Comentário sobre a postagem NORMAL, NORMAL
João Francisco:
É o mesmo que um juiz de futebol, que pertence a uma torcida organizada, apitar o jogo do maior adversário em uma situação que seu time do coração é interessado.
Mais ou menos isso.
Comentário sobre a postagem NORMAL, NORMAL
João Francisco:
É o mesmo que um juiz de futebol, que pertence a uma torcida organizada, apitar o jogo do maior adversário em uma situação que seu time do coração é interessado.
Mais ou menos isso.
Comentário sobre a postagem DEU NA FOLHA, ÀS VÉSPERAS DA SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO
Marcos Pontes/DF:
A história de JESUS que conheço, me basta.
Falem o que quiserem, não mudarei.
Sou católico, batizado, crismado, fui coroinha, participei do grupo filhos de MARIA na igreja do Cristo Rei (Fortaleza/CE), casei no civil/católico, vivo com a mesma mulher há 53 anos.
E jamais me arrependerei do caminho que segui e não temo a morte, pois JESUS é o único caminho.
Hoje chorei a sua morte, mas domingo, sorrirei a Sua Ressureição.

Comentário sobre a postagem A PERUANA
DECO
A Transparência Internacional, classificou o Brasil como um “Exportador de corrupção”, resta classifica-lo como importador.
Existe uma referência clássica ao fato de que, antigamente, muitos filmes mostravam vilões fugindo para o Brasil como uma forma de escapar da justiça, muitas vezes de forma cômica ou irônica.
Essa imagem estereotipada do Brasil como um refúgio para fugitivos já foi bastante explorada no cinema e na cultura popular.
E a ficção virou realidade quando Ronald Biggs, assaltante do Trem Pagador da Inglaterra, nos anos 60, ganhou fama, transformando-se em personalidade nacional, fugindo para cá, permanecendo aqui 35 anos completamente livre, leve e solto.
Ronald Biggs
Comentário sobre a postagem SUBINDO, SUBINDO…
Marcos Pontes/DF:
Devido a crise causada pelo preço do chocolate, sugiro usar os “ovos” dos deputados trans que não tem utilidade, sejam usados por petistas e afins.
Não esquecer da cobertura com chocolate transgênico!
Comentário sobre a postagem TÁ EM CASA
Pablo Lopes:
Esta noticia me lembrou um fato narrado pelo saudoso Saulo Ramos, meu quase conterrâneo (ele era de Brodowski, cidade vizinha a Ribeirão Preto), em seu livro de memórias Código da Vida, cuja leitura recomendo fortemente. Cito de memória:
Quando assumiu o Ministério da Justiça do governo Sarney, logo no primeiro dia de trabalho lhe trouxeram um despacho para assinar.
Tratava-se de um processo de extradição, contra um estrangeiro que havia sido preso pro tráfico de drogas.
Como grande advogado, um dos maiores que já tivemos, Saulo leu o processo e constatou que os estrangeiros cometiam crimes no país; eram presos e deixavam o processo transitar sem defesa.
Uma vez condenados, eram logo extraditados, ficando impunes e voltavam para cometer novos crimes. O Brasil era o paraíso dos bandidos internacionais.
A fim de acabar com isso, redigiu um decreto, assinado pelo presidente, que determinava o cumprimento da pena no país, antes da extradição.
Isso afastou muitos bandidos estrangeiros ao longo dos anos.
Bastou o PT chegar ao poder para o país voltar a acoitar os bandidos internacionais de estimação, pela via do asilo político.
O Brasil voltou a ser o paraíso dos criminosos; um porto seguro para corruptos e assassinos esquerdistas.
Este caso da peruana é só mais uma vergonha que Lula e seus comparsas fazem o povo brasileiro passar.
Comentário sobre a postagem ROBERTO LEDESMA
Laudeir Angelo Delmaschio:
Fui pesquisar esse Ledesma.
Cubano que fugiu para os EUA em 60, vai fazer 101 anos em junho.
Deve ser o sangue latino, o modo de vida americano e os charutos.
Ah, e a música.
Valeu, grande Peninha!

Comentário sobre a postagem BARCOS DE PAPEL – Guilherme de Almeida
Maurílio Reis:
Muito bom trazer pra nossa apreciação poetas, contos e obras que nos enriquecem.
Nadar contra a maré e mostrar a cultura da contracultura é para os fortes.
Parabéns!!!
Comentário sobre a postagem POR PURO RANCOR, IMPRENSA INSISTE QUE TRUMP VAI LEVAR O MUNDO AO APOCALIPSE
Sergio Rieffel:
De tudo o que foi escrito na coluna, implicitamente notamos uma coisa boa:
O cidadão pode ser o maior ignorante em tudo que é quanto assunto, ele pode não estar nem aí para qualquer análise feita por qualquer “especialista” sobre qualquer coisa, ele pode ainda morar em uma caverna sem qualquer contato com o mundo externo!
Se, no entanto, inadvertidamente ele for perguntado sobre qualquer assunto, ele só precisa devolver com outra pergunta:
– A imprensa e o PT são a favor? Se sim, a coisa não presta e sou contra!!!
Pronto!
Acertou!
Deu a mais sábia das respostas!
Fácil, fácil…
Comentário sobre a postagem ADEUS, MARIO VARGAS LLOSA!
Pablo Lopes:
Quase mandei um e-mail ao mestre Berto, cobrando alguma publicação sobre a Morte de Vergas Llosa. Para mim é quase inacreditável que sua morte tenha passado quase despercebida na imprensa, dita tradicional.
Só posso lamentar profundamente a morte do escritor peruano. Li todos os seus livros; cheguei a dar palestra sobre sua obra, em incentivo à leitura para os empregados de uma grande empresa.
Volta e meia dou um jeito de imitar seu estilo (muita pretensão e pouco sucesso de minha parte) e encaixar algumas frases de Llosa em minhas peças jurídicas.
Não haveria espaço nesta sessão de comentários para citar obras e trechos favoritos, tantos e tão ricos eles são: A Casa Verde; Conversa no Catedral; Pantaleão e as Visitadoras; o Sonho do Celta etc são obras primas e ponto final.
Assim, peço vênia ao mestre Berto para recomendar, aos que ainda não se permitiram o prazer de ler a obra do peruano, os geniais monólogos inspirados em pinturas clássicas, inseridos entre o texto do livro “O elogio da Madrasta” (dom Rigoberto é um dos personagens).
Vá em paz, Vargas Llosa.
O céu ficou mais rico.
Comentário sobre a postagem COMENTÁRIOS
Pablo Lopes:
Também assinei Veja por uns 20 anos, foram muitas edições memoráveis e furos históricos.
Parei de ler quando a revista deixou de fazer jornalismo.
Meus colunistas favoritos eram Roberto Pompeu de Toledo; Diogo Mainardi; JR Guzzo e RA, a quem comecei a ler em razão de seus textos sobre literatura e língua portuguesa.
O mergulho moral e profissional de RA, com sua guinada radical à esquerda me foi especialmente decepcionante, sobretudo após ser vítima da máquina de moer reputações, quando vazaram uma conversa sua com a irmã de Aécio Neves.
Parei de ler o ex-jornalista por anos. Até que um dia me arrisquei em um de seus textos no UOL. Parei de ler na parte em que ele chamou Lula de “homem honrado”.
Foi o fundo do poço.
Felizmente ainda temos a Besta; seus colunistas e leitores como meu conterrâneo João Francisco.
Estes, sim, valem muito a pena.
* * *