DEU NO JORNAL

O ROMBO

O ministro Bruno Moretti (Planejamento) é outro integrante da equipe econômica do governo Lula que parece viver no mundo da fantasia e por essa razão virou piada entre economistas e especialistas.

Ao contrário de toda essa turma, que recomenda um brutal corte de gastos para evitar o colapso das contas públicas, ele acredita em duendes: acha que apesar de toda gastança irresponsável, que produziu rombo de R$ 140 bilhões em 12 meses, acha que haverá superávit primário em 2027.

O impressionante rombo fiscal produzido pelo governo Lula torna risível a pregação contra projetos no Senado que seriam “pautas-bomba”.

* * *

A nota aí de cima diz que o ministro luloso “parece viver no mundo da fantasia”.

Todos eles, a começar pelo chefe do bando, vivem nesse mundo.

Com as cabeças cheias de fantasias fedorentas.

E nós outros, os contribuintes, aqui embaixo pagando as contas.

DEU NO JORNAL

O FIASCO DA SELEÇÃO INSTAGRAMÁVEL

Guilherme Fiuza

Seleção brasileira reunida para foto oficial na Copa do Mundo FIFA 2026

O Brasil foi desclassificado nas oitavas de final da Copa pela Noruega, mas não perdeu o brilho. Logo após o jogo, brilhavam nas entrevistas os brincos reluzentes dos nossos craques. Eles estavam impecáveis em seus penteados vistosos, prontos para voltar para casa — isto é, para a Europa.

Como já havia declarado um deles, em desabafo sobre o calendário estafante, são trabalhadores que precisam ter suas férias respeitadas. Nesse sentido, pode-se dizer que a Noruega deu uma bela contribuição trabalhista para a seleção canarinho — ou “canary”, como ensinou uma funcionária do patrocinador, brasileira que também não mora no Brasil. Aqui, pelo visto, só ficaram os que sofrem sonhando com o hexa.

Mas nada de caça às bruxas. Os jogadores da seleção brasileira estão na deles — que não é a seleção brasileira. A deles é a vida abastada dos clubes europeus que os contrataram com salários polpudos. A seleção é uma espécie de passarela, uma aventura instagramável. Até meio exótica, comparada ao dia a dia dos campeonatos europeus — ali, sim, o lugar da labuta brava, onde os resultados condicionam diretamente o ganha-pão (e bota pão nisso).

A primeira tentativa de conquistar o hexa foi em 2006, na Alemanha. Já ali havia uma escalada de afetação na atmosfera da seleção, com os heróis do penta preocupados em cultivar seu status e territórios cativos. Tudo isso era perceptível e se refletiu em campo, numa eliminação contra a França que não pode ser considerada surpreendente.

Não é dizer que os jogadores brasileiros de 2006 ou de 2026 não tenham se dedicado. A questão é que, mesmo com todo o profissionalismo, a defesa da seleção continha um espírito diferente, quase amador. Fora o fato de que o sucesso na seleção influenciava decisivamente a carreira dos jogadores. Hoje é o contrário: os jogadores são convocados para a seleção porque fizeram sucesso em clubes europeus — e já estão, portanto, com a carreira bem encaminhada.

Ninguém pode ser considerado um analfabeto em futebol se tiver ouvido falar pela primeira vez de alguns jogadores da seleção só na Copa. São carreiras que não chegaram a ter destaque no futebol brasileiro, com a captura precoce pelos olheiros europeus. E que deram certo na Europa sem tanto destaque. O público sempre é receptivo aos seus representantes de chuteiras, mas é normal que não tenha tanta identificação com quem mal conhece.

O fato é que a liga entre povo, seleção e jogadores tem hoje alguns intermediários decisivos — que estão mais na esfera de objetivos pessoais movidos a notoriedade digital e inserção estrangeira. Montar um time com jogadores que voltem a sentir como realização máxima a conquista de uma Copa do Mundo para o seu país talvez não seja mais viável hoje no Brasil.

O último a conseguir reconstituir esse espírito já em tempos de “europeização” foi Luís Felipe Scolari em 2002. A chamada “Família Scolari” era um colosso de vibração e entrega. Depois, o próprio Felipão foi vencido pelo espírito “seleção-passarela” em 2014, redundando no chocante 7 x 1 para a Alemanha em pleno Brasil.

Talvez os jogadores de hoje desejem retomar o espírito mágico da seleção mais vencedora do mundo, mas não saibam como. Normal. Pelé e Garrincha não tinham sobrenome — muito menos cabeleireiro. E, como diria João Saldanha, iam na bola como quem vai num prato de comida. Outros tempos.

DEU NO JORNAL

TÁ JÁ CHEGANDO NO BI…

Aproxima-se dos R$ 900 milhões a gastança de Lula & cia com viagens, este ano.

Tem tudo para bater novo recorde.

Em 2025, o governo do PT torrou R$ 2,5 bilhões e superou o recorde pelo terceiro ano seguido.

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A gastança de bi, bi, bi é parte integrante do desgonverno lulo-petralha.

E tá sempre aumentando.

É a rotina normal, normal, normal.

O esbanjanjamento não dá trégua.

E tudo pago com o dinheirinho arrancado dos nossos bolsos.

DEU NO JORNAL

SEGUIU A ROTINA

O bate-e-volta que Lula fez ao Uruguai, em 30 de junho, apesar de rápido, deixou arrasadora fatura para o pagador de impostos. Como toda viagem do petista, esta também foi marcada pelo esbanjamento do dinheiro público.

Lula chegou a Assunção, capital uruguaia, às 10h10 e, às 13h45, se mandou de volta para Brasília.

Foram 3 horas e 35 minutos que custaram, até agora, R$ 208.759,14, conforme apurado pela coluna.

Só com hospedagem, a fatura passou dos R$ 83 mil. Tem ainda a fatura das salas de reuniões, com cafezinho, por mais de R$ 70,1 mil.

Lula não dispensa os belos carrões para zanzar por aí durante os giros mundo afora. No Uruguai, a frota para o petista contou com 28 carros.

Os carrões para Lula desfilar em solo uruguaio seguiram o padrão de opulência de toda viagem do petista, a fatura: R$ 55.559,48

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Nada fora do regulamento lulo-petralha.

Tudo nos conformes.

O esbanjanjamento absurdo do suado dinheiro do contribuinte, faz parte da rotina do descondenado.

Até quem não fez L tem que pagar a conta!

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A PROPAGANDA MENTIROSA

Luís Ernesto Lacombe

Lula inaugura adutora sem água no Rio Grande do Norte. Lula propaganda

Lula inaugurou adutora sem água no Rio Grande do Norte

Não há no esquerdismo nenhum apego à realidade. A verdade, para quem está nessa, deve ser mesmo relativa. Como a democracia do Lula. Não é à toa que o comunismo tem base em mentiras, que Ludwig von Mises, há muitos anos, apontou com precisão. Mas o desafio permanece, é diário, à medida que gente como Lula não sente o menor pudor em mentir descaradamente. Há poucos dias, ele disse que “o Brasil vive seu melhor momento econômico”… E o petista não ficou nem ruborizado, mesmo que os números e o sofrimento do povo e dos empresários o desmintam.

Provavelmente, ele se referia a si próprio. Em discurso recente, Lula disse o seguinte: “Nós, que somos pobres, gostamos de coisa boa”… E a pergunta inescapável é: Lula é pobre? Tendo declarado patrimônio de quase R$ 8 milhões, ele está entre a minoria mais rica do Brasil. Se pudéssemos considerar o patrimônio dos filhos, da família dele, dos tantos amigos generosos que tem, talvez saltasse para a turma do bilhão… E outro problema dos grandes é que o ocupante do Palácio do Planalto usa o dinheiro dos pagadores de impostos como se fosse seu.

Ninguém mais tem condições de sustentar uma máquina perversa como a montada pelo governo do PT. As “bondades” eleitorais de Lula este ano comprometem ainda mais a economia do país. São R$ 403 bilhões que cada um de nós vai ter de pagar… E os pobres podem até gostar de coisa boa, mas estão endividados, quebrados, assim como a classe média, assim como o país. Não tem como dar certo. E o Brasil inteiro fica refém dessa covardia que é transformar o orçamento federal em ferramenta para gerar popularidade em ano de eleição.

Nas duas últimas semanas, em campanha corrida, Lula teve 19 compromissos em sete estados. Tudo permeado pela mentira deslavada. Ele “inaugurou” o canteiro de obras da ponte que vai ligar a capital baiana à Ilha de Itaparica. E não teve vergonha de dizer: “Finalmente, saiu a ponte Itaparica”… Lula também “inaugurou” o túnel de irrigação Major Sales, no interior do Rio Grande do Norte, sem uma única gota d’água. Ele tinha pressa em fazer sua propaganda enganosa, já que a lei proíbe entregas oficiais nos três meses que antecedem o primeiro turno das eleições. E o que Lula acha disso? Uma “papagaiada desgraçada”.

A definição do petista poderia ser empregada para classificar o editorial da Folha de S.Paulo do último domingo. Era um “alerta” sobre como “o populismo de direita se tornou endemia”. Era um texto confuso, que misturou um pouco de tudo, das eleições municipais brasileiras em 2016 ao pleito nacional de 2018, coronavírus, eleições nos Estados Unidos e na Europa. O editorial falou em políticos “encastelados, distantes da vida do cidadão mediano, demagogos”… Falou em “rapapés, regabofes, regalias”, em “egoísmo e autoproteção”, em “narizes empinados”, numa gente com “motoristas e jatinhos particulares”… Servia direitinho ao Lula e à sua turma, mas a eleição está logo ali; não tem por que jogar contra.

DEU NO JORNAL

A DURA TAREFA DE REVERTER O NOVO “TARIFAÇO” NORTE-AMERICANO

Editorial Gazeta do Povo

Na segunda-feira, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) iniciou audiência pública para debater a possível aplicação de duas tarifas diferentes aos produtos brasileiros importados pelos norte-americanos. Uma delas, de 25% e aplicada apenas ao Brasil, seria motivada por questões ambientais, falta de combate à pirataria e à corrupção, tarifas preferenciais a outros países como México e Índia, e a fúria censora do Supremo Tribunal Federal; a outra, de 12,5%, não atinge apenas o Brasil, mas dezenas de outros países que não estariam combatendo devidamente o trabalho escravo. Políticos, diplomatas e representantes do setor produtivo brasileiro estão participando dos debates, na tentativa de convencer Donald Trump a desistir desse novo tarifaço.

Trump sabe – ou deveria saber – o quanto o primeiro tarifaço, imposto no ano passado e derrubado pela Suprema Corte em fevereiro de 2026, custou a ele em termos de popularidade, já que o consumidor norte-americano passou a pagar mais por produtos importados de outros países, ou que dependiam de insumos estrangeiros. A inflação resultante prejudicou as perspectivas para o Partido Republicano nas eleições de meio de mandato, as midterms, previstas para novembro – hoje, os republicanos controlam as duas casas do Congresso; se perderem a maioria em uma delas, os dois anos restantes de mandato se tornarão mais difíceis para Trump. Não à toa o tarifaço original foi criticado inclusive por renomados pensadores conservadores, como o economista Thomas Sowell.

Que algumas entidades norte-americanas, preocupadas com a concorrência de produtos brasileiros, tenham defendido as tarifas era algo esperado. No entanto, outras associações e empresas norte-americanas apontaram o óbvio: “na prática, a tarifa se tornará um novo imposto sobre o consumidor americano”, nas palavras de Mark Bitting, da Gehring Montgomery, que distribui cera de carnaúba para indústrias dos EUA. O setor produtivo brasileiro, o Itamaraty e outros representantes brasileiros ouvidos nas audiências acrescentaram outros argumentos, como a ausência de déficit comercial dos EUA em seu comércio com o Brasil, a falta de lógica em punir um setor produtivo inteiro pelos abusos de algumas autoridades, e os programas de fiscalização contra o trabalho escravo.

Nesta terça-feira, um dos participantes da audiência foi o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Se dias antes da audiência ele havia sido muito infeliz em sua sugestão de adiar por 180 dias a aplicação das tarifas (ou seja, admitindo o prejuízo ao exportador brasileiro, mas submetendo-o a um cálculo meramente eleitoral), em sua fala desta terça-feira ele não falou em adiamento, mas em suspensão. No entanto, ele insistiu no cálculo político, argumentando que Lula exploraria as tarifas em benefício próprio – o que não deixa de ser verdade, mas é algo de menor relevância diante do enorme prejuízo que o exportador brasileiro terá caso as duas tarifas sejam implantadas: a CNI calcula que elas atingiriam 4,2 mil produtos, que respondem por quase R$ 15 bilhões em exportações brasileiras para os EUA.

Reverter o novo tarifaço não é tarefa simples: do lado de lá, um presidente disposto a reafirmar seu poder de taxar – ainda que isso prejudique o consumidor de seu país; do lado de cá, um presidente pródigo em bravatas, que reage com infantilidade às medidas do norte-americano e coloca gasolina na fogueira para se beneficiar politicamente do caos. Há muita gente sensata no meio, nas áreas técnicas dos governos e nos setores econômicos afetados pelas tarifas, mas em última análise tudo vai acabar dependendo dos mandatários – mais do norte-americano que do brasileiro. Que os mais equilibrados tenham sucesso na tentativa de persuadir os mais impulsivos.

DEU NO JORNAL

PROTEÇÃO

Carlos Jordy (PL-RJ) acusa Lula de tentar interferir nas investigações da Polícia Federal mudando os delegados.

O deputado diz que o petista quer proteger o filho Lulinha, citado por ligação ao “Careca do INSS”.

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Nada de anormal, senhor deputado.

Tá tudo dentro dos conformes.

Trapaceiro proteger um filho também trapaceiro é a lei natural.

Tá no sangue.

DEU NO JORNAL

O DEDO DO MEIO, A INCONTINÊNCIA VERBAL E A BLINDAGEM DE LULA

José Fucs

Lula mostra dedo do meio em discurso.

Gesto obsceno foi mostrado por Lula durante evento oficial do Palácio do Planalto

Às vésperas do início oficial da campanha eleitoral, em 16 de agosto, o presidente Lula parece ter perdido de vez a decência e o controle em suas aparições públicas.

Com um intervalo de apenas alguns dias entre um caso e outro, ele deu sinais evidentes de que se comporta como uma carreta desgovernada, sem qualquer filtro em seus atos e suas falas. A ausência total de “superego”, como diriam os psicólogos, e de “semancol”, como se diz por aí, expõe um quadro que vai muito além do mero folclore político.

Num dia, Lula mostrou o dedo do meio durante uma fala contra a ideia de que “pobre não gosta de coisa boa”: “Aqui pra eles”, afirmou o presidente, com toda a fineza que lhe é peculiar. Em outro, sapecou um “vocês não podem permitir que prevaleça em Santa Catarina o racismo”, em meio a analogias ao nazismo e à “hegemonia branca”, levando o governador Jorginho Mello a acusá-lo de xenofobia e a entrar com uma representação criminal contra ele na PGR (Procuradoria-Geral da República).

De quebra, ao defender o aumento dos gastos do país na área de defesa, Lula ainda disse que “está cheio de nego maluco no mundo”, em referência velada ao presidente americano, Donald Trump. Usou uma expressão “politicamente incorreta”, que, na boca de qualquer brasileiro comum, seria o suficiente para ele se tornar alvo da ira do Ministério Público e de ONGs identitárias e talvez ser até preso sem direito a fiança.

“Gafes” e “deslizes”

A rigor, não é de hoje que o presidente destila sua incontinência verbal e recorre a gestos ofensivos. Seus disparates recorrentes, normalizados como “gafes” e “deslizes” pela mídia amiga, representam, na realidade, o mais puro suco de Lula.

Só no atual mandato, entre outras barbaridades, ele já vitimizou traficantes, relativizou o Holocausto, disse que a Venezuela era um exemplo de democracia e declarou que “afrodescendente gosta de um batuque de tambor”. Recentemente, durante reunião do G-7 na França, falou mal de Trump para Lee Jae-myung, presidente da Coreia do Sul – país que tem uma aliança estratégica com os Estados Unidos que lhe garante proteção contra os ímpetos expansionistas do regime comunista da Coreia do Norte.

Agora, porém, considerando suas últimas ações e falas, o que era tratado como um problema ocasional por sua claque, fruto de sua autenticidade, está se tornando o novo normal de Lula. Para muita gente, isso coloca em xeque sua atual capacidade de distinguir entre o que pode e o que não pode dizer e fazer, dentro das regras do debate político saudável, da liturgia do cargo e da postura civilizada que deve pautar a atuação de qualquer cidadão em sociedade.

Diante da postura de Lula, o pior – se é que é possível haver algo mais despropositado e lamentável – é que grandes veículos de comunicação, que tradicionalmente já “passam pano” para o petista, agora não estão só suavizando seus impropérios. Estão literalmente editando suas declarações, para apagar o que possa lhe causar constrangimentos, como aconteceu com a retirada da palavra “nego” da afirmação em que ele abordou o aumento dos gastos do país em defesa.

Duplo padrão

A blindagem da mídia parceira, porém, é apenas uma engrenagem desse sistema de proteção. O que é realmente deplorável – e escancara a erosão das nossas instituições – é o duplo padrão adotado pela Justiça, pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, ao lidar com os “excessos” de Lula e as manifestações de seus adversários.

Enquanto tratam o destempero e os abusos do presidente com luvas de pelica, como questões inerentes à crítica política, que não podem ser criminalizadas, reagem com mão de ferro a quaisquer afirmações e atos da oposição contra ele.

Para a PGR, por exemplo, é tudo bem Lula chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro de “canibal” e “genocida”. Mas, para a Polícia Federal,em inquérito aberto por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, o senador Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia contra Lula. Seu crime, de acordo com a PF, foi publicar um comentário no X em que associava Lula ao ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro, logo após sua captura pelos EUA. “É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, afirmou Flávio no post.

Com as eleições no radar, a régua dupla da Polícia Federal, da PGR e do STF só reforça as suspeitas de que a gestão do processo eleitoral poderá ter o mesmo viés pró-Lula e antidireita que marcou o pleito de 2022. A notícia de que o ministro Gilmar Mendes teria alertado Lula de que o STF poderá atuar durante a campanha como Corte revisora das decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), hoje sob comando do ministro Nunes Marques, com seu colega André Mendonça ocupando a vice-presidência, certamente não contribui para mudar tal percepção.

Lula pode até ter uma espécie de salvo-conduto para continuar fazendo gestos obscenos e proferindo suas sandices, enquanto os representantes da oposição são levados no fio da navalha. Mas nenhum malabarismo jurídico ou qualquer edição de aspas poderá evitar que suas falas e seus gestos disparatados sejam encarados por seus críticos e adversários como um sinal de que ele perdeu o eixo e age com a certeza da impunidade.

DEU NO JORNAL

PÉ-FRIO

Na caçada a culpados pela derrota do Brasil para a Noruega, um meme lembrou a reputação de pé-frio de Lula (PT).

Faz sentido: o Brasil nunca foi campeão do Mundo com o petista na presidência.

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O Brasil nunca foi campeão de coisa boa alguma na gestão petralha.

Já na área de coisas ruins, não tem nação que consiga derrotar o Descondenado!

Somos campeões imbatíveis no setor de tudo que não presta.

DEU NO JORNAL

CURSOS E CURSOS

Servidores da Presidência da República deitam e rolam com “cursos” caríssimos bancados pelo pagador de impostos. No oba-oba, belos valores em diárias e até passagens aéreas entram na farra.

No mês passado, 11 servidores participaram de curso de “Gestal de Cerimonial” com mensalidade a R$ 3,9 mil cada.

Até curso de “Preparação para a Aposentadoria” entra na lista.

Cursos de idiomas, em uma das escolas mais tradicionais da capital, fazem sucesso: 522 alunos palacianos.

A Presidência ainda desembolsou mais de R$ 6,2 mil em curso sobre “Governança, Riscos e Compliance”.

Em maio, um congresso sobre zoológicos e aquários para um servidor custou R$ 1,2 mil. Soma R$ 843 de passagem e R$ 3,3 mil em diárias.

Em abril, uma servidora foi ao exterior para curso entre os dias 13 e 17. Só com passagens, lá se vão R$ 14,8 mil. Com diárias, mais R$ 16,1 mil.

Outra também escolheu a mesma instituição para cursinho na gringa. A viagem, tida como “urgente”, saiu por R$ 32,8 mil em passagens e diárias

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O bom mesmo seria o patrocínio de cursos para o chefão.

Curso de leitura, curso de falar a verdade, curso de sobriedade, curso de seriedade e curso de honradez.

Fora outros e outros.

Estes sim, valeriam a pena serem bancados com nosso suado dinheirinho.