Crescer para diminuir
Interessante quando alguém para crescer procura diminuir o outro; infelizmente, encolhe mais… Parece o que hoje “é o que se nos apresenta” a “briguinha” do GM com o ex-governador Zema e o seu sotaque. Quando crio coragem – afinal nos dias de hoje até sirene de ambulância assusta – e palpito sobre alguma coisa, lembro que sou velho – 75 anos – e aos velhos “se lhes é permitido” palpitar, pois nosso palpite nada vai mudar, como a impossibilidade do bater das asas de uma borboleta nos confins do mundo possam fazer, embora alguns acreditem.
Palpito sem o risco – zero – de promovermos algo que desencadearia em catástrofes ou mudanças significativas em nada, baixar ou aumentar juros reduzir altos salários ou fim de penduricalhos para quem têm o privilégio de recebe-los…tenho certeza, tudo ficará como sempre.
Data venia, voltando a crítica ao sotaque …não podemos esquecer que como um pais continental temos todo tipo de expressões e regionalismos…isso acontece em todos os países que tem um aglutinado de tradições dos que lá viviam ou trazidas por quem chegou depois.
Também é importante saber que nem todos tiveram oportunidade cursarem escolas de porte, com parece ser o caso do nobre ministro…confesso, se ele permitir e não parecer despeito, que sua eloquência e dicção são – na maioria das vezes — para mim difíceis de alcançar…mas, respeito o que diz, embora sem compreender na maioria das vezes totalmente a sua linha de raciocínio…para mim, é mais fácil entender Zema, talvez por ter netos, filho e nora mineiros e ter morado- embora paulista- um bom tempo no estado…posso garantir ser um lugar ótimo para viver e o sotaque fácil de assimilar.
Às vezes, “se rio” de algumas expressões e forma como articulam as palavras, mas soa bem entendível… melhor que “juridiquês” empolado e inútil …afinal, sotaque é a continuidade da língua…”juridiquês” parece mais embromação … com todo respeito…
Inté!…
Lembro que sou velho – 75 anos – e aos velhos “se lhes é permitido” palpitar, pois nosso palpite nada vai mudar, como a impossibilidade do bater das asas de uma borboleta nos confins do mundo possam fazer, embora alguns acreditem.
Como tenho 82, me é permitido “um cadinho mais” de palpite e não me furto:
Todas as vezes que vir uma vassoura, grite, “Amor, a tua mãe chegou!” kkkk
Hoje estou hilária….
Hilariante Matilde