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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SÉRGIO – SÃO PAULO-SP

Bom dia.

Nossa direita é muito mole. Já tinha que estar com o POVO nas ruas GRITANDO IMPEACHMENT DE LULA FORA LULA.

Tem que fazer isso urgentemente senão vamos sofre para sempre.

Se o brasileiro mantiver a esquerda longe do poder por uns 20 anos, o Brasil será uma das nações mais prósperas do mundo.

Já passou da hora da direita centrão se unir, dar as mãos para mudar a História desse País.

CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

ULLA

Um homem tem várias fases na vida que incorporam à sua personagem como ser humano. Minha infância e juventude, livres, leves e soltas nas praias de Maceió. Minha formação oriunda do Colégio Diocesano, da Academia Militar das Agulhas Negras, da Faculdade de Engenharia, da boemia, do convívio social, me deram régua e compasso na vida. Sou um ser complexo de todas as épocas que vivi. Agora me afloram as letras e a fertilidade da imaginação. Acabei de escrever meu oitavo romance, inspirado numa morena bonita de olhos verdes, ULLA, filha de uma negra e um holandês. Charmosa, sensual, os homens a desejavam, era a fantasia dos maloqueiros da praia da Avenida da Paz. Não sei por onde ela vive. Num ímpeto de imaginação criei minha, ULLA, nada a ver com a que eu conheci nos bares do bairro do Poço e Jaraguá. Peço permissão aos leitores para transcrever um ensaio sobre o romance, do escritor, Luiz Cláudio Castello Branco.

“Ambientado na Maceió dos anos de 1950, “Ulla”, novo romance do escritor Carlito Lima, narra a história de uma linda jovem, de mãe negra e pai holandês, que vem com a família residir em Maceió, após uma fatalidade ocorrida no município alagoano de Palmeira dos Índios. O lançamento ocorre na sexta-feira (18), das 17h às 21h, na Casa da Macaxeira, localizada na Praça 13 de Maio, no bairro de Poço. A praça é palco da vida da protagonista e berço de suas lembranças.

Carlito Lima é, por excelência, um contador de histórias. Seus personagens e cenários, reais e fictícios, contextualizam o tempo e o espaço, atravessando aspectos de miscigenação e cultura, resgatando momentos importantes de história, geografia, urbanidade e política, em lembranças de fatos marcantes, envoltos no tema central do romance.

Em “Ulla”, encontramos a descendência holandesa, dos fugitivos da Guerra dos Guararapes, junto às origens negras dos quilombos alagoanos e à presença húngara, de um capitão revolucionário democrata. Narrado do agreste de Alagoas ao litoral do estado, em Maceió, passando pelo Rio de Janeiro, a história de Ulla atravessa o Atlântico e chega à Europa.

Os lugares se mesclam à narrativa romântica da obra, contada por meio das experiências de vida de Ulla, que encarna a coragem da mulher, consciente de seu poder feminino e de seu papel familiar. Livre de arrogância e vitimismo, Ulla guarda em si o segredo da beleza, que encanta os homens, os quais reconhecem nela autenticidade, inteligência, força e fidelidade à si mesma e às suas convicções. Na obra, uma praça se torna elemento de contestação, de uma grande perda para a população de Maceió. A indignação é clara quando o Sesc-Poço, construído em 1957, ocupa o espaço da Praça 13 de Maio e destrói a área verde, que pertencia ao povo.

“Como deixaram construir a sede do Sesc em cima de nossa praça? Que absurdo é esse? Ninguém reclamou? Acabaram com a praça da minha vida! Como nossa comunidade deixou fazer isso? Quem deixou derrubar nossa mangueira? E a roda de samba?”, questiona Ulla, mostrando a sua coragem.”

OBS – Aos que não puderem comparecer ao lançamento e queiram adquirir o romance ULLA, podem pedir pelo celular-WhatsApp: 82.99690.9964, que o livro será entregue em sua casa, por portador ou pelos Correios.

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ALEXANDRE GARCIA

TARIFAS

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou que está conduzindo uma investigação sobre a situação de produtos e marcas americanas no Brasil, incluindo questões relacionadas à propriedade intelectual e tarifas que estariam beneficiando produtos adquiridos por consumidores americanos. Embora não tenha mencionado diretamente o PIX, houve referência a pagamentos eletrônicos. Também citou o etanol — que, aliás, o Brasil exporta para os EUA.

E aí eu pensei: que ironia. A partir de 1º de agosto, teremos a tarifa do Trump, de 50%, e, ao mesmo tempo, uma tarifa do governo brasileiro sobre a gasolina com 30% de etanol. Alguém perguntou aos proprietários de automóveis o que acham disso? Já perguntaram às concessionárias e distribuidoras se os motores vão suportar bem essa mistura ou se isso trará problemas? Certamente o consumo de combustível aumentará e a autonomia dos carros será menor, com uma gasolina composta por 30% de álcool e apenas 70% de gasolina.

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Trump, Bolsonaro e o Congresso

Outro tema importante é a insistência de Trump ao falar sobre Bolsonaro e suposta perseguição. Esse é um assunto que só pode ser resolvido no Congresso. Há perseguição por parte do Supremo? Cabe ao Congresso — especialmente ao Senado — examinar isso. Mas, até agora, nada acontece.

Sabemos que existem apenas 32 votos no Senado com disposição para investigar se algum ministro do Supremo tem agido fora dos limites constitucionais. Vi aquela carta pública do ministro Barroso. Ele expõe, por exemplo, sua visão sobre o papel do Supremo. Diz que foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições. Mas essa é, na verdade, uma função do Congresso Nacional, que tem uma missão essencialmente política.

E o que mais pensa ele sobre o Supremo? Segundo Barroso, a Corte tem cumprido com sucesso seus três principais papéis: assegurar o governo da maioria, preservar o Estado Democrático de Direito e proteger os direitos fundamentais. Ora, o artigo 102 da Constituição afirma que compete ao Supremo Tribunal Federal, primordialmente, a guarda da Constituição. Claro que isso inclui o devido processo legal, o juízo natural, o amplo direito de defesa, a inviolabilidade parlamentar, a vedação à censura e a liberdade de expressão. E é justamente sobre essas garantias que o debate atual se concentra. Espera-se que o Supremo defenda fielmente tudo o que está previsto na Constituição.

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Portugal

Outro assunto que queria compartilhar com vocês vem de Portugal. Muitos brasileiros têm se mudado para lá, trabalhando e formando família no país. Eu mesmo passo temporadas anuais em Portugal e observo de perto essa realidade. Em apenas 16 dias, o Parlamento português aprovou uma nova lei de imigração, agora aguardando sanção do presidente.

A lei tem dois pilares. Primeiro: quem estiver em Portugal e quiser trazer a família — pais, irmãos, cônjuge, filhos — terá de esperar dois anos e fazer o pedido a partir do país de origem. Segundo: haverá maior rigor na concessão de vistos de trabalho, priorizando profissões em demanda real no país e pessoas qualificadas.

Falo sobre isso porque sou testemunha dessa transformação. Há dez anos viajo com frequência a Portugal e percebo um declínio na limpeza urbana, na ordem pública e até na segurança. Essa deterioração não tem relação com brasileiros, mas com imigrantes de outras regiões e religiões que, em alguns casos, buscam impor seus costumes. Isso tem afetado fortemente a cultura portuguesa. Brasileiros, em geral, são bem recebidos quando respeitam a lei e os costumes locais.

Não sei se vocês ouviram na infância a expressão: “Em Roma, como os romanos”. Ou seja, se você vai viver em Roma, precisa respeitar os costumes romanos. O mesmo vale para Portugal. Essa nova lei certamente será sancionada, pois já foi aprovada. O partido Chega, que tem ganhado força e hoje é a segunda maior bancada, vem fazendo campanha pelo retorno da paz, da limpeza e da ordem às ruas das cidades portuguesas.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS TOLEDO – BELO HORIZONTE-MG

Donald Trump não mandou um tweet. Não fez um vídeo. Ele escreveu uma carta em papel timbrado da Casa Branca e assinou com a própria mão. É isso mesmo. O homem que lidera a maior potência do mundo fez o que nenhum outro chefe de Estado ousou fazer: cravou no papel, com tinta e coragem, que Jair Bolsonaro é vítima de perseguição política no Brasil.

E por que isso importa? Porque não é só uma carta. É um documento. É uma posição simbólica de chefe de Estado. É um grito global de denúncia contra o uso do Judiciário como arma de destruição política. A frase que resume tudo: “O sistema se voltou contra você.”

Essa carta é um ato diplomático de guerra simbólica. Trump atravessa o oceano e lança luz sobre um teatro farsesco no qual opositores do regime atual são tratados como inimigos do Estado. Bolsonaro não está sendo julgado. Está sendo caçado.

E Trump sabe disso. E diz isso. Em alto e bom som. Com papel timbrado. Com assinatura. Com tudo que a história exige para não haver dúvidas: ele apoia Bolsonaro e condena o que está acontecendo no Brasil.

A carta não é isolada. Ela chega na mesma semana em que Trump respalda tarifas de 50% contra o Brasil, pressionando economicamente e politicamente o governo Lula. Mas ele vai além: ele desmascara a narrativa. Diz que está acompanhando tudo. Que o mundo está vendo. Que isso precisa acabar imediatamente.

A esquerda vai gritar. Vai espernear. Vai dizer que é ingerência, que é ataque à soberania, que é golpe, que é fake news. Vão dizer tudo, menos a verdade. Porque Trump não está interferindo, ele está denunciando um escândalo jurídico-político que envergonha o Brasil perante o mundo.

Agora não tem como fingir que não viu. A carta existe. Está assinada. Está circulando. E está rompendo o silêncio cúmplice de quem sabe que a justiça, no Brasil, virou ferramenta de vingança política.

O aviso foi dado. Trump jogou luz onde antes havia escuridão, e agora o mundo inteiro está olhando.

E no fim, só há dois lados: os que se curvam ao sistema, e os que escolhem a liberdade. Só quem quer liberdade vai ficar do lado de Trump.