DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

PROMOÇÕES E EVENTOS

O COMERCIAL DO EDITOR

Quando do seu lançamento, em outubro de 1984, este livro ganhou dois prêmios de Melhor Livro do Ano:

Prêmio Literário Nacional – Instituto Nacional do Livro/MEC

Prêmio Guararapes – União Brasileira de Escritores

Adquira a quarta edição da Editora Bagaço, com toda tranquilidade e segurança, e receba pelos correios.

Não apenas este, mas todos os outros título do autor.

Basta clicar aqui para acessar a página da editora.

Clique aqui e acesse o trabalho O realismo maravilhoso e a cultura popular em O Romance da Besta Fubana, da Professora Virgínia Celeste Carvalho da Silva, um dos vários estudos acadêmicos que foram feitos sobre o livro.

DEU NO JORNAL

CRÍTICA

Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, critica o PT por não conseguir desenvolver um programa para dar emprego para quem recebe Bolsa Família.

“Em cinco governos, PT não conseguiu transformar o país”.

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Que coisa interessante.

É muito salutar ver um esquerdóide criticando outros.

Faz um bem enorme.

ALEXANDRE GARCIA

AS DIFICULDADES DE LULA E TRUMP COM CONGRESSOS DE OPOSIÇÃO

donald trump midterms estados unidos eleições

Trump perdeu a maioria em ambas as casas do Congresso nas eleições de 3 de novembro

Muita gente interpreta – e eu já mencionei – que Donald Trump, após o resultado da eleição legislativa de terça-feira, está na mesma situação que Lula com o resultado do primeiro turno do mês passado. Mas não é igual, nem a legislação, nem a Constituição. Nos Estados Unidos, as relações entre o Congresso e Casa Branca são diferentes das relações entre o Congresso brasileiro e o Palácio do Planalto.

Os republicanos perderam a maioria que tinham na Câmara e no Senado; agora, a maioria é de democratas. Isso já ocorreu outras vezes: Bill Clinton, democrata, perdeu essa eleição de meio de mandato, ficou com minoria, e mesmo assim continuou mandando bombardear a Sérvia, o Congresso não foi capaz de impedir. George W. Bush, republicano, passou pela mesma coisa e continuou governando. Barack Obama também: tinha maioria na Câmara e no Senado quando foi eleito, mas no meio do seu mandato os republicanos assumiram a maioria.

Trump não vai deixar de insistir nas questões relativas ao Brasil – por exemplo, na designação de terroristas para as facções criminosas brasileiras, ou na possível aplicação de uma Lei Magnitsky. A mudança no Congresso não vai alterar a autonomia e o poder do presidente dos Estados Unidos. Ele ainda é o chefe do Executivo e das Forças Armadas; o combate à ideologia woke também vai continuar. Onde as coisas podem mudar é em questões do orçamento interno dos Estados Unidos, e de projetos que ele queira propor ao Congresso. Grandes projetos de lei podem ficar parados.

Lula vai ter muito mais dificuldade que Trump. Mesmo tendo nas mãos a possibilidade de editar medidas provisórias – Trump tem algo parecido, a “ordem executiva” –, ele vai encontrar oposição forte, como nessa medida provisória sobre impostos criados pela reforma tributária. Já existe um abaixo-assinado de centenas de entidades empresariais, dizendo que não é possível que a definição de alíquotas possa ocorrer até 15 de dezembro para entrar em vigor em 1.º de janeiro de 2027. Teria de ficar para o ano seguinte, pois não há estrutura de contabilidade e planejamento econômico das empresas que aguente.

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Contar e contabilizar não são a mesma coisa

Falando em contabilidade, o jornalismo precisa conhecer as palavras. Eu vi um jornal afirmando que a eleição americana “contabilizou” tantos votos, que os democratas “contabilizaram” tantos votos, e por aí vai. Eu sou contabilista, eu me formei em Contabilidade, eu sei o que é “contabilizar”; o jornalista que escreveu isso não sabe. Contabilizar é botar débito e crédito, partidas dobradas. A mesma importância no débito, no crédito, saiu do caixa, entrou na conta particular de alguém, ou na venda de mercadoria, entrou dinheiro no caixa. Isso tudo é contabilidade. O que o jornalista quer dizer é que contaram mais votos. É tão simples dizer “contar mais votos”. Talvez ele quisesse mostrar erudição usando uma palavra mais comprida. Acabou mostrando burrice.

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Agora que está reeleito, Lula pode esquecer a promessa de baixar a maioridade penal

No finzinho da campanha, Lula prometeu reduzir a maioridade penal para 16 anos. Agora, que já se reelegeu, ele pediu para Davi Alcolumbre tirar o assunto da pauta do Senado. Estava tudo pronto para a votação dentro da PEC da Segurança Pública, mas Alcolumbre deu a desculpa de que, como esse assunto já estava sendo tratado pela Câmara, era melhor deixar que a Câmara decidisse isso. É ridículo que os dois falam esse teatro, como se todos fôssemos imbecis e não percebêssemos essas coisas.

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Copom mantém a Selic porque vitória de Lula trouxe muita insegurança

A principal notícia econômica da quarta-feira foi a decisão do Copom de manter a taxa Selic, rejeitando de forma unânime a pressão do governo por mais queda. O comitê afirmou que a inflação está aumentando, está rumando para o dobro da meta de 3%, e a taxa básica não muda por enquanto porque há muita insegurança, muita indecisão, muita expectativa a respeito de um futuro que não se conhece.

DEU NO JORNAL

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

DEU NO JORNAL

ÀS GARGALHADAS

Petistas recebem às gargalhadas o nome do Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, como suposto cotado para a pasta da Segurança Pública, que ainda nem mesmo foi criada.

No partido, desconfiam que o próprio Silveira tem alimentado as especulações.

Lula já se mostrou incomodado com o excesso de aliados “negando” convite.

No caso de Silveira, além da conversa mole não ter pé nem cabeça, é lembrado que o ministro não tem qualquer trajetória ligada à segurança pública.

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Esta nota aí de cima fala nas gargalhadas da petralhada, com a possível indicação de um ministro.

Se eles estão gargalhando, nós outros, os contribuintes, estamos aqui se rindo-se de mijar nas calças.

Isso pra não chorar…

PROMOÇÕES E EVENTOS

LIVRO DO COLUNISTA FUBÂNICO XICO BIZERRA

Dia desses andei relendo esse livrinho e me encantei, de novo. 30 conversas interessantes com gente do Nordeste, tipo Dom Hélder, Manoel Bandeira, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Jackson do Pandeiro, Sivuca, dentre outros.

Como se não bastasse tem prefácio e apresentações de Dr. José Paulo Cavalcanti Filho, Maciel Melo, Luiz Berto e Paulo Rocha.

Gostei e recomendo.

É só pedir pelo imeio xicobizerra@gmail.com – que eu entrego em todo o Brasil.

E custa só R$ 46,00, frete incluso.

DEU NO X