DEU NO JORNAL

JANJA NÃO SE CALA, MAS QUER TE CENSURAR

Nikolas Ferreira

Cada viagem, uma nova vergonha. A passagem de Rosângela Lula da Silva – a Janja – pela China não poderia ser diferente. Há duas semanas, a imprensa repercutiu o constrangimento causado pela primeira-dama do Brasil ao pedir a palavra para criticar o TikTok afirmando que o aplicativo chinês supostamente contribuiria para o avanço da “extrema-direita” no Brasil. Mesma narrativa, com o mesmo objetivo: censurar os opositores.

Janja bem que tentou, mas a historinha não rendeu mais que um comentário seco de Xi Jinping, respondendo que o Brasil tem autonomia para regular ou até mesmo proibir o uso do TikTok caso considere necessário. 

Claro que isso passa muito longe de ser uma necessidade, mas é certamente uma obsessão da esquerda, não só para com uma plataforma, mas em toda a internet.

Mais uma prova disso aconteceu na própria China. Seguindo o discurso de Janja, Lula pediu ao governo chinês uma pessoa de confiança no país, para conversar sobre a regulamentação das redes sociais no Brasil. 

Com o perfil de sempre dobrar a aposta, Rosângela seguiu além. Novamente culpou uma suposta misoginia pela repercussão negativa de mais uma de suas falas, e em um pronunciamento na última segunda-feira, 19, afirmou: “Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja, do maior ao menor grau, do mais alto nível a qualquer cidadão comum”. 

Curioso como ela exalta a liberdade para poder falar o que quiser, mas defende a censura para a população.

Como a “camisa 10 da oposição” é incansável, Janja seguiu. Em entrevista à Folha de S. Paulo na última quinta-feira, 22, ela mostrou espanto ao questionar a dificuldade de falar sobre a regulação das redes sociais no Brasil. 

Bom, isso é normal em uma democracia. O povo não pode e não deve aceitar ou normalizar que o Estado queira censurar todo aquele que falar aquilo de que os tiranos não gostam ou discordam.

Está cada vez mais difícil para o governo Lula ver que escândalos, gastos exorbitantes em viagens para o exterior, aumento de impostos e os preços elevados dos alimentos têm sido seus principais “feitos” na atual gestão. 

Haddad está perdido, Janja em um mundo paralelo e Lula agarrado nas próprias e intermináveis gafes. Como nunca há o que mostrar de bom, resta tentar impedir que a verdade continue chegando aos brasileiros.

DEU NO JORNAL

JANJA DA SILVA, A PITONISA DO AUTORITARISMO CHINÊS

Guilherme Macalossi

Lula ataca ministros e defende Janja após climão com Xi Jinping vazar

Lula afirmou que Janja “não é uma cidadã de segunda classe” e criticou membro da comitiva que “teve a pachorra” de vazar informações

“Vamos combinar que eu tenho bom senso. Vamos combinar que eu sou uma pessoa… Me considero uma pessoa inteligente. Então eu sei muito bem até onde os limites que eu posso ir”, disse Janja da Silva em uma entrevista para a Folha de São Paulo. Em 2024, durante um evento vinculado ao G20, a primeira-dama disparou ofensas aos berros contra o empresário Elon Musk, então já integrante do governo Donald Trump. “Eu não tenho medo de você. Inclusive, fuck you, Elon Musk”, disse essa musa da sensatez que parece ter a pretensão de ser a formuladora acadêmica do governo. Não passa de uma criadora de problemas, tão limitada quanto pretensiosa.

Acompanhar a íntegra de sua entrevista para a Folha só tem serventia se encarada como análise do fenômeno da pseudo-intelectualidade no Brasil. Com o agravante de que aqui o exame seja sobre a esposa do presidente da República e o efeito disso em funções que ela se autoatribuiu. Não ocupa, afinal, cargo eletivo ou de confiança, caso de Lula. A nomenclatura de Janja não é oficial, é meramente litúrgica. Ela só viaja com o presidente por ser sua esposa. O lugar na cama do casal não lhe dá “lugar de fala” nos assuntos do país. E o inverso valeria de igual forma se a Presidência fosse ocupada por mulher casada com homem.

Sem qualquer cerimônia, e sempre muito certa sobre si mesma, Janja discorre sobre qualquer tema sempre com um cardápio de conjecturas pedestres, de pensamentos ginasianos, de raciocínios absolutamente rasos. O alvo de sua obsessão são as redes sociais. E aqui ela também não foge à regra de meter os pés pelas mãos, com direito a gafe e descompostura internacional.

Ao lado de Lula, num encontro reservado com o ditador Xi Jinping na China, ela tomou a palavra para fazer perguntas sobre o TikToK, rede social chinesa controlada pela empresa ByteDance. Segundo o que chegou à imprensa, Janja teria causado constrangimento por violar o protocolo da ocasião. O teor da conversa foi vazado, deixando Lula irritado o suficiente para tenta administrar o assunto de público e ficar com a responsabilidade pelo episódio protagonizado pela esposa. Ela mesmo, entretanto, mantém a história aquecida e desmente o marido.

“Não foi quebra de protocolo nenhum. Nós estávamos em um jantar conversando. Não entrei em uma sala gritando”, disse Janja para a Folha. Na mesma oportunidade, a primeira-dama também aproveitou para discorrer sobre a facilidade com que a China controla as redes sociais. “O presidente Xi disse que eles também têm problemas internos na China… Não pode ter rede social, há toda uma regulamentação. Ele disse: se não seguir a regra, tem efeito. Tem prisão, sabe? E por que é tão difícil a gente falar disso aqui?”. Talvez porque aqui seja uma democracia, senhora.

Janja deseja recorrer ao exemplo de uma ditadura para combater algo que ela considera ruim no Brasil. Na sua cabeça isso se torna moralmente justificável. E como ela fala sem freios e não reconhece protocolos, faz tal posicionamento ser também o do governo do marido. De tal forma que o próprio Lula já admitiu que um representante de Xi Jinping poderia vir ao Brasil servir de consultor para o tema. Na Folha, Janja enfatizou que não é biscuit de porcelana. É verdade. Antes fosse. Ela é, isso sim, uma pitonisa do autoritarismo chinês.

DEU NO JORNAL

ICONOMISTA

Sem nada entender de economia, como já confessou, Fernando Haddad ignora a advertência do megainvestidor Warren Buffet: “levamos anos para construir confiança e segundos para arruiná-la”.

É o caso.

* * *

Só mesmo num gunverno lulo-petralha seria possível um sujeito desse nível ser Ministo da Fazenda.

É de lascar!!!

Isso é cagado e cuspido a cara da Republiqueta Banânica.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

O PAÍS DO FUTEBOL

Chamar o Brasil de “País do Futebol” é um lugar-comum há décadas. Usamos tanto a expressão que acabamos não percebendo que ela significa muito mais do que parece. Dizer que somos o país do futebol não significa apenas que gostamos de futebol. Isso pode ser dito de muitos outros países. Mas aqui o futebol não é apenas um jogo, é uma metáfora para nosso modo de vida e para nossa personalidade coletiva. Nós vemos o mundo da mesma forma que vemos o futebol.

E como isso é na prática? Para começar, o torcedor brasileiro é diferente dos torcedores do resto do mundo. Em outros lugares, ser torcedor é apoiar o time, vencendo ou perdendo. Aqui, o torcedor acha que o time tem obrigação de ganhar. Além disso, o torcedor dedica pouco esforço em apoiar o seu time e muito esforço em odiar os times adversários. Na verdade, ódio e rancor são praticamente a síntese do torcedor brasileiro.

Um exemplo aqui da minha cidade: o Coritiba em 2024 teve um ano péssimo: não chegou à final do estadual, eliminado pelo Maringá; foi eliminado da Copa do Brasil na primeira fase, pelo Águia de Marabá; e teve um desempenho pífio na série B do brasileiro, terminando em 12º lugar. Deveria ser um ano para ser esquecido, mas os torcedores do Coritiba terminaram o ano eufóricos, rindo de orelha a orelha. Por quê? Porque o maior rival, o Athlético, foi rebaixado.

Essa postura do “o bom não é ganhar, é ver o outro perder” se espalha do futebol para o restante da vida, juntamente com outras expressões futebolísticas como “ganhar roubado é mais gostoso”. “Virada de mesa” e “ganhar no tapetão” fazem parte do futebol e também da vida cotidiana do brasileiro, que só é contra quando isso não o favorece.

Um torcedor típico não lembra muito do jogo da semana retrasada, mas é capaz de discursar, com minúcia de detalhes, desqualificando os títulos e vitórias dos times adversários. Pergunte a um palmeirense sobre o título de 2000 do Corinthians, ou a um corintiano sobre o título de 1951 do Palmeiras, por exemplo. Uma característica dessas discussões é o apelo seletivo ao “oficial”: quando conveniente, a realidade deixa de ter importância diante da versão defendida pelas “autoridades”, geralmente a CBF e a FIFA. Da mesma forma, quando é conveniente a CBF e a FIFA passam a ser entidades corruptas e parciais, dirigidas por pessoas de má índole (o que certamente tem base na realidade).

Não posso afirmar que o amor do brasileiro pelo futebol se deve às regras dúbias, à arbitragem duvidosa e sujeita a “interpretações”, à cultura do improviso que faz com que até o passado seja duvidoso. Mas é provável que sim, já que esse mesmo amor se reflete no dia-a-dia da administração do país:

– No futebol, todos acham normal ter dirigentes e “cartolas” envolvidos em escândalos e problemas com a polícia. No governo, ocorre o mesmo com políticos e altos funcionários. Em ambos os casos, o torcedor jura com os pés juntinhos que o cartola em questão é inocente e tudo não passa de armação dos adversários.

– No futebol, todos acham normal que as regras sejam interpretadas de uma forma hoje e de outra forma amanhã. No governo, a mesma coisa.

– No futebol, todos acham que os juízes são parciais, incompetentes e mal-intencionados, mas não reclamam porque acham que isso pode ser útil. Quando se trata dos “outros” juízes, é a mesma coisa.

– O futebol é dirigido por uma confederação e 27 federações, comandadas por pessoas desconhecidas que ninguém sabe direito como chegaram lá, só sabe que é muito difícil tirá-las. Nos cargos do governo acontece a mesma coisa.

– No futebol, ninguém dá importância à frase “que vença o melhor”. Todo mundo quer que vença o seu time, seja de forma honesta ou não, seguindo as regras ou não. Se acontece alguma coisa que é contra as regras mas vai prejudicar o time adversário, o torcedor defende essa coisa com unhas e dentes. Na política, o torcedor defende qualquer coisa, por mais absurda que seja, se achar que isso vai prejudicar o adversário.

A futebolização da política está avançando, e nas redes sociais o que é chamado de “debate” virou na verdade uma briga de torcidas organizadas, cada uma defendendo o “seu” político e atacando o “outro”. Nessa briga, lógica, ética e verdade não têm a menor importância. O importante é repetir palavras de ordem e xingar muito. Já chegamos ao ponto de ver brasileiros (de todos os lados) comemorando más notícias, desde que possam botar a culpa no político adversário.

DEU NO JORNAL

NA MIRA DO MUNDO LIVRE

Marcel van Hattem

O trabalho internacional realizado pela oposição ao consórcio PT-STF começa a dar frutos: Alexandre de Moraes, a figura símbolo dos sistemáticos abusos de autoridade que são cometidos há anos no Brasil, agora está oficialmente como alvo de possíveis sanções internacionais. O alerta veio de ninguém menos que Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, o principal responsável pela política externa americana. Em audiência no Congresso americano nesta semana, na Comissão de Relações Exteriores, Rubio confirmou que há uma “grande probabilidade” de aplicação de sanções contra Moraes por violações à liberdade de expressão e perseguição a cidadãos em solo norte-americano.

A declaração não veio do nada. Já há um processo legislativo em curso para proibir a entrada e permitir o confisco de bens de agentes estrangeiros que atentem contra a Primeira Emenda americana, a que garante a liberdade de expressão contra qualquer censura nos EUA. E quem aparece como exemplo explícito nos relatórios apresentados ao Senado? Alexandre de Moraes.

E é importante deixar claro por quê: as violações do ministro do Supremo atingiram, também, cidadãos e empresas americanas. Moraes censurou ilegalmente o X no Brasil, bloqueou contas bancárias da SpaceX e incluiu Elon Musk em seus inquéritos. Pediu extradição de brasileiros em solo norte-americano sem base legal para isso e bloqueou o Rumble. A fraude no registro de entrada de Filipe Martins na imigração americana, usada para mantê-lo preso por seis meses no Brasil, também causa perplexidade nos americanos. Exemplos, portanto, não faltam. Enquanto isso, de outro lado, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, admitiu na semana passada, sem constrangimento, que “pediu ajuda” ao governo Biden durante o governo Bolsonaro.

Nos Estados Unidos, portanto, cogita-se implementar o “Global Magnitsky Act”, que permite punir indivíduos que cometam abusos de direitos humanos ou atos de corrupção em escala internacional, mormente quando cometidos contra cidadãos americanos ou residentes em solo estadunidense. O que antes parecia improvável agora é uma possibilidade concreta: Alexandre de Moraes poderá ser punido por seus atos pelo próprio governo americano.

Não se trata apenas de um problema diplomático. Trata-se do reflexo direto do autoritarismo que se instalou no Brasil e da imagem que Lula e seus sócios no STF criaram mundo afora. A aliança com países autoritários e a amizade com ditadores, como se viu na recente visita de Lula à Rússia e à China, deterioram a imagem brasileira e confirmaram todas as evidências de quem o presidente realmente é e que tipo de regime ele sempre idolatrou e também quer para o Brasil. Isso tudo com o apoio explícito de ministros da mais alta Corte brasileira.

A reação do Senado americano escancara o que muitos no Brasil fingem não ver. O mundo livre está atento. E começa a responder. Os ministros do STF, antes acostumados com o silêncio cúmplice da maior parte da grande mídia e a omissão da liderança do Congresso – quando não o seu apoio –, enfrentam agora a possibilidade real de não poderem mais pisar nos Estados Unidos – muito menos fazer compras em Miami ou participar de conferências em Washington. Mais do que isso: podem sofrer a “pena de morte financeira”, como é conhecida a pena que a Lei Magnitsky impõe aos sancionados, pois até mesmo seus cartões de crédito serão bloqueados e qualquer tipo de interação com empresas americanas (abundantes no mundo todo e também no Brasil) fica proibida.

E por que isso está acontecendo agora? Porque a oposição não se calou. Porque há parlamentares fazendo seu trabalho com coragem, inclusive como é o caso de Eduardo Bolsonaro, em exílio nos EUA. Porque denúncias foram protocoladas, relatórios foram entregues, reuniões foram realizadas com representantes do governo americano, de outros países e de órgãos multilaterais.

Enquanto parte do Senado brasileiro segue inerte, excetuadas as honrosas exceções na nossa oposição, o Congresso americano e o governo Trump alertam que poderão tomar providências. E nos resta uma pergunta incômoda: por que é preciso que um país estrangeiro denuncie os abusos do STF, quando a maioria dos nossos próprios representantes se acovarda diante deles?

O Brasil precisa acordar. Não podemos mais aceitar que um único homem, sob o pretexto de “defender a democracia”, destrua as liberdades fundamentais do povo brasileiro. O tempo dos abusos precisa ter fim. Ainda é tempo para que os próprios líderes brasileiros reajam, no Congresso, na imprensa e na sociedade civil – incluindo a própria OAB e outras entidades representativas que dizem defender direitos humanos, mas hoje estão caladas ou até mesmo apoiando o arbítrio. Contudo, se o Brasil não fizer sua parte, o mundo livre – ao que tudo indica – fará por nós.

CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA

PANTEÃO DAS HEROÍNAS

Dona Anita Morais

SEGURANÇA LITERÁRIA – Para escrever sobre a História dos dias de ontem, sempre busquei nos livros, a bibliografia. Nos dias de hoje, algumas vezes, mesmo inseguro, busco no Google algumas informações, mesmo assim sem muita segurança, porque raramente disponho dos títulos corretos, origens e autorias.

NOTAS JORNALÍSTICAS – Tive o cuidado de guardar todas as notas que escrevi para o site da Cia. Editora de Pernambuco, quando por lá estive entre 2003 e 2005 e só assim poderei comentar sobre o que vi, li e ouvi, naquela época, notas que hoje comento, Têm como base no que redigi no período. E complementar com algumas comparações e pitadas pitorescas de hoje.

ANITA MORAIS – Dona Anita Morais, uma das mais importantes figuras femininas da política pernambucana, está em livro, lançado pela Assembléia Legislativa. Preço? R$ 10,00. Bagatela para tão importante obra, escrita por Roberto Andrade e Natália Tavares. (02.01.2003).

PRIMEIRÍSSIMA PREFEITA – A dama é a primeira mulher prefeita a entrar no livro do Panteão dos Heróis e Heroínas de Pernambuco. D. Ana de Morais Andrade, até 1953 foi prefeita de Macaparana. Bem mereceu.

CANA BRABA – Professora de 50 anos, bem de vida, dona de um “Civic”, encheu a cara de hidromel, das 14 às 23h. e resolveu enfiar o possante num restaurante, atropelando oito pessoas e ainda riscando a pintura de três inocentes veículos que transitavam em baixa velocidade. Nesse tempo ainda não havia blitz para quem ingerisse a “preciosa carraspana”.

ENFIANDO DEDO – Publica-se que neste ano (2003) a quantidade de telefones celulares já duplica o número de aparelhos fixos. Mas, meu compadre Jair continua utilizando o “fixo” – mesmo adotando a nova coqueluche, – porque sempre gostou de enfiar o dedo e rodar, como fazemos com os antigos escurinhos.

MINISTÉRIOS ENXUTOS – Dizem, à boca pequena, que o Presidente desta velha República deseja enxugar os Ministérios. Pretende diminuí-los parceladamente, fundindo pastas e mandando pro brejo seus cadeirantes. Tem neginho por aí que já está com barbas de molho. Mas, apreciando os tempos de 2003 e os de hoje, vê-se que o Todo Poderoso, sendo o mesmo, sempre está aumentando essa quantidade. E criando mais. E que ministros!…

NOME ELETRIZANTE – Não haverá o menor risco de apagão na Indonésia. Lá o Presidente tem o significativo nome de Megawatti. Ah se pudéssemos adotar um Presidente que fosse registrado como “Nuncarrouba”!…

PREÇO INCENDIÁRIO – O Governo de Pernambuco publica edital de concurso para Policial Militar e Bombeiro. Oferece 2.200 vagas e os salários são de R$ 802,00. Até apetitivo, mas o preço da inscrição é incendiário: R$ R$ 45,00.