URGENTE!! PF vê indícios de ligação do PCC e BANCO que financia pesquisas favoráveis ao LULA!
Gustavo Gayer pic.twitter.com/2sfdiN7ELj
— EdiMachadoX@1957 (@edivaldocmachad) August 28, 2025
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Ataque a tiros em igreja/escola católicas em Minneapolis chocou os Estados Unidos nesta quarta-feira (27)
Duas crianças, uma de 8 anos e outra de 10 anos, morreram num atentado numa escola católica em Minneapolis, nos Estados Unidos. O atirador morreu no local e deixou seu “manifesto”. Era trans, antissemita, odiava Trump e católicos. O pacote completo. Mas, ao ler a “reportagem” do Globo, ninguém saberia de nada disso!
Não há uma só palavra sobre o perfil do atirador, nem mesmo de que se tratava de uma pessoa trans. Podemos apenas imaginar como seria a repercussão se fosse o contrário: um conservador cristão atirando em pessoas trans. A velha imprensa está no negócio de narrativas, não jornalismo, e se os fatos não se encaixam na ideologia, pior para os fatos.
No último parágrafo, o Globo ainda coloca a questão das armas, como se um objeto inanimado tivesse vontade própria: “O ataque desta quarta-feira é o mais recente de uma série de incidentes com armas de fogo em menos de 24 horas na cidade. Na tarde de terça-feira, uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas em um tiroteio em frente a uma escola de ensino médio em Minneapolis. Horas depois, duas outras pessoas morreram em dois tiroteios distintos na cidade”. Culpa das armas!
Compare esse tipo de “jornalismo” com aquele da Gazeta do Povo, único jornal sério da velha guarda. Na reportagem de Fábio Galão, a chamada já vai no cerne da questão, como deve ser: “Ataque em Minneapolis expõe violência contra igrejas nos EUA: casos aumentaram 730%”. A reportagem mostra como Trump está disposto a reagir contra isso:
O presidente americano, Donald Trump, se declarou disposto a reagir aos ataques ao cristianismo nos Estados Unidos: em fevereiro, ele assinou uma ordem executiva que determinou a criação de uma força-tarefa para “erradicar o preconceito anticristão” dentro do governo federal americano.
“Minha administração não tolerará a instrumentalização anticristã do governo ou conduta ilegal visando cristãos. A lei protege a liberdade dos americanos e grupos de americanos de praticar sua fé em paz, e minha administração aplicará a lei e protegerá essas liberdades”, disse Trump.
Em outra reportagem da Gazeta do Povo, de John Lucas, temos as informações relevantes já conhecidas sobre o atentado divulgadas logo nos primeiros parágrafos, aquelas que foram deliberadamente omitidas pelo Globo:
Noem confirmou também que o criminoso deixou mensagens escritas em um carregador de munição de fuzil, entre elas: “Pelas crianças”, “Onde está o seu Deus?” e “Mate Donald Trump”. Em sua declaração, a secretária classificou o autor do massacre como um “monstro perturbado” que atacou “nossos mais vulneráveis: crianças pequenas rezando eA secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, confirmou em publicação no X, nesta quarta-feira (27), que o autor do massacre na Annunciation Catholic Church, em Minneapolis (Minnesota), era um transgênero de 23 anos. O ataque ocorreu durante a primeira missa do ano letivo da escola da igreja e deixou duas crianças mortas, bem como outras 17 pessoas feridas, a maioria menores.m sua primeira missa da manhã do ano escolar”.
Precisamos falar sobre o problema real sem medo da patrulha politicamente correta. A esquerda insiste em focar nas armas, principalmente quando não consegue encaixar os fatos em sua narrativa ideológica que coloca o homem branco ocidental sempre como vilão.
Mas está claro que o discurso de ódio vem aumentando na esquerda. Se Trump é Hitler, então um maluco que matasse o presidente estaria “salvando a democracia”. E se minorias são sempre vítimas, então não há como culpar um homem trans que abre fogo contra crianças católicas. Essa postura chega a ser perversa!
Comentário sobre a postagem PAÍS QUE DEIXA TERRITÓRIO SER DOMINADO POR BANDIDOS NÃO TEM SOBERANIA
Marcos Pontes/DF:
Gente, este texto do Alexandre Garcia é uma síntese real vivida pelo nosso querido Brasil e fica apenas uma pergunta:
Como chegamos a este descalabro?
Levando-se em conta o teatro das tesouras PT/PSDB, o raciocínio é rápido e objetivo:
FHC 8 anos + Lula, 8 anos + Dilma 8 anos (dois do Vampirão) + 3 anos de Lula. O resultado são 27 anos de pura desgraça em todos os sentidos
A exceção foi o Capitão, quatro anos de perseguição total, mesmo assim com pontos mais positivos que negativos.
O Brasil de hoje, é a carreta furacão descendo a ladeira na banguela sem freios, dirigida por Lula.
Tendo como copiloto Janja jogando panfletos com a frase: “faquiubrasil”!!!!!
Karina Michelin
A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público, deflagrou nesta quinta-feira, 28 de agosto, a Operação Carbono Oculto, considerada a maior já realizada contra a infiltração do crime organizado no mercado financeiro brasileiro. A ofensiva atingiu em cheio a Avenida Faria Lima, símbolo do poder econômico do país, e revelou uma rede de 40 fundos de investimento controlados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), com patrimônio estimado em R$ 30 bilhões.
Segundo a Receita, os fundos eram usados como sofisticado mecanismo de lavagem de dinheiro e blindagem patrimonial, muitas vezes com estruturas fechadas e cotistas ocultos. O esquema abasteceu a compra de um terminal portuário, quatro usinas de etanol, seis fazendas no interior paulista avaliadas em R$ 31 milhões, uma mansão de luxo em Trancoso (BA) de R$ 13 milhões, além de uma frota de 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.
A investigação também identificou a atuação da fintech BK Bank, apontada como “banco paralelo” da facção, que teria movimentado cerca de R$ 46 bilhões em operações suspeitas.
Entre os principais alvos da operação está a Reag Investimentos, gestora listada na B3 e em rápida expansão no mercado, cuja sede foi alvo de busca e apreensão. Também foram atingidos o Grupo Aster/Copape, dono de usinas e redes de combustíveis, e diversas holdings financeiras na Faria Lima.
No total, a operação mobilizou 1.400 agentes, cumpriu 200 mandados em dez estados e mira mais de 350 pessoas físicas e jurídicas. Os crimes investigados incluem lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, adulteração de combustíveis, crimes ambientais e estelionato. A estimativa de sonegação supera R$ 7,6 bilhões.
O caso expõe não apenas a força financeira do PCC, mas também fragilidades no sistema de fiscalização da CVM, Banco Central e da própria B3, permitindo que o crime organizado se camuflasse em fundos e corretoras no coração do mercado formal.
O crime organizado não apenas se infiltrou no Estado – ele se transformou em uma verdadeira holding empresarial, operando com a mesma sofisticação de corporações financeiras e ditando rumos da economia brasileira.
Dos lábios que me beijaram,
Dos braços que me abraçaram
Já não me lembro, nem sei…
São tantas as que me amaram!
São tantas as que eu amei!
Mas tu – que rude contraste!
Tu, que jamais me beijaste,
Tu, que jamais abracei,
Só tu, nesta alma, ficaste,
De todas as que eu amei.

Paulo de Oliveira Leite Setúbal, Tatuí-SP, (1893- 1937)
Paulo Briguet
Em 1982, o dramaturgo Samuel Beckett, Prêmio Nobel de Literatura e um dos grandes nomes do teatro do absurdo, escreveu a peça Catástrofe. Na obra, Beckett coloca em cena um personagem mudo e imóvel, absolutamente entregue à vontade de seus algozes. O homem não pode falar, não pode se mover, não pode esboçar nenhum gesto.
Para escrever Catástrofe, Beckett se inspirou no caso real do dramaturgo Václav Havel, que havia sido condenado à prisão por participar de um movimento de oposição ao regime comunista da Tchecoslováquia. Beckett se escandalizou com o fato de que Havel, por algum tempo, fora até mesmo impedido de escrever na cela.
Lembrei-me de Catástrofe quando li a notícia de que a Polícia Federal, transformada em Stasi do regime PT-STF, pretende colocar agentes dentro da própria casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no julgamento farsesco do golpe que nunca existiu.
Bolsonaro hoje não pode falar, não pode se mover, não pode esboçar nenhum gesto. Mesmo que permaneça em silêncio, sua imagem não pode ser divulgada. Os diretores de cena desse macabro reality show — que podemos chamar de Big Golpe Brasil — querem determinar toda a existência do ex-presidente.
Em Bolsonaro, os donos do poder projetam a imagem do que gostariam de fazer a cada um de nós e do que já está sendo feito aos reféns do 8 de janeiro: transformar a nossa vida em uma catástrofe permanente.
O sonho dos socialistas é colocar um agente dentro do lar de cada brasileiro, de modo a garantir que seja exemplarmente punido qualquer esboço de resistência ou oposição ao regime.
Um deputado petista — de cuyo nombre no me quiero acordar — afirmou que há precedentes para a prisão sem julgamento de Bolsonaro. De fato, há — até mesmo um petista é capaz de dizer a verdade às vezes. Os precedentes para esse tipo de prisão arbitrária estão nos regimes totalitários do Leste Europeu. Na Alemanha Oriental, por exemplo, a Stasi conseguia colocar agentes em praticamente todos os ambientes do país — inclusive nas casas das pessoas.
Um dos pilares de toda ditadura é a humilhação das pessoas. Os reféns de 8 de janeiro e seus familiares são vítimas de humilhação todos os dias.
Veja-se, por exemplo, o caso de Lucas Brasileiro, que só conseguiu ir ao velório da própria avó depois de implorar ao Imperador Calvo.
Lucas, cujo único crime foi protestar contra Lula, compareceu ao funeral algemado e cercado por 35 — eu disse 35 — agentes fortemente armados, como se fosse um assassino de alta periculosidade. A certa altura, um agente o admoestou por tentar dar um abraço na própria mãe.
É assim que os comunistas desejam nos ver, meus sete leitores: sem poder dar um abraço em quem mais amamos. Lucas Brasileiro não tem esse nome por acaso.