Arquivo mensais:setembro 2026
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
DEU NO X
ESTÃO SE OBRANDO NAS CALÇAS…
PROMOÇÕES E EVENTOS
LIVRO DO COLUNISTA FUBÂNICO JESSIER QUIRINO
Eis o nosso novo livro.
É, bem dizer, o DNA do cotidiano sertanejo.
Jessier Quirino
Ouça os áudio no Spotfi
PEDIDOS: Editora Bagaço – Recife
Fone/Zap: 081.9 8191 8546
Instagram: @editorabagaco
Site: www.bagaco.com.br
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
A SUPREMA CORTE MOSTRA SUA CARA
DEU NO X
PODES CRER: DEU NO JORNAL NACIONAL !
JORNAL NACIONAL LARGOU A MÃO DE MORAES?
O JN deu amplo destaque aos atos deste 7 de Setembro contra Alexandre de Moraes, Lula e o STF. Protestos aconteceram em várias capitais, com pedidos de impeachment de Moraes e críticas a Davi Alcolumbre. pic.twitter.com/fNcZgxTnUQ
— Pri (@Pri_usabr1) September 8, 2026
ALEXANDRE GARCIA
AGRESSÃO À SOBERANIA É RASGAR A CONSTITUIÇÃO

O presidente Lula durante o desfile de 7 de Setembro em Brasília, nesta segunda-feira (7)
O desfile de 7 de Setembro em Brasília estava absolutamente esvaziado. Só tinha o mundo oficial ocupando as arquibancadas, os comissionados e as autoridades. Não sei se tinha lá algum concursado, porque o povo de Brasília estava no Eixo Rodoviário fazendo outra coisa: comício e protesto.
O mote foi soberania. Eu fico me perguntando: será que o povo sabe de que serve a soberania? A soberania é para quem? A soberania tem que objetivo? Soberania é quando um país é realmente independente para fazer a vontade do povo, expressa pelas chamadas aspirações populares. É formalmente a garantia da fronteira, a garantia da Constituição.
Quando se rasga a Constituição internamente, isso é uma gravíssima agressão à soberania. Então, a soberania foi o mote que os marqueteiros escolheram para mostrar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva brigando com Donald Trump.
Em outras palavras, foi isso e aplaudir o Irã, o Hamas, o ditador chinês, Xi Jinping – o russo, Vladimir Putin, nem tanto –, o cubano, Miguel Díaz-Canel, o venezuelano, Nicolás Maduro, preso em Nova York, o Daniel Ortega, da Nicarágua. Coisas de Foro de São Paulo.
E por aqui, o que a gente ouviu foi lá na Avenida Paulista, lotada: esse é o povo, o verdadeiro poder, a origem do poder. Essa é a nação, não é o Estado, que é a parte oficial que foi criada originalmente para prestar serviço à nação.
E a nação está dizendo que não quer mais saber de Alexandre de Moraes, de Inquérito do Fim do Mundo, de Paulo Gonet, de Andrei Rodrigues, Dias Toffoli, Lula…. Foram os mais invocados na Paulista.
* * *
Direita em ascensão nas pesquisas e na Alemanha
A coisa está animada porque agora a última pesquisa Quaest deu empate mesmo, não é mais empate técnico, é 41% a 41%, Flávio Bolsonaro e Lula, no segundo turno.
E a direita foi vitoriosa num importante estado do leste da Alemanha, Saxônia-Anhalt. A cada voto para a social-democracia, quatro votos para esse partido de direita, que é um novo partido, o Aliança para a Alemanha (AfD).
* * *
STF na berlinda
Está todo mundo de olho no Supremo, está na berlinda. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também está. Aliás, ele foi muito invocado na Avenida Paulista.
O ministro André Mendonça pôs à disposição do presidente Edson Fachin, para pôr em plenário, as descobertas a respeito das relações íntimas, financeiras e de subordinação de um ministro do Supremo com Daniel Vorcaro. Fica à disposição porque já foi para Gonet, e este não fez nada.
Gonet, ao contrário, diz que não pode investigar porque não tem autorização para investigar Alexandre de Moraes. Só que quem estava sendo investigado era Vorcaro, que era o interlocutor mais procurado às vésperas da sua prisão.
Então, o que fazer com o óbvio ululante que se descobriu desde que a jornalista Malu Gaspar anunciou a existência do contrato entre os dois?
* * *
Os lados no Supremo
Eu fiz aqui um exercício, como aquele exercício que Moraes usou como se fosse uma investigação da Polícia Federal, quando era um relatório de inteligência. Eu não sei de que lado estão exatamente Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, mas eu sei de que lado estão Gilmar Mendes, Moraes, Flávio Dino e Toffoli. Estão juntos, como mecanismo de autodefesa, de autoproteção. E eles sabem muito bem por quê.
Agora, eu sei de que lado estão André Mendonça, Luiz Fux, Nunes Marques e possivelmente Fachin, pelas últimas manifestações dele. Fala em acabar com o Inquérito do Fim do Mundo. Se acabar, tem que acabar com as consequências também.
Ele teve uma conversa com André Mendonça antes deste abrir o sigilo, em que todo mundo viu o óbvio, o já sabido nas relações de Moraes com Vorcaro. Essa é a situação: quatro de um lado, quatro do outro, e dois ainda a definir. Cármen e Zanin provavelmente estão com sérios problemas de decisão. Posso dizer de consciência também.
PROMOÇÕES E EVENTOS
DESENVOLVIMENTO DE SITES E SISTEMAS
DEU NO JORNAL
TORRANDO NOSSO DINHEIRO
O governo Lula reservou R$ 44,8 bilhões para emendas parlamentares no Orçamento de 2027.
O caminhão de dinheiro, que agrada senadores e deputados, é R$ 4 bilhões a mais que na proposta deste ano.
* * *
“Caminhão de dinheiro” no gunverno lulo-petralha.
Uma expressão perfeita.
Define com exatidão essa zorra das emendas parlamentares.
E sai tudo do bolso do contribuinte.
DEU NO JORNAL
TODO POLÍTICO ERRA, MAS A GRAVIDADE DOS ERROS IMPORTA E SEU VOTO DEVIA CONSIDERAR ISSO
Roberto Motta

O voto precisa distinguir políticos sérios dos que usam o poder em benefício próprio
Os políticos não são todos iguais.
Todos os políticos cometem erros. Mas os erros não são equivalentes.
Não há santos ou anjos na política. Mas há políticos bons e outros ruins. E existem pessoas que usam a política para cometer crimes.
Talvez seja difícil determinar quem é realmente honesto. Mas os políticos desonestos não costumam esconder a desonestidade – ao contrário, a exibem como prova de esperteza e de poder.
As evidências mais claras de desonestidade são a mentira constante, a associação com pessoas desonestas e o enriquecimento na vida pública.
Fomos ensinados, treinados e doutrinados para dar um valor extraordinário à política e colocá-la no centro de nossas vidas. Essa é uma ideia que vem da Revolução Francesa, que criou o conceito do cidadão-ativista, permanentemente mobilizado pela atividade política.
Essa ideia beneficia principalmente os políticos. Em todas as democracias existe uma classe política que vive de extrair riqueza das pessoas e das empresas. Ela pratica aquilo que o sociólogo Franz Oppenheimer chamou de “meio político de ganhar a vida” (o outro meio de ganhar a vida é o econômico, através do trabalho e da prestação de serviços úteis).
Os políticos são os verdadeiros donos do país. Câmaras de vereadores, Assembleias Legislativas e o Congresso Nacional funcionam permanentemente como uma fábrica de leis, regulamentações e medidas que interferem com a nossa liberdade e autonomia. Políticos têm acesso às instituições do Estado, incluindo empresas estatais, agências reguladoras e, mais importante de tudo, aos tribunais.
Alexander Hamilton, um dos pais fundadores dos Estados Unidos, escreveu no Artigo Federalista número 78 que “a liberdade não tem nada a temer do judiciário, a menos que ele se junte com qualquer um dos outros poderes”. Aqui o topo do Judiciário se junta ora com o Legislativo, ora com o Executivo.
Não é preciso mais do que alguns minutos de reflexão para perceber que foi invertido o sentido essencial da democracia. Ao invés de eleger representantes que o servem, o povo coloca no poder espertalhões que se servem dele, e que colaboram para, ao longo do tempo, reduzir cada vez mais a liberdade.
Sempre chamo a atenção para o paradoxo do político rico. Como é possível que alguém que dedicou a sua vida inteira à atividade política tenha enriquecido? É claro que isso não acontece só no Brasil; os Estados Unidos estão cheios de políticos como a deputada democrata Nancy Pelosi, que exerce mandatos públicos de forma ininterrupta há 40 anos e tem um patrimônio multimilionário. Isso se torna um fenômeno ainda mais curioso quando o político é da extrema-esquerda. No Brasil há vários exemplos de políticos socialistas ou comunistas com um patrimônio considerável.
O panorama político do Brasil é terrível, e parece piorar a cada eleição. Mas, como disse no início desse artigo, os políticos não são todos iguais e os erros que eles cometem não são equivalentes.
Os inimigos da liberdade e da prosperidade procuram criar uma falsa equivalência entre todos os políticos. O objetivo é desanimar o eleitor e fazê-lo concluir que o voto é inútil, ou que os espertalhões têm o mesmo valor que os políticos sérios.
Mas, ainda que a política não deva ser o centro da vida de ninguém, e todas as promessas e ideias de políticos devam ser examinadas com ceticismo, a política continua sendo uma das ferramentas disponíveis para a proteção da liberdade e a promoção da prosperidade.
Os políticos não são todos iguais, e nossa decisão de voto precisa refletir isso.
DEU NO X



