Agora que o silêncio é um mar sem ondas, E que nele posso navegar sem rumo, Não respondas Às urgentes perguntas Que te fiz. Deixa-me ser feliz Assim, Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto. Só soubemos sofrer, enquanto O nosso amor Durou. Mas o tempo passou, Há calmaria… Não perturbes a paz que me foi dada. Ouvir de novo a tua voz seria Matar a sede com água salgada.
Adolfo Correia da Rocha, o Miguel Torga, Portugal (1907-1995)
A legislação é clara ao proibir discriminação e preconceito por raça, cor, etnia, religião etc, prevendo de dois a cinco anos de prisão a quem comete o crime.
Ambiente lacratório e precedentes impunes levaram a Ânima Educação a abrir processo para contratação de novos professores com apenas dois pré-requisitos: título de mestre e cor preta declarada.
Excluíram sumariamente brancos, asiáticos e indígenas, por exemplo.
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Eu, como branco ariano, galêgo dos zoios zazuis, me senti tremendamente discriminado com essa babaquice da Ânima Educação.
Agora, falando sério:
Isso é uma idiotice zisquerdóide do mais algo grau.
Uma babaquice que deveria ser punida por lei
O Art 4º da Lei 7.716/89 é específico ao citar pena de reclusão para quem “negar ou obstar emprego em empresa privada” pela cor da pele.
O jumento Polodoro, mascote do JBF, está com a sua pajaraca preta pronta pra ser enfiada no furico vermêio desses descerebrados.