Presidente do Uruguai detona Lula na cara dele, em reunião do Mercosul. pic.twitter.com/fiapvM4loP
— Patriota Voltou (@PATRl0TA) July 4, 2023
Presidente do Uruguai detona Lula na cara dele, em reunião do Mercosul. pic.twitter.com/fiapvM4loP
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Comentário sobre a postagem AVIÃO AO INVÉS DE CARRO
Beni Tavares:
Quem tá podendo, esbanja
Seja bandido ou ladrão
Mas, carro bom pro Carniça
É o velho camburão.
* * *


A polícia do regime ditatorial de Daniel Ortega, na Nicarágua, invadiu a casa das irmãs dos Pobres de Jesus Cristo, em León, e prendeu quatro freiras brasileiras. A detenção das religiosas ocorreu no domingo 2.
O paradeiro das religiosas permaneceu desconhecido durante horas, mas elas já estão em segurança. As irmãs estavam havia sete anos no país e integravam a Fraternidade dos Pobres de Jesus Cristo, que faz parte da Fraternidade O Caminho, formada por consagrados, sacerdotes e leigos, fundada em 2001.
Segundo informações da Congregação, as quatro irmãs foram deportadas, porque a ditadura sandinista não havia renovado a sua permissão de residência. A comunidade vai dar continuidade ao apostolado em El Salvador.
Pelas redes sociais, a advogada e pesquisadora Martha Patricia Molina explicou que a negativa do regime de extrema esquerda liderado por Ortega em renovar a permissão de residência de religiosos estrangeiros é reincidente e serve como argumento para expulsá-los do país.
Oficialmente, 40 freiras e 44 religiosos foram expulsos da Nicarágua nos últimos cinco anos, mas ela garante que o número real é muito maior.
* * *
O sanguinário ditador nicaraguense, amigo, irmão e compadre do Ladrão Descondenado, prendendo indefesas religiosas brasileiras.
A militância esquerdóide católica não dá um pio.
Tudo de cu trancado.

“Vou devolver essas reacionárias direitistas pra tu, cumpanhero Lula”

Quando alguém grita “água, água, água!”, ou quando clama insistentemente por pão, ou, desesperado, ainda consegue pedir ar, é porque está sedento, faminto ou precisa respirar. Assim, hoje, todos ou dias, a palavra “democracia” aparece na televisão, no rádio, nos jornais, nas tribunas, na boca de políticos e eleitores. A conclusão é de que está faltando; há sede e fome de democracia, sem a qual as liberdades não respiram e morrem afogadas. Você não consegue passar um dia sem ouvir ou ler dezenas de vezes a bendita palavra, na abundância de sua escassez.
É óbvio que os responsáveis por isso somos nós. Nos permitimos ou nós os elegemos. Os que operam as instituições estão lá em nosso nome. Os que fizeram as leis e a Constituição as fizeram em nosso nome e com o nosso voto. Os que fazem funcionar a administração do Estado são nossos servidores. Tudo isso é teoria, porque na prática há os que se sentem donos do Estado, da lei e das instituições, e há os que são tratados como servos dos primeiros, e pagam os impostos que os sustentam – e essa não é uma democracia, que é o exercício do poder do povo, regido pela Constituição.
Há, portanto, uma disfunção institucional. A lei básica é desrespeitada e se sente que, se ela é desrespeitada, prevalece o arbítrio, pessoas impondo suas vontades. Se você quiser ler comigo a Constituição, já verá no primeiro artigo que deveríamos ser uma “República Federativa” num “Estado Democrático de Direito”, e que “todo poder emana do povo”. Com a atual distribuição dos impostos, o Brasil é uma república unitária, já que o poder central centraliza os impostos. Para ser um Estado Democrático de Direito não podemos ter exceção para o princípio do devido processo legal. E o poder do povo seria realmente exercido por seus representantes se mandantes e mandatários estivessem mais próximos, como por meio do voto distrital; hoje votam no parlamento em desacordo com seus mandantes eleitores.
O segundo artigo constitucional diz que são independentes o Legislativo, o Executivo e o Judiciário – nessa ordem. A ordem hoje está invertida, e o sistema de governo é presidencial só no nome, pois o presidente tem pouca autonomia. O Judiciário legisla e intervém no Executivo. Na página seguinte, no artigo 5.º, você lerá: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza” – e quantas leis já foram feitas e até criadas no Judiciário, fazendo distinções? Ao negar a igualdade discriminando, usam a falácia da “ação afirmativa”.
O capítulo dos direitos e deveres individuais e coletivos é tão fundamental que só pode ser alterado por uma assembleia constituinte, mas já virou rotina desrespeitar a livre manifestação do pensamento (inciso IV), a livre expressão (IX), a inviolabilidade do sigilo das comunicações (XII), o direito de reunião pacífica sem armas (XVI) e o direito de propriedade (XXII). O mesmo artigo 5.º estabelece que não haverá juízo ou tribunal de exceção, mas sem o Ministério Público, como estabelecem os artigos 127 e 129, há exceção.
O artigo 52 diz que presidente condenado fica oito anos inabilitado para função pública, mas ele foi desrespeitado na condenação de Dilma, e foi a porteira por onde começou a passar a boiada. O artigo 53 diz que deputados e senadores são invioláveis por quaisquer palavras, mas não têm sido. O artigo 220 garante a manifestação do pensamento, sem qualquer restrição, sob qualquer forma, processo ou veículo; diz que nenhuma lei poderá ser embaraço à informação, sendo vedada toda e qualquer censura política, ideológica e artística. Não preciso dizer a você, que está sedento por democracia, o quanto está nos fazendo falta cumprir a Constituição.
Na cena em quadra trágico-invernosa
Zaida se impingiu (fradesco drama!)
Apareceu depois, com sede à fama,
Tragédia mais igual, mais lastimosa:
O autor pranteia em frase aparatosa
Esfaqueado arrais, pimpão d’Alfama;
Corno o protagonista, e puta a dama,
O machão é Simeão, e a mula é Rosa:
Espicha o rabo (eu tremo ao proferi-lo)
Espicha o rabo ali o herói na rua,
Qual Muratão nos areais do Nilo!
Elmiro na tarefa contínua,
Já todos pela escolha, e pelo estilo
Rosnam que a nova peça é obra sua.

Manuel Maria de Barbosa l’Hedois du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)

Prédio das Lojas Mesbla da Avenida Conde da Boa Vista
Ano de 1988, auge das Lojas de Departamentos Mesbla S/A.
Naquela época a Loja incorporava no seu prédio sede, situado na Avenida Conde da Boa Vista, Recife-PE, a parte de venda a varejo, o setor de crediário e cobrança, este nos fundos da loja sede, no primeiro andar.
Nessa época houve uma fusão na cobrança e crediário, com a implantação do sistema computadorizado. Os clientes faziam as compras e os pagamentos dos carnês eram confeccionados no Rio de Janeiro, na sede matriz. Por causa dessa unificação computadorizada havia muitos erros nas baixas dos pagamentos dos carnês e a maioria dos clientes recebiam carta de cobrança, mesmo já tendo pagado seus carnês, sem contar que eram “negativado no SPC por ausência de pagamento dos carnês constatado…
Nessa época o balcão de cobrança da loja fervilhava de gente indignada, reclamando da não chegada dos carnês e extratos e de suas negativações indevidas no SPC. Devido ao grande contingente de clientes reclamando todos os dias na loja, esta teve de recrutar vários atendentes e treiná-los para atender no balcão, que a cada dia se entupia de cliente reclamando da incompetência da loja em não dar baixa nos pagamentos no sistema e, com isso, impedir a inclusão de seus nomes no Serviço de Proteção ao Crédito.
Dentre esses contratados a loja recrutou um baxim da ureia de abano e pavio curto, curtíssimo, chamado Alan que, após os treinamentos fora escalado imediatamente para o setor de cobrança, linha de frente, atender o público que chegava à cobrança com o nervo a flor da pele, virados no “pentei de barrão.”
Na estreia, Alan já sentiu na pele que não tinha vocação nem paciência para atender o público. O primeiro cliente que atendeu já foi trocando farpas ao ponto de quase irem às tapas na divisória do balcão. Era “um tal de mal educado praqui,” “desaforado pralá” e ninguém se entendia.
No outro dia, a história se repetia com mais intensidade: xingamentos, “fi de maria rolete praqui,” “fi de maria pacaré pracá,” com o blafáfá comendo na casa de noca, e nada dos ânimos cessarem.
Três semanas nessa pisada, Alan já estava com o bofe cheio e os nervos a flor da pele. Um dia, assim que a loja se abriu apareceu do nada uma senhora virada no prego enroscado e se dirigiu para Alan, que já tinha discutido com o cobrador de ônibus por causa de falta de troco, na viagem ao trabalho.
– Ei, mocinho. É com você mesmo que quero falar. Não fuja da raia não. Venha cá seu desaforado – instigou a cliente para Alan.
Alan, fingindo que não era com ele, se aproximou de mansinho da cliente e foi logo perguntando:
– Qué que a senhora quer?
– Eu quero que você me responda o que diabo eu devo a Mesbla para ela andar me cobrando uma prestação já paga há mil anos e ainda por cima colocado meu nome no SPC, e jogou o carnê em cima de Alan.
– Oi! – disse Alan para a cliente… É que houve algumas cobranças não computadas e a cobrança mandou cartas de cobranças…
– O senhor – prosseguiu a mulher virada no prego quente, tá com um erola, rola aí defendendo a Mesbla que não vale merda! Todos vocês são uns incompetentes, e em dedo em riste para Alan, disse:
– Eu quero falar com seu chefe porque estou sentido com senhor é um bosta que, além de não entender nada de cobrança, é um ignorante no trato com as senhoras donzelas feito eu.
– Virado no pentei de barrão, Alan respondeu a cliente:
– A senhor não sabia que a Mesbla era assim, porque foi comprar? Eu não mandei a senhora comprar, mandei?, a senhora comprou porque quis…
Como a cliente permaneceu exaltada e instigando Alan, este abriu a porta que separava o balcão para dentro do setor e disse: olhe o chefe ali. Vá lá reclame a ele porque quem já está de saco cheio sou eu! E deixou o balcão com menos de um mês de trabalho, dizendo – “o diabo é que volta para trabalhar nessa porra!” “Atender o público é FODA!” – concluiu.
Revista Oeste

Lula e Janja chegam à Argentina na noite de segunda-feira 3
Lula troca viagem de carro por 10 minutos de avião
Petista vai usar aeronave da FAB para percorrer uma distância de 30 quilômetros
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não esconde seu gosto pelos ares. Só neste ano, realizou mais de dez viagens internacionais: da América à Ásia, passando pela Europa.
Os gastos de dinheiro público para manter a equipe do petista no ar são milionários.
Lula não economiza nem nos deslocamentos de curta distância. Nesta terça-feira, 4, o presidente brasileiro programou uma “pequena” viagem – de avião.
Conforme a agenda presidencial, Lula, – que está na Argentina para participar da Cúpula do Mercosul -, deve deixar o país por volta das 16h10.
Ele sairá do Aeroporto de Puerto Iguazú e vai pousar em Foz do Iguaçu, no lado brasileiro, às 16h20.

As duas cidades são vizinhas de fronteira. A distância entre ambas é de pouco mais de 30 quilômetros. De carro, segundo o Google Maps, a viagem duraria em torno de 40 minutos.
Ainda hoje, depois de participar de um evento na Usina Hidrelétrica de Itaipu, o presidente embarcará para Brasília, por volta das 19h.