DEU NO JORNAL

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

HORA QUE PASSA – Florbela Espanca

Vejo-me triste, abandonada e só
Bem como um cão sem dono e que o procura
Mais pobre e desprezada do que Job
A caminhar na via da amargura!

Judeu Errante que a ninguém faz dó!
Minh’alma triste, dolorida, escura,
Minh’alma sem amor é cinza, é pó,
Vaga roubada ao Mar da Desventura!

Que tragédia tão funda no meu peito!…
Quanta ilusão morrendo que esvoaça!
Quanto sonho a nascer e já desfeito!

Deus! Como é triste a hora quando morre…
O instante que foge, voa, e passa…
Fiozinho d’água triste… a vida corre…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

REZEMOS

A decisão que concedeu prisão domiciliar para a cabeleireira Débora, antecipa-se a possível saia justa.

O ministro Luiz Fux, juiz-raiz, no STF, já havia anunciado que iria rever a pena de 14 anos que muitos consideram tão cruel quanto desproporcional.

* * *

Vamos torcer, vamos orar.

Que essa sofrida mãe de família volte pra junto dos seus.

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA