DEU NO JORNAL

DEU NO X

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PENINHA - DICA MUSICAL

OZZY OSBOURNE – NOSSA HOMENAGEM

John Michael ” Ozzy ” Osbourne foi um cantor, compositor e personalidade da mídia britânico. Ganhou notoriedade na década de 1970 como vocalista da banda de heavy metal Black Sabbath, com a qual ajudou a definir o gênero.

Durante esse período passou a ser conhecido como ” Príncipe das Trevas “.

Nascimento: 3 de dezembro de 1948
Falecimento: 22 de julho de 2025
76 anos.

Grupos musicais: Black Sabbath e desde 1979, The Ozzy Osbourne Band.

DEU NO X

RODRIGO CONSTANTINO

DEMOCRACIA NÃO TEM CENSURA!

Na “democracia” relativa e pujante do Brasil, temos censura e Câmara fechada para reuniões de comissões. Cada vez fica mais difícil o papel dos vassalos do regime para defender tanto absurdo justamente em nome de “proteger a democracia”. José Nêumanne desabafou: estamos numa ditadura! Mais e mais gente que, de certa forma, demorou a acordar vai se dando conta de que passaram de todos os limites.

No podcast Inteligência Ltda desta terça, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo foram “sabatinados” pelo jornalista Diogo Schelp e o petista Leonardo Demori. Após mais de três horas de conversa, o desfecho foi o ponto alto: Vilela, o apresentador, disse que não acha que vivemos numa ditadura (ainda), dando como “prova” o próprio programa dele. Figueiredo sugeriu, então, que ele chamasse o argentino para falar das urnas. Vilela disse que aí era demais, pois não queria perder o programa. Democracia?

Quando há censura, o maior prejudicado é o cidadão, que fica alijado de seu direito de informação. Banir jornalistas de redes sociais, proibir o ex-presidente de dar entrevistas, tudo isso é típico de regimes tirânicos e fechados. Alexandre de Moraes não consegue mais esconder a natureza totalitária do regime que montou com seus cúmplices, e a tendência é escancarar mais e mais esses abusos.

Mas não há mais “unanimidade” nem dentro da primeira turma. Talvez como reflexo já da perda de vistos americanos, o ministro Luiz Fux divergiu de Moraes e votou contra as medidas cautelares impostas a Jair Bolsonaro. Ele destacou que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) não apresentaram novas provas que justifiquem as restrições aplicadas e entendeu que as acusações baseiam-se apenas no argumento de “possível prática de ilícitos”. Finalmente um voto de juiz em meio a tanta politicagem suprema!

Já Barroso, depois de dançar nos lençóis maranhenses e pegar avião da FAB com vários seguranças, disse aos jornalistas que não estão comentando sobre o assunto do visto no momento. Logo ele, que fala tanto, que dá pitaco em tudo fora dos autos! Sentiram. E vem mais aí. O jogo está só começando, e dessa vez o lado certo conta com um apoio de peso: o homem mais poderoso do mundo, Donald Trump, disposto a impedir que o Brasil seja a próxima Venezuela no continente.

Mas Geraldo Alckmin, o colega de terroristas islâmicos, alega que está tratando do caso das tarifas de forma “reservada”. É tão reservada que nem a Casa Branca tomou conhecimento! As sanções vêm aí, não resta dúvida, pois Trump já deixou claro que o motivo é o STF, não uma questão comercial. Democracia não tem censura! E o Brasil tem, cada vez mais. Ou o nosso país volta a ser uma democracia, ou vai arcar com duras consequências de optar pelo eixo do mal…

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIA CÉLIA VENTURA – VITÓRIA-ES

Bom dia.

Imaginem se o Bolsonaro, no meio de seu mandato, tivesse dito a seguinte frase:

“A democracia liberal não foi capaz de responder aos anseios e necessidades contemporâneos. Cumprir o ritual eleitoral a cada 4 ou 5 anos não é mais suficiente, o sistema político e os partidos caíram no descredito.”

Lula falou isto não em um podcast, não em uma conversa de zap, não entre parças, mas sim em um discurso junto a outros chefes de estado.

Meu Deus céu, onde iremos chegar???

Repito: imaginem o que aconteceria se este absurdo fosse dito pelo Bolsonaro!!!

DEU NO JORNAL

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SAUDADES – Casimiro de Abreu

Nas horas mortas da noite
Como é doce o meditar
Quando as estrelas cintilam
Nas ondas quietas do mar;
Quando a lua majestosa
Surgindo linda e formosa,
Como donzela vaidosa
Nas águas se vai mirar!

Nessas horas de silêncio,
De tristezas e de amor,
Eu gosto de ouvir ao longe,
Cheio de mágoa e de dor,
O sino do campanário
Que fala tão solitário
Com esse som mortuário
Que nos enche de pavor.

Então – proscrito e sozinho –
Eu solto aos ecos da serra
Suspiros dessa saudade
Que no meu peito se encerra.
Esses prantos de amargores
São prantos cheios de dores:
– Saudades – dos meus amores,
– Saudades – da minha terra!

Casimiro José Marques de Abreu, Barra de São João-RJ (1839-1860)