LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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E CONTINUA A BILIONÁRIA AVUAÇÃO

O governo Lula (PT) dobrou seus gastos com viagens, nos últimos 45 dias, passando de R$ 212,1 milhões em abril para R$ 423,3 milhões até 15 de maio, somando o espantosos R$ 5,05 bilhões desde a posse, em janeiro de 2023.

Os dados são do Portal da Transparência, que voltou a expor os gastos, como manda a lei, após meses de inatividade.

Nesses 45 dias, as diárias de assessores governamentais totalizaram R$ 255,3 milhões e as passagens aéreas custaram quase R$ 166 milhões.

A conta não inclui voos de Lula e Janja nos jatos da Força Aérea, nem as viagens do vice Geraldo Alckmin, ministros e outras autoridades.

Até agora, em 2025, o pagador de impostos bancou R$ 61,7 milhões somente em viagens internacionais para funcionários do governo Lula.

Especialistas estranham os gastos porque há anos a tecnologia garante reuniões virtuais e acesso a dados pela internet que dispensam viagens.

Nunca o governo federal gastou tanto com viagens quanto nos dois primeiros anos do terceiro mandato de Lula: R$ 4,63 bilhões.

* * *

A palavra “espantosos”, contida no primeiro parágrafo dessa nota aí de cima, resume tudo.

É mesmo um espanto gigantesco essa gastação bilionária.

Uma gastação tão espantosa quanto a cara-de-pau dos gastadores e do chefe do bando.

COMENTÁRIO DO LEITOR

ROCK DA CACHORRA

Comentário sobre a postagem BEBÊ REBORN

Gonzaga:

Está discussão idiota sobre os retorno né, faz lembrar um cantor que hoje seria um sábio cantando o Rock da Cachorra.

Eduardo Dusek.

“Troque seu reborn por uma criança pobre…”

Uma dica pro Peninha nos presentear com este rock

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Resposta do Peninha:

Atendendo pedido.

Em especial para Gonzaga e Assuero.

Rock da Cachorra – Eduardo Dusek

DEU NO JORNAL

ALEXANDRE GARCIA

LULA TEME AS REDES, JANJA ATACA E O SENADO SE OMITE

Não há protocolo que me faça calar”, diz Janja após constrangimento na China

Tudo o que os partidos estão fazendo hoje, estão fazendo neste ano, é em função da eleição do ano que vem: eleição presidencial, eleição de governadores, renovação de dois terços do Senado e eleição de deputados federais e estaduais. É uma eleição importante.

Por exemplo, todo esse combate de Lula, Janja, Gleisi contra as redes sociais é por medo das redes sociais na campanha do ano que vem. Na última campanha, a gente viu que o Tribunal Eleitoral pendeu para um lado — pegou muito mais a direita e muito menos a esquerda. Talvez tenha sido também falta de maior presença da direita nas reclamações sobre campanha eleitoral.

E outra coisa: os partidos estão se juntando, estão juntando forças, estão se modelando para o ano que vem. O objetivo, por exemplo, da direita é conquistar a maioria do Senado, para que o Senado seja um bloqueio, uma ferramenta eficaz contra desrespeitos à Constituição. Porque o Senado pode julgar ministros do Supremo. O Senado pode — mas o presidente do Senado não quer. Ou talvez não possa também, dependendo da gente saber quais são os compromissos dele, o que ele tem que estaria nas mãos do Judiciário.

* * *

Qual o preço do ensino à distância?

E um outro fato importante é a assinatura de um decreto que veio do Ministério da Educação — e Lula assinou — proibindo o ensino à distância para, olha só que coisa incrível: medicina, odontologia, enfermagem, direito e psicologia.

Gente, quer dizer que se ensinava à distância medicina, odontologia, enfermagem? Eu não acredito. Eu sou do tempo — na minha juventude, infância — em que a gente via propaganda de curso de radiotécnico à distância. Eu mesmo fiz o curso de “fisio” qualquer coisa do Charles Atlas. Mas jamais uma faculdade à distância. É um negócio estranho.

Com todos os avanços do mundo digital, agora provavelmente esses bonecos de silicone vão ser usados nas aulas de anatomia. Porque há pouco tempo, a aula de anatomia era em cadáver — realismo. Depois, passou a ser com boneco. E agora era a distância? É impossível. Aí o resultado a gente vê por aí.

Aliás, insisto — porque todo dia fico sabendo de casos gravíssimos de tromboses em toda parte: cérebro, pulmões, coração. Teve um caso aqui, no Hospital do Sobradinho, agora, de morte. O sujeito entrou lá com um sintoma de trombose na perna. Depois, morreu. O trombo provavelmente subiu.

E a causa disso? É preciso que se leia tudo o que se fala sobre… Eu tenho falado dessa suposta vacina que está atrapalhando as outras, que são necessárias, que são maravilhosas, que previnem doenças — mas estão sendo prejudicadas pelos maus resultados de algo que se fez com pressa, sem teste e que deu muito lucro.

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Protocolo quebrado, prioridade ignorada

Está repercutindo ainda essa questão: o discurso de Janja se justificando e dizendo que falaria de novo, faria a mesma coisa, quebraria o protocolo para falar com o chinês. Ela disse que quer defender crianças e adolescentes das redes sociais.

Eu insisto em que se deva olhar lugares do Brasil em que está muito evidente a exploração sexual de crianças. Por exemplo — o que se fala muito — a Ilha do Marajó e outras regiões. Mas, na região Norte, é muito evidente. Bastaria centralizar as atenções da polícia, do governo, da assistência social para evitar que isso continue acontecendo.

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

A CEGUEIRA NA ECONOMIA

Editorial Gazeta do Povo

Muitos governantes tentam conseguir os objetivos típicos de boa gestão econômica aplicando políticas erradas e meios ineficazes, cujo resultado é sempre obter o oposto do que pretendem. Na história econômica do Brasil, a reincidência na adoção das políticas erradas é constante, qualquer que seja a inclinação ideológica e a filiação partidária dos governantes. Um exemplo é o argumento usado pelo governo Lula para justificar sua política errática na área da economia, marcada pelos gastos cada vez mais desenfreados.

Segundo a lógica petista, defendida desde o primeiro governo de Lula, os objetivos prioritários do Estado estariam relacionados ao socorro às camadas indefesas da população e à redução da pobreza – o que elevaria o nível de bem-estar social. Para obter tais objetivos – justifica a narrativa oficial de Lula –, o governo precisa gastar cada vez mais, mesmo que isso leve ao caos na economia, com o descontrole das contas públicas ou ao aumento da inflação. Trata-se de um erro que vem custando caro ao país.

Países que hoje aparecem entre os com maior qualidade de vida e menor pobreza priorizam como objetivos econômicos de curto prazo o controle da inflação, mantendo-a baixa, e a geração de empregos, aliada ao baixo desemprego. Uma vez alcançados esses dois pontos, a diminuição da pobreza e a melhoria do nível de bem-estar social são muito mais facilmente alcançadas – e mais duradouras, pois não estão atreladas nem limitadas ao aumento dos gastos públicos.

Para ter êxito nos objetivos econômicos e sociais no longo prazo, como o fim da pobreza e a melhor qualidade de vida, a renda média por habitante deve crescer regularmente, e isso depende de que haja crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) anualmente a taxas superiores à taxa de crescimento da população, conquistas essas somente possíveis em situação de inflação baixa e nível de emprego alto. Inflação e desemprego são dois fantasmas que assombram os governantes e as autoridades econômicas por serem fortes obstáculos para manter a economia em rota de crescimento do PIB e estabilidade de preços. A inflação provoca um duplo efeito devastador sobre a renda das pessoas, especialmente dos trabalhadores assalariados. O primeiro efeito é reduzir o poder de compra dos salários à medida que os preços dos bens e serviços são aumentados; e o segundo efeito é elevar a fração da renda direcionada ao pagamento de juros sobre as dívidas feitas pelas pessoas.

Ainda que finja ignorar esses princípios básicos da economia, Lula conhece muito bem o peso deles. Lembremos que a reeleição de Lula, em 2006, que deu a ele o segundo mandato presidencial entre 2007 e 2010, aconteceu quando já havia sido escancarado o ambiente de decadência moral derivado da elevada corrupção conhecida como “mensalão”. Os desvios, fraudes e outros tipos de corrupção no mensalão resultaram em condenações de figuras importantes do governo, do Partido dos Trabalhadores e de outros, em processo conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Apesar disso, Lula foi reeleito, e isso somente foi possível porque a gestão macroeconômica conduzida pelo ministro da Fazenda, Antônio Palocci, foi bem-sucedida ao dar sequência à política econômica herdada do governo anterior de Fernando Henrique Cardoso e contar com os benefícios do bom ambiente internacional, que elevou os preços das commodities exportadas pelo Brasil. O primeiro mandato de Lula terminou com bons resultados na economia no balanço das contas com o resto do mundo, nas contas fiscais do Tesouro Nacional, no controle da inflação e no crescimento do PIB. Esse conjunto de elementos foi decisivo para dar a vitória a Lula, mesmo com a grave corrupção tendo sido revelada no quarto ano de seu primeiro mandato.

Em países pobres, como o Brasil, as melhorias na economia são a prioridade maior por sua capacidade de reduzir a miséria, o desemprego, a pobreza e o grau de sofrimento humano típico dos quadros de pobreza aguda. A inflação provoca um duplo efeito devastador sobre a renda das pessoas, especialmente dos trabalhadores assalariados. O primeiro efeito é reduzir o poder de compra dos salários à medida que os preços dos bens e serviços são aumentados; e o segundo efeito é elevar a fração da renda direcionada ao pagamento de juros sobre as dívidas feitas pelas pessoas. Por isso, o controle da inflação deveria ser tratado como prioridade pelo governo federal – mas isso está longe de acontecer.

Quando, num passado recente, Lula criticou o Banco Central e seu presidente, Roberto Campos Neto, dizendo que a obsessão do BC com o combate à inflação não fazia sentido porque, segundo Lula, não haveria importância caso a inflação fosse um ou dois pontos percentuais maior do que a meta, e Gleisi Hoffmann, hoje ministra de Lula, ecoou as mesmas críticas, ambos mostraram que, aparentemente, estão longe de entender os aspectos teóricos mais elementares da economia e o peso das consequências sociais da inflação. Hoje, com a mudança na direção do BC, as críticas do presidente e de Gleisi cessaram não porque entenderam o problema e passaram a concordar com o Banco Central, mas apenas porque agora é Gabriel Galípolo, indicado por Lula, que está no Banco Central, e o Comitê de Política Monetária (Copom) é composto majoritariamente por membros também indicados pelo presidente petista. Lula tratou o problema do déficit público na mesma linha, dizendo que a tese de que o governo deve controlar os gastos e evitar a explosão do déficit é crença de quem é “contra os pobres”, quando o rombo das contas públicas não vem dos gastos com pobres, mas vem de uma burocracia inchada (que foi aumentada por Lula), da ineficiência, dos desperdícios e da corrupção – marcas conhecidas das gestões petistas no plano nacional.

Um grande flagelo na administração de uma empresa ou de um governo é a ignorância – deliberada ou não – sobre as teorias e complexidades econômicas envolvidas na atividade de gestão. Quando a ignorância técnica é seguida por ineficiência e fraudes, tem-se a combinação perfeita do que é uma gestão desastrada, causadora da pobreza que deveria combater. Eis aí a receita para o país não sair do atoleiro típico das nações subdesenvolvidas.