inté!…
🚨CAIO COPPOLLA ESCANCAROU a FANTASIA do IBGE, bem diferente da realidade!
“Se o Brasil do IBGE e da Faria Lima vai tão bem assim, por que a aprovação do governo é tão baixa e LULA não está à frente nas pesquisas pro 2° turno? Existe o Brasil oficial e o Brasil da vida real”🔥 pic.twitter.com/hrBtuuS9Iz
— Henrique (@henriolliveira_) April 23, 2026
Prejuízo recorde nos Correios expõe o desgoverno Luiz Inácio Lula da Silva: R$ 8,5 bilhões de rombo, 14 trimestres no vermelho e dívida garantida pelo Tesouro — ou seja, a conta vai pro povo. Até a TV Globo mostrou o colapso. O Brasil precisa resistir a esse modelo que só gera… pic.twitter.com/VSE0kA0Hzj
— Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 (@juliovschneider) April 24, 2026
Fala-se muito na hegemonia do dólar, e no fim dessa hegemonia, e também no provável substituto que seria a nova “moeda do BRICS”. Ela já existe, embora muita gente se recuse a admitir, e chama-se bitcoin.
Vários economistas já definiram as propriedades desejáveis de uma moeda: deve ser estável, difícil (ou de preferência impossível) de falsificar, fácil de manusear, segura para guardar e, talvez o mais importante, não deve estar sob o controle de um governo que possa usar esse controle para inflacioná-la. Desnecessário dizer que praticamente todos os países ignoram esses economistas e mantém suas moedas próprias, inflacionadas e confiscáveis.
O dólar foi adotado como a moeda de referência para o comércio mundial em 1944, quando as demais potências estavam quebradas pelas despesas da 2ª Guerra Mundial. Isso seria fortalecido logo depois com o acordo firmado por Henry Kissinger com os países produtores de petróleo do Golfo Pérsico onde estes se comprometeram a só vender petróleo em troca de dólares.
Por algum tempo o arranjo funcionou, e com a progressiva informatização da economia, os títulos do tesouro norte-americano ocuparam o lugar que já havia sido das barras de ouro como reserva financeira dos países. O Brasil, por exemplo, tinha no ano passado 150 bilhões de dólares investidos nestes títulos.
Mas o mundo gira, a Lusitana roda, e hoje o dólar não é mais estável, nem seguro, nem está à salvo da inflação. Quando começou a guerra entre Rússia e Ucrânia, uma das primeiras providências do governo dos EUA foi congelar (ou confiscar, para quem preferir) os títulos que pertenciam à Rússia. Na mesma época, sob a desculpa de proteger a economia dos lockdowns da COVID, o FED produziu em dois anos mais dólares do que já haviam sido produzidos nos duzentos anos anteriores (mais de cinco trilhões).
O bitcoin não tem nenhum destes problemas: sua taxa de inflação é pré-determinada e conhecida por todos (atualmente, 0,8% ao ano, e diminuindo). Nenhum governo pode controlar, regulamentar, congelar ou confiscar bitcoins. Roubá-los é, na prática, impossível (salvo algum descuido do dono, o que nenhuma tecnologia pode resolver). Eles são uma reserva de valor que simplesmente ignora fronteiras e governos.
O mundo está percebendo que o sistema atual é insustentável. A maioria dos países ricos já está devendo mais de 100% do seu PIB, e todos continuam inflacionando suas moedas. A China, que na prática é quem importa dentro dos BRICS, já disse que pretende que sua moeda, o yuan, seja uma alternativa ao dólar, e que será lastreada em ouro. Seria um pequeno avanço. Mas continuaria sendo uma moeda estatal, controlada por um governo. E no mundo de hoje, o lastro em ouro seria complicado de colocar em prática: será que seria viável ficar transportando toneladas de barras de ouro de um lado para outro, de avião ou de navio?
O bitcoin resolve todas estas questões. Mas o ser humano tem uma propensão natural para não acreditar em coisas que sejam muito diferentes daquelas a que ele está acostumado, e o bitcoin é muito diferente do sistema que todos nós conhecemos nos últimos séculos. Por isso, muita gente duvida que ele sirva para grandes transações, ou acha que moedas digitais são coisa de contrabandistas e outros criminosos.
Bem, um acontecimento recente está agitando bastante essas convicções. Como se sabe, existe uma guerra não-declarada (mais uma!) entre Irã e Estados Unidos. Os EUA, como estão acostumados a fazer, estão impondo sanções econômicas a todos os aliados do Irã, sejam governos estrangeiros ou empresas privadas. O Irã, por outro lado, tem como maior trunfo o seu controle sobre o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quarto da produção mundial de petróleo. Como retaliação às sanções norte-americanas, o Irã interrompeu o trânsito de navios no estreito e posteriormente anunciou que cobraria um pedágio (fala-se em um dólar por barril) para os navios que desejassem passar.
Mas como pagar e receber valores da ordem de milhões de dólares sem correr o risco de ter o dinheiro rastreado e bloqueado pelo governo dos EUA? Isso mesmo: o Irã está cobrando o pedágio em bitcoin. Grandes empresas da maior indústria do mundo, a indústria do petróleo, estão fazendo negócios com um governo soberano em bitcoin. E está funcionando.
O sistema de moedas fiduciárias, aquelas que são criadas e controladas pelos governos, se sofisticou tanto sob controle dos políticos que está desabando sob seu próprio peso. Cada vez mais pessoas estão percebendo que existem dois futuros possíveis: bitcoin ou caos.
Inacreditável. Gilmar Mendes equipara a nossa sátira dos intocáveis com uma possível sátira do STF me representando como homossexual e ladrão.
Nem tenho mais palavras pra definir o que está acontecendo. Esse sujeito extrapola cada vez mais os limites. Se comporta como um… pic.twitter.com/BnmRndx5wR
— Romeu Zema (@RomeuZema) April 23, 2026