LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DITADO NA AGONIA – Bocage

Já Bocage não sou!… À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento…
Eu aos Céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura;

Conheço agora já quão vã figura,
Em prosa e verso fez meu louco intento:
Musa!… Tivera algum merecimento
Se um raio da razão seguisse pura.

Eu me arrependo; a língua quasi fria
Brade em alto pregão à mocidade,
Que atrás do som fantástico corria:

Outro Aretino fui… a santidade
Manchei!… Oh! Se me creste, gente ímpia,
Rasga meus versos, crê na eternidade!.

Manuel Maria de Barbosa l’Hedois du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)

DEU NO JORNAL

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ELES AGEM ASSIM

Leandro Ruschel

Lula disse que ligou para o chanceler alemão e “entregou” o brasileiro acusado de injuriar um ministro do Supremo.

O episódio ainda não foi esclarecido, a ligação para o primeiro-ministro alemão foi feita porque o brasileiro trabalha numa empresa alemã.

Já no caso do terrorista Cesare Battisti, Lula se negou a entregar o criminoso para a Itália, mesmo ele tendo sido condenado por 4 homicídios, e por ter deixado o filho de uma das suas vítimas numa cadeira de rodas.

Posteriormente, o terrorista confessou os seus crimes, e hoje cumpre pena de prisão perpétua na Itália. Certamente, se Lula ou um outro partidário seu estivesse no poder quando o terrorista foi preso e entregue a Itália, a justiça não teria sido feita.

Battisti era integrante de um grupo revolucionário comunista. O padrão de Lula é claro: os crimes mais abjetos, se cometidos por comunistas, devem ser negados, ou mesmo justificados.

Já qualquer ação dos seus oponentes deve ser criminalizada e punida com o máximo rigor.

Assim agem os comunistas.

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM-FORTALEZA-CE

Caro Editor Berto,

Gostaria de ver publicado nesse nobre espaço midiático, um dos mais democráticos do país, um Ensaio que escrevi sobre o Conto “O Espelho”, do imortal Machado de Assis, dialogando com o romance “O Duplo”, do grande Dostoiévski.

Trata-se de trabalho literário, contemplado com nota máxima, da disciplina Teoria da Literatura II, da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza, onde curso Licenciatura em Letras/Espanhol.

Cordialmente agradecido,

R. Meu caro, eu não me canso de dizer que nesta gazeta escrota só tem gente qualificada e de nível.

Saiba que é um privilégio editar um jornaleco feito esse que tem um leitor do seu calibre.

Parabéns pelo trabalho que você produziu e que, merecidamente, foi contemplado com a nota máxima.

E os fubânicos que quiserem ler o ensaio produzido por Boaventura, basta clicar na imagem abaixo: