DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

JBF ENTRE OS PREFERIDOS DOS LEITORES INTELIGENTES

Comentário sobre a postagem UM JORNALISMO QUE SE EXTRAVIOU

Deco:

Concordo plenamente com o excelente texto.

Tanto é que nem mais me interesso em ver telejornais e canais especializados em notícias, tais como CNN, Globo News, Band News e por aí vai.

Não perco tempo.

Cancelei minhas assinaturas de jornais impressos há mais de um ano.

Era viciado em noticiários. Não valem mais nada para mim.

Hoje, seleciono, principalmente na internet, o que ler e os sites, tais e quais o nosso JBF.

* * *

O JBF é a primeira leitura do dia para milhares de pessoas inteligentes e do bem!

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

SOBRE AS ONDAS

O garoto Ítalo Ferreira, nascido e criado na praia de Baía Formosa (RN), município do litoral leste do Estado do Rio Grande do Norte, filho de Luiz Ferreira e Catiana Ferreira, desde os seis anos de idade, apaixonou-se pelo Surfe. Gostava de brincar com as ondas, e o mar povoava seus sonhos.

Enquanto o pai trabalhava na praia, permitia que o filho brincasse, com a tampa da caixa de isopor, onde estavam os peixes, à sua vista e da mãe.

Nessa idade, o garoto já revelava sua vocação para o Surfe.

Muitas tampas de isopor se quebraram, com a brincadeira do filho, sem que o pai se aborrecesse. Afinal, o garoto ainda não possuía uma prancha.

Aos 8 anos, o menino ganhou, de um amigo do seu pai, uma prancha usada, com a ponta quebrada, que para ele teve o sabor de nova. E, usando o dom que Deus lhe deu, sem treinador, passou a enfrentar as ondas de Baía Formosa, com habilidade de chamar a atenção.

Aos 11 anos, Ítalo recebeu, de presente do pai, uma prancha de Surfe, ainda na embalagem, zerada, comprada com dificuldade, mas com muito amor. A felicidade que o homem viu estampada no rosto do filho compensou o sacrifício.
Se o garoto ficou feliz, o pai ficou ainda mais.

Pouco tempo depois, Ítalo já era vencedor de campeonatos locais.

Apesar de surfar todos os dias, o menino sempre frequentou a escola, e a prática de esporte nunca atrapalhou seus estudos.

Ítalo sofria com a falta de apoio, estrutura de treinamento e equipamento para as competições, pois o poder público, raramente, ajuda aos jovens atletas.

Mas, um verdadeiro milagre aconteceu:

Aos 12 anos, Ítalo foi descoberto por Luiz “Pinga” Campos, então diretor de marketing da Oakley, uma das mais importantes marcas de Surfe do mundo. Impressionado com o desempenho de Ítalo, durante um evento para amadores na praia de Ponta Negra, em Natal, Pinga o convidou para se juntar à sua equipe, a qual já contava com surfistas consagrados, como Adriano de Souza, Jadson André e Miguel Pupo, hoje seus colegas na elite do Surfe mundial.

Sendo conhecido como um grande gestor de carreiras de atletas, mais uma vez, Pinga mostrou sua competência, ao assumir a responsabilidade pela carreira do garoto Ítalo Ferreira, o pequeno prodígio de Baía Formosa.

Em 2019, o Surfe teve uma grande revelação, e um dos títulos mais marcantes e inesperados. Ítalo Ferreira, que havia entrado no CT em 2015, foi o grande campeão mundial de surf da WSL, depois de uma final épica, nos tubos de Pipeline e Backdoor, contra Gabriel Medina.

E agora, nas Olimpíadas Mundiais de 2021, que acontecem em Tóquio (Japão), Ítalo Ferreira, representando o Brasil na modalidade de Surfe, consagrou-se campeão mundial, conquistando medalha de ouro.

Salve ÍTALO FERREIRA, aquele garoto praiano, nordestino, que sonhava sobre as ondas do mar, e que hoje, aos 27 anos, é o atleta mais importante do nosso País, na modalidade de Surfe.

Salve BAÍA FORMOSA, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ CRENTE – SÃO PAULO-SP

Caro Berto,

recebi de um amigo que mora nos “estates”, o meme em anexo e acho que representa muito bem o que está acontecendo no mundo em relação a pandemia COVID19.

Se aquele bando de salafrários da CPI do senado ao menos se informasse mais, não ficaria dando este vexame diário, nas TVs.

Depois do apelido horrível de Capitã Cloroquina que deram a excelentíssima Dra. Mayra, eles bem que merecem o apelido de Senador 52…., o número de mortos, por esta doença originada em um país que eles constantemente apoiam.

Quando você acha que o ser humano não pode ser mais baixo, a gente vê estes senadores explorarem, a até comemorarem, as mortes das pessoas por esta doença em total desrespeito as famílias das vítimas.

Abraços.

PENINHA - DICA MUSICAL