Sexta-feira, 28/Mar, no Teatro Guararapes no Recife, fizemos, eu, Xangai e Maciel Melo, o espetáculo: “Palavra em Cantoria”.
Foi festa de juntar anão de bicicleta grande!
R. Já tive notícias do grande sucesso desse magnífico espetáculo, meu caro amigo e colunista fubânico.
Um trio da pesada feito esse merece todo sucesso do mundo!!!
Você, meu também querido amigo Maciel Melo e o talentoso Xangai são três ícones, três grandes nomes da cultura nordestina e brasileira.
Não pude estar presente, mesmo tendo recebido seu ingresso de cortesia, por conta de um compromisso já assumido, uma celebração familiar de aniversário, conforme te informei.
Que vocês continuem brilhando muito e fazendo todo o sucesso que merecem!!!
Carolina Martuscelli Bori nasceu em 4/1/1924, em São Paulo, SP. Psicóloga, pesquisadora e professora, foi pioneira na área da psicologia experimental, em fins da década de 1940. Foi uma batalhadora pela consolidação da Psicologia como ciência e sua contribuição para a Educação em todos os níveis. Sua opção pela área experimental deu-se pela crença no rigor científico na área psicológica.
Filha de Maria Teresa Colombo e Aurelio Martuscelli, imigrantes italianos, teve os primeiros estudos numa escola alemã e na Escola Caetano de Campos. Graduou-se em Pedagogia pela USP-Universidade de São Paulo em 1947, especializando-se em Psicologia educacional no ano seguinte. Concluiu o mestrado em 1952 na New School For Social Research, de Nova Iorque, EUA. O doutorado foi concluído na USP, em 1954, com a tese Experimentos de Interrupção de Tarefas e a Teoria de Motivação de Kurt Lewin. Em 1969 recebeu o título de livre-docente pela USP.
Liderou várias campanhas sobre o exercício profissional do psicólogo e teve o registro número 1 no conselho regional da categoria, em 1971, sendo a única mulher dentre os constituintes. Batalhou pelo currículo mínimo para a graduação e pela implantação do curso de pós-graduação em Psicologia. Presidiu e participou de inúmeras comissões para criação de cursos de Psicologia e de pós-graduação em todo o país, defendendo a obrigatoriedade de uma porcentagem de disciplinas com trabalho de campo ou laboratório e solicitando auxílios às instituições de fomento. Na década de 1960, assessorou Darcy Ribeiro na criação do curso de Psicologia da Universidade de Brasília e na estrutura dos cursos de formação básica.
Intermediou contatos com a administração da USP para importar equipamentos e realizou congressos com grupos de colaboradores, enquanto divulgava os princípios de análise do comportamento pelo Brasil propiciando condições para a vinda do professor Fred Simmons Keller, praticante da Análise do Comportamento e um dos responsáveis pela introdução dessa abordagem psicológica no Brasil, em sua passagem pela USP em 1961.
Participou de diversas instituições, convivendo com cientistas do Conselho da SPBC e assumiu vários cargos, na condição de presidente da ABP-Associação Brasileira de Psicologia (1954-1955 e 1963-1965); ANPEPP-Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (1984-1986); Área da Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Cursos de Psicologia do MEC; SBPC-Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (1986-1989); SBP-Sociedade Brasileira de Psicologia (1990-1994) e Comissão de Especialistas de Psicologia do MEC (1995-1996).
Orientou mais de cem teses e dissertações acadêmicas e trabalhou na formação de pesquisadores, produção e registro de conhecimentos. Traduziu livros básicos para a formação de alunos, numa época de poucas opções bibliográficas. Partia da formulação do problema para tomar decisões, buscar soluções e conseguir resultados. Participou das campanhas para o desenvolvimento da Psicologia e ciência no Brasil até sua morte, em 4/10/2004, aos 80 anos. Dentre as homenagens que recebeu, destacam-se o Prêmio “Fred Keller”, outorgado pela APA-American Psicological Association, em 1999 e comendadora da Ordem Nacional do Mérito Científico, em 1998. Desde o ano 2000, A SBPC concede anualmente o “Prêmio Carolina Bori Ciência e Mulher“ às cientistas destacadas em suas áreas.
Um panorama geral de sua atuação foi realizado pela revista Psicologia: Ciência e Profissão, nº 32 de 2012: Contribuição para a formação de psicólogos: análise de artigos de Carolina Bori publicados até 1962. Outro artigo enfocando a pessoa, um ensaio biográfico, encontra-se na revista Psicologia: Reflexão e Crítica, vol. 11, nº 2. 1998: Carolina Matuscelli Bori: uma cientista brasileira.
A propósito do texto de ontem da Schirley, de Curitiba, peço publicar esta mensagem:
Parabéns a toda população de Curitiba, pelos 332 anos da cidade.
Curitiba é uma excelente cidade para turismo, inclusive no inverno. Aliás, o maior frio da minha vida passei em Curitiba.
Minto! Passei foi no aeroporto do município de São José dos Pinhais, que atende a cidade de Curitiba.
Deu saudades e até vontade de pegar um avião e passar o fim de semana em Curitiba.
Visitei Curitiba diversas vezes a trabalho e, depois de aposentado, passei a visitá-la como turista com a minha família.
Como bebedor de chopes, sempre bati ponto no Bar do Alemão com o seu “chope submarino”.
Nunca comi os pastéis de feira, mas posso comprovar que Curitiba tem excelentes pastelarias, bem como os melhores “banoffees” do Brasil. Pra quem não sabe é uma deliciosa torta (de origem britânica) com doce de leite e banana.
Deu até água na boca!
E pra finalizar, Curitiba está entre os melhores destinos de tendências de viagens do Best in Travel 2025 da Lonely Planet, um dos maiores e mais tradicionais guias de turismo do mundo.