Arquivo diários:6 de julho de 2025
DEU NO X
DEU NO JORNAL
VAZIO, ZIO, ZIO…
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
GRANDES BLOGUEIROS CANHOTOS
Na verdade, alguns até tem formação profissional em jornalismo, mas devido à sua doutrinação esquerdista e ao seu caráter debochado, nessa série, todos entram na categoria de blogueiros, pois é assim que eles se referem aos jornalistas de direita, pejorativamente.
Esse que apresento hoje chega a ser nojento e tudo o que pensa e escreve, tem o objetivo de ofender o presidente Bolsonaro.
DEU NO X
SEM A CERVEJINHA
🍺 SEM CERVEJINHA
Mulher de extrema direita reage e impede socialização involuntária de seus pertences impossibilitando mais um menine de lule de tomar uma cervejinha. pic.twitter.com/ncGUmcLgfZ— Dama de Ferro (@DamaDeFerroTV) July 5, 2025
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
O VERBO NO INFINITO – Vinícius de Moraes
Ser criado, gerar-te, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar.
Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.
E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito
E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito…

Vinicius de Moraes, Rio de Janeiro, (1913-1980)
DEU NO X
FÓRMULA PRA CRIAR O PIOR MINISTRO
A fórmula para se fazer o pior ministro de todos os tempos. pic.twitter.com/U0RTNSInso
— Luiz Cláudio (@luizcl_souza) July 6, 2025
DEU NO JORNAL
SÃO JOÃO
Foi um sucesso o São João de Pernambuco, que atraiu 1.6 milhão de visitantes, número 15,8% maior do que o ano passado.
A receita turística também bombou e injetou R$ 1,2 bilhão na economia.
* * *
Este tema, a economia nos festejos juninos do nordeste, é o assunto da coluna de hoje do meu querido amigo Maurício Assuero.
Está logo a seguir.
Vejam lá.
MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE
A ECONOMIA NO SÃO JOÃO
As origens do São João remontam às festas juninas europeias, trazidas pelos colonizadores portugueses durante o período colonial. No Nordeste, a festa ganhou características próprias, com destaque para o forró, o xote, o baião e o arrasta-pé e as cidades de Caruaru-PE e Campina Grande-PB, protagonizam uma festa digna de entrar no livro dos recordes. Caruaru é considerada a capital do forró e argumentos tem demais para isso.
Sem medo de errar, a gente pode dizer que o São João se equipara ao Natal e no caso de Caruaru há uma junção de religiosidade, dança, música, gastronomia e artesanato que fazem dessa festa uma das maiores manifestações culturais do povo nordestino e, a cada ano, cresce o número de participantes e se fortalece a economia local/regional.
Ano passado, a estimativa de receita decorrente do São João estava perto do R$ 690 milhões e os dados divulgados pelos órgãos oficiais registravam ocupação hoteleira plena. No que diz respeitos ao público, falava-se de quase 3,7 milhões de pessoas dos quais 1,5 milhão era turistas, prestigiando a festa que, geralmente, começa – formalmente – na última semana de maio e termina na primeira semana de julho. Este ano, até mesmo impulsionado pelo efeito inflacionário, acredita-se que a receita oriunda da festa chegue aos R$ 750 milhões, ou seja, descontando a inflação, essa receita representaria um acréscimo de 3,5% em relação a 2024. Bom para Pernambuco.
Se for analisar por setor de atividade, os resultados são extremamente promissores. Começando a com rede hoteleira. Se contabilizar hotéis (independente do número de estrelas), hostels, pousadas, apartamentos por temporadas, Caruaru deve ofertar, aproximadamente, 1000 opões com ocupação pelo valor da diária de uma hospedagem, observa-se um aumento relativo em a 2024, de modo que isso impulsiona também cidades como Gravatá e Bezerros, pela proximidade. Ou seja, o turista procura fugir de preços mais altos em Caruaru e busca alternativas nas cidades vizinhas.
A gastronomia além de envolver bares e restaurantes conta com vendedores ambulantes ofertando comida típicas como milho verde, pamonha etc. que são consumidos de forma imediata. Segundo dados divulgados pelos órgãos locais, há mais de mil autorizações temporárias para comércio de rua. Além disso, o impacto será no transporte tanto público quanto a rede de taxis ou aplicativos, estes, obviamente, aumentarão os preços dos deslocamentos. Não devemos esquecer que Caruaru é base da indústria têxtil de Pernambuco, fato que tem impacto no comércio varejista e do ponto de vista do entretenimento, a quantidade de artistas que são contratados, de modo que há oportunidades para empregabilidade indireta.
Não há dúvidas que o São João e um dos melhores e maiores eventos econômicos para a região do Agreste pernambucano. Basta considerar que estamos no fim do primeiro semestre do ano e, por isso, no ponto divisor de água para a sustentação econômica para os próximos seis meses. Não há mais um evento desse porte para impulsionar a economia, por isso a importância do São João. Agora, é desafiante para cultura pernambucana encontrar alternativas.
Além desse impacto econômico, o São João tem um papel fundamental da cultura regional, pois contribui para a preservação de tradições musicais nordestinas, como o forró de raiz e o trabalho de artistas locais. Muitos músicos e bandas regionais têm no período junino sua principal fonte de renda anual, com shows em várias cidades. Não se pode deixar de citar o FORROBOXOTE. Eu estava aqui imaginando: quantas vezes “Se tu quiser” foi tocada nessa festa? Se o nosso bom Xico Bizerra não tem esse dado, acho que seria bom a gente pensar numa forma de mensurar.
DEU NO JORNAL
DENTRO DO REGULAMENTO
O Lula misógino voltou a aprontar contra mulheres.
Desta vez o alvo foi a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, qualificada pelo petista como “mulher frágil” e que sua competência é uma “surpresa”.
* * *
Tem alguém aí espantado com este último disparate?
Normal, normal, normal.
As defecadas orais do Descondenado são parte integrante do seu modo de ser.
Aguardemos a de hoje.
JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO
CORINA – O DOCE DO PIRULITO
Corina e a tábua de pirulitos
Doutora Honuas Causa – em tudo: honra, resiliência e responsabilidade.
A beleza é predicado interior. Esse tipo de beleza não vai ao “Salão de Beleza”, não veste roupas da moda, não tem dinheiro e não dirige carros de luxo e blindados.
Hoje, deixo um pouco de lado meus avós, minha vida da infência no interior, meu aprendizado na escola da vida, e resolvo focar e render homenagem a uma mulher.
Desfilando honradez e resiliência pela prática do bem, CORINA SERRA MARTINS, 92 anos, mascida na cidade maranhense de Itapecuru-Mirim, em 1933 e há mais de 60 anos vivendo em São Luís, ganha a preferência destas linhas neste começo de julho de 2025.
Alguns anos atrás o marido (Sotero Macedo Martins) de Corina voltou ao barro, de onde todos saímos e para onde voltaremos. Acostumada coim a simplicidade da vida que levava – embora fosse proprietária do Hotel Nena, em São Luís – ao perder o marido e sem profissão definida resolveu se desfazer do hotel e tocar a vida com o dinheiro recebido na negociação.
O tempo passou e o dinheiro acabou. Corina caiu literalmente na realidade da vida – mas optou naqueles tempos por manter o maior capital que possuía: a honradez que transferia aos filhos.
Eis que o sino da infância foi sacudido. Corina lembrou que aprendera a fazer doces, quando ainda era uma jovem em Coroatá, interior maranhense. Os filhos não se opuseram e a discordância inicial veio apenas quando souberam que ela, Corina, seria a própria vendedora do seu produto: pirulito.
Uma tábua pesada que ficava mais pesada ainda com a carga dos pirulitos (120 pirulitos), vestida com roupas simples e subindo e descendo as ladeiras e escadarias do Centro Histórico de São Luís.
Sabor limão, por ser o mais barato ingrediente. Depois a diversificação do sabor para cajá, bacuri, manga e cupuaçu. O preço sempre o mesmo: equivalente a R$1,00 até os dias atuais.
Muitas pessoas compravam os pirulitos apenas com a intenção de “ajudar” Corina. Mas, ao provar o doce, reconsideravam e compravam mais para levar para as crianças de casa.
Nos dias atuais, quando chove ela procura abrigo. Quando não chove ela permanece – sempre foi assim – calada a espera da freguesia.
Corina em estátua
Agora CORINA SERRA MARTINS está exposta ao sol: chova ou faça sol.
A Prefeitura de São Luís foi tocada pela bondade e resolveu reconhecer Corina como uma das muitas pessoas que contribuíram desde muito tempo para as tradições da cidade – e resolveu homenagear Corina com uma estátua erguida na área preferida por ela no Centro Histórico.



