O cerco está se fechando.
O medo da verdade deve ser terrível para quem só vive na mentira.
Já Bocage não sou!… À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento…
Eu aos Céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura;
Conheço agora já quão vã figura,
Em prosa e verso fez meu louco intento:
Musa!… Tivera algum merecimento
Se um raio da razão seguisse pura.
Eu me arrependo; a língua quasi fria
Brade em alto pregão à mocidade,
Que atrás do som fantástico corria:
Outro Aretino fui… a santidade
Manchei!… Oh! Se me creste, gente ímpia,
Rasga meus versos, crê na eternidade!.

Manuel Maria de Barbosa l’Hedois du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)
Leandro Ruschel
Lula disse que ligou para o chanceler alemão e “entregou” o brasileiro acusado de injuriar um ministro do Supremo.
O episódio ainda não foi esclarecido, a ligação para o primeiro-ministro alemão foi feita porque o brasileiro trabalha numa empresa alemã.
Já no caso do terrorista Cesare Battisti, Lula se negou a entregar o criminoso para a Itália, mesmo ele tendo sido condenado por 4 homicídios, e por ter deixado o filho de uma das suas vítimas numa cadeira de rodas.
Posteriormente, o terrorista confessou os seus crimes, e hoje cumpre pena de prisão perpétua na Itália. Certamente, se Lula ou um outro partidário seu estivesse no poder quando o terrorista foi preso e entregue a Itália, a justiça não teria sido feita.
Battisti era integrante de um grupo revolucionário comunista. O padrão de Lula é claro: os crimes mais abjetos, se cometidos por comunistas, devem ser negados, ou mesmo justificados.
Já qualquer ação dos seus oponentes deve ser criminalizada e punida com o máximo rigor.
Assim agem os comunistas.
Lula chama bolsonaristas de malucos e canalhas, e diz que entregou o nome de empresário que supostamente hostilizou AM para chanceler alemão e que pediu para Kassab expulsá-lo do partido. pic.twitter.com/zR8MzMANJJ
— MSP-Movimento Sem Picanha (@mspbra) July 24, 2023
Caro Editor Berto,
Gostaria de ver publicado nesse nobre espaço midiático, um dos mais democráticos do país, um Ensaio que escrevi sobre o Conto “O Espelho”, do imortal Machado de Assis, dialogando com o romance “O Duplo”, do grande Dostoiévski.
Trata-se de trabalho literário, contemplado com nota máxima, da disciplina Teoria da Literatura II, da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza, onde curso Licenciatura em Letras/Espanhol.
Cordialmente agradecido,
R. Meu caro, eu não me canso de dizer que nesta gazeta escrota só tem gente qualificada e de nível.
Saiba que é um privilégio editar um jornaleco feito esse que tem um leitor do seu calibre.
Parabéns pelo trabalho que você produziu e que, merecidamente, foi contemplado com a nota máxima.
E os fubânicos que quiserem ler o ensaio produzido por Boaventura, basta clicar na imagem abaixo: