O Plano Nacional de Imunização (PNI) inicia a semana com uma ótima notícia.
Sete meses após a primeira vacina de covid aplicada no país, o Brasil conta com quase 215 milhões de doses disponíveis à população, superando a relevante marca de mais de uma dose para cada habitante.
Atualmente, 177 milhões já foram aplicadas nos brasileiros, dos quais 55 milhões estão imunizados com duas doses ou a vacina de dose única.
Este é o 219º dia da campanha de vacinação, o que aproxima o Brasil de outra marca: disponibilizar, em média, um milhão de doses por dia.
A média diária de doses aplicadas pelo PNI nos 219 dias de campanha é de 816 mil, vacinando 61% da população total e quase 80% dos adultos.
Com 177 milhões de doses aplicadas na população, o Brasil chega ao dobro do que foi aplicado no Reino Unido, grande produtor de vacinas.
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Estes números não saíram no Jornal Nacional.
Nem em nenhum dos órgãos da grande mídia funerária.
Mas saem aqui nesta gazeta escrota.
Fico feliz que só pinto no lixo sabendo que vou deixar putos os pessimistas e os componentes do time do contra, a patota do “quanto pior, melhor.”
Fazer essa turma ficar com raiva me dá uma alegria enorme.
Um saudável sadismo me enche o peito de satisfação.
Tenham todos vocês leitores fubânicos uma excelente semana!!!
Vivia do amor desde a adolescência distante no interior bem interior. Até que uma ‘bondosa’ alma levou a menina esbelta para uma cidade maior, dando-lhe abrigo e um lugar, a que chamava de quarto, onde guardava suas poucas coisas e recebia a ‘clientela’ para o exercício de seu ofício tão cheio de desesperada sofreguidão. Vendia amor. E assim foi sua vida: carinhos falsos recebidos e reciprocados em proporção maior, na maior parte das vezes. Fingir era preciso. Poeticamente, fingia. E fingia tão bem fingido que chegava a pensar que era amor o amor nunca sentido. Pessoa que lhe conceda perdão. Muito mais que a paga final, agradava-lhe a eventual palavra de alguns homens, afiada e cortante como faca, mas verdadeira e real como a vida. Tinha plena ciência de que, logo, logo, a cortina se fecharia. Definitivamente. Sem aplausos. Sem luz. Será quando restarão apenas as palavras que lhe foram presenteados na última noite, fria, sem gozo. O derradeiro ato estará encerrado e a vida daquela mulher, então não mais esbelta, será transportada para outro plano. Talvez menos glamoroso, certamente menos sofrido.
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