Quem mente sobre o que está documentado em fotos descredibiliza o resto do que diz na mesma conversa.
Foi o que aconteceu na noite de quinta-feira (27) e, pior, na emissora de maior audiência, quando Lula mentiu dizendo que “nunca vi essa moça na minha vida”, referindo-se a Roberta Luchsinger, lobista sócia do seu filho Lulinha.
Não só a viu como a recebeu até em festinha familiar, tipo aniversário. Mentiu também sobre o filho, as investigações, os dados da economia, sobre o seu governo.
Desta vez o arquivo visual estava à mão de qualquer um com acesso ao Instagram, e logo viralizaram os flagrantes de mentira, um vexame.
Diante da câmera da TV, Lula preferiu o risco da mentira óbvia ao ônus de admitir proximidade com quem hoje está no centro de três inquéritos.
Ao mentir, o presidente não protegeu Lulinha e nem desfez as suspeitas da Polícia Federal. Apenas as reforçou de modo que pode não ter volta.
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Tudo dentro padrão luloso.
Nada de espanto ou surpresa.
O Descondenado seguiu o Regimento Petralhista.
Mentiu com a cara mais lisa do mundo e tendo certeza de que seu rebanho acreditaria no que ele falou.
Não pode ter mesmo futuro um país que acredita em mentiras. Quando um mentiroso se declara a “alma mais honesta” do Brasil, ele atinge um nível inimaginável numa escala gradativa de picaretagem. Com Lula, sempre foi assim. Suas ideias políticas, sua ideologia, é tudo baseado em inverdades. Nada do que ele defende tem como dar certo, nunca deu, em época nenhuma, em lugar nenhum do mundo. E o petista sabe disso. Ele não insiste em fórmulas fajutas, esperando resultados diferentes. No fundo, no fundo, é falsidade escancarada. O que se busca é a desgraça de um povo, é a manutenção de sua dependência em relação ao Estado. Lula é mestre em tomar o pão e distribuir migalhas.
Houvesse ainda uma imprensa de verdade, e esse monstro não teria se criado. Só que a maior parte dos jornalistas abandonou os princípios e os interesses que devem nortear sua profissão. Não há apenas condescendência com as mentiras do petista, é muito pior. Há também a criação de mentiras pela imprensa para proteger Lula, para incensá-lo. Há omissão, há silêncio, quando decidem, igualmente numa agressão ao verdadeiro jornalismo, que é melhor que seja assim. Há mentiras contra seus adversários… Há sempre facilidades oferecidas ao petista, que tomou gosto pela bajulação. Infelizmente, não há mais o tal “quarto poder”, aquele que, em última instância, de forma equilibrada e independente, fiscaliza os outros. A imprensa simplesmente desistiu de ser imprensa.
A sabatina do Jornal Nacional escancarou como nunca o jornalismo abandonado. Até agora, Lula foi o único autorizado a levar um calhamaço de papéis para a bancada. Mentir e não cair em contradição, isso exige sempre muito cuidado… Os apresentadores até pareciam, no início, dispostos a fazer uma entrevista de verdade. Foi só uma impressão, passou rapidamente. Lula pôde mentir sobre o roubo a aposentados e pensionistas do INSS, sobre as suspeitas contra o filho, a lobista Roberta Luchsinger, sobre seu chefe de gabinete. Pôde mentir sobre déficit fiscal, sobre PIB, sobre as estatais, a Lava Jato, sobre segurança pública…
Qual é a chance de um país dar certo se ele é refém de mentiras? Se um político poderoso pode se entregar a falsidades, sem que seja confrontado pela imprensa… E que a própria imprensa se renda a narrativas fajutas, a notícias deturpadas, distorcidas, manipuladas… Não é mentira que o Brasil seja o país do futuro, tem tudo para ser, mas, entregue a covardes e tiranos, não há nenhuma chance de dar certo. E a resposta tem de ser dada pelo povo. Que outro absurdo o Lula precisa dizer ou fazer para que os eleitores entendam, de uma vez por todas, que ele é um grande mentiroso? E do pior tipo: aquele que sabe que pode ser facilmente desmascarado, mas continua mentindo, mesmo assim.
Enquanto a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) de Lula, com poder de polícia, pressiona redes sociais com intimidações e multas milionárias, petistas deitam e rolam atrás de votos nas chamadas Big Techs.
A esquerda ama odiar plataformas como Facebook, mas despeja nelas dinheiro (público, claro) sem piedade, comprando espaços e impulsionamentos.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que só o Facebook faturou, até agora, mais de R$ 7,5 milhões na campanha.
No topo da gastança está Gleisi Hoffmann (PT), que tenta vaga no Senado pelo Paraná. Ela torrou, até agora, R$ 350 mil com a Meta.
Outro que gasta à vontade nas redes sociais é o presidente do PT, Edinho Silva, candidato a deputado federal. Foram R$ 169 mil.
É curioso: casa de Edinho Silva em Araraquara (SP) foi declarada no valor de R$128 mil, mas ele gastou quase R$ 170 mil nas redes sociais.
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A nota aí de cima termina dizendo que é “curioso” o caso do petêlho Edinho.
Nada de curioso: tá tudo dentro do regulamento do partido dele.
Quem manda no asfalto no Rio de Janeiro não é o Estado, é o tráfico, que retalia a ação policial como se governasse.
Ações de guerrilha das facções parou o Rio nesta quarta-feira (26). Tiroteio, postos de saúde fechados, 19 ônibus sequestrados, vias bloqueadas, escolas sem aula.
Enquanto isso, o Supremo avalia há 8 meses se deixa ou não a polícia executar o Plano Estratégico de Reocupação Territorial que o governo do Rio mandou em dezembro. A PGR faz “ressalvas”.
Foi pedida mais análise, mas, na rua, a análise já veio: ônibus viram barricada, ao som de granadas e fuzis, a cidade tem medo.
Estudos indicam que 35% da população da Região Metropolitana do Rio vive sob o controle de facções e milícias. São 4 milhões de reféns.
Caminhoneiros pagam pedágio para não ser assaltados, moradores são obrigados a pagar gás, internet e até cigarros fornecidos pelos bandidos.
O crime mata, tortura, trafica, prende, até decreta fé religiosa autorizada.
Define o preço do medo, enquanto Brasília discute “letalidade policial”.
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Lamentável essa triste situação do Rio de Janeiro.
Um absurdo inacreditável.
Que os céus se apiedem daquele lindo recanto de mundo.