Comentário sobre a postagem QUE REPUTAÇÃO???
Paredão de Barragem:
É de morrer de rir!
Reputação?
Deve ser assim:
RE PUTA AÇÃO
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Paredão de Barragem:
É de morrer de rir!
Reputação?
Deve ser assim:
RE PUTA AÇÃO

Eduardo Tagliaferro chefiou chefiou a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, entre agosto de 2022 e maio de 2023
Vocês lembram do Eduardo Tagliaferro? Ele era o sujeito do “controle da verdade” nas redes sociais, no Tribunal Superior Eleitoral, para que não houvesse interferência nas eleições. Como disse uma vez a ministra Cármen Lúcia, “cala a boca já morreu”, mas esse controle do TSE era um “cala a boca”.
Era para impedir o calor de um debate numa campanha eleitoral, e foi impedido. Não podia dizer que Lula é amigo do Ortega, coisas assim, que não tinham nenhuma calúnia, mas, enfim, Tagliaferro agiu a mando do ministro Alexandre de Moraes. Depois, por uma briga doméstica, a polícia pegou o telefone dele e o que estava no telefone dele acabou aparecendo, como aquela história de um juiz que trabalhava no mesmo gabinete de Alexandre de Moraes dizer para ele, “tem que pegar a Revista Oeste”, “use a criatividade para pegar”, essas coisas.
Por causa daquele vazamento, Tagliaferro está respondendo a um processo. Acho que não tem nada a ver com isso, porque alguém tirou do telefone dele, mas enfim. Ele foi indiciado por violação do sigilo funcional com prejuízo à administração pública. Sabe o que ele fez agora? A defesa dele está pedindo que o processo todo, o inquérito, seja sigiloso, que ninguém fique sabendo.
Ele conversou com a mulher dele pelo telefone e, como foi divulgado pela Gazeta do Povo, Tagliaferro disse que estava com medo de morrer, que tinha de tomar cuidado e agora pediu sigilo. Ou seja, ele está fazendo exatamente o oposto de que é acusado. Ele é acusado de ter violado o sigilo e agora ele está pedindo sigilo. São problemas da Corte.
* * *
Escândalo no INSS
Já o Poder Executivo também está com um problema sério de corrupção na Previdência de, por enquanto, R$ 6,3 bilhões. Estavam pegando dinheiro do contracheque de 3 milhões de beneficiários de pensões ou de aposentadorias com vinculação em sindicatos etc.
O presidente do INSS já caiu, estão querendo que o Carlos Lupi dê satisfação, o ministro da Previdência, que é do PDT, que nomeou essa pessoa, Alessandro Stefanutto, que é do Partido Socialista. É todo mundo de partido. É a diferença do governo anterior que tinha técnicos, agora tem gente de partido. A diferença do governo anterior é que tinha técnicos. Agora tem gente de partido. Isso é muito sério. E agora chegou o ponto de que o sujeito é convidado político.
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Ministérios
Eu já fui convidado para ser ministro, eu recusei, não sou político. Não quero essa confusão. Mas político não. O político adora ser ministro. O sujeito é eleito para ser deputado, ele trai os eleitores dele só para ser ministro. Mas o União Brasil indicou um ministro, Lula aceitou imediatamente. Lula talvez nem conheça, não é pessoa de confiança do presidente, é pessoa de confiança do partido e ele é obrigado a aceitar porque ele depende dos votos do partido.
O União Brasil, por exemplo, tem 59 votos. E aí Lula aceitou a indicação do partido imediatamente. Gleisi Hoffmann, a ministra da articulação política do governo, anunciou o nome de Pedro Lucas. E agora o Pedro Lucas Andrade Fernandes Ribeiro percebeu que seu nome é muito grande para o ministério de Lula. E disse: “não vou me desgastar, não quero”. E agora o problema é que ninguém quer no União Brasil. O governo também não quer os que assinaram pela anistia, mas aí fica difícil, porque dos 59, 41 assinaram a urgência para anistia. Continua vago o Ministério das Comunicações.
O União Brasil tem outros ministérios. O União Brasil é o partido do Ronaldo Caiado, que já está em campanha. Enfim, está só o Alcolumbre e o presidente do partido, Antônio Rueda, que estão insistindo nesse ministério , dizendo “temos que ter três ministérios”, Parece que um é Minas e Energia, não lembro bem qual é o outro – os ministérios ficaram tão desimportantes, alguns ministérios são importantes e os outros a gente nem sabe o nome, normalmente a gente sempre sabia, agora a gente sabe, é o nome dos 11 do Supremo, e não da seleção brasileira.
Jornal Nacional vai pra cima do LULA 🦑 Acabou o Amor 🧡
Sindicato ligado a irmão de Lula é alvo da Polícia Federal pic.twitter.com/fhA0ehWpex
— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) April 24, 2025
Cláudio Humberto
Imagens divulgadas no Peru mostram a ex-primeira-dama Nadine Heredia em um clube de Lima, às vésperas de receber a proteção do seu amigo Lula (PT), sem qualquer indício de “grave lesão” na coluna.
A mentira foi usada para justificar um certo “asilo humanitário”. No vídeo do programa Panorama, da Panamericana Televisión, Nadine veste short, movimenta-se normalmente e até se abaixa e se mantém curvada, sem o menor sinal de problema na coluna. E com a tranquilidade de quem já tinha a certeza de que não cumpriria um único dia da prisão iminente.
Há forte indignação no Peru com o asilo e impunidade que Lula garantiu à acusada inclusive de “operar” o esquema de corrupção do marido.
Nadine recebia em mãos malotes de dólares, como apurou Malu Gaspar, autora do livro A Organização, sobre a teia de corrupção da Odebrecht.
Enquanto o marido ouvia o veredito na Corte Superior Nacional, a astuta Nadine ia à embaixada do Brasil “pedir” o asilo que já estava combinado.
A oposição vê no resgate de Nadine a neutralização de uma testemunha devastadora do papel de Lula no esquema que rendeu sua condenação.
Veja o vídeo mostrando que Nadine Heredia estava bem às vésperas de fugir:
Comentário sobre a postagem PAULO LETÁCIO – SÃO PAULO-SP
Gilberto Oliveira:
É ladrão que não acaba mais
Tem ladrão que não acaba mais
Você vê ladrão quando olha pra frente
Você vê ladrão quando olha pra trás
Bezerra da Silva
Em março de 2011 escrevi uma crônica, baseada em fatos, que ilustra um pouco as diferenças e semelhanças culturais entre brasileiros e norte-americanos. Este ano, tendo a oportunidade de viajar novamente aos Estados Unidos da América, encontrei lá o personagem principal da história, que fez a gentileza de me mostrar o local onde tudo aconteceu.
Foi divertido relembrar o fato, o qual não presenciei, mas, segundo ele, narrei com uma riqueza de detalhes como nem ele próprio seria capaz de fazer.
Busquei então a crônica no Google, mas não encontrei mais o texto. Assim, republico-o a seguir, sem nada acrescentar ou omitir.
* * *
Nesses dias que antecedem a chegada do presidente Barack Obama ao Brasil – escrevo no dia 16 de março de 2011 – lembrei-me de uma história que ilustra um pouco as diferenças e semelhanças entre o estilo de vida americano e o brasileiro.
Devo advertir, porém, que esta não é uma obra de ficção. Um ou outro detalhe até pode acabar sendo suprimido ou acrescentado, mas essas pequenas alterações serão decorrentes apenas das limitações da memória deste escriba ou da necessidade de dar um pouco mais de carga emocional a algum ponto da narração, fazendo dela uma “verdade melhorada”, expressão que aprendi com Jessier Quirino em outra ocasião.
No mais, os fatos aqui narrados pretendem ser reais ou, pelo menos, fiéis à versão que me foi transmitida pelo seu principal personagem, o americano Paulo Rodrigues, que, apesar do nome familiar aos nossos ouvidos brasileiros, nasceu naquele país do norte e mora em uma pequena cidade do Condado de New Haven, no Estado de Connecticut. Nossa amizade decorre do fato de ele ser casado com a brasileira Roberta, que é irmã de minha esposa.
Pois se deu que, em uma fria tarde de inverno, meu amigo Paulo estava voltando para casa quando precisou parar e fazer algumas compras. Como estava nevando, pensava em demorar o mínimo possível na loja e seguir imediatamente para casa, mas ficou ali o suficiente para, ao sair, encontrar o carro coberto de neve.
Até aí, tudo bem. Um pouco de neve não seria um grande incômodo. Os problemas de Paulo começaram quando ele, antes de entrar no carro, passou a mão no pára-brisa, tentando limpar a parte por onde pretendia enxergar. Nesse movimento, a aliança de casamento, que estava um pouco folgada, escorregou do dedo, quicou sobre o capô do veículo e foi mergulhar na camada de neve que cobria o chão do estacionamento.
É claro que a pequena auréola de ouro afundou imediatamente no solo branco e frio. É claro também que, seja no Brasil ou em Connecticut, perder a aliança de casamento é algo bem mais complicado que perder uma caneta ou um anel de formatura.
No caso, Paulo sabia que Roberta dificilmente acreditaria em histórias absurdas, de anéis que fogem dos dedos e se escondem na neve. Então, sem pensar duas vezes, ajoelhou-se no local onde presumivelmente a aliança havia caído, e pôs-se a revirar a neve em busca do valioso objeto.
Passados alguns minutos de busca infrutífera, tudo o que Paulo conseguiu foi chamar a atenção de um policial, que passava pelo local em sua viatura e achou a atitude suspeita.
– Hey, guy! O que você está fazendo com a cara enfiada na neve desse jeito? – interrogou o policial.
Paulo explicou com cuidado. Temia que o guarda não o levasse a sério ou achasse que ele estava escondendo algo. Para sua surpresa, ao terminar de ouvir sua história, o policial pôs as duas mãos atrás da cabeça e exclamou:
– Oh, my God! Se sua mulher for ciumenta como a minha, you’re fucked!
Paulo nada respondeu. Apenas acenou positivamente com a cabeça. Enquanto isso, o policial pegou o walk-talk que carregava preso ao uniforme e pediu reforços. Logo toda a área, em um raio de cinco metros em torno do carro, estava isolada por fitas amarelas, daquelas que se vê nos filmes de Hollywood.
Um policial revolvia a neve com uma espécie de ancinho – ou rastelo, ou ainda ciscador, como preferimos chamar no Ceará – e outro chegou munido de um detector de metais. Por causa do frio, poucas pessoas tentavam se aproximar do teatro de operações, mas as que o faziam eram imediatamente orientadas a manter distância.
Ao cabo de vinte e dois minutos de busca, a aliança era encontrada e posta novamente no dedo do seu proprietário, motivando gritos de comemoração, abraços e aplausos. Como a comemoração de um gol, ou, para ser mais conforme o país onde se deram os acontecimentos, um touchdown!
O certo é que a expressão de alívio de Paulo, e a grande comemoração dos policiais, era a demonstração de que, apesar de haver grandes diferenças entre lá e cá, como o clima e o trabalho da polícia, há uma grande semelhança em relação ao ciúme das esposas e o medo que os homens têm de despertar sua fúria.
Comentário sobre a postagem NORMAL, NORMAL
João Francisco:
É o mesmo que um juiz de futebol, que pertence a uma torcida organizada, apitar o jogo do maior adversário em uma situação que seu time do coração é interessado.
Mais ou menos isso.
Editorial Gazeta do Povo
Nenhum poder ou instituição está imune a críticas — ao menos, é o que se espera em um Estado Democrático. Mas, em um país onde a liberdade de expressão é alvo constante de ataques advindos das mais variadas frentes, inclusive das instituições que deveriam ser garantidoras desse direito fundamental, o que não faltam são demonstrações de quão pouco receptivos são os integrantes dos Três Poderes a quaisquer mensagens de teor mais crítico — como mostra a imediata reação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, a uma matéria da revista inglesa The Economist.
Esta não foi a primeira vez em que Barroso tenta responder às críticas da imprensa. Em janeiro deste ano, o ministro já havia publicado um artigo n’O Estado de S. Paulo, rebatendo alguns editoriais do jornal com críticas à atuação do STF. Agora, o alvo do ministro foi um texto publicado no dia 16 de abril pela The Economist, em que a revista alerta para uma realidade que os brasileiros, infelizmente, conhecem muito bem: o excesso de poder do STF. Mencionando a atuação do ministro Alexandre de Moraes como exemplo do protagonismo indevido da corte, a revista afirma que o poder do Judiciário brasileiro precisa ser reduzido. Segundo a publicação, Moraes trava “uma cruzada contra discursos antidemocráticos on-line, exercendo poderes surpreendentemente amplos, que têm como alvo majoritariamente atores de direita”, e que o “poder irrestrito” aumenta a possibilidade de o STF se “tornar um instrumento de impulsos antiliberais que infringem a liberdade, em vez de apoiá-la”.
Embora considere que a atuação dos ministros do STF aconteça “dentro da legalidade”, o artigo criticou as idas e vindas das regras da corte, lembrando o desmonte da Lava Jato — desmonte este recentemente citado pelo ministro Gilmar Mendes como motivo de “orgulho”. A revista ainda comenta que comportamentos arbitrários dos ministros “se tornaram comuns” e que é preciso mais “moderação” por parte da corte. A publicação ainda menciona que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela Primeira Turma do STF, formada por cinco ministros — e não pelo plenário da corte —, pode reforçar a “percepção de que o tribunal é guiado tanto pela política quanto pela lei” e fazer o Judiciário perder ainda mais confiança entre a população brasileira.
O texto da The Economist não traz nada de novo — a revista, aliás, foi bastante comedida em sua análise —, mas o que se viu a seguir foi a comprovação de que, aos ministros da corte, realmente falta moderação e discrição. Na nota dirigida à The Economist, Barroso tenta desmerecer a matéria, dizendo que “o enfoque dado na matéria corresponde mais à narrativa dos que tentaram o golpe de Estado” — frase que caberia bem a um político partidário, mas não a um juiz da corte que vai julgar se houve ou não tentativa de golpe de Estado no país.
O presidente do STF, talvez sentindo-se pessoalmente atingido pela revista inglesa, atropela o bom senso e os fatos, apelando para distorções e informações contestáveis ao afirmar, entre outras coisas, que “todas as decisões de remoção de conteúdo foram devidamente motivadas” e se referiam a crimes ou tentativa de golpe. Ora, o infindável inquérito das fake news — base dessas decisões — segue sob sigilo desde 2019 e, em diversas ocasiões, usuários tiveram contas suspensas sem intimação prévia nem acesso à fundamentação legal da medida, como relatado por vários parlamentares, influenciadores e jornalistas atingidos. Em janeiro deste ano, por exemplo, o STF derrubou todas as redes sociais da Revista Timeline, também sem qualquer explicação. Os perfis da revista ainda continuam bloqueados.
Barroso ainda garante, na nota, que todos os supostos envolvidos nos atos de 8 de janeiro “estão sendo processados criminalmente, com o devido processo legal”. Já mencionamos, em outras ocasiões, as flagrantes violações ao devido processo legal cometidas ao longo dos processos e julgamentos envolvendo o 8 de janeiro, como a falta de acesso integral aos autos do processo. Trata-se de uma violação tão patente que até o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, se manifestou a respeito, argumentando que isso restringe a atuação dos advogados de defesa dos acusados.
Outro ponto questionável da nota é o de que “o presidente do Tribunal nunca disse que a corte ‘derrotou Bolsonaro’” e que foram os eleitores os responsáveis por sua derrota. Embora haja uma sutil alteração na forma da frase, é bem sabido que Barroso disse publicamente, em 2023, “nós derrotamos o bolsonarismo” durante participação em um evento da UNE — movimento tradicionalmente ligado a partidos de esquerda. Há, inclusive, vídeos que atestam a fala. Mais tarde, o ministro tentou emendar, dizendo que, por “bolsonarismo”, estava se referindo ao “extremismo golpista e violento” — palavras, aliás, que passaram a ser usadas pelos ministros como salvaguarda para justificar todas as ações da corte e torná-las inquestionáveis.
Barroso, como presidente da corte, poderia até responder às críticas da revista — mas sem tentar desmerecer a inteligência ou a capacidade de análise do público, ou desvirtuar o teor da reportagem, atribuindo-a a um produto do “golpismo”. Críticas a um político, poder ou instituição deveriam servir como alerta — ainda mais quando vindas de uma revista internacional. Se até do outro lado do oceano as ações da Suprema Corte brasileira causam questionamentos, é sinal de que a tão propalada “normalidade democrática”, supostamente salva pela corte, está bem longe de ser alcançada.
Como bem pontuou a The Economist, além de políticos corruptos e mal-intencionados — que, infelizmente, existem aos montes —, o que ameaça de fato a democracia brasileira é a falta de comedimento nas cortes superiores. Mesmo talvez bem intencionados, seus membros insistem em deixar de lado o papel de juízes discretos e atentos apenas ao dever de bem julgar, para abraçar um papel que não lhes cabe: uma atribuição quase messiânica de conduzir o país. É exatamente isso que afasta o Brasil cada vez mais da real normalidade democrática — e o aproxima dos extremismos e autoritarismos.