Edson Arantes do Nascimento nasceu em 23\10\1940, em Três Corações, MG. Jogador de futebol, foi tri-campeão na Copa Mundial em 1958, 1962 e 1970; maior artilheiro do Santos Futebol Club e teve atuação destacada em duas Copas Libertadores da América e dois campeonatos Mudiais Interclubes. Em 2000, ganhou o prêmio de Melhor Jogador do Século, junto com Maradora. No mesmo ano, foi eleito Atleta do Século pelo COI-Comitê Olímpico Internacional. Em 1995, foi nomeado Ministro do Esporte, no Brasil, e em 2010 foi nomeado presidente honorário do clube New York Cosmos, dos EUA.
O nome “Pelé” surgiu ainda criança, quando pronunciava erroneamente o nome do goleiro Bilé, do Vasco da Gama. Não sabia que o nome “Bilé” significa “milagre” em hebreu e não tem nenhum significado em português. Mas foi o que se deu na vida do garoto que gostava de futebol. Filho de Celeste Arantes e do jogador João Ramos do Nascimento, conhecido como Dondinho. Aos 3 anos, mudou-se para São Paulo, onde viveu em diversas cidades. A primeira foi Bauru, onde levou uma vida modesta e aprendeu a jogar futebol com seu pai.
Iniciou jogando no time “7 de Setembro”, em terra batida e descalço. Daí passou para o “Ameriquinha”, calçando chuteiras pela primeira vez e foi campeão. Aos 13 anos passou a jogar no “Baquinho”, equipe infantojuvenil do Bauru Atlético Clube, onde despontou com brilho entre os colega. Em 1954 seu time enfrentou o campeão infantojuvenil de São Paulo e venceu a partida por 12 a 1, com 5 gols dele, que foi destaque no jornal da cidade. Em 1955 desfizeram o “Baquinho” e criaram o “Radium”, um time de futebol de salão, surgido na época.
Pelé e sua equipe ganharam o primeiro campeonato e os seguintes. Sua superioridade técnica sobre os outros garotos era tamanha que a Liga de Futebol Amador determinou que ele só poderia jogar no gol ou na zaga. Se passasse do meio do campo com a bola, seria falta para o adversário. Mais terde ele admitiu que o futebol de salão, por ser mais rápido ajudou-o a pensar melhor e mais rápido. Além disso a modalidade pemitia-lhe jogar com adultos quando tinha 14 anos. Num dos torneios foi considerado jovem demais para pariticipar, mas jogou e foi artilheiro da competição.
Aos 16 anos recebeu uma proposta do Bangu Futebol Clube, mas sua mãe recusou. Em seguida foi convidado pelo Espote Clube Noroeste e teve a poposta novamente recusada. Waldemar de Brito, técnico do Bangu, sugeriu o Santos Futebol Clube. Sua mãe não queria que ele seguisse a carreira futebolista, mas acabou cedendo e ele foi para Santos, em 1956. Brito apresentou-o como o jovem de 15 anos que seria o maior jogador do mundo. O treinador do Santos – Luis Afonso Pérez – ficou impressionado com o rapaz e providenciou um contrato com o clube, em junho de 1956.
Iniciou na equipe amadora com um salário de 6 mil cruzeiros, que era enviado para sua mãe. A estreia profissional se deu em 7/9/1956 contra o Corinthians de Santo André, onde venceu por 7-1, marcando seu 1º gol na carreira profissional. No torneio Rio-São Paulo de 1957 começou a se destacar em âmbito nacional, onde foi artilheiro. No mesmo ano, o Santos fez um combinado com Vasco da Gama para disputar o Torneio Internacioinal do Morumbi, organizado pelo São Paulo para ajudar na construção do seu estádio. Na 1ª partida contra o time português Belenenses, ele marcou 3 gols, na goleada de 6-1. Neste torneio ele fez 5 gol em 3 partidas. A imprensa vaticinou o “nascimento do futuro craque da Seleção”, chamando a atenção do seu treinador Sylvio Pirilo.
Após o término Torneio, com apenas 10 meses de carreira, foi convocado pela Seleção Brasileira. Na época, seu time de coraçao, o Vasco da gama, tentou contratá-lo por duas vezes, mas não conseguiu. No Campeonato Paulista de 1957, já com a camisa nº 10, foi aritlheiro do ano com 57 gols. No torneio Rio-São Paulo de 1958, sua atuação no jogo contra o América, lhe rendeu a alcunha de “Rei”. Nelson Rodrigues publicou a crônica “A realeza de Pelé”: “Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável — a de se sentir rei, da cabeça aos pés”.
No mesmo campeonato de 1958, foi novamente artilheiro com 58 gols e 80 durante o ano. Seu desempenho despertou o interesse dos italianos para levá-lo para o Inter de Milão. As tratativas não progrediram devido a revolta dos torcedores com sua possível saída do Brasil. Em 1959 o Santos fez uma excursão pela América, visitando 7 países. Foram 14 partidas com 15 gols dele. No ano seguinte a excursão foi pela Europa em 9 países, com 22 jogos. Pelé foi a atração principal com 28 gols. Na goleada sobre o Inter de Milão, foi aplaudido de pé pela torcida adversária.
De volta ao Brasil, o Santos disputou o Campeonato Paulista e marcou 155 gols, recorde que se mantém até hoje com 46 gols de Pelé. Neste campeonato marcou o gol considerado o mais memorável em sua carreira, num jogo comtra o Clube Atlético Juventus. Ao receber um lançamento, aplicou de costas, uma “meia lua” em seu marcador, sem deixar a bola tocar no chão, e na sequência chapelou três adversários, incluindo o goleiro, e fez o gol sem deixar a bola cair. Não havendo imagens de vídeo do jogo, elé pediu que uma animação de computador fosse feita com esta finalidade. 5 décadas depois, uma placa foi colocada no estádio em homenagem ao lance.
Após breve julgamento Em virtude dos seus atos, Condenado por Pilatos E um povo virulento, Crucificou-se o rebento De Deus, três horas após. Tendo o povo por algoz, No seu voto derradeiro, Jesus, O Santo Cordeiro, Foi imolado por nós.
Melchior SEZEFREDO Machado
É necessário entender Que a missão de Jesus Não foi só morrer na cruz Nem as curas por dever Os corpos devem morrer Deixando a matéria após A grande missão é a voz Do Evangelho verdadeiro Jesus o Santo Cordeiro Foi imolado por nós.
Merlanio Maia
Lavou as mãos o Pilatos Após condenar um Santo Santa Cláudia pediu tanto Pra evitar os maltratos Ao Messias, mas seus atos Vieram de forma atroz Judas foi o seu algoz O trocando por dinheiro. Jesus, O Santo Cordeiro, Foi imolado por nós.
Leo Brasil
Enviado para salvar Ele foi crucificado Não tinha nenhum pecado A lição foi nos mostrar Que ia ressuscitar Da sua morte logo após Até hoje a sua voz Ecoa no mundo inteiro Jesus, O Santo Cordeiro, Foi imolado por nós.
Cabal Abrantes
Foi levado até a cruz Para a crucificação De cada lado um ladrão Crucificaram Jesus Mas veio a divina Luz Ofuscando o seu algoz E do céu ouviu-se a voz De Deus, Seu Pai verdadeiro. Jesus, o Santo Cordeiro, Foi imolado por nós.
Poeta Nascimento
O profeta Jeremias Há muito profetizava Que Deus-Pai já preparava A chegada d’O Messias. Foi em suas profecias Que a verdade teve voz: Seiscentos anos após Concretizou-se o roteiro. Jesus, O Santo Cordeiro, Foi imolado por nós.
Tem um pensamento, lógica, ou qualquer besteira dessas modernas para explicar ou justificar atitudes. Dia sim, dia não o clã Bolsonaro é manchete….
Não estou presente na realidade deles, mas o que deduzo – sou velho, velho pode deduzir, opinar etc. Afinal sempre alguém vai dizer “está gagá” -, mas, voltando ao que leio, escuto e deduzo: Brigam muito, parecem unidos em uma coisa só: EGO!
A pior ou o pior sentimento de um ser humano – afinal sei lá o gênero – é esse maldito EGO!
Todos, todos se digladiam em nome do nome BOLSONARO! Todos o querem, apesar de possuir nas certidões e documentos como bandeira de alguma coisa meio indefinida, ou até agora não informada.
O que fará Carlos como senador talvez de bombachas e chimarrão fake do Sul?
O Eduardo, que de longe ruge e morde exaltado a cada momento, meio para que não esqueçam dele… Flávio parece mais palatável, mais racional…a esposa Michelle corre por fora, demonstra mais sinceridade…
Mas, não seria melhor uma união não só do clã, mas de toda a oposição?
Pensar em todo o país em vez de fixação em um só nome ou pessoa?
Enquanto isso, Lula e sua turma acham ótimo a briga e rusgas de quem deveria estar unido para tirar esse estrupício que nos aflige desde o início do século …se agrupam mais e mais …
E se não houver mudanças de comportamento – de toda a verdadeira direita ou oposição – veremos o de sempre… mais uma vitória indesejada…
Tínhamos hora para tudo, lembro bem. Tínhamos hora para brincar, hora para dormir, hora para estudar e fazer o dever de casa – isso, claro, sem incluir a hora de obedecer e à quem obedecer.
O domingo era sagrado. Pela manhã a Santa Missa.
A tarde era livre para passear, para o cinema e, até mesmo para a Cidade das Crianças. Mudando da adolescência para a juventude, a manhã era do futebol ou da praia.
Assim, o que mudou do nosso tempo de criança para o tempo das crianças atuais?
A criação, respondo eu. A forma que os pais de hoje criam seus filhos – muito diferente da forma com que foram criados.
O pai de antigamente tinha o hábito de “passear com o filho de 16, 16 ou 18 anos” incentivando para que ele “começasse a gostar de mulher – no sentido sexual, mesmo”. Era um incentivo à iniciação.
Os pais de hoje mudaram. Optam por outras práticas, que, se por um lado são aceitas e compreendidas por boa parte da sociedade, por outro, precisarão ser aprovadas por Deus – e o ônus de tudo recairá sobre o pai, e, mais tarde, sobre o filho que aderiu a essas práticas.
Falo tudo isso porque, a primeira vez que entre num cabaré – lugar de antigamente, onde mulheres faziam sexo por dinheiro – quem me “conduziu e esperou pela consumação da prática”, foi um irmão mais velho, devidamente autorizado (também financiado) pelo meu pai.
Grosso ou não, sem educação ou não, mas pensando no “bom encaminhamento” do filho, quando um pai ouvia do filho algum pedido “fora do projeto de encaminhamento adotado”, respondia-lhe com um tabefe e um safanão, além de suspender por tempo indeterminado a “mesada das estripulias”.
Hoje é diferente. Hoje, se um pai ouve um pedido estrambótico de um filho, tipo:
– Paizão, meus seios cresceram bastante com a medicação que tomo. Estou precisando de um “soutien”!
Em resposta, totalmente diferente do pai de antigamente, escuta:
– Bebê, qual é a cor que você prefere e a pontuação adequada?!
Arre égua!
É assim, ou não é?
Com visão futurística, os pais e mães de antigamente ensinavam os filhos a obedecer. Em qualquer lugar ou situação, na ausência dos pais, os irmãos mais velhos tinham que ser obedecidos. Eles, os irmãos mais velhos, seriam punidos se, nessas situações, não se fizessem obedecer.
Outra vertente infantil era a brincadeira. A forma de brincar, e com o que brincar.
As escolas adotavam na grade curricular, uma matéria rotulada de “Trabalhos Manuais”, que era um incentivo ao desenvolvimento e ao despertar dos jovens em algum tipo de profissão. Também, como incentivo, havia na grade curricular a matéria “Canto Orfeônico”, forma de despertar na juventude o gosto pela música, como Músico.
Em casa os pais “ajudavam” dando aos filhos, não um “soutien”, mas, uma serra tico-tico, um alicate, pregos, serrote e madeira para que eles fizessem os seus próprios brinquedos.
Felizmente, ainda não havia Fábrica Estrela, fabricante dos brinquedos plásticos – o que acabou eliminando qualquer tipo de incentivo à juventude.
Foi assim que apareceram o Mestre Vitalino e a Zabé. Primeiro em casa, depois a profissionalização para custear a vida.
O currupio
Lembro bem que andávamos horas à procura de tampinhas de garrafas. Com elas fazíamos brinquedos mil – mas o preferido era o “currupio”, onde fazíamos dois furos e neles passávamos um barbante. Tal qual a foto postada acima.
Navegação nos mares para a guerra
O pior castigo que os pais de antigamente aplicavam aos filhos, era “proibir de brincar”. Qualquer que fosse a brincadeira. E aquilo doía. O “não brincar” era um castigo muito maior que o próprio castigo.
Quantas vezes, punido justamente por algum malfeito, eu ia para o quintal. Ali, cumprindo castigo, era esquecido pelos de casa por várias horas. Era nesse momento que os anjos da bondade tomavam conta de mim.
Eu pegava uma bacia, enchia de água até as bordas superiores. Transformava aquela bacia num açude e às vezes, até num oceano, onde navegavam meus barquinhos de papel – que eu aprendera fazer, também, durante as aulas de “Trabalhos Manuais”!
O castigo se transformava em algo lúdico, bom, poético e uma prática escolar ganhava valor.
Neste Domingo da Ressurreição do Senhor Crucificado – eu acredito plenamente n’ELE – desejo a todos os leitores deste JBF sempre cada vez mais arretado e independente, um Domingo de Páscoa muito abençoado, onde todos os cantos do mundo militem fortemente por uma Convergência Fraternal Permanente, ode todos vivam em comunidade, ampliando uma solidariedade integral de todos para com todos, com democracia plena, justiça social e exemplar distribuição de renda, num clima emocional equilibrado, sem preconceitos entre povos, regiões, religiões, etnias, classes sociais e gêneros, onde todos possam ter uma vida plena, feliz e abundante, como o Crucificado sempre ensinou em sua caminha terrestre.
Para todos, desejo a adoção de uma CT – Convergência Temporal, segundo a Física Quântica, quando eventos aparentemente desconectados principiam a se alinhar para fazer emergir novos momentos históricos, evolucionários por derradeiro, sempre proporcionando um nível cultural cada vez mais elevado para todos.
Escolhi, neste Domingo de Páscoa, alguns balizamentos que muito poderão iluminar mentes e corações, potencializando militâncias diferenciadas das até então vivenciadas. Sinto-me integrado nos que, atualmente, desejam ser classificados como metamorfoses ambulantes, expressão usada pelo Raul Seixas, um menestrel que muito cutucou acocorados que teimavam em não ficar de pé, em busca das boas novas. A ordem deles não tem significância alguma e são direcionadas para gregos e troianos de todas as crenças e descrenças:
– Há um ditado que diz que “quando a mágoa entra pela porta da frente do coração, a felicidade sai pelas portas do fundo.” Desta Páscoa em diante, não mais busquemos rebater ofensas e fuxicos advindos de quem não sabe dialogar com racionalidade efetiva.
– Saibamos trabalhar com muito afinco, buscando aprender e apreender mais, sempre percebendo que o nosso tesouro maior é o que advém dos nossos atos sinceros e ações solidárias.
– Percebamos que todo envelhecimento advém da perda dos nossos ideais e esperanças. Juventude e velhice fazem parte de um estado de espírito, sabendo ser jovial nas idades avançadas, sem ranços nostálgicos nem tampouco odiosidades nost[algicas.
– Façamos sempre o melhor para com nossos derredores, sempre se tornando agradecidos pelos apoios recebidos, por menores que eles sejam. O imenso amor de Deus para com todos, crentes e agnósticos, nos faz integrantes dos Seus planos e diretrizes. Desejemos sempre o bem de todos, inclusive daqueles que demonstram antipatias por nós.
– Percebamo-nos sempre otimistas, mesmo diante de situações adversas. Há um ditado que diz “o bom humor faz sorrisos, os sorrisos fazem amigos e amigos valem mais que fortuna.”
– Procuremos ser felizes com o bem-estar de nossos derredores, aceitando sempre os situados em patamares superiores aos nossos. Lembreme-nos sempre: “quem tem luz própria, não precisa apagar a luz de ninguém.”
– Lembremo-nos que hoje é o dia mais importante da nossa vida. Não o sobrecarreguemos com lembranças amargas de ontens, nem com temores covardes de amanhãs.
E nesta Pascoa, libertemo-nos das opiniões deletérias dos outros, percebendo que nossos valores podem ser mensurados pelo que outras pessoas pensam de nós.
Para quem busca ampliar sua espiritualidade, um pequeno livro que muito esclarece e binoculiza: PARA ALÉM DO AMÉM: COMO SE PROTEGER DE PREGAÇÕES ABUSIVAS, Leonar Nascimento, São Paulo, Editora Labrador, 2025, 80 páginas. Textos que esclarecem e desmitificam malasfeias, soares e suas contas bancárias.
Uma Feliz Páscoa para todos nós, brasileiros de todas as convicções!! Entendendo sempre que “topada só bota pra frente”!