A Veja já teve muitos colunistas que valiam a assinatura.
Augusto Nunes, Ricardo Seti (que deu uma força muito grande para o JBF à época), Rodrigo Constantino.
Todos já saíram.
Teve também alguns que saíram e não deixaram saudade. R.A. foi um deles.
Também me censurava quando meus comentários o desagradavam.
Eu não me esqueço, quando ele falava do caso C. Daniel, que eu colocava minha dúvida do porquê Geraldo Alckmin, então governador de SP, com a polícia mais eficiente do BR, não investigou a fundo o crime e acabou com o PT.
Comentários como este não eram publicados.
Hoje eu sei o porquê das duas coisas; da não investigação e da não publicação do comentário.
Acompanhei e comentei na coluna que esse desgraçado mantinha na revista Veja.
Quando era uma revista, não esse panfleto que ainda, corajosamente tem a cara de pau de publicar.
E quando ele fingia ser um ser humano.
Quando esse coiso cortou os comentários mudei totalmente meus hábitos, e foi assim que minha primeira leitura começou a ser o JBF e continua até os dias atuais.
Morei no Goiás, de 1989 a 2015, voltando lá duas a três vezes ao ano, depois desse período, onde ainda tenho residência.
Geralmente fico um a dois meses, cada estadia. Fico em média 3 a 4 meses, por ano.
Moro em uma cidade de Grande Goiânia, Trindade, famosa pela Romaria do Divino Pai Eterno, que ocorre no primeiro domingo de julho, de cada ano.
Trabalhei em um Órgão do Governo do Goiás por 23 anos, quando me aposentei.
Passei por diversos governos estaduais, uns mais ou menos outros ruins e outros péssimos,principalmente para o funcionalismo.
Sempre votei no Caiado (deputado federal e senador). Não votei para governador, pois transferi meu título para onde fico mais tempo e onde tenho minha ocupação atual.
Se tivesse continuado lá, seria voto certo para ele.
Porquê?
Em primeiro lugar, porque era o único político com expressão nacional que se orgulhava de ser produtor rural; porque defendia todas as pautas desse setor; porque era um aguerrido combatente do MST, do PT e puxadinhos e principalmente, por não ter seu nome envolvido em falcatruas e corrupção (tão comum no meio político nacional).
No dois governos do Goiás, posso atestar que a segurança pública é uma realidade; investimentos no setor rural, inclusive utilizando uma taxa sobre a produção rural (contestada pelo setor); salários pagos religiosamente (alguns setores se queixam de aumentos salariais aquém da inflação), escolas públicas, principalmente aquelas ligadas ao círculo militar de excelente qualidade, construção de hospitais regionais na modalidade policlínicas , tanto que tem uns avaliação positiva em torno de 80%, do eleitorado goiano, segundo pesquisas.
Será uma opção muito boa, para contrapor à esse pessoal que está aí.
Precisa se tornar mais conhecido aqui por nossas bandas (NE).
Da minha parte,vou providenciar adesivo para o meu carro e para quem pense como eu, com os dizeres:
Pois é, diz o ditado que “A desgraça vem sem ser chamada.”
No Brasil do PT, pelo contrário, ela vem sendo chamada, tendo em vista que não é só os Correios que o PT quer falido, mas outras estatais e empresas que o governo tem participação.
Tanto é que está de volta Guido Mantega no Conselho Fiscal da Eletrobras, bem como no Conselho de Administração da mesma Eletrobras Nelson Hubner, que já foi diretor da Aneel, Maurício Tomalsquim, que é diretor da Petrobras.
E, para completar, Silas Rondeau, que já foi ministro de Minas e Energia do governo PT.