Arquivo diários:13 de março de 2025
DEU NO X
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
OS SANTOS DA PARAÍBA
DEU NO JORNAL
RECORDISTA
A alta recorde em fevereiro fez a inflação dos últimos 12 meses disparar para 5,06%, a maior em 22 anos.
“Arroz, feijão, carne? Viraram artigos de luxo”, diz o deputado Filipe Barros (PL-PR).
Sem contar ovo e café.
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Este é o governo dos recordes.
Está sempre se superando.
Campeão dos campeões!!
Merece uma salva de palmas!!!
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
ACONCHEGANTE BODEGA
DEU NO JORNAL
LINDAS
Lula diz que Gleisi Hoffmann virou ministra por ser “mulher bonita”.
Se a petista encrenqueira estivesse fora do governo e o presidente fosse outro, teria ofendido o autor da frase e pedido sua prisão por misoginia.
Mas como o que prevalece é o oportunismo e a hipocrisia, Gleisi calou.
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O prisidente descondenado acertou em cheio.
Como sempre.
Ele nunca fala qualquer coisa errada ou mentirosa, como é do conhecimento de toda a nação banânica.
O PT e a esquerda estão repletos de mulheres lindas, belíssimas!
ALEXANDRE GARCIA
A INTERNET BRASILEIRA
Eu uso o satélite e o sistema Starlink, que não depende de antenas sobre o território brasileiro. Exatamente por isso eu tenho alternativas. Eu tenho a fibra ótica, que vem pelos postes, e tenho a internet que vem do céu, do Elon Musk. Isso é necessidade do mundo moderno, do novo mundo digital. Já contei para vocês que no passado eu ouvia diariamente a BBC, a Voz da América e as rumbas e mambos do Cassino de Havana, que a Rádio de Havana transmitia. Eu não dependia de licença de ninguém para escutar essas estações; vinham pelo ar, em ondas curtas, e chegavam pelo rádio. E nem a Voz da América, nem a BBC, nem a Rádio de Havana precisavam ter representantes aqui no Brasil para eu e tantos outros ouvirmos.
Lembrei disso porque o ministro Alexandre de Moraes, numa aula inaugural na Fundação Getúlio Vargas, disse que o discurso de Elon Musk é uma questão de soberania porque, enquanto as big techs precisam das nossas antenas e dos nossos sistemas de comunicação, a Starlink pretende colocar satélites no mundo todo e não vai precisar de antenas em nenhum outro país. Não adianta cortar antena, “É um jogo de conquista de poder. Se a reação não for forte agora, vai ser muito difícil conter depois”, disse Moraes.
No passado não se bloqueava onda curta de rádio; agora querem bloquear um sinal que vem de satélite. Mas, assim como o rádio vinha de antenas na Europa, nos Estados Unidos, na ilha de Cuba, e chegava aqui, agora é a mesma coisa. É a liberdade de podermos sintonizar o que quisermos. É a liberdade de expressão no sentido inverso. Temos a liberdade constitucional de expressão, vedado o anonimato, para publicarmos tudo o que fazemos e dizemos, e eu também posso usar o mesmo sistema de satélite para ser visto em Portugal, na Espanha, na França, na China.
Mas há quem queira tutelar isso, quem se ache o tutor do país. “Nós é que decidimos, eu sou o seu paizinho, sou eu quem decido o que você pode ouvir, pode ver, pode ler.” Como assim? A Constituição Brasileira, no artigo 220, diz que é vedado todo e qualquer tipo de censura artística, política, intelectual. O mesmo artigo ainda diz que “a lei não conterá nenhuma restrição à liberdade de informação”. Então, não é uma questão de soberania; é uma questão de liberdade, que tem de ser preservada, respeitada, não apenas porque está na Constituição, mas porque está na lei natural.
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Soberania é recuperar a Amazônia, os morros cariocas, as ruas das grandes cidades
Falando em soberania, o presidente Lula disse que estava botando uma mulher bonita como ministra de Relações Institucionais para aproximar o Poder Executivo, onde ela vai trabalhar, do Poder Legislativo, o Congresso Nacional, para “defender a soberania e o bem-estar da população”. Quando Lula fala em soberania, eu penso logo na CPI das ONGs da Amazônia, que descobriu agressões à soberania que são inimagináveis, fantásticas – “fantástico” significa algo que é impregnado de fantasia, não é real. Quando eu penso em soberania, penso no território do Rio de Janeiro, que não é mais do Estado brasileiro porque está nas mãos do narcotráfico. Penso no perigo para a soberania brasileira das reservas indígenas feitas na fronteira – com a Venezuela, por exemplo.
A soberania nacional também é exercida pela capacidade de os brasileiros terem direito à segurança pública a ponto de poderem circular livremente nas ruas. Essa é a soberania do povo. O Estado tem o dever de cuidar disso, porque recebe impostos para tal. E está na Constituição: segurança pública é dever do Estado e direito de todos. Isso também é questão de soberania.
DEU NO X
BELEZAS
DEU NO X
TUDO NOS CONFORMES
Ermm… ta tudo bem com o Presidente? pic.twitter.com/bxXfcYicDy
— Sam Pancher (@SamPancher) March 13, 2025
DEU NO JORNAL
PREÇO DOS ALIMENTOS NÃO CAI COM AMEAÇAS, MAS COM RESPONSABILIDADE
Editorial Gazeta do Povo

Café é um dos produtos que tiveram Imposto de Importação zerado
Desesperado para recuperar a popularidade perdida graças, entre outros fatores, à inflação que insiste em não arrefecer, o presidente Lula resolveu apelar para os factoides e as ameaças para tentar baixar no grito o preço dos alimentos. No último dia 6, coube ao vice-presidente Geraldo Alckmin anunciar a alíquota zero de Imposto de Importação para vários produtos, como carnes, açúcar, azeite, milho e café. No dia seguinte, foi a vez de o próprio Lula falar, em evento com o Movimento dos Sem-Terra (MST): “nós queremos encontrar uma solução pacífica (…) Mas, se a gente não encontrar, vamos ter de tomar atitudes mais drásticas, porque o que interessa é levar a comida barata para o prato do povo brasileiro”, afirmou.
Que “atitudes mais drásticas” seriam essas, Lula não disse. Mas já está implícita na fala sobre “encontrar uma solução pacífica” que o plano do petista é o de inventar soluções que lhe trarão o bônus de ser o “responsável” por baixar o preço dos alimentos, enquanto o ônus fica com algum terceiro, que será culpado caso não aceite colocar em prática um plano que lhe trará prejuízos. Parte desse roteiro já foi colocada em prática quando Alckmin pediu aos estados que zerassem o ICMS sobre os produtos da cesta básica. Se por acaso algum governador fizer as contas, concluir que a renúncia fiscal seria grande demais, e se recusar, já pode dar por certo que será apontado por Lula como um “inimigo do povo”. O outro alvo óbvio do petista é o agronegócio, setor que ele demoniza desde a campanha eleitoral de 2022 e com o qual vive às turras.
Por natureza, os preços dos alimentos são voláteis. Em condições normais, a agropecuária já vive de ciclos que ora barateiam, ora encarecem os produtos. Quebras de safra ou fenômenos climáticos extremos do outro lado do planeta podem intensificar essa dinâmica, elevando os preços no supermercado do bairro ao afetar drasticamente a oferta – é o que tem acontecido com alguns dos itens que mais subiram ultimamente. A combinação de maior demanda externa com real desvalorizado torna as exportações ainda mais atrativas, o que reduz a oferta doméstica.
A promessa de “medidas mais drásticas” evoca o fantasma do intervencionismo, amplamente testado e reprovado em um passado não muito distante. No caso da isenção do Imposto de Importação, o agronegócio e economistas afirmam que se trata de medida ineficaz, até porque alguns dos produtos contemplados já têm produção interna suficiente para atender à demanda. Mas, enquanto o governo permanecer apenas no ineficaz, menos mal; o risco é que parta para medidas muito mais extremas, como controles de preços ou restrições à exportação, que fatalmente desorganizariam a cadeia produtiva e poderiam desestimular a produção – um caso clássico foi o do pós-Plano Cruzado, em que pecuaristas deixaram de abater bois aptos ao corte porque teriam prejuízo com o tabelamento de preços; a Polícia Federal chegou a montar operações para apreender os animais no pasto.
Praticamente todas as críticas às falas e ações de Lula e do governo sobre o preço dos alimentos batem certeiramente na mesma tecla: o que causa inflação é a contínua perda do valor da moeda provocado pelas políticas fiscais irresponsáveis do governo federal. O mercado financeiro continua elevando suas projeções para o IPCA deste ano, prevendo uma inflação que baterá em mais de um ponto porcentual o limite de tolerância para a meta do Conselho Monetário Nacional. Ao criar factoides e ameaçar produtores rurais, governadores e quem mais Lula escolher como bode expiatório, o petista mostra (mais uma vez) que sua escolha não é por atacar os problemas reais, mas por desviar a atenção da população com culpados imaginários enquanto diz ter feito tudo o que podia quando, na verdade, só agiu para piorar uma das piores mazelas socioeconômicas que podem atingir uma sociedade.
PENINHA - DICA MUSICAL

