Lula (PT) deve passar vergonha outra vez, após vetar decisão do Congresso que extingue a “saidinha”, criada para criminosos que aproveitam a regalia para cometer mais crimes.
A regra teve votações acachapantes: 62×2 votos no Senado e 311×98 na Câmara.
Como já ocorreu, o veto deve ser derrubado por parlamentares como Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que endossou a medida após o caso do bandido matou covardemente um PM do seu Estado na saidinha de fim de ano.
Segundo o experiente procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro, do Rio, não há um só estudo que recomende a manutenção da saidinha.
Monteiro afirmou que nenhuma pesquisa ou levantamento comprovou que a “saidinha” ajuda na recuperação de criminosos encarcerados.
O veto presidencial foi recomendado pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, conhecido defensor de apavorante “desencarceramento”.
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Logo no primeiro parágrafo, esta notícia aí de cima diz que “Lula deve passar vergonha”.
Afirmação furada, sem fundamento.
Vergonha passa quem tem vergonha na cara.
O que absolutamente não é o caso do Ladrão Descondenado.
Ele ainda disse: “Enfrentamos uma ‘extrema-direita’ que disseminou ódio e ataques contra instituições e precisamos tomar certas medidas para proteger a democracia. O resto é espuma de quem quer engajamento”.
É mesmo?
Abrir um inquérito e se transformar em vítima, investigador, promotor e julgador, ao mesmo tempo, é “espuma”? Manter esse inquérito em que cabe tudo, por mais de 5 anos, é “espuma”?
Censurar pessoas pelas suas opiniões políticas é “espuma”?
Prender jornalista e fechar redações é “espuma”?
Condenar velinhas a 17 anos de cana, em julgamentos a toque de caixa, sem devido processo legal, é “espuma”?
Censurar um lado nas eleições é “espuma”?
Ministro do Supremo subir em palanque político, e declarar que ajudou a derrotar o oponente numa eleição, é “espuma”?
Ministro abrir investigação contra um empresário estrangeiro, que o criticou, é “espuma”?
Baixar resolução para censurar a internet, ao arrepio da Constituição, é “espuma”?
É aceitável instalar uma ditadura para proteger a “democracia”?
Adriano, meu saudoso irmão, funcionário da Petrobrás, estava morando em Maceió, (Década de 60) e Tereza, a esposa, só tinha a filha Adriane, de seis meses.
Fui com minha mãe e Bernardo meu irmão caçula, de trem, de Nova-Cruz para Recife e lá pegamos um ônibus para Maceió (AL), na ânsia de conhecermos a 1ª neta da minha mãe e minha 1ª sobrinha.
Passamos quinze dias na casa de Adriano e Tereza, para matar a saudade, e curtir a filhinha deles.
Voltamos de ônibus até Recife e ali tomamos o trem de volta para Nova-Cruz. Na altura de João Pessoa, Seu Júlio, um ferroviário amigo de meus pais, seguiu viagem nesse trem e ao nos ver, se dirigiu à minha mãe muito comovido, e falou:
– Que pena, Dona Lia, a velhinha ter morrido!
Surpresa, minha mãe perguntou:
– Quem?
– Dona Júlia, sua sogra! Respondeu o homem.
Ficamos mudas, diante da triste notícia. Seu Júlio se desculpou, ao ver que nós ainda não sabíamos do ocorrido. Dona Júlia era minha avó paterna, a quem eu era muito apegada, a ponto de dormir com ela todas as noites. As casas eram vizinhas. Ela na cama e eu na rede. Meu avô, Seu Bezerra, já havia morrido.
Daí em diante, a viagem foi um mar de lágrimas e tristeza.
Nesse tempo, Nova-Cruz não tinha luz elétrica nem água encanada, e, muito menos, telefone.
Chegamos à Estação Ferroviária por volta das oito horas da noite. Encontramos a nos esperar, Francisco (meu pai) e Eulina (minha tia). Os dois de luto: Meu pai com um fumo preto no bolso da camisa (um quadrado de tecido preto que os homens usavam em sinal de luto), e a minha tia de vestido preto. Há quatro dias, minha avó Júlia havia sido sepultada.
A notícia da morte da minha avó Júlia marcou, para sempre, a alegria da nossa viagem a Maceió. Foi uma noite de tristeza e choro. Toda a alegria que vivemos durante nossa permanência em Maceió, em visita ao meu saudoso irmão Adriano, esposa Tereza e minha sobrinha Adriane, que estava com seis meses, de repente desapareceu.
Sentimos uma pena horrível de não termos participado do funeral da minha querida avó Júlia, que morreu de repente, de um edema pulmonar, aos 73 anos.
Foi um retorno muito triste.
Faça chuva ou faça sol, a cor do luto foi, por muito tempo, a preta. A tradição que perdurou por décadas dizia que, para estar adequado ao contexto fúnebre, a cor preta deveria ser usada nas vestimentas quando alguém morria. Atualmente deixado de lado, mas não completamente, o costume teve início em uma das famílias mais influentes da história – a realeza britânica.
Usamos luto durante seis meses. Mas a saudade permanece até hoje.
Pois bem. Os velórios do Ocidente tem o preto como predominância nos visuais. Embora Holywood ainda pareça tentar preservar esse costume, as vestimentas pretas não são mais o “uniforme dos cemitérios”, principalmente no Brasil. A cor preta é a que mais absorve calor. Permanecer por horas, sob o sol e em um país tropical, é uma tarefa que exige esforço. Somado à tristeza pela perda de um ente querido, o desconforto do luto é imenso.
A história do luto começou com a rainha Vitória, uma das monarcas de maior importância da história do Reino Unido, que viveu de 1819 a 1901. Durante esse tempo, a Inglaterra vivia a difusão do Romantismo, movimento artístico e social que, entre as pautas, defendia a revalorização da estética.
Em 1861, a morte do amado marido da rainha Vitória , o príncipe Albert, surpreendeu o mundo. Com apenas 42 anos, Albert estava doente há duas semanas antes de finalmente dar seu último suspiro. Sua viúva permaneceria no trono por mais cinquenta anos, e sua morte empurrou a rainha para uma dor tão intensa que mudou o curso do mundo. Pelo resto de seu reinado, até 1901, a Inglaterra e muitos outros lugares adotaram práticas funerárias e de morte incomuns, todas influenciadas pelo luto público de Victoria pelo falecido príncipe Albert. Graças à rainha Vitória, a dor e o luto tornaram-se bastante na moda.
Embora a rainha Vitória usasse vestidos de luto pretos pelo resto de sua vida após a morte de Albert, a maioria das pessoas não usava crepe por tanto tempo. No entanto, havia certos protocolos que tinham que ser seguidos para trajes de luto.
Candidatos do PT às eleições municipais deste ano viram confirmada a má notícia: a avaliação o presidente Lula caiu tanto que ele deixou de ser um cabo eleitoral vencedor.
Pesquisa Quaest em quatro importantes Estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás), que somam 41% do eleitorado nacional, mostra que os respectivos governadores são muito bem avaliados, bem mais que Lula, e viraram os maiores “eleitores”. Só os 34,6 milhões de eleitores paulistas são 22,1% do eleitorado nacional.
No Paraná, o governo de Ratinho Jr (PSD) soma 79% de aprovação, e os paranaenses rejeitam o governo Lula, que tem 54% de reprovação.
Tarcísio Gomes de Freitas (Rep), por exemplo, tem aprovação de 62% dos eleitores paulistas; Lula caiu e soma hoje 50%.
Em Minas, candidato a prefeito e a vereador com ligação ao governador Romeu Zema (Novo), com 63% de aprovação, terá chances melhores.
Ronaldo Caiado (União), de Goiás, marcadamente de oposição, é outro governador bem avaliado: 86%. Lula é reprovado por 50% dos goianos.
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Esqueçam estes números.
Xô, xô, xô!!!
Tá tudo furado e não representam a realidade.
É só fazer a mesma pesquisa com urnas eletrônicas que vocês irão ver a aprovação de Lula subir pra 110%.
O melhor, para quem escreve, é merecer resposta dos leitores. Segue uma prova. Na primeira coluna depois das férias (Ainda Bem), contei a história de notícia, no zap, sobre minha morte. E os amigos comentaram. A ver, alguns (entre muitos) deles:
ANTÓNIO DE ABREU FREIRE (Portugal): “Editei, em 2018, um livro intitulado O homem que morreu quatro vezes. Trata-se da vida de um cidadão da minha terra que, sem nunca estudar em nenhum conservatório, se tornou um grande ator de teatro. Teve tremendas aventuras. Os jornais chegaram a anunciar a morte dele por 4 vezes. Morreu velhinho, com 101 anos de idade (em 1979) e ainda lhe sobrou tempo para escrever uma autobiografia. Tenha paciência, caro Doutor, sabe como eu o admiro e prezo a sua amizade; mas, para igualar Thomaz Vieira, ainda lhe falta morrer mais três vezes”. Vou tentar.
ASSUERO: “Em relação aos charutos… vai que o pessoal lá no céu pode entrar com alguma medida protetiva contra o tabagismo…”. Espero que não.
Ministro CRISTÓVAM BUARQUE: “Quero agradecer ao autor da nota que originou a coluna. Imagine se ele não tivesse escrito? Ou imagine se ele tivesse escrito e fosse verdade? Ainda bem que escreveu e que não era verdade. Problema de sua coluna é que os amigos nunca mais vão lhe dar charutos, temendo que você interprete como presente antecipatório”.
Ministro FLÁVIO BIERREMBACH: “Também tenho um trato com a dona Maria Ignês para quando a indesejada chegar. Quero levar para a (Cemitério da) Consolação um belo canivete suíço, daqueles bem gordos, com mil e uma utilidades. Vai que… Aliás, pode até servir para tirar a ponta dos seus charutos. Como se vê, presumo que estaremos próximos”.
GIOVANNI MASTROIANNI: “Ainda bem que foi um de seus homônimos. Felizmente! Você é muito novo para se perder assim, na flor da idade. E discordo de levar com você charutos e isqueiro. De nada servirão. Talvez, apenas o registro de lembranças, como seria uma bandeira do Náutico”. Boa ideia, viva o Timba!!!
GIRLEY BRASILEIRO: “Gostei das exigências mortuárias. Quanto à indumentária fúnebre, no meu caso, pedi à dra. Sônia que por favor não me despache sem sapatos. Não sei porque deixam todos os defuntos descalços! Sei lá por onde vou caminhar lá por cima? Segundo ela, as nuvens são fofas. Mas não quero sem bom pisante”.
HENRIQUE ELLERY: “Indo para o Ceará, o amigo escreveu num guardanapo da TRANSBRASIL e me entregou o epitáfio que desejava para ele próprio ‒ Aqui neste pequeno horto/ Jaz sem nenhum conforto/ Walter Costa Porto”. Saudades dele e do pai, José.
IGNEZ BARROS: “Esse negócio de homônimos dá o que falar. Passei por situação similar. Tenho um irmão que é Procurador do MPPE. Então, numa certa tarde, uma nossa colega, ao saber da notícia de morte da irmã de um homônimo de meu irmão, também do MPPE, pensou que se tratasse de mim. E já estava providenciando a coroa para, junto com os colegas do grupo do zap, prestar-me uma homenagem post mortem.” Seria muito merecida.
JORGE GEISEL: “Não posso reclamar: já andaram me matando, em fofoca sinistra, anos atrás. Meus credores devem ter sofrido o choque das indisponibilidades… Os devedores, imagino que tenham dado graças a Deus. Empataram comigo”.
JOSÉ ALMINO ALENCAR(filho de Miguel Arraes): “Gore Vidal dizia-se ateu e certa vez um entrevistador, depois de confirmar esse status seu de não acreditar em Deus, perguntou: ‒ E, se quando você morrer, ele estiver lá para lhe receber? ‒ Então direi I was wrong”.
JOSÉ BRANDÃO (Portugal): “Folgo em saber que está vivo e de boa saúde, o que muito me alegra. A grande vantagem desta visão do futuro, incontornavelmente certa, é que pelo menos ficou a saber que será recordado com saudade”.
JUCA KFOURI: “Você se assustou quando soube que tinha morrido? Pois Elio Gaspari quer ser enterrado de terno e com uma nota de 100 dólares no bolso, porque se houver céu tem certeza de que a moeda por lá é a de Tio Sam”. Será?
LÚCIA e LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO: “E nem uma faixa de melhor anfitrião de todos os tempos?” Beijos no casal.
LULA ARRAES (também filho de Arraes): “Lembro epitáfio feito por um poeta de Timbaúba: Aqui jaz/ Para seu deleite/ Sebastião Uchoa Leite”.
ONÉSIMO TEOTÔNIO ALMEIDA (Estados Unidos): “A propósito, lembro que recebi foto da campa de um cemitério argentino com esse epitáfio ‒ Senhor, recebe-a com a mesma alegria com que eu te a envio”.
SÓCRATES TIMES NETO: “Sobre céu e inferno, Wilde tinha uma dúvida: preferia o céu pelo clima e o inferno pelas companhias”.
XICO BIZERRA: “Apenas acrescentaria como sugestão que, além dos óculos, do charuto e da caixa de fósforos, dona Lecticia não esqueça de vesti-lo com seus inseparáveis suspensórios, para que não haja dúvidas sobre quem está ali para sempre, descansando à sombra da frondosa mangueira. Se muito não for pedir, que lhe deixem à mão um lápis e um papel”.
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ZIRALDO. Foi um dos grandes amigos que tive, na vida. Para lembrá-lo, com saudades, segue historinha. De quando chegou à casa do pintor João Câmara, em Olinda, num fim da tarde. Mas era sábado e Câmara, pouco antes, havia se empanturrado com bela feijoada. Estava já se ajeitando na rede para dormir até o dia seguinte. Bateu na janela
– João Câmara, João Câmara, é Ziraldo.
E Câmara, com voz de sono,
– Sim?
– É Ziraldo, lá do Rio.
– Sei.
– Artista plástico.
– Sei.
– Se preferir, volto amanhã.
– Então tá.
E foi dormir. Ziraldo, irritado com a grosseria (considerou assim), já ia voltando para o hotel. Mas, passando na Praça do Jacaré, se arrependeu. Pediu ao táxi para dar meia volta, retornou à casa, saltou e bateu na mesma janela
– João Câmara, João Câmara, é de novo Ziraldo.
– Sim?
– João Câmara, voltei aqui só para dizer que seus quadros são uma bosta.
P.S. Pior é que não são, trata-se de um dos grandes pintores do Brasil. A raiva, que para Byron (Don Juan) é “o mais longo dos prazeres”, às vezes cega.
Num passado que se torna cada vez mais distante, a diplomacia brasileira foi conhecida por sua independência e posições equilibradas. Sem se esquivar, os diplomatas brasileiros se colocavam ao lado da defesa das leis internacionais, da democracia e dos direitos civis das populações, posicionando-se com firmeza contra arbítrios cometidos por ditadores ao redor do mundo. Mas isso mudou.
A meta atual do Ministério das Relações Exteriores parece seguir em direção oposta. Desde o início do seu terceiro mandato como presidente, Lula evidenciou que um dos principais objetivos da política externa brasileira agora é privilegiar os laços diplomáticos com os piores e menos democráticos governos do mundo. Isso se reflete, por exemplo, na maneira como a diplomacia brasileira tem tratado os ditadores considerados “amigos” do Planalto. O venezuelano Nicolás Maduro já foi recebido no país com tapete vermelho; Daniel Ortega, que a cada dia aumenta a perseguição a opositores, críticos e cristãos na Nicarágua, foi poupado de qualquer reprimenda. Agora, o Itamaraty parece estar disposto a garantir passe livre para que até criminosos de guerra visitem o Brasil.
Numa manobra feita em novembro do ano passado, mas só tornada pública recentemente, a diplomacia brasileira enviou um parecer à Comissão de Direito Internacional das Nações Unidas (ONU), que disciplina a aplicação das regras do direito internacional entre os países-membros, opondo-se à possibilidade de autoridades estrangeiras condenadas por crimes de guerra serem processadas e punidas fora de seu país. A diplomacia brasileira ainda defendeu que, dentro de seu território, um país só deve cumprir obrigações impostas pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) – como uma ordem de prisão – contra um líder estrangeiro se o seu país de origem também for signatário do Estatuto de Roma, que criou a corte, define os crimes julgados por ela (genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra, entre outros) e processa pessoas acusadas por esses delitos.
Oficialmente, o argumento usado pelo Itamaraty foi o de que a medida serviria apenas para “promover entendimentos pacíficos de disputas internacionais e relações amigáveis entre os Estados” e para permitir que “funcionários de Estados participem em conferências internacionais e missões em países estrangeiros”. Mas a linguagem amena ofusca um objetivo muito mais concreto: tornar possível que o russo Vladimir Putin possa vir ao Brasil para a cúpula do G20 em novembro sem se preocupar com o risco de ser preso. Desde março do ano passado, o autocrata russo tem contra si um mandado de prisão em aberto, expedido pelo TPI. O tribunal acusa Putin de ser responsável pela deportação ilegal de menores ucranianos e seu transporte de áreas ocupadas na Ucrânia para a Rússia, o que é considerado um crime de guerra. Isso significa que, se Putin pisar em um dos países signatários do Estatuto de Roma – como o Brasil –, ele deve ser preso imediatamente.
Isso se tornou um problema para Lula, que nunca escondeu seu desejo de ver Putin em terras brasileiras – em setembro do ano passado, em entrevista a um canal indiano, Lula garantiu que Putin poderia vir tranquilamente ao Brasil, afirmando que “não há por que ele ser preso” e que isso não aconteceria no Brasil “enquanto Lula for presidente”. Com a emissão do mandado de prisão, o Itamaraty precisou inventar uma forma de criar um salvo-conduto para Putin, nem que para isso fosse necessário recorrer a malabarismos na corte internacional. Mesmo com o parecer – que especialistas em Direito Internacional consideram frágil e inócuo para liberar o Brasil do imperativo de cumprir o pedido de prisão do TPI –, a chance de Putin se arriscar em uma viagem ao Brasil é muito remota. Ainda assim, o simples esforço do Itamaraty para tentar garantir imunidade ao ditador russo, reconhecido internacionalmente como um criminoso de guerra, é significativa.
Durante os governos petistas, o Brasil já foi chamado de “anão diplomático” por sua insistência em fazer as escolhas erradas, alinhando-se a terroristas e ditadores mundo afora enquanto desprezava alianças com democracias sólidas. A expressão, infelizmente, parece estar mais atual do que nunca. A diplomacia brasileira não cansa de se diminuir e tornar-se motivo de chacota para agradar ditadores e autocratas mundo afora.