
Atleta de Belarus é retirada de quarto em Tóquio e levada ao aeroporto contra sua vontade.
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Vamos aguardar o posicionamento das suvaqueiras cabeludas e dos esquerdopatas.

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Esta foto aí de cima foi feita ontem, domingo, em Palmares, minha terra de nascença.
Vejam que até o cachorro, no canto esquerdo da foto, está com camiseta amarela.
Ô povo presepeiro…
Quanto à faixa com a cara do presidente Bolsonaro, até agora ainda não apareceu ninguém por lá pra chamá-lo de corrupto, segundo me informaram.
A igreja ao fundo, hoje catedral na nossa Diocese, foi onde fui batizado pelo Padre Abílio.
E também onde fui crismado por Dom Francisco Expedito Lopes, vítima de um bárbaro assassinato.
Aliás, a propósito de Dom Expedito, sugiro uma passada numa postagem feita no JBF há dois anos, em agosto de 2019.
Basta clicar aqui para ler.
Sobre essa briga para se obrigar o povo a tomar vacina:
Por trás está a Big Pharma. É uma das indústrias mais lucrativas do mundo com faturamentos trilionários e se transformando cada vez mais em um cartel. Não aparece muito por aqui na mídia, mas investe e muito em marketing.
Para se ter uma ideia do que lucra essa indústria, vou dar o exemplo de um estudo que fiz há pouco tempo sobre um produto que não é tão caro assim, porque sua patente já foi quebrada já existindo inclusive genéricos no mercado. Assim, pode-se ter uma ideia do que devem estar faturando e lucrando com a venda das vacinas experimentais.
Vamos tomar como exemplo a Rosuvastatina Cálcica, usada para combater o colesterol.
Um produto de marca é o Crestor da Astrazeneca (*)
Uma caixa do produto de 10 mg com 30 comprimidos tem o preço de tabela de R$ 180,81. Trocando em miúdos a companhia vende 600mg do princípio ativo do produto por este valor (o restante do comprimido é “farinha” o famosoo qsp). Um quilo tem um milhão de miligramas. Assim, com um quilo do princípio ativo o fabricante pode fazer aproximadamente 3.333 caixas do produto, o que lhe permitiria um faturamento por quilo de R$ 602.700,00.
Partindo-se para o medicamento genérico da EMS, temos o preço de tabela de R$ 179,44. Considerando todos os cálculos expostos anteriormente, o faturamento por quilo pode chegar a R$ 598.133,33.
Na Ultrafarma (gigante do varejo de remédios online) pode-se comprar o mesmo genérico da EMS por R$ 64,01 (64% de desconto!) como isso é possível? O preço por quilo do princípio ativo ainda ficaria em R$ 213.366,67
Esses valores revelam que, mesmo considerando todos os custos operacionais, é um negócio altamente lucrativo e os investimentos em marketing são elevados. No caso dos Estados Unidos, por exemplo, fazem a propaganda médica, através de promotores que atuam diretamente junto aos médicos e na mídia convencional, sempre dizendo: “pergunte a seu médico sobre o medicamento A***.”
No Brasil a propaganda nos veículos de comunicação de massa é proibida, o que faz a indústria farmacêutica fazer o marketing “invisível” junto aos profissionais de saúde que têm a competência para prescrever, através dos “propagandistas.” A atividade de lobby também é bem intensa. A par disso existem também as chamadas Convenções e Seminários, onde os profissionais de saúde vão para lugares como Las Vegas ou Havaí.
(*) AstraZeneca PLC é um conglomerado farmacêutico criado em 6 de abril de 1999 pela fusão da companhia sueca Astra AB e da britânica Zeneca Group. Os seus produtos são vendidos em mais de 100 países. Um dos seus medicamentos mais vendidos é o Budecort Aqua. Wikipédia
A saudade é o açoite
De um cipó diferente
Dilacerando o espírito
Fazendo o tempo presente
Ser só um mero estado
Porque é lá no passado
Que o cipó bate na gente.
E quando o peito sente
Essa dor nunca passando
Às vezes os olhos fecham
A alma fica lembrando
E o cipó da saudade
Bate até com mais vontade
Só para nos ver chorando.
Comentário sobre a postagem EM RECIFE
Edison Xavier:
Aqui em Arcoverde-PE (uma das poucas cidades do Estado que teve carreata), percorremos mais de 12 quilômetros indo de um extremo ao outro.
E parando no Centro da cidade para celebrar o evento, que foi arretado, com muitas pessoas nas ruas e avenidas, filmando, fotografando e aplaudindo.
Foi bom demais. 👍
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Nota do Editor:
Meu caro leitor Edison Xavier, não foi só aí na sua bela e acolhedora Arcoverde que o povo, os cidadãos de bem foram pras ruas.
Além das capitais brasileiras, as pessoas de milhares de cidades do interior, de Norte a Sul, de Leste a Oeste deste país, também se mobilizaram e armaram aquele magnífico espetáculo acontecido ontem, domingo.
Na minha cidade de nascença o pessoal também foi pra rua!
Lá em Palmares, recanto de mundo que constitui uma nação de gente patriota, também teve manifestação pelo voto auditável.
Há duas semanas, na aula final de uma disciplina que estava cursando no meu doutorado, ficava chamando a atenção de alguns colegas de classe em razão da militância deles estar obliterando (olha a tacanhice aí) o fundamento teórico e literário, isto porque faço meu doutorado em Estudos Literários, então, a teoria é a nossa baliza maior nos estudos. E não somente estava apontando para essa situação, pois eu acredito que a militância ideológica acanalha a arte e a deixa sabuja a um pensamento totalitário. Máximo Gorki é a maior prova dessa arte “engajada”. Pois bem, enquanto eu apontava essas inconsistências e fazia digressões sobre muitas mentiras (recuso-me a usar o termo fake news) contadas sobre o atual governo durante esta pandemia, quando de repente, não mais que de repente, atiram-me um tijolo oito furos bem no meio da minha fuça caeté:
– Roque é Bolsonarista!
Desisti de continuar o debate depois dessa, porque esse é ferrolho que todo candidato a tiranete e tarado moral assaca (ui!!) contra quem discorda deles. Mas fiquei dias se me questionando-me: Afinal, o que é um bolsonarista? O que um bolsonarista faz de tão dantesco (de Dante), ou grotesco (de grotta), que basta alguém pinchar esse termo na sua cara e todo o discurso é finalizado, capado em sua nascença. E o anti-bolsonarista? Quem é ele? O que ele faz? Quais suas vantagens morais e éticas em relação aos bolsonaristas? Vai comendo Raimundo! Vou tentar discutir isso com “vassuncês” em poucas linhas, sempre me questionando, como Ricardo III, se sou, ou não sou Bolsonarista.
A primeira situação em que se me peguei-me pensando é que, se ser bolsonarista é trazer a ética, a moral e a retidão no trato com a coisa pública, principalmente daqueles que adquirem o privilégio de representarem uma parcela da população, como fundamento de toda ação humana, então sou bolsonarista. E sou bolsonarista muito antes do surgimento do fenômeno Bolsonaro. Este mês de agosto, no dia 16 completarei 50 anos de idade e 30 de serviço público dedicado à Educação. Posso dizer, com orgulho que, nesses 30 anos minha ficha funcional é tão limpa quanto as vestes de um querubim, pois sempre pautei minha ação na crença de que, como servo do povo devo ser fiel a esse povo, ser o primeiro a levantar e o último a deitar, em prol do bem estar daqueles que são meus senhores!
Segundo, se ser bolsonarista é compreender que as ações públicas devem ser pautadas pela legalidade, impessoalidade, publicidade dos atos, abominando o conluio, o caixinha, o agrado, o esquema, então eu sou bolsonarista. Tive, de fato, muitas oportunidades de me “dar bem”, na linguagem do meio, mas sempre que era tentado a isso, com o incentivo de outras pessoas, uma voz, lá do fundo do espírito cochichava na minha mente: “O alheio chora o seu dono”, como dizia meu velho pai que agora no mês de julho completou, bem vividos 84 anos de sabedoria, honra e honestidade.
Terceiro, se ser bolsonarista é ver o dinheiro dos impostos pagos por todos nós brasileiros, ser utilizado em obras, benefícios e benfeitorias que vai ajudar o povo, sem haver superfaturamento, corrupção, desvios, paralisação de obras, aditivos marotos e malandragens afins, então eu sou bolsonarista. Aliás, este ano de 2021, fazendo minha declaração de Imposto de Renda, descobri que, depois de haver pago 17 mil reais em imposto retido na fonte, ainda fiquei devendo 11 mil. Mas, ao contrário de antes, estou pagando tranquilo, porque sei que esse meu dinheiro, como o dinheiro de muitos outros brasileiros, desta vez está sendo usado para beneficiar os brasileiros e não para ser enfiado em cueca, na bunda, em caixas de papelão em apartamentos, carregados em malas de viagens, ou repassado a título de palestras de não se sabe o quê.
Quarto, se ser bolsonarista é não ligar para o modo como o presidente fala, mas sim, o que ele fala, então sou bolsonarista. Eu nasci no governo de Emílio Médici, passei minha infância e parte da adolescência nos governos Geisel e Figueiredo. Comecei a tomar gosto pelas discussões políticas no governo Collor/Itamar, e os demais. Desde o governo Sarney eu vi políticos, ao ir para os meios de comunicação, usarem um palavreado florido, comedido, limado e polido, de modo que não ferisse os ouvidos da plateia. E, por trás desse discurso balofo, típico dos “Rolandos Leros” da vida – pelo menos essa personagem do saudoso Rogério Cardoso nos fazia rir -, era apenas empulhação, saco de peido que garganteava muito, mas não falavam absolutamente nada. Era apenas uma forma de “engrupir” (essa é do fundo do sapicuá) a plateia que babava diante do nada. Hoje eu vejo o jornalismo militante, políticos afetados em sua insignificância, os ditos “intelectuais” horrorizados com o palavreado do presidente. Mas também, vejo o povo compreendendo, nesses discursos diretos e rombudos, o que se quer dizer e fazer. A comunicação é direta, sem necessidade de uma tradução para a língua do povo, o que os dirigentes políticos querem dizer.
Quinto, se ser bolsonarista é lutar pela unidade do povo brasileiro, então sou bolsonarista. Diariamente vejo grupos se digladiando, dividindo a sociedade em grupelhos que nem a si mesmo representam, mas foram emprenhados pelos ouvidos por gente que quer o poder apenas para se empanturrar e encher as burras com o dinheiro dos “burros” que eles dividiram. Recentemente a sensação dos Jogos Olímpicos de Tóquio é um rapaz do vôlei masculino brasileiro, se não me engano, que está causando faniquitos na internet por ser gay. E ainda tem gente que diz que todas as vezes que ele entra para jogar deve-se tocar as músicas do Pablo Vittar. Nada contra esse rapaz que, apesar de não saber cantar, faz sucesso. Mas me pergunto, a respeito do jogador de vôlei: ele está nos jogos de Tóquio em função do seu talento como esportista, ou em função de suas preferências sexuais? Ele está defendendo sua equipe com seu talento, ou com a bunda?
Sexto, se ser bolsonarista é defender a família contra os ataques e a tentativa de impor um modelo que não se sustenta, nem do ponto de vista biológico, nem do ponto de vista etnológico, então, sou bolsonarista. E bem antes de Bolsonaro. É abominável a tentativa da esquerda canalha classificar pedofilia como doença. É crime. Graças aos céus não cabe a mim fazer justiça. Para mim, remédio para pedófilo chama-se “calibre 44”, dose única. Não dou o beneplácito da dúvida para pedófilos, estupradores, agressores e assassino de mulheres, ladrões de todas as estirpes, assassinos de todos os naipes. Mas fico chocado quando vejo esquerdista correrem e irem se confraternizar com criminosos enquanto os familiares daqueles que foram mortos por eles, ainda choram sobre o cadáver da vítima da violência.
Então meus caros. Passaria muito tempo aqui dizendo porque sou bolsonarista, mas acredito que, o que eu disse é mais do que suficiente para eu ser classificado como bolsonarista. Por analogia, os anti-bolsonarista, por sua vez negam tudo isso que eu coloquei acima, e nada mais precisa ser dito a esse respeito. Tá ligado?