Eu vi este comentário agora no Twetter em @marcosdgb1:
OBRIGADO MINISTRO BARROSO….
Sim, estou agradecendo ao nosso querido Ministro, muito obrigado pelas palavras proferidas!
Obrigado por nos mostrar com essa fala proferida por uma boca aveludada, o quanto estávamos certos a respeito dos reais interesses de nossa magnânima corte suprema.
Obrigado Ministro! A direita precisava dessa sua manifestação.
Obrigado Ministro! Seu posicionamento tem nos mostrado que o sistema realmente foi implacável!
Obrigado Ministro! Importante é separar as coisas e deixar claro que vocês lutaram contra um grupo que vocês mesmos apelidaram de Bolsonaristas!
Obrigado Ministro! Sua soberba e arrogância nos mostram o quanto ainda precisamos lutar para quem sabe um dia triunfar, e se esse dia chegar caro ministro, o dia em que os Bolsonaristas vencerem.. Ahh ministro, será o dia que o senhor verá por essas terras o império da lei, da VERDADEIRA lei, aquela escrita pelos homens que inspirados por Deus resolvem decidir que:
Chega de roubalheira!
Chega de corrupção!
Chega de desmandos com o dinheiro público!
Chega do mal uso da máquina, da entrega de nossas riquezas, do vilipêndio de nossos códigos, da impunidade sistêmica!!!!!
Por fim.. Obrigado ministro! Nosso “apelido” é uma bandeira, existem pessoas que se sentem bem em serem chamadas de comunistas, outras ministro, se orgulham de serem taxados como BOLSONARISTAS!
E, ser Bolsonarista é amar esse país acima de tudo, tendo Deus sobre todos e a cabeça erguida com a certeza de que os ideais não morrem numa eleição..
Mais interessante do que a confissão pública do ministro do Supremo, com o “nós derrotamos o bolsonarismo”, é a reação da militância de redação, o principal grupo responsável por apoiar a ação política do tribunal nos últimos anos.
Apesar de alguns militantes de redação terem defendido o ministro, como o filho da “Amélia” do PCdoB, a maioria criticou, não pela fala em si, mas pelo fato do ministro ter deixado exposto o regime de exceção em que vivemos.
Para tentar manter a posição de superioridade moral, a militância de redação precisa diariamente repetir a cantilena da “defesa da democracia” como justificativa para todas as arbitrariedades cometidas contra a direita nos últimos anos, que representam exatamente o inverso da democracia.
Quando um ministro sobe no palanque de um evento político de extrema-esquerda, e se gaba de ter ajudado a “derrotar o bolsonarismo”, fica muito difícil para a militância de redação manter de pé o teatro da “defesa da democracia”.
Fica evidente, além de qualquer dúvida, a instrumentalização das instituições para garantir o poder hegemônico da esquerda, com a perseguição, censura, exílio e prisão da oposição, como ocorre em qualquer regime totalitário.
Seria impossível instituir tal regime de exceção, não fosse o apoio determinante da autointitulada “imprensa profissional”, que se transformou em mero órgão de propaganda do regime.
A fala do ministro deixa a militância de redação ainda mais exposta.
Walmir Chagas, o Véio Mangaba, em “Amor Paregórico”
Todos nós pernambucanos devemos ao múltiplo artista Walmir Chagas sinceros aplausos e a louvação digna daquelas que dedicamos aos santos.
Topei com o Véio Mangaba, certo dia, não sei onde, e quase palavras não tive para cumprimentá-lo porque logo comecei a rir com suas presepadas mesmo fora do palco.
Para homenageá-lo com estas notas, de muito gosto, sirvo-me de pesquisa em várias fontes, principalmente no livro de Renato Phaelante: “MPB – Compositores Pernambucanos” – porque pouco o conheço.
Todavia, minha admiração começou quando numa Campanha Eleitoral para Governador de Pernambuco ele fez personagem de um chinês incrível, com diálogos que empolgavam pela hilariedade dos gestos e improvisação do idioma oriental..
Talvez haja sido na Campanha de Joaquim Francisco, candidato que se elegeu e fez excelente gestão administrativa do nosso Estado. Não me lembro bem. Tentei telefonar para confirmar mas não consegui.
Walmir é um artista popular, com formação acadêmica, que tem renovado o teatro típico do circo, adaptando chavões, frases, música e atitudes pelos palcos do mundo. Já se deslocou para apresentações de suas palhaçadas para Israel, Portugal, Espanha e Estados Unidos.
A começar pelo nome que caracteriza seu personagem principal – o Véio Mangaba – tudo nele inspira alegria pois provoca o riso inocente que contamina crianças e adultos imediatamente.
Se louvo com toda a potencialidade do meu coração, o artista é porque seu personagem me traz de volta os anos da infância, quando meu pai organizava pastoris e mamulengos na Vila dos Remédios, no bairro de Afogados.
O Véio Mangaba é o reconhecimento do artista aos velhos Barroso e Faceta, ambos integrantes do mundo encantador do teatro improvisado nos circos.
Mas ele soube superar essas figuras porque é, por natureza, um criador de tipos multifacetados.
Walmir é um homem de multiplicidade impressionante, pois é perfeito como músico, compositor, ator, palhaço, dançarino e pesquisador. Quando menino em circos mambembes, apresentava-se como cantor e ator, geralmente em peças engraçadas.
Temos semelhanças a respeito dos tempos em que fizemos arte teatral.
Aos 15 anos eu já pisava o palco do Teatro Santa Isabel, no Recife e do Teatro Regina, no Rio de Janeiro, participando do Teatro de Amadores de Pernambuco. Mas era em peças dramáticas.
Ele, entretanto, aprofundou-se nos estudos para apresentar sua arte em novo estilo. Aos 16 anos ingressou no Conservatório Pernambucano de Música, e concluiu cursos de Teoria, Solfejo e Prática. Antes de ser homem feito fez curso e estágio na Orquestra Sinfônica do Recife.
Na década de 1970, quando Ariano lançou o Movimento Armorial, criou o Balé Popular do Recife, Walmir se tornou o primeiro solista do Grupo e um dos seus fundadores. Tem participações em vários CDs independentes, inclusive com “Opereta do Recife. ”
Suas composições musicais para peças teatrais se notabilizaram e foram muitas, dentre elas: “Véio Mangaba e suas Pastoras”, para campanha eleitoral no Recife que em 1993, tema que varou meio mundo.
Para finalizar este agradecimento em forma de louvação, como já disse, cabe dizer que Walmir é um artista popular, que faz rir e se diverte com suas próprias invenções. Ri dele mesmo. Para isso aplica a malícia, a esperteza e a safadeza, que são algumas de suas qualidades.
Uma de suas peças mais hilárias é “Amor Paregórico”, inspirada em antigo remédio popular – Elixir Paregórico”, que servia para males intestinais, evitar flatulências insalubres e outras congestões diarréicas do bucho humanóide.
Em suma, Walmir é um dos gênios do nosso teatro musicado.