O ditado: “Fulano já está batendo biela!”, exprime semelhanças entre o homem e as máquinas automotoras. Melhor dizendo: o tempo de uso da máquina acaba provocando desgaste nas bielas, bronzinas e no virabrequim.
Nesta crônica – para ilustrar o tema – tenho que fazer referência a um dos grandes oradores que conheci: Álvaro de Souza Melo Filho, quando numa de suas falas mais significativas, durante as comemorações do aniversário dos 80 anos de Capiba, afirmou, com o entusiasmo dos grandes tribunos:
“´Éramos muitos iguais na variedade, variados na unidade e únicos na diversidade. Hoje somos poucos em pleno vigor da atualidade.
Os que continuam, agradecem a Deus esse crédito de vida para as continuadas celebrações que acontecem com frequência e que têm sabor de uma oração de agradecimento.”
E considerando que estou dobrando a principal curva da vida, uma espécie do Cabo da Boa Esperança – a plenitude dos 90 anos – os passos se tornam lentos, a memória vai arquivando em definitivo fatos importantes; e vejo a dificuldade para a execução de pequenas tarefas.
Aproveito este jornal para me despedir, após quase 10 anos de atuação semanal, com crônicas que poderão vir a compor vários livros.
Através destas folhas, dos leitores e colunistas, fiz amigos que vão compensando as grandes perdas dos muitos que já se foram.
Devo reconhecer que um “freio de arrumação” é necessário, porque estou começando a bater bielas, dando trabalho aos meus revisores e ao caríssimo editor, Luiz Berto Filho, que com paciência paternal tem suportado meus “escorregos”.
Não sou tolo para desconhecer que para a minha “carcaça” nem óleo 40 resolve mais.
Despeço-me, hoje, para dar mais atenção aos 4 filhos, 12 netos e 11 bisnetos, espalhados em várias glebas, com os quais comunico com frequência; além dos cuidados que me merecem a esposa, as noras e os adotivos que estão chegando.
É chegado o tempo de me aposentar das obrigações, posto que, a aposentadoria de bancário ficou lá no 8 de junho de 1980.
De lá pra cá, foi continuar dispensando todo o empenho à literatura, editando para terceiros mais de 20 livros, além de 34 títulos publicados e mais três com parceiros ilustres.
Há de ver-se que as pregas invadem meu rosto. Não sou mais aquele tipo hollywoodiano. Já começo a “engomar” (dar passos arrastando os pés, como todo aquele que se sente velho) e há receio de sair sem companhia.
Isto quer dizer que não adianta mais trocar o óleo, porque o virabrequim e as bronzinas já eram…
O que de fato ocorre é que, realmente, já estou, de fato, batendo bielas!
Durante breves instantes com uma cidadã de nome Alimonda, lembrei-me que fiquei devendo complementos “alimondícios” ao meu amigo Philippe Gusmão, leitor pernambucano radicado no Rio de Janeiro, que desejava informações sobre um filme caseiro onde apareciam seu pai com um grupo de jovens – os Alimonda – na década de 1950. Mas não consegui.
Há poucos dias, em prosa informal e quase instantânea com moça bela e jovial, num balcão de loja, cujo nome próprio é Alimonda Teresina de Melo Morais, indaguei a origem de nome tão diferente,
Ela me disse que seu nome tinha sido uma “invenção” de seu pai, que trabalhara muitos anos em fábrica afogadense, uma indústria de sabões e óleos vegetais, a Alimonda e Irmãos S.A., no Recife.
E completou informando que ele fez uma espécie de promessa consigo mesmo, para elogiar a primeira filha com o nome da família dos seus patrões, amigo que fora do Dr. José Paulo Alimonda, descendente de italianos.
Mas, para completar a ânsia de sua mãe – continuou a moça – desde os tempos de solteira, quando desejou que constasse, também, na Certidão de batismo, o nome de Teresina, sua terra natal, capital do Piauí.
Conclusão: acabou por ser a moça, de certo modo, incomodada durante seus 28 anos de vida, com uma chatice, aquelas bem cabulosas mesmo, de se ver obrigada a dar explicações às indagações, que eram frequentes, face à originalidade do seu nome.
Todas as vezes que teve de anunciar seu nome para algum cadastramento verbal, havia uma complicação, porque alguém escrevia: Terezinha, tendo ela o dissabor de retocar, informando que, além de ser Teresina, seu nome deveria se escrever com “s” e não com “z”.
A mesma jovem, coitada, em casos especiais, completava a dúvida citando que seu nome de batismo havia sido uma “invenção” de seu pai, por isso foi batizada como Alimonda.
Havia, ainda, quem perguntasse se estava ligada à família Alimonda, dona da fábrica de sabões e óleos vegetais, que existira no bairro dos Afogados.
Mas, como se diz no vulgo, “no fundo, o buraco era ainda mais embaixo”… Seu Morais, pai da moça, desejava batizar a filha com um nome incomum e para atender à esposa, a “pobrecita” saiu da pia batismal com uma Certidão capaz de chateá-la durante todos os anos de vida: Alimonda Teresina.
E para recordar a emblemática amizade de seu pai com os Alimonda, a moça, ao construir sua casa, afixou no alto da fachada uma peça de azulejo de majólica, faiança italiana do Renascimento, inspirada na tradição hispano-mourisca.
Mas continuo tendo que responder aos visitantes, não apenas o que significava aquele emblema em azulejo. Aí lá vinha toda a história novamente.
Na época em que completei 28 anos, ao me dirigir, pela manhã, bem cedo, ao trabalho no Banco do Brasil, tentei passar, de carro, pela Ponte Maurício de Nassau, na ilha-bairro do Recife, mas fui impedido por um tanque de guerra, com vários soldados armados com rifles, nas duas cabeceiras. Procurei um beco perto da Rua Madre de Deus, estacionei o veículo e me mandei a pé.
Fiz o arrodeio, a fim de passar, a pé, pela outra ponte, a Buarque de Macedo. Ao chegar ao Banco fui chamado à Tesouraria para receber das mãos de Véscio, um envelope com um adiantamento em dinheiro, por 15 dias de trabalho. Maravilha!
Passei o recibo e “sebo nas canelas”, porque o Banco Central havia determinado Feriado Bancário, e todo mundo deveria ir pra casa. Necas de trabalho! Mas muita preocupação.
Sentia-se o cheiro ruim no ambiente das ruas e imaginava-se alguma nuvem pesada nos ares do Recife. E o pior era desconhecer o motivo da grande apreensão. O Recife novamente atacado por submarinos germânicos? Previa-se algum quebra-quebra?
Passados tantos anos, recordo alguns momentos incômodos que vivi durante a Revolução de 1964, embora sem sofrer nenhuma admoestação, porque sempre acompanhei a ideologia de meu pai, que era da UDN – União Democrática Nacional,
Retomo à história após a leitura do livro “Eu e Jango”, escrito por João Vicente Goulart, filho do Presidente e sua esposa, D. Maia Thereza Goulart, uma das Primeiras Damas mais belas do País.
De 1964 a 1985, Elio Gaspari, jornalista-escritor brasileiero, escreveu cinco livros comentando, sob a ótica de um historiador, o Regime Militar, movimento político que as mulheres brasileiras iniciaram nas ruas de São Paulo.
As pesquisas e comentários criteriosos, constantes de obras publicadas por vários outros escritores, indicam que tal passeata de protesto foi uma resposta direta ao comício que João Goulart, na época Presidente do Brasil, havia realizado na Central do Brasil, no Rio, onde anunciou a implantação das “Reformas de Base”, bandeira maior do esquerdismo nacional, que acendeu o pavio da revolta das mulheres brasileiras.
Setores conservadores, principalmente as mulheres da sociedade, temerosos do que consideravam ser uma real ameaça comunista, organizaram uma passeata para demonstrar oposição ao Governo e defender a ordem familiar tradicional.
Nota de jornal: São Paulo marcou o começo de mais de 50 manifestações por vários pontos do País, movimento que contou com o apoio de grande parte da Imprensa e do empresariado, forçando Jango a se evadir do Brasil.
Foi quando ocorreu a ruptura. Auro de Moura Andrade, então Presidente do Senado, na madrugada de 31 de março de 1964 declarou vaga a Presidência da República, levando Ranieri Mazilli, Presidente da Câmara dos Deputados, a ocupar o cargo, posse ocorrida em 2 de abril.
Até aí, me digam, alguém deu golpe fardado?! Então não foi golpe e muito menos militar!
Ora, se a posse legal de um presidente civil ocorreu nos primeiros dias de abril, não há como “inocentes desavisados e de má fé” continuarem alardeando que houve um ”Golpe Militar” em 31 de março de 1964 e em seguida instituiu-se uma ditadura.
Mas a petralhada atual sempre distorce a História, criando a narrativa de “Golpe Militar”, quando, em verdade, até se poderia dizer que, se houve golpe, este foi um Golpe Feminino.
O certo seria afirmar que houve sim, o “Golpe Feminino”, cujas consequências forçaram a vacância do cargo presidencial. Simples assim!…
INSTRUMENTO LITERÁRIO – Há uns 20 anos, quando o jornalismo ainda não servia de instrumento para a compra e venda de notícias, os profissionais do ramo se esforçavam para apresentar seu trabalho nas folhas, sob a predominância do bom domínio da literatura e da verdade.
VIA DE REGRA – Antigo Editor dos meus primeiros livros implicava comigo ao ver expressões pouco usadas que pudessem dar a entender alguma conotação incômoda às interpretações. A exemplo: “via de regra” que poderia se entender como: vagina.
APLICAÇÕES LATINAS – Convivi com mestres do jornalismo e da literatura, durante meu longo estágio no Grêmio Cultural Joaquim Nabuco, dentre eles: Valter de Oliveira, Amílcar Dória Matos e Lelino Manzela, que faziam questão de aplicar palavras e frases pouco conhecidas, empoladas até, para demonstrar que eram cultos. O latim, então, “dava no meio da canela”!
VERNACULAR SIMPLESMENTE – Até quando, crescidos, compreenderam que a linguagem jornalística na literatura seria mais aceitável, porque fácil de entender seria. De tal forma que, do latim, entre outras palavras e expressões, fiquei bem lembrado de não abreviar o etcetera, palavrinha marota e pouco conhecida e bastante usada sob abreviação.
BREVES NOTÍCIAS – Sempre dei preferência às notícias breves, com palavras simples, porque atraem o leitor. Nestes dias venho assinalando noticiário desengavetado dos meus arquivos, publicando aqui, assuntos que estiveram entre meus escritos para o site da Cia. Editora de Pernambuco e no Diário de Pernambuco, entre agosto e novembro de 2003.
COMPARANDO ÉPOCAS – Recordemos: Visita do Presidente Luiz Inácio à Venezuela insinua que a refinaria de petróleo poderá vir a ser em Pernambuco e terá o nome do General Abreu e Lima. Já naqueles tempos havia muita proximidade com a turma bolivariana. Hummmm!
CHAVES FRIAS – Houve ampla propaganda em jornais, rádios e tv sobre a visita do Presidente daquele país amigo, sr. Hugo Rafael Chávez Frías, que esteve em Suape e anunciou, entre abraços e sorrisos, a parceria.
GOOGLE NOTÍCIA – No atual “Pai dos Burros”, o Google, tomamos conhecimento: “A Venezuela não tem mais participação na Refinaria Abreu e Lima. O acordo inicial de parceria, que previa participação da PDVSA (estatal venezuelana), nunca foi formalizado com um contrato definitivo”.
RABICHOLA SUJA – A Venezuela nunca realizou os investimentos necessários a fim de consolidar o compromisso. Em 2013, a estatal venezuelana abandonou o projeto, e a Petrobras amargou sozinha as despesas de construção.
GENERAL HISTÓRICO – O significado da homenagem tem razões indiscutíveis. Segundo várias fontes consultadas, José Inácio de Abreu e Lima nasceu no Recife, em 1794, foi jornalista, escritor e militar, incorporando-se ao exército de Simon Bolívar, com a patente de capitão, e participou das batalhas decisivas na luta de libertação de vários países, inclusive a Venezuela.
ILUSTRE SEPULTADO – Meu saudoso mestre, o historiador Flávio Guerra me informou que Abreu e Lima é o único brasileiro sepultado no cemitério dos ingleses, no Recife.
E na busca de minhas notas, encontrei: “Por conta de suas ideias de liberdade religiosa e devido ao fato de ser maçom, o bispo católico Dom Francisco Cardoso Aires não autorizou seu sepultamento no Cemitério Senhor Bom Jesus da Redenção, no bairro de Santo Amaro das Salinas, no Recife, sendo o General Abreu e Lima sepultado no Cemitério dos Ingleses, na mesma cidade, por deferência co Cônsul Geral daquele país.
DESCOBRINDO AMIGOS – Este jornal tem me proporcionado a descoberta de amigos, que passei a considerá-los meus parentes, isto porque as afinidades se tornaram proveitosas e duradouras. Alguns nem são colunistas regulares, todavia, trocamos mensagens constantes via WhatsApp.
LISTA COLUNÁVEL – Da lista constam Peninha (José Eduardo Sanches), Philippe Gusmão, Boaventura Bomfim, José Domingos Brito, etcetera, e coisa e tal.
O colunista fubânico Severino Souto
Severino Gomes Souto, titular da coluna “Se Sou Sertão”, é o amigo da vez.
Todavia, adiante, também faço comentários a respeito de notas que publiquei em reportagens escritas para o site da Cia. Editora de Pernambuco, há 20 anos.
* * *
FOTOS FLORIDAS – Todos os dias na coluna de Bill (como passei a chamálo) aparecem maravilhosas fotografias de flores, frutos e paisagens. Ele está editando um livro bem colorido, que servirá para orientar alunos de escolas públicas de Pernambuco, pois é paradidático. É um projeto ainda, mas vai vingar!
CORAÇÃO FLORIDO – Disse-me Luiza – aquela que floriu seu coração – que muitas vezes, antes que o sol apareça, ele lubrifica as canelas e sai feito um penitente, para procurar flores e paisagens de sua terra.
ALUNOS BENEFICIADOS – E de tanto colher paisagens, reuniu um patrimônio artístico com mais de 1.000 fotografias, que certamente poderão servir de contributo aos alunos de escolas públicas de sua Serra Talhada, pois em todas as imagens a serem publicadas haverá legendas bem didáticas.
TULIPAS HOLANDESAS – E por falar em flores, lembrei-me do tempo em que fui Assessor da Presidência do Clube Internacional, na Gestão de Dr. José Paes de Andrade, quando, em arrojada atitude, ele mandou buscar, da Holanda, três milhares de tulipas, para serem distribuídas com as senhoras presentes; flores que viajaram KLM.
FERNANDO MACHADO – Assim recordando, alguém poderia até pensar que fosse exagero da parte do cronista; mas, meu querido amigo Fernando Machado noticiou, em seu blog: “Há 60 anos, acontecia no Clube Internacional do Recife, a Festa das Tulipas”, promoção da KLM. Vieram três mil tulipas da Holanda.” Nada como boa memória!
IALIS CONCORRENTE – Medicamento vem causando sensação nas “Oropa, França e Bahia”, como diria o amado Jorge. Novo concorrente do Viagra. Permite a ereção até por 36 horas, ficando o “instrumento” com rigidez à prova de bala. Cada cartela com dois comprimidos custa R$ 60,00. As farmácias estão gostando das filas em suas portas.
NEGÓCIO MAIOR – Cidadão de meia idade, preocupado com o fato de ter acertado casamento com moça muito mais nova, foi ao médico desejando procurar algum instrumento ou remédio para ver seu membro viril um pouco maior. Observem que ele desejava ver “negócio” maior! Saiu do médico desolado porque lhe foi recomendado a compra de uma lupa.
MANUSCRITUS MAURITIUS – Mais de 11 mil páginas de manuscritos da era em que Johan Maurits van Nassau Siegen – Maurício de Nassau – escritas em holandês arcaico, revelando o então cotidiano de Pernambuco, estão sendo traduzidos pelo pesquisador José Hygino Duarte Pereira e passarão ao acerto do Museu Iconográfico, Histórico e Geográfico Pernambucano.
FEIRA FUTURISTA – Há 20 anos em uma feira de novidades tecnológicas em São Paulo, se anunciava um elevador residencial a vácuo. No mesmo local o UNIBANCO oferecia um leitor de íris. Era o Brasil abrindo os olhos para o futuro.
CADEIAS DEFICITÁRIAS – Pernambuco tinha em setembro de 2003, 17 presídios de grande porte, 101 cadeiras e abrigava 122.014 presos. Apenas 10% com função remunerada. Atualmente são 66 unidades físicas, incluindo penitenciárias, mas registra-se um déficit de 12.646 vagas. Haja espaço!
AMARGOS FERIADOS – Deputado federal Eduardo Cunha anunciou projeto que estabelece que todos os feriados religiosos sejam comemorados aos sábados e aponta os prejuízos. Parece até que deseja suprimir a “Lei do Imprensa”, quando dias próximos a essas comemorações, sendo perto de fins de semana, que a turma da malandragem tanto gosta de “enforcar” ou “imprensar”.
SONHA LATORRACA! – Newton Carneiro, Vereador do Grande Recife, aquele das ideias mirabolantes, anunciando que se reeleito, vai instalar três faculdades gratuitas, em Jaboatão dos Guararapes, dispensando o Vestibular. “Sonha Latorraca!” Mas, passados 20 anos, o supremo governante atual copia a ideia “carneirística”, beneficiando a turma do MST. Pensa que a gente não sabe das coisas!
SEGURANÇA MÁXIMA – Consulado de país amigo já invadiu parte de uma calçada na rua Jornalista Gonçalves Maia, no Recife e há poucos dias interditou um pedaço do estaionamento da rua, instalando blocos de “Gelo Baiano”. Pensam mesmo que nosso país é “República de Bananas.”
IDEIA EDIFICANTE – O lixo tóxico será objeto de campanha da Prefeitura. Planeja-se ações para reeducar as pessoas através de lei e multas. Mas haverá compensações para aqueles que tiverem o cuidado de separar baterias alcalinas, peças de celulares e até latas de inseticidas domésticos. Terão direito a créditos no IPTU.
BRAVAS DAMAS – Lembrando que em 1964 as mulheres pernambucanas foram, como as de Tejucupapo, protestar nas ruas contra a desordem social que motivou o “Regime Militar Diferenciado”.,As pernambucanas vão às ruas novamente para pedir o fim da violência que está se banalizando. Portanto, há mais de 20 anos já se previa a desgraceira de hoje. Viva a mulherada!
SIMULADÃO AERONÁUTICO – No simuladão realizado no Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre, nome justo, mas muito pomposo – tanto que ainda não colou gosto do povo – no passado agosto de 2003 houve instantes dignos de filme de ação.
OBRAS AVISTADAS – Com o simulado Plano de Emergência, o corre-corre no aeroporto foi apavorante, por não ter havido aviso. Com a participação de 400 pessoas representando os “figurantes”, o tal exercício provocou vexames nos “não figurantes”. Vimos outras pessoas correndo para os WCs, com as calças na mão e os fundilhos já obrados. Ou seja: obras em andamento.
CUT PE – O Fórum de Servidores Federais e Municipais de Pernambuco, realiza passeata em defesa da Previdência. Vão azeitar as canelas desde a Praça Oswaldo Cruz, na Boa Vista, em “pediatra” até o “Palácio do Campo das Princesas”. Certamente já prevendo, talvez, a “botada” nos contracheques dos idosos, semelhante ao que viria a acontecer com 22 anos de antecedência. Só tendo Bola e Cistal!
TEMPOS PALOCCIANOS – As incertezas na Reforma e a boataria desenfreada sobre a saída de Palocci da “ministração”, deixaram o Mercado tremendo de receio em dias piores.
MALANDRAGEM OFICIALIZADA – O mesmo Presidente-viajante de hoje, declarou em 5 de agosto de 2003, que toleraria as ações dos Movimentos Sociais, dos inquietos Trabalhadores sem Terra, desde que dentro dos limites da legalidade. Como se vê, a malandragem já perdura há mais de 20 anos.
TIMONEIRO RETORNA – Que felicidade constatar que nosso hábil timoneiro – Luiz Berto aporta novamente no Ilha Sardenha, o edifício no Recife onde habita e trabalha, vivendo com sua Aline e João Berto, o filho “ponta de rama”.
JORNAL FANTASMA – Sem ele o jornal parece ter tudo pra funcionar, mas, na verdade, falta alguma coisa. Ficamos algum tempo diante de um vácuo, uma angústia, uma inquietação. Sem suas improvisações, seu estímulo e os beliscões nos políticos indesejáveis, nosso jornal não é nada. É um fantasma cheio de “letras de luz” pintadas nas telas dos nossos computadores.
LEITOR FREGUÊS – Feito o registro, vou me sentar num barco qualquer, na Marina de Pau Amarelo, aproveitando o pequeno balanço provocado pelas velas enfunadas fiz anotações para esta crônica, tendo no notebook, velhos arquivos de notas que publiquei há mais de 20 anos, aqui reformadas para atender “ao gosto do freguês-leitor”.
HOMEM-AVIÃO – O austríaco Felix Morgen Jr. tornou-se o primeiro homem a sobrevoar o Canal da Mancha – que separa a Ilha da Grã-Bretanha com o Norte da França e une o Mar do Norte ao Atlântico. Feito incomum”
VOOS LIVRES – E o inventor o fez seu sistema voador, sem sem a ajuda de qualquer aparelho. Usou apenas uma asa de fibra de carbono, projetou seu equipamento numa garagem de casa e patenteou seu invento, após treinar em outros pontos, até encantar-se pelos morros do Rio.
PASSÁROS HUMANOS – Sua invenção deu asas, também, à imaginação de muitos cariocas que motivaram a criação de empresas destinadas ao fabrico industrial das asas delta, como quem deseja chegar ao céu sem motor, seguros pelas mãos de Deus, mais parecendo pássaros humanos.
GÁVEA AEROPORTO – Hoje o esporte popularizou-se como um modelo que atrai pessoas de várias cidades, para ganhar os ares a partir da Pedra da Gávea e outros morros do Rio de Janeiro, para pousar nas praias, não se verificando acidentes significativos.
ÍCAROS ORGULHOSOS – Desportistas do Brasil se orgulham de poder contar com várias fábricas, reconhecidas mundialmente na produção de equipamentos para voo livre, dentre elas a Rotor Equipamentos Ltda.
VOOS LIVRES – Segundo os treinadores, o voo livre é um esporte radical aéreo, não motorizado, que utiliza parapentes ou asas delta para planar, aproveitando as correntes de ar, o vento e as térmicas, para manter pessoas nas alturas, e se deslocarem sem muito perigo. As modalidades mais comuns desses esportes radicalizados são o parapente e a asa-delta, cada uma com equipamentos e características diferentes. Se Santos Dumont visse isso!…
SÁBIO TIMONEIRO – Mas, conversando com Luiz Berto, ora em convalescência de um piripaque, indaguei sobre suas preferências a respeito das navegações marítimas e aéreas, ao que me respondeu, com sua contumaz vivacidade de espírito: “Sei não, viu meu caro!… Ficar pendurado sob asas, lá nas nuvens, e as oficinas aqui embaixo… Prefiro segurar um timono de barco a vela e, ainda mais, navegando vagarosamente em mares tranquilos, tendo como paisagem os pássaros em bandos, que são donos do céu”.
Volto aos meus arquivos para divulgar fatos que transformei em notícias durante o ano de 2003 e outras notas.
FAVELADOS ACAMPADOS – Naqueles anos, favela era favela e não comunidades; os protestantes não ostentavam ainda as bandeiras de “Trabalhadores sem Teto” e os aproveitadores classificados por líderes. Mas, ensinaram os menos afortunados a fazer pressão junto aos Poderes Públicos.
PALÁCIO MUNICIPAL – Nas proximidades do Palácio Capibaribe, pessoas acamparam em protesto. Os residentes nas favelas do Papelão, da Imperial e do Pantanal, ávidas por ganhar residências da Prefeitura do Recife, sem fazer esforço, provocaram a população. Indignaram os pagantes.
HAJA ADJETIVOS – Mas se fosse só acampar até seria a forma menos infeliz de protestar; porém, fechar a Av. Martin Luther King foi uma atitude audaciosa, atrevida, insolente e ousada. Haja adjetivos! O povão não deve ser prejudicado em seu direito de utilizar ruas e avenidas.
CAIS FECHADO – Nada menos que 200 famílias fecharam o antigo Cais do Apolo para exigir do Burgomestre casas condignas para morar, como se tal gratuidade fosse obrigação do Prefeito.
IMPEDIMENTO INDIGESTO – O fato despertou o exagero, atingindo os contribuintes que por ali precisavam passar e foram impedidos. Exatamente aqueles que com seus impostos iriam fortalecer o orçamento para tal projeto imobiliário vir a ser executado.
MODA INFELIZ – Os Sem-teto usaram fogo em papelão, madeira e pneumáticos. Mal sabiam os recifenses que a moda pegaria. Passados 10 anos, o que estamos vendo são protestos frequentes de verdadeiros “terroristas-do-asfalto”. Hoje, até os carroceiros param a cidade do Recife. E haja bombeiro para apagar os pontos de fogo!
MÉDICOS PACIENTES – A CPI dos Planos de Saúde está descobrindo dramas dos médicos, que estão sendo obrigados a antecipar altas hospitalares por exigência das operadoras de saúde. Os médicos estão inconformados porque sentem a dor. Tornaram-se pacientes das Operadoras.
MERECIDO REPARO – Mesmo fora de prazo, complementamos, porque o grande astro do cinema foi governador dos Estados Unidos da América.
Ronald Wilson Reagan foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos e o 33.º governador da Califórnia. Nascido e criado em pequenas cidades de Illinois, formou-se em economia e sociologia no Eureka College e em seguida trabalhou como radialista esportivo. Mudou-se para Hollywood em 1937, onde trabalhou como ator por quase três décadas, tornou-se presidente da Screen Actors Guild (SAG) e porta-voz da General Electric (GE). Sua carreira política tem suas origens durante seu trabalho para a General Electric. Originalmente membro do Partido Democrata, mudou para o Partido Republicano em 1962, creditando tal atitude a mudanças ideológicas do Partido Democrata durante a década de 1950.
– Nestas notas comento sobre semelhanças interessantes entre épocas, pessoas e fatos ligados às trajetórias sobre astros de Hollywood, enfocando também, fatos ligados aos presidentes Reagan, Biden, Trump e Bolsonaro.
LEITORES ATENTOS – Primeiramente, em respeito e agradecimento aos meus leitores-amigos e à História, divulgo aqui emendas, sobre notas anteriormente publicadas sobre Arnold Schwarzenegger.
MARCO AURÉLIO – “Considerando sempre didáticos seus artigos, quero fazer uma observação: quem protagonizou o personagem “Rambo”, foi Sylvester Stallone, o que não muda em nada a qualidade do seu maravilhoso trabalho. Grande abraço, Marco Aurélio Pires Caminha.”
OPORTUNA EMENDA – Ao caro leitor José Alves Ferreira, agradeço o comentário: “Olá! Parece que o articulista confundiu Sylvester Stallone – verdadeiro intérprete de “Rambo” – com Arnold Schwarzenegger, outro ator de filmes de ação e destruição. Acontece!… “
RECORDAÇÕES INDELÉVEIS – Na minha infância fui entusiasta de vários cowboys, personificados em filmes de faroeste, principalmente entre aqueles que foram protagonizados pelos artistas John Wayne e Ronald Reagan.
INTRÉPIDO REAGAN – E por falar nas notas anteriores sobre Arnold Schwarzenegger, que foi governador da Califórnia, vi-me na obrigação de realçar o mérito de Ronald Reagan, que foi presidente dos Estados Unidos de janeiro de 1981 a 1989, também com eleitores influenciados por seu destaque no cinema.
FILMES NOTÁVEIS – Foram meus preferidos: “Demônios Submarinos”, “A audácia é minha lei”, “Prisioneiros de Guerra”, “Zona Tropical” e “Montana”.
FICÇÃO CONVERTIDA – Há episódios na História do Cinema em que a ficção se converte, de certo modo, em realidade. Sobremodo quando as telas nos mostram que os heróis dos filmes se transformam em benfeitores da sociedade, lançadores de modas e inspiradores de costumes sociais.
VELHO OESTE – De pesquisas colhidas em biografias, organizei as seguintes notas. Na América do Norte o cowboy que aparece nos filmes, é um pastor de gado que trabalha a cavalo e cuida das fazendas. A palavra vem do inglês, significando “guardador de gado”, e isto nos lembra o “Velho Oeste.”
PHOENIX ARIZONA – Quando estive em Phoenix, fui, com certa avidez, visitar o deserto do Arizona, onde se realizavam filmagens de histórias emocionantes dos caubóis, quando os bravos índios Navajos defendiam suas terras de forma corajosa e emocionante.
EMOÇÕES PASSADAS – Em busca daquele passado de sonhos e emoções infanto-juvenis, acompanhado da neta Maria Eduarda e suas filhas – minhas bisnetas Allie, Paige e Sedona – nada mais encontrei ao pisar naquelas terras; só emoções e saudades.
SOCIÓLOGO ECONOMISTA – Ronald Wilson Reagan, nascido em Los Angeles, foi um ator e político norte-americano que se elegeu presidente dos Estados Unidos. Formou-se em economia e sociologia; em seguida trabalhou como radialista esportivo.
ATOR SINDICALISTA – Ao mudar-se para Hollywood em 1937, trabalhou como ator por quase três décadas; tornou-se, inclusive, presidente da Screen Actors Guild (SAG), um sindicato que representa mais de 120 mil atores e, em seguida, foi porta-voz da General Electric (GE).
CAUBÓI PRESIDENTE – Em em 1980, foi escolhido como candidato republicano e elegeu-se presidente dos Estados Unidos após derrotar Jimmy Carter que concorreu à reeleição.
BALA MALDITA – Como Donald Tramp, que levou um tiro de raspão na orelha, Reagan também sofreu uma tentativa de assassinato à bala, que ocorreu em 30 de março de 1981, 69 dias após ter assumido a presidência dos Estados Unidos. Bolsonaro foi outro candidato que também sofreu ataque antes de ser eleito presidente do Brasil e ainda hoje padece de uma facada..
GUERRA FRIA – Em 1984, Reagan foi reeleito com uma vitória esmagadora. Seu segundo mandato foi marcado principalmente por assuntos internacionais, tais como o término da Guerra Fria, o bombardeio da Líbia, a invasão de Granada e a revelação do Caso Irã-Contras.
FORÇAS NUCLEARES – Negociou com o líder soviético Mikhail Gorbachev, culminando no Tratado de Forças Nucleares e na diminuição dos arsenais de ambos os países.
MURO DEMOLIDO – Durante seu famoso discurso no Portão de Brandemburgo, sugeriu a Gorbachev derrubar o “Muro de Berlim”. Logo após o fim do seu mandato, o muro foi demolido e a União Soviética entrou em colapso.
ALZHEIMER ATACANDO – Ronald Reagan deixou a presidência no início de 1989, sendo sucedido por George H. W. Bush, seu vice-presidente. Em 1994, revelou que estava sofrendo da doença de Alzheimer, semelhante à mesma enfermidade que se supõe haja atacado o então presidente Joe Biden.
JOE BIDEN – Os americanos gostam de personalizar apelidos. Por isso, poucos sabem que o nome do ex-presidente Biden é Joseph Robinette Biden Jr. Ao final de seu governo houve questionamentos a respeito da sua aptidão mental, demonstrando que estaria com Alzheimer.
DIREITA RENASCIDA – Reagan morreu aos 93 anos de idade. Considerado um ícone entre os Republicanos. Ocupa um lugar de destaque no Panteão Histórico dos Presidentes dos Estados Unidos, e seu mandato contribuiu para o renascimento ideológico da Direita norte-americana. São muitas coincidências e evidências!
CINE REALIDADE – Em 30.06.2003 publiquei: “Aquele artista austro-americano, fortão, o Schwarzenegger, que interpretava no cinema um tal de “Rambo”, apenas com a andeira da fama, estava solto nas pesquisas de intenção de votos para o governo da Califórnia, o estado mais populoso da América. Já havia botado no bisaco, na primeira pesquisa, 40% dos votos. É o cinema inspirando a realidade.” E quem quiser que brinque com “Rambo”!…
RAMBO GOVERNADOR – Acredita-se que a popularidade do personagem e os argumentos do cidadão que se tornou político, levaram-no à governança do estado onde situa-se um conjunto de cidades que abriga um grande número de empresas de tecnologia: o Vale do Silício. Sem armas Arnold, fez história.
REMÉDIOS REFRIGERANTES – O Diário de Pernambuco publicou em outubro de 2003 que farmácias do Recife foram interditadas pela Vigilância Sanitária, por venderem pilhas, refrigerantes, biscoitos e até remédios. Os fiscais não tiveram pena. Farmácia não é supermercado! Foi tanto cacete no lombo que tiveram que tomar remédio cicatrizante.
GRAVE GREVE – Funcionários da URB, autarquia criada para urbanizar o Recife, esperneiam por não digerirem o argumento da Prefeitura, alegando que os 59% de cortes nos salários se devem ao buraco no caixa do Burgomestre. Se falam pelos números contábeis, é grave. Se não, é greve!
BESTA FERA – Major PM, que anos depois ficou embaralhado em sério escândalo de planta subterrânea, aquela que se colhe pela raiz, declarou à Imprensa que a polícia deveria tratar o crime com mão-de-ferro e os criminosos com mão-de-chumbo. Se é que revólver tem mão! Ou seja, é preciso agir como besta-fera, baixando o cacete sem dó nem caridade! Foi enquadrado por um bocado de anos ao mexer com “especialistas” em mandioca, castigo!
AQUILO NÃO! – Faleceu em Osaka o homem mais velho do mundo, sr. Yukicho Chuganji, com 114 anos. Teve direito a festa com bolo e velinhas. Fez discurso agradecendo a Deus e salientou que estava com saúde, afirmando que quase tudo funcionava em seu corpo, menos “Katukar Kavara”, ou seja, no popular brasileiro: “não dava mais no couro”.
VAGINA QUENTE – Moça caridosa interessada em descontaminar às amigas, consultou médica para saber como livrá-las do fungo da candidíase, aquele malvadão que ataca as partes íntimas da mulherada. Resultado: “O PH da vagina ácida e sua área periférica quente, torna-se o campo de batalha entre as unhas humanas e a área “xoxotal”.
TAMOS AÍ – “No caso, deve-se procurar um médico”, disse a gineco. Mas acho que a doutora deveria ter recomendado uma ginecologista, não um médico, senão, muitos facultativos poderão oferecer consulta grátis, de acordo com o corpinho a ser medicado. Tamos aí!
BONÉ VICIADO – Publiquei notícia em 4 de agosto e 2003, no Jornal do Commércio: “Ao colocar num comício um boné de propaganda partidária, o Presidente da República criou perigoso simbolismo para se iniciar a radicalização, ficando o governo acuado”. Mal se sabia, porém, que ele, em nossos dias, tornaria frequente esse tipo de propaganda, oferecendo-se a fotos de reuniões ostentando um boné CXP, símbolo de uma facção criminosa. Agora danou-se!
VIDA PRIVADA – Os programas de tv que mais registram audiência são aqueles relacionados com a vida íntima dos artistas. Segundo nota de agosto de 2003, aquela boazuda, Gaciana, antes da entrevista combinou que não se faria perguntas sobre ela e o namorado.
REINADO VITALICIO – Sabia-se que o sortudo estava enrolado com alhos e bugalhos, P e alhures. Sabidinha, desejava apenas fazer propaganda de suas famosas curvas corporais conhecidas em apresentações no Sambódromo, onde tem reinado e governado os otários de plantão.
VÁLVULA ESCAPATÓRIA – Em 2002 publiquei: O Presidente do Brasil recusou convite do maioral dos “Sates”, o W. Bush, para uma audiência no Salão Oval para discutir problemas comuns aos dois países. O nosso Grão-mestre, alegou que não poderia ir sozinho; isto é, sem o Embaixador Celso Amorim, que estava em outra missão no exterior.
AGENDA CHEIA – Agora, para atender ao Donald Trump, nosso mesmíssimo Presidente declarou que estava com a “agenda cheia”. Sábio foi o poeta quando afirmou: “Recordar é reviver, avaliar as épocas e até achar graça no contraste das comparações.” Haja válvulas escapatórias!
MILHO GRANDE – Nota que publiquei em março de 2003: Filho de deputado por Pernambuco está envolvido com a máfia que adultera combustíveis e bebidas. Feliz proprietário de uma Ferrari, valendo a bagatela de R$ 1,3 milhão, circulava, ontem, com cabelos ao vento e muito bem acompanhado, pela Avenida Boa Viagem.
DEDICADOS APRENDIZES – Imagina-se que a “empresa” se ampliou, teve continuidade e os “aprendizes” do filho do deputado continuam atuando até hoje, ainda mais fortemente, no compensatório ramo das “bebidas batizadas”. E a saúde pública indo pro buraco!
BANDIDOS SUBINDO – Outra nota de 2003: Meu caro amigo, Coronel Antônio Menezes promove o “Seminário sobre Segurança em Pernambuco”. Ex-comandante da briosa PM, declarou à Imprensa que os “bandidos organizados” do Rio estão subindo para o Nordeste. João Peteco, foragido de Bangu II, foi algemado na cidade de Moreno, em Pernambuco. E não foi o primeiro.
FRITURA DUVIDOSA – Em novembro de 2003, o Presidente precisava recompor um Ministério que valeria votos no Congresso. Preparava estratégia para acomodar outro apaniguado e agradar aos “caciques” do partido. Para se prevenir politicamente, “fritava” dois “cumpanheiros” ao mesmo tempo.
ESPINHAÇO QUENTE – Sentindo o “calor da fritura” no espinhaço, Costa confidenciou com o “candidato a candidato” que não havia nascido Ministro, portanto, considerava-se fora do páreo.
CÁGADA FEDORENTA – Quelídio da família dos quelônios, os cágados se metem em cada situação!… Após sete horas de tentativas, moradores próximos à Lagoa do Náutico, na RMR, retiraram de uma antiga Estação de Tratamento de Esgoto da Compesa, um “cágado fêmea”. A sujeitinha saiu cheirando mal pra cachorro. Era cocô puro! A ainda fazendo cara feia para seus salvadores. Né danado?
TEMPOS SEMELHANTES – Recordação interessante. Em dias passados o Brasil – que já foi denominado: República dos Estados Unidos do Brasil – ganhou gozação. A moçada da minha época, maliciosamente invertia a titulação: “República do Brasil dos Estados Unidos”.
VOANDO BAIXO – A Chevrolet Blazer que quase matou o filho do jogador Romário tem história de “gols contra”. No site da Prefeitura do Rio há recheado histórico de faltas graves e chutes pra foa das redes. Delecarlindo desejava ser piloto, mas nunca foi aprovado porque só voava baixo, com medo de falhas em seu “Teco-teco”.
OVOS FORA – Jovem que atende pelo apelido de ‘Marina Coitada”, convidando a “Imprensa sarada” para discutir o “Desenvolvimento Sustentável sobre a Cadeia Produtiva do Avestruz”, quando apresentará sua tese sobre a estrutiocultura daquela ave, sem falar sobre os ovos-gigantes daquelas penosas de canelas finas. Não há notícias sobre o relatório do evento. Mas a gastança evaporou.
CULTURA CAMAROTÍCIA – Pernambuco sai de frente na integração nacional da pesquisa do cultivo de camarão. Em 2002 expotava-se 38 mil toneladas daquele bichinho aquático que anda para trás e tem bosta na cabeça.